Trabalhão
Estrutura Proposta
FGV Management
Prof. Murilo Alambert
Análise SWOT
Análise SWOT
Objetivo e Estratégias
Objetivo e Estratégias
Tema do Trabalho e Introdução
Tema do Trabalho e Introdução
Plano de Ação
Plano de Ação
Equipe e Créditos
Equipe e Créditos
A Missão, A Visão e os Valores
A Missão, A Visão e os Valores
Definindo o Negócio e o Cliente
Definindo o Negócio e o Cliente
Análise do Ambiente de Negócios
Análise do Ambiente de Negócios
Apresentações de Estratégia Empresarial
Estrutura Proposta
Estrutura do Trabalho Estratégia Competitiva
Estratégia Competitiva
Tema do Trabalho
• Escolher um tema para o trabalhão, que pode ser:
– Uma organização brasileira ou estrangeira
– Uma organização fictícia
– Uma nova operação de uma organização já existente
– Atenção: escolher organização! Não é produto ou serviço
• Definir o objetivo do trabalho
– Objetivo inserido dentro do escopo de planejamento estratégico e estratégia
empresarial
– Exemplos: Reposicionamento estratégico, mudança de modelos de negócio,
desenvolvimento de filiais ou novas áreas de atuação, lançamento de novos
produtos, entre outros exemplos.
• Objetivo: Introduzir o leitor ao tema
– Desenvolver o histórico de atuação da organização, se for o
caso de uma organização já existente
– Detalhar as razões para a escolha do tema e do objetivo do
trabalho
– Contextualizar a dinâmica do ambiente competitivo na qual a
organização está inserida
Introdução
Definindo o Negócio e o Cliente
• As perguntas fundamentais:
– Quem é o cliente?
– Qual é o negócio ?
– Por que o cliente faz negócios conosco ?
• Definir o negócio a partir da análise de valor ao cliente
– Construir a análise do valor a partir dos benefícios requeridos pelo cliente
– Perguntar, observar e pensar como cliente! Jamais dizer o que o cliente quer!
Pesquisar!
– Priorizar os benefícios que são diferenciadores dos qualificadores
– Utilizar a Matriz de Avaliação de Valor (Kim e Mauborgne)
• Pensar o modelo de negócios, o “Como Fazer” e suas
implicações para a Estrutura da organização
Avaliando o Valor para o Cliente
Valor da passagem é o principal critério de escolha de uma
companhia área por parte do cliente
33%
17%
14%
11%
7%
5% 4% 4% 3% 3% 1%
0%
5%
10%
15%
20%
25%
30%
35%
Preço
Horários
convenientes
Frequência
dos
vôos
Vôos
sem
escala
Boas
experiências
anteriores
O
utros
Reputação
de
segurança
Fidelidade
à
em
presa
Relacionam
entos
com
cola...
Serviço
de
bordo
Reoutação
de
pontualidade
Qual é a principal razão para você voar nesta companhia aérea?
Fonte: Airbus (2007) - Global Market Forecast
Avaliando o Valor para o Cliente
Matriz de Avaliação de Valor da Curves
0
2,5
5
7,5
10
Preço Amenidades Equipamentos Tempo de
exercício
Disponibilidade
de professores
Ambiente
propício à
disciplina e
motivação
Ambiente
feminino não-
inibitório
Conveniência Atmosfera
feminina
divertida
Curves Programas de exercícios em casa Academias de ginástica tradicionais
Fonte: Kim & Mauborgene, A Estratégia do Oceano Azul
Importância
Peso
A B A B
Quentinha 20% 8 9 1,6 1,8
Saborosa 40% 10 5 4,0 2,0
Inteira 10% 9 7 0,9 0,7
Rápida 20% 7 9 1,4 1,8
Preço 10% 5 10 0,5 1,0
100% 8,4 7,3
Empresas Empresas
Avaliação do cliente Nota Final
Avaliando o Valor para o Cliente
• Escolha da Pizzaria que entrega pizza a domicílio
A Missão
• As perguntas fundamentais:
– Fazer o que ? (Qual é o nosso negócio ?)
– Para quem ? (Quem é o nosso cliente ?)
– Onde ? (Base, prioridade, lugar)
– Como ? (Desafio, diferencial da Instituição)
– Com que finalidade ? (Complemento Social)
A Visão
• Determina a direção e o foco da organização
• As perguntas fundamentais:
– Como queremos ser reconhecidos no futuro ?
– Em quanto tempo ?
– Queremos ser a melhor ? A maior ?
