Catarina Guimarães Assistente Graduada de Saúde Pública QUINZENA DA SAÚDE PREVENÇÃO DO TABAGISMO EM CONTEXTO ESCOLAR
TABACO
O caminho do tabagismo
J. Barreto Cristóvão Colombo e a descoberta da América
A adopção da  erva  milagrosa na Europa. Jean Nicot, embaixador  francês em Lisboa.  Os achaques de Catarina de Médicis (1560).
Sec. XVI : - Espalha-se por toda a Europa; - Tabaco de mascar, rapé; Cultivo no Brasil, Cuba, a fim de responder às necessidades do mercado; - erva-santa pelos efeitos medicinais que lhe eram supostamente atribuídos.
A indústria triunfante
A arma da publicidade
A imagem da mulher na publicidade como principal objecto do do desejo masculino
O apelo à masculinidade
audácia, coragem e vitórias  desportivas…
Desde quando se sabe que o tabaco é nocivo para a saúde? Até meados sec. XIX tabaco consumido sem grande consciência dos seus efeitos na saúde. Fumar faz bem aos seus pulmões!
O Fumo Ambiental O reconhecimento de que a exposição ao fumo ambiental é nociva para a saúde remonta à década de 80 no sec. XX; Após publicação dos estudos que relacionavam ao exposição ao fumo ambiental do tabaco com o aparecimento de cancro do pulmão em mulheres não fumadoras casadas com fumadores.
FUMO  DO   TABACO > 4.700 compostos Alcatrão Cancerígeno Polónio Substância  radioactiva Monóxido  de carbono Efeito tóxico ou irritante Nitrosaminas Cancerígeno Dioxinas Cancerígeno Acroleína Irritante Nicotina propriedades psicoactivas
Muitas das substâncias são acrescentadas ao tabaco pelo uso de adubos, pesticidas e fungicidas e no processo de secagem e cura da folha. A composição química do fumo do tabaco depende : -combustão da folha do tabaco, do papel e colas utilizadas; - da junção de aditivos químicos com o intuito de aromatizar  o fumo tornando-o mais atractivo.
Cardíacas - Doença coronária Urinárias -  cancro bexiga e rim Esófago e Estômago -   Cancro Úlcera Pâncreas -  Cancro Pulmão Cancro Bronquite /Enfisema Cérebro -  Acidente vascular cerebral Laringe e Traqueia -  Cancro Inflamação Artérias periféricas -  Arterite Boca e Faringe -  Cancro Testículos -  Infertilidade Impotência Ginecológicas Infertilidade Aborto  Menopausa precoce Cancro colo útero   Ossos -  Osteoporose Doenças relacionadas com tabagismo
-  Risco acrescido relativamente ao sexo masculino; Gravidez; Crianças. Tabagismo e a Mulher
Consumo de tabaco é o  1º passo  para o consumo de  outras drogas  em adolescentes fumadores Masculino  Feminino Risco de consumir álcool 2,7x 4x Risco de consumir haxixe 8x 6x
DEIXAR DE FUMAR Processo complicado; Diversas tentativas; O papel do médico de família; Linha SOS Deixar de Fumar do ICP  808 208 888; Linha de Saúde Pública do MS  808 211 311 .
Após 8 horas  -  os valores de monóxido de carbono no sangue descem para valores normais; Após 1 ano  – o risco de doença coronária reduz para metade do verificado nos fumadores que continuam a fumar; Após 10 anos  – o risco de cancro do pulmão é cerca de  metade do de um fumador; Após 15 anos  – o risco de doença coronária è igual ao de um não fumador. Deixar de fumar traz vantagens imediatas e a longo prazo. Essas vantagens são tanto maiores quanto mais cedo se verificar o abandono do tabaco. Cessação Tabágica - Benefícios
Cessação tabágica e aumento de peso 2.8 a 4.4 Kg - mulheres 3.8 a 5.0 Kg - homens Ocorre em 80% de fumadores Mecanismos: Maior ingestão   calórica Aumento do metabolismo Os benefícios em deixar de fumar ultrapassam os riscos do aumento do peso
Portugal – Tabagismo   Prevalência INS  1999
A ADOLESCÊNCIA  E O TABAGISMO FACTORES DE RISCO ASSOCIADOS AO ABUSO DE SUBSTÂNCIAS Sociedade: acessibilidade, normas sociais que aprovem o consumo; Psicossociais: insucesso escolar, inicio do consumo  em idades precoces;  - Interpessoais:  Consumo por pais ou familiares, atitude favorável ao consumo por parte da família, circunstâncias familiares difíceis ou complexas, ligações a amigos que são consumidores.
