O artigo defende restrições ao fumo em ambientes coletivos por três razões: 1) o tabaco causa milhares de mortes e gastos significativos com saúde pública; 2) o fumo passivo prejudica não-fumantes; 3) as restrições protegem tanto fumantes quanto não-fumantes, ao reduzir a exposição e incentivo ao hábito de fumar.