– O que significa ser a melhor ou a maior ?
– Em que benefícios superaremos nossos concorrentes?
– Quais são os objetivos estratégicos audaciosos e relevantes que queremos atingir?
MAGEL GENÉRICOS
MAGEL GENÉRICOS
LABORATÓRIO FARMACÊUTICO
LABORATÓRIO FARMACÊUTICO
NOSSA VISÃO
Sermos reconhecidos como um laboratório
farmacêutico de excelência em qualidade e
estarmos posicionados entre as dez maiores
indústrias de medicamentos genéricos até 2010.
LABORATÓRIO FARMACÊUTICO
LABORATÓRIO FARMACÊUTICO
MA
MAG
GEL GENÉRICOS
EL GENÉRICOS
Os Valores
• Os Valores dizem no que acreditamos, o que é certo ou errado
• As perguntas fundamentais:
– Quais são os comportamentos que queremos dos nossos colaboradores ?
– Quais são os comportamentos aceitáveis e inaceitáveis na nossa organização ?
– De que forma os valores nos ajudam a tomar decisões ?
– Como podemos exemplificar os valores no dia-a-dia ?
– Nossos valores são realísticos, coisas que nós possamos ser ?
– Nossos valores são consistentes com a história e a cultura da organização ?
VALORES
RODAS DE ALUMÍNIO DO
MARANHÃO
Integridade
Somos abertos, francos e confiáveis no
relacionamento com os empregados,
clientes e fornecedores.
Saúde, Segurança e
Meio-Ambiente
Protegemos a saúde, o bem estar
das pessoas e o meio-ambiente.
Qualidade e Excelência
Buscamos a excelência em tudo que
fazemos todos os dias.
Pessoas e Clientes
Trabalhamos para o sucesso dos
nossos clientes em um ambiente
que promove novas idéias, respeito
e oportunidades a todos.
Rentabilidade
Estamos empenhados em obter
retornos financeiros que permitirão
desenvolvimento sustentável.
Responsabilidade
Somos responsáveis por nossos
comportamentos, nossas ações e
nossos resultados.
Análise do Ambiente de Negócios
• Desenvolver a análise do ambiente de negócios:
– Analisar as Tendências das variáveis do Macro-Ambiente
• Avaliar o impacto destas tendências no ambiente de negócios
– Analisar a Dinâmica Competitiva do Micro-Ambiente de
Negócios
• Analisar o ambiente competitivo através do modelo das 5 Forças
Competitivas
– Avaliar a Atratividade do Mercado
• Analisar o impacto das tendências (macro e micro) nas variáveis de
atratividade do mercado
– Desenvolver um Cenário para o ambiente de negócios,
identificando as principais oportunidades e ameaças
• Apresentar e analisar as informações
• Colocar as fontes
• Trabalhar informações atuais e também as projeções para os próximos
anos
Econômicas
Políticas
Tecnológicas
Culturais
Legais
Ecológicas
Demográficas
Sociais
• Aumento substancial de investimento no ES pelas grandes companhias como CVRD,
PETROBRÁS, ARACRUZ, CST, SAMARCO e outras, alavancando o desenvolvimento da
economia local.
• A renda familiar média na Grande Vitória é de aproximadamente R$ 1.803,41, superior à
média nacional, que é de R$ 1.789,66
• A Grande Vitória é composta, em média, por famílias de 4 pessoas, com idade média de
28 anos
• O XLVIII Estudos Marplan, realizado no 2o trimestre 2006, revela que 66% dos
freqüentadores de cinema, na região da Grande Vitória, encontram-se na faixa etária de
15 a 35 anos.
Econômicas
ANÁLISE DAS VARIÁVEIS DO MACRO-AMBIENTE DE NEGÓCIOS
Demográficas
• Com a pirataria crescendo em níveis inimagináveis o preço atual do cinema induz o
povo à compra do DVD pirata ou download irregular de filmes pela internet.
ANÁLISE DAS VARIÁVEIS DO MACRO-AMBIENTE DE NEGÓCIOS
A tecnologia digital:
•Tenderá a reduzir drasticamente o custo de distribuição (sem custo de cópia);
• Propiciará lançamentos simultâneos em número massivo de salas;
• Poderá reduzir o custo nas salas multiplex (um operador e uma sala de operação para
várias salas de exibição);
Econômicas
Políticas
Tecnológicas
Culturais
Legais
Ecológicas
Demográficas
Sociais
Culturais
Tecnológicas
• No Brasil, legislações estaduais que
regulamentam a meia-entrada são a principal
causa dos elevados preços do bilhete inteiro
• Prejudicam o acesso do público assalariado que
não estuda, que chega a pagar até 42% a mais
pelo ingresso, se comparado aos locais onde não
existe a meia-entrada.