ETAPAS EM FUNÇÃO DA IDADE FASE DE PREPARAÇÃO - assunto de adultos, faz mal à saúde FASE DA INICIAÇÃO - fuma às escondidas FASE DE AQUISIÇÃO - ocasionais  regulares  dependentes FASE DE MANUTENÇÃO – instalação dependência
Adolescentes e o Tabaco Rapazes e Raparigas Margarida Gaspar de Matos Tânia Gaspar Aventura Social/ HBSC – Faculdade de Motricidade Humana/ Universidade Técnica de Lisboa Lisboa, 2003
Os Adolescentes e o Tabaco  (Matos, 2003) Aumento acentuado da experimentação e do consumo regular nas raparigas;  Os jovens que fumam manifestam maior afastamento em relação à família e à escola; O comportamento tabágico dos pais influencia o comportamento tabágico dos filhos; Maior frequência de consumo de álcool e outras drogas ilícitas  e envolvimento em situações de violência escolar;  Começaram a fumar com os amigos; A auto-eficácia para recusar ofertas de cigarros é baixa; Confirmam que fumam na escola, nos tempos livres e até em casa.
Dados recentes da investigação com população jovem:
Conclusão: O facto de os  pais fumarem contribui para o início do consumo diário dos filhos  adolescentes, mesmo que os pais tenham uma atitude desfavorável relativa ao tabaco e não os exponham ao seu próprio consumo.  Estudo envolveu 808 crianças que foram avaliadas quando tinham  10-11 anos e reavaliadas quando tinham 21 anos.
Os estudantes com baixo risco (familiares e amigos não fumadores) têm 3 vezes mais probabilidade de experimentar fumar se frequentarem uma  escola com uma elevada prevalência de colegas mais velhos fumadores.
PROGRAMAS DE PREVENÇÃO DO TABAGISMO Devem ser dirigidos a  crianças e   jovens , de forma a serem evitados  os comportamentos de risco; Realçar  os factores de protecção e  eliminar ou reduzir  os factores de risco;
Os programas de Prevenção devem... -Aumentar as competências pessoais (comunicação, relacionamento interpessoal); Aumentar as competências sociais (desenvolver a capacidade de saber  resistir à pressão social e em particular à pressão dos pares, desenvolver a capacidade de  tomar decisões, de modo informado, responsável e autónomo ) .
Os programas de Prevenção devem... Incluir métodos interactivos como grupos de discussão e de debate; Teatralização; Reflexão individual; Participação.
Os programas de Prevenção devem... Incluir os  pais e agentes educativos  que reforcem as aprendizagens e que gerem oportunidades para discutir em família o uso de substâncias legais e ilegais e a postura que a família adopta sobre o seu uso.
FAMÍLIAS Suporte emocional essencial para um desenvolvimento saudável; Devem ser exemplos e referências; Devem abster-se de fumar na presença dos filhos; Atitudes não permissivas;  Recursos afectivos, culturais e materiais necessários; Muitas para se tornarem parceiras eficientes , precisam ser primeiro objecto de educação e aprendizagem.
Os programas de Prevenção devem... Ser duradouros e com intervenções repetidas ao longo do ano escolar; Devem incluir pelo menos 5 sessões anuais entre o 6º e o 8º anos; Adaptados a cada faixa etária e ao contexto social e económico dos  alunos;
Os programas de Prevenção devem... Conjugar-se com acções comunitárias (imprensa local, associações), … Com acções extra-curriculares (caminhadas, concursos),…
Programas de Treino de Competências Psicossociais Estes programas têm por base modelos de intervenção psicossocial (1964); Recurso a metodologias que implicam a participação e a reflexão individual do aluno; Treino de competências para resistir à pressão social para o consumo e treino de competências sociais (assertividade, controlo emocional)
PROGRAMAS  DE PREVENÇÃO DO TABAGISMO “ Querer é Poder” Programa de Prevenção do Tabagismo para o  3º ciclo do ensino básico Conselho de Prevenção do Tabagismo “  Não Fumar é o que está a dar” Programa de Prevenção do comportamento de Fumar José Alberto Gomes Precioso
Esta abordagem implica um maior investimento na formação dos professores neste domínio e um trabalho pedagógico estruturado e continuado ao longo da escolaridade, em parceria com toda a comunidade educativa, em particular com as famílias e o Centro de Saúde.
O PAPEL DOS PROFISSIONAIS DE SAÚDE Sensibilização da escola; Colaborar na sensibilização dos pais; Formação dos professores; Apoiar na cessação tabágica; Colaborar nas comemorações dos dias alusivos; Serem exemplos; Acompanhar e monitorizar o ambiente escolar.
Actividades desenvolvidas de um modo coerente e em espiral ao longo da escolaridade, no contexto do projecto educativo da escola, numa perspectiva de educação para a saúde e de cidadania.

A Historia Do Tabaco E OrentaçõEs

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    Catarina Guimarães AssistenteGraduada de Saúde Pública QUINZENA DA SAÚDE PREVENÇÃO DO TABAGISMO EM CONTEXTO ESCOLAR
  • 2.