• Pesquisas realizadas em mais de 40 paises
mostram que não existe lei ou prática de meia
entrada nos principais mercados.
Legais
Modelo das Forças Competitivas (Porter, 1980): analisa o perfil das
forças competitivas que determinam a rentabilidade da indústria:
COMPRADORES
ENTRANTES
POTENCIAIS
FORNECEDORES
SUBSTITUTOS
Concorrentes
na Indústria
Rivalidade entre as
empresas existentes
Aumento do poder de barganha dos
clientes:
Nova livraria, de grande porte, praticando
preços 35% mais baixos!
Aumento da rivalidade entre os
concorrentes:
Novo competidor, de grande porte, com
o objetivo de dominar o mercado
Novo competidor não aumenta o
tamanho do mercado
Novo competidor oferta os mesmos
livros, mas a preços 35% mais baixos!
Impacto dos produtos substitutos é
moderado
Incomodam, mas não tiram do mercado
Barreiras à entrada: altas
Durante mais de 40 anos,
nenhum competidor entrou
no mercado para concorrer
diretamente com a Loja da
Esquina
Precisa ter capital e
diversidade para entrar com
força neste mercado
Fornecedores aumentam o
poder de barganha
Fornecedores perdem
fidelidade
migram para cliente com
escala bem maior, bem mais
vantajoso
Análise das Forças Competitivas
Ameaça de novos entrantes:
Composto por um mercado altamente
competitivo e de grande
potencialidade, os produtores de
café tem investido na safra de cafés
especiais, com isso, aumentam a
produção,incentivando novos
entrantes no mercado.
Entrantes
Potenciais
Potencialidade do Mercador
Consumidor:
O mercado de cafés especiais, embora
seja um mercado novo, cresce no Brasil
18% ao ano. O preço do produto é
considerado elevado, porém seus
consumidores são extremamente
exigentes. Neste caso, os consumidores
consideram “quanto vale e não quanto
custa”.
Fornecedores
Rivalidade entre
Concorrentes
Consumidores
Poder de negociação do fornecedor:
Apenas a IPANEMA COFFE fornece o café à
Starbucks no Brasil, 25% de sua produção.
Embora o preço do café especial seja elevado,
não há necessidade de importar, ou seja, o
custo da produção não é baseado 100% no
dólar. Outros produtores, além de exportar,
vendem sua produção a outros concorrentes
aumentando o poder de negociação
Hábitos de
Consumo
Ameaça dos hábitos de consumo:
A cultura do povo brasileiro é muito
diferente da cultura americana – país de
origem da Starbucks. Seus hábitos de
consumo, produtos e serviços oferecidos
podem não ser muito bem aceitos pelos
consumidores brasileiros, migrando assim
para outros produtos.
MAGEL GENÉRICOS
MAGEL GENÉRICOS
LABORATÓRIO FARMACÊUTICO
LABORATÓRIO FARMACÊUTICO
Compradores
Entrantes
Potenciais
Fornecedores
Rivalidade entre
Concorrentes
Substitutos
Ameaça de novos entrantes:
Composto por mercados altamente
competitivos, onde as indústrias de
medicamentos de referência vem
investindo na divisão genéricos, com a
vantagem de terem capacidade
instalada e rede de distribuição.
Poder de negociação dos Compradores:
 O mercado de medicamentos genéricos
pressionou os preços para baixo de
medicamentos tradicionais, o que vem
provocando maior exigência por preços
reduzidos pelos consumidores.
Ameaça de produtos substitutos;
Diferenciação por custo – no mercado de
medicamentos genéricos a fidelidade pela marca
não existe, portanto a ameaça por produtos de
outras industrias ou mesmo de medicamentos
similares é alta.
Poder de negociação dos fornecedores;
Número reduzido de fornecedores de matérias
primas em grandes produtores mundiais, com
lastro no dólar determinam o preço;
Outros fornecedores, como de embalagens, o
poder diminui devido a alta concorrência, salvo as
de embalagens de alumínios.
Análise das Forças Competitivas
Poder de negociação dos fornecedores
A máteria prima de maior custo é o papel
que é considerado uma commodity, ou
seja, os fornecedores tem poder de
barganha, já que é o próprio mercado de
celulose que define o preço.
Ameaça de novos entrantes
O mercado permite a entrada de novas
editoras e/ou novas revistas e livros
principalmente em nichos de mercado como:
- produtos para a população de baixa renda
- produtos religiosos (revistas e livros
evangélicos, espíritas, etc.)
- revistas para públicos jovens esportistas
(surfistas, skatistas, bikers, etc.)
- e outros.
Poder de negociação dos compradores
O poder de negociação dos compradores é
baixo pois as revistas são entregues em
consignação para bancas e rede de varejos,
assim como livros para algumas livrarias.
O que esses compradores negociam na
maioria das vezes é a comissão que esses
recebem pelas vendas. Em relação as
assinaturas de revistas a negociação
praticamente inexiste.
Ameaça de produtos substitutos
A internet pode ser considerado um
substituto para Revistas / Livros.
É possível ter o mesmo nível de
informação acessando sites da internet,
assim como é possível também fazer
downloads de livros pela rede.
Fornecedores
Substitutos
Compradores
Entrantes
Potenciais
Rivalidade entre
Concorrentes
Análise das Forças Competitivas
Salas de exibição e público nas Capitais - 2002
Capital
0
50
100
150
200
250
São
Paulo
R.
Janeiro
P.
Alegre
Brasília
B.
Horizonte
Salvador
Curitiba
Goiânia
Recife
Manaus
Fortaleza
Cuiabá
C.
Grande
Belém
Aracaju
J.
Pessoa
Teresina
Florianópolis
S.
Luís
Maceió
Natal
Macapá
Vitória
P.
Velho
Palmas
B.
Vista
R.
Branco
Salas
0
2.000.000
4.000.000
6.000.000
8.000.000
10.000.000
12.000.000
14.000.000
16.000.000
Público
Salas
Público
Fonte: FILME B, 2002.
Elaborado por IPT/DEES, 2005.
Análise das Forças Competitivas – versão ampliada
Na Grande Vitória há uma defasagem no
número de salas em relação ao público
Clientes
Canais de
Distribuição
Fornecedores
Concorrentes
Comunidade
Análise do
Setor
Produtos
Recursos
Humanos
Concorrentes
Principais concorrentes na Grande Vitória:
•CINERITZ – Shopping Norte Sul – 18 % de preferência do público;
•CINE JARDINS – Shopping Jardins – 3% de preferência do público;
•MULTIPLEX LARANJEIRAS – Shopping Laranjeiras - 8% de
preferência do público;
•KINOPLEX – Shopping Praia da Costa – 19% de preferência do
público.
Análise das Forças Competitivas – versão ampliada
MAGEL GENÉRICOS
MAGEL GENÉRICOS
LABORATÓRIO FARMACÊUTICO
LABORATÓRIO FARMACÊUTICO
PRINCIPAIS CONCORRENTES
RANKING DE LABORATÓRIOS – TOP TEN - 2003
Laboratório Participação
Medley 25,50%
EMS 19,81%
Biosintética 13,35%
Eurofarma 10,91%
Rambaxy 9,80%
Novartis 4,33%
Apotex 3,30%
Abbott 2,92%
Merck 2,88%
Hexal 1,99%
Fonte: IMS Health
Análise do Ambiente de Negócios
• Sintetizar as informações e análises anteriores, avaliando o impacto
na atratividade do mercado que está sendo analisado
• Desenvolver a análise do ambiente de negócios consiste em
entender a sua atratividade, através da análise de informações
relacionadas a 4 variáveis fundamentais:
– Tamanho do mercado
– Taxa de crescimento do mercado
– Taxa de retorno do mercado
– Nível de investimento requerido para entrar ou permanecer
competitivo no mercado
O Mercado de Hotelaria - Resumo
O Mercado de Café - Resumo
O Mercado de Café – Evolução
CONSUMO DO CAFÉ NO BRASIL (MILHÕES DE SACAS 60 KG)
As duas perguntas-chave na formulação da estratégia
competitiva...
Atratividade
da Indústria
Posição Competitiva da Empresa
Alta
Baixa
Ruim Boa
Onde competir?
Como competir?