  • 3.
    O caminho dotabagismo
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    J. Barreto CristóvãoColombo e a descoberta da América
  • 5.
    A adopção da erva milagrosa na Europa. Jean Nicot, embaixador francês em Lisboa. Os achaques de Catarina de Médicis (1560).
  • 6.
    Sec. XVI :- Espalha-se por toda a Europa; - Tabaco de mascar, rapé; Cultivo no Brasil, Cuba, a fim de responder às necessidades do mercado; - erva-santa pelos efeitos medicinais que lhe eram supostamente atribuídos.
  • 7.
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    A arma dapublicidade
  • 9.
    A imagem damulher na publicidade como principal objecto do do desejo masculino
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    O apelo àmasculinidade
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    audácia, coragem evitórias desportivas…
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    Desde quando sesabe que o tabaco é nocivo para a saúde? Até meados sec. XIX tabaco consumido sem grande consciência dos seus efeitos na saúde. Fumar faz bem aos seus pulmões!
  • 13.
    O Fumo AmbientalO reconhecimento de que a exposição ao fumo ambiental é nociva para a saúde remonta à década de 80 no sec. XX; Após publicação dos estudos que relacionavam ao exposição ao fumo ambiental do tabaco com o aparecimento de cancro do pulmão em mulheres não fumadoras casadas com fumadores.
  • 14.
    FUMO DO TABACO > 4.700 compostos Alcatrão Cancerígeno Polónio Substância radioactiva Monóxido de carbono Efeito tóxico ou irritante Nitrosaminas Cancerígeno Dioxinas Cancerígeno Acroleína Irritante Nicotina propriedades psicoactivas
  • 15.
    Muitas das substânciassão acrescentadas ao tabaco pelo uso de adubos, pesticidas e fungicidas e no processo de secagem e cura da folha. A composição química do fumo do tabaco depende : -combustão da folha do tabaco, do papel e colas utilizadas; - da junção de aditivos químicos com o intuito de aromatizar o fumo tornando-o mais atractivo.
  • 16.
    Cardíacas - Doençacoronária Urinárias - cancro bexiga e rim Esófago e Estômago - Cancro Úlcera Pâncreas - Cancro Pulmão Cancro Bronquite /Enfisema Cérebro - Acidente vascular cerebral Laringe e Traqueia - Cancro Inflamação Artérias periféricas - Arterite Boca e Faringe - Cancro Testículos - Infertilidade Impotência Ginecológicas Infertilidade Aborto Menopausa precoce Cancro colo útero Ossos - Osteoporose Doenças relacionadas com tabagismo
  • 17.
    - Riscoacrescido relativamente ao sexo masculino; Gravidez; Crianças. Tabagismo e a Mulher
  • 18.
    Consumo de tabacoé o 1º passo para o consumo de outras drogas em adolescentes fumadores Masculino Feminino Risco de consumir álcool 2,7x 4x Risco de consumir haxixe 8x 6x
  • 19.
    DEIXAR DE FUMARProcesso complicado; Diversas tentativas; O papel do médico de família; Linha SOS Deixar de Fumar do ICP 808 208 888; Linha de Saúde Pública do MS 808 211 311 .
  • 20.
    Após 8 horas - os valores de monóxido de carbono no sangue descem para valores normais; Após 1 ano – o risco de doença coronária reduz para metade do verificado nos fumadores que continuam a fumar; Após 10 anos – o risco de cancro do pulmão é cerca de metade do de um fumador; Após 15 anos – o risco de doença coronária è igual ao de um não fumador. Deixar de fumar traz vantagens imediatas e a longo prazo. Essas vantagens são tanto maiores quanto mais cedo se verificar o abandono do tabaco. Cessação Tabágica - Benefícios
  • 21.
    Cessação tabágica eaumento de peso 2.8 a 4.4 Kg - mulheres 3.8 a 5.0 Kg - homens Ocorre em 80% de fumadores Mecanismos: Maior ingestão calórica Aumento do metabolismo Os benefícios em deixar de fumar ultrapassam os riscos do aumento do peso
  • 22.
    Portugal – Tabagismo Prevalência INS 1999
  • 23.
    A ADOLESCÊNCIA E O TABAGISMO FACTORES DE RISCO ASSOCIADOS AO ABUSO DE SUBSTÂNCIAS Sociedade: acessibilidade, normas sociais que aprovem o consumo; Psicossociais: insucesso escolar, inicio do consumo em idades precoces; - Interpessoais: Consumo por pais ou familiares, atitude favorável ao consumo por parte da família, circunstâncias familiares difíceis ou complexas, ligações a amigos que são consumidores.
  • 24.
    ETAPAS EM FUNÇÃODA IDADE FASE DE PREPARAÇÃO - assunto de adultos, faz mal à saúde FASE DA INICIAÇÃO - fuma às escondidas FASE DE AQUISIÇÃO - ocasionais regulares dependentes FASE DE MANUTENÇÃO – instalação dependência
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    Adolescentes e oTabaco Rapazes e Raparigas Margarida Gaspar de Matos Tânia Gaspar Aventura Social/ HBSC – Faculdade de Motricidade Humana/ Universidade Técnica de Lisboa Lisboa, 2003
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    Os Adolescentes eo Tabaco (Matos, 2003) Aumento acentuado da experimentação e do consumo regular nas raparigas; Os jovens que fumam manifestam maior afastamento em relação à família e à escola; O comportamento tabágico dos pais influencia o comportamento tabágico dos filhos; Maior frequência de consumo de álcool e outras drogas ilícitas e envolvimento em situações de violência escolar; Começaram a fumar com os amigos; A auto-eficácia para recusar ofertas de cigarros é baixa; Confirmam que fumam na escola, nos tempos livres e até em casa.
  • 27.
    Dados recentes dainvestigação com população jovem:
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    Conclusão: O factode os pais fumarem contribui para o início do consumo diário dos filhos adolescentes, mesmo que os pais tenham uma atitude desfavorável relativa ao tabaco e não os exponham ao seu próprio consumo. Estudo envolveu 808 crianças que foram avaliadas quando tinham 10-11 anos e reavaliadas quando tinham 21 anos.
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    Os estudantes combaixo risco (familiares e amigos não fumadores) têm 3 vezes mais probabilidade de experimentar fumar se frequentarem uma escola com uma elevada prevalência de colegas mais velhos fumadores.
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    PROGRAMAS DE PREVENÇÃODO TABAGISMO Devem ser dirigidos a crianças e jovens , de forma a serem evitados os comportamentos de risco; Realçar os factores de protecção e eliminar ou reduzir os factores de risco;
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    Os programas dePrevenção devem... -Aumentar as competências pessoais (comunicação, relacionamento interpessoal); Aumentar as competências sociais (desenvolver a capacidade de saber resistir à pressão social e em particular à pressão dos pares, desenvolver a capacidade de tomar decisões, de modo informado, responsável e autónomo ) .
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    Os programas dePrevenção devem... Incluir métodos interactivos como grupos de discussão e de debate; Teatralização; Reflexão individual; Participação.
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    Os programas dePrevenção devem... Incluir os pais e agentes educativos que reforcem as aprendizagens e que gerem oportunidades para discutir em família o uso de substâncias legais e ilegais e a postura que a família adopta sobre o seu uso.
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    FAMÍLIAS Suporte emocionalessencial para um desenvolvimento saudável; Devem ser exemplos e referências; Devem abster-se de fumar na presença dos filhos; Atitudes não permissivas; Recursos afectivos, culturais e materiais necessários; Muitas para se tornarem parceiras eficientes , precisam ser primeiro objecto de educação e aprendizagem.
  • 35.
    Os programas dePrevenção devem... Ser duradouros e com intervenções repetidas ao longo do ano escolar; Devem incluir pelo menos 5 sessões anuais entre o 6º e o 8º anos; Adaptados a cada faixa etária e ao contexto social e económico dos alunos;
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    Os programas dePrevenção devem... Conjugar-se com acções comunitárias (imprensa local, associações), … Com acções extra-curriculares (caminhadas, concursos),…
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    Programas de Treinode Competências Psicossociais Estes programas têm por base modelos de intervenção psicossocial (1964); Recurso a metodologias que implicam a participação e a reflexão individual do aluno; Treino de competências para resistir à pressão social para o consumo e treino de competências sociais (assertividade, controlo emocional)
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    PROGRAMAS DEPREVENÇÃO DO TABAGISMO “ Querer é Poder” Programa de Prevenção do Tabagismo para o 3º ciclo do ensino básico Conselho de Prevenção do Tabagismo “ Não Fumar é o que está a dar” Programa de Prevenção do comportamento de Fumar José Alberto Gomes Precioso
  • 39.
    Esta abordagem implicaum maior investimento na formação dos professores neste domínio e um trabalho pedagógico estruturado e continuado ao longo da escolaridade, em parceria com toda a comunidade educativa, em particular com as famílias e o Centro de Saúde.
  • 40.
    O PAPEL DOSPROFISSIONAIS DE SAÚDE Sensibilização da escola; Colaborar na sensibilização dos pais; Formação dos professores; Apoiar na cessação tabágica; Colaborar nas comemorações dos dias alusivos; Serem exemplos; Acompanhar e monitorizar o ambiente escolar.
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    Actividades desenvolvidas deum modo coerente e em espiral ao longo da escolaridade, no contexto do projecto educativo da escola, numa perspectiva de educação para a saúde e de cidadania.