Estratégia Competitiva
A questão do “Onde Competir” nós analisamos através do Modelo
das 5 Forças Competitivas,
COMPRADORES
ENTRANTES
POTENCIAIS
FORNECEDORES
SUBSTITUTOS
Concorrentes
na Indústria
Rivalidade entre as
empresas existentes
As Estratégias Genéricas de Competição (“Como Competir”) devem ser
escolhidas em função do resultado da análise do ambiente de negócios
VANTAGEM ESTRATÉGICA
Unicidade observada
pelo cliente
Posição de
Baixo Custo
DIFERENCIAÇÃO
LIDERANÇA NO
CUSTO TOTAL
ENFOQUE
Indústria
como um todo
Segmento
específico
ALVO
ESTRATÉGICO
A escolha de uma estratégia competitiva gera um alinhamento estratégico do
modelo de negócios e das ações a serem desenvolvidas pela organização
A abordagem das estratégias genéricas através das
Disciplinas de Valor também ajuda a entender onde a
organização deve priorizare os seus esforços...

1995: Treacy e Wiersena - A Disciplina dos Líderes de Mercado - proposição
de valor: porque os clientes fazem negócio conosco?
Excelência Operacional (Mac Donald’s,
Fedex, Gol,
Dell, Volks)
Intimidade
com o Cliente
(IBM, Pão de Açucar,
Rolls Royce, Ferrari)
Liderança em
Produtos (Nike, Sony, HP,
Montblanc, Toyota)
Análise SWOT
• A análise dos Pontos Fortes e Fracos, Oportunidades e
Ameaças leva à elaboração das ações estratégicas da
organização
– Os Pontos Fortes e Pontos Fracos são levantados através da
análise do ambiente interno da organização
– As Oportunidades e Ameaças são identificadas através da
Análise do Ambiente de Negócios
• A análise SWOT é realizada em duas etapas:
1. Diagnostico SWOT
2. Geração das Ações Estratégicas
AMEAÇAS OPORTUNIDADES
FORÇAS
FRAQUEZAS
Os medicamentos similares são forte
ameaça pois não precisam de testes de
bioequivalência, que são caros;
Alta cambial pode elevar preços e as
indústrias multinacionais tem maiores
condições de absorção, agravada pelo
controle de preços pelo governo que não
permite repasse aos preços;
Os medicamentos genéricos ainda são
poucos prescritos pelo médicos.
Estimular através de campanhas conjuntas a
prescrição dos genéricos, pois a população já
conhece, porém não exige;
Esclarecer a classe médica a qualidade dos
medicamentos genéricos, comprovados através de
rigorosos testes de biodisponibilidade e
bioequivalência;
Estabelecer parcerias na distribuição visando a
horizontalização dos produtos para que alcance
rápida aceitação do varejo;
Os produtos de referência são 40% em média mais
caros, portanto a população menos favorecida pode
comprar medicamentos mais baratos através da
opção dos genéricos;
Com o aumento da expectativa de vida, potenciais
usuários surgirão forçando o governo a estimular o
acesso aos medicamentos com políticas específicas
voltadas para a área.
A procura por medicamentos genéricos tende a
aumentar com a queda das patentes,
conseqüentemente, ampliará as opções.
A diferença de preços entre os medicamentos
genéricos e os de referências serão determinantes
na medida que a população for melhor esclarecida
através de campanhas direcionadas;
Com trabalho específico voltado para a classe
médica através de pesquisas científicas e
esclarecimentos sobre os novos produtos que estão
disponíveis, a prescrição tenderá a aumentar.
MAGEL GENÉRICOS
MAGEL GENÉRICOS
LABORATÓRIO FARMACÊUTICO
LABORATÓRIO FARMACÊUTICO
Diagnóstico SWOT
SWOT – Shop Around The Corner
Pontos Fortes
Marca e Tradição - Localização
Carteira de Clientes fidelizada
Ticktet médio de compra
Seleção e disponibilidade do portfólio
Loja aconhegante, ambiente de “magia”
Satisfação dos colaboradores
Conhecimento técnico no segmento de livros
infantis
Pontos Fracos
Limitação: tamanho e potencial (escala,
capacidade de escoamento e bairro)
Acomodação da administração atual
Preços altos
Baixo giro do estoque
Falta de capital para investimentos
Portfólio muito concentrado
Falta de espaço para outros produtos
Oportunidades
Ações das escolas em movimentos pró-
leitura
Internet como canal de distribuição
Novos produtos para crianças
Mercado potencial da cidade
Ameaças
Estagnação / diminuição do principal
mercado da empresa
Novos modelos de negócios que
propiciam ganho de escala
Novos concorrentes, agressivos
Produtos substitutos (video-games)
Percepção de preço alto
OPORTUNIDADES AMEAÇAS
FRAQUEZAS
FORÇAS
Capacidade de Ação Ofensiva:
PMEs precisam cada vez mais de informações para
vencer a concorrência acirrada  Mercado de
soluções CRM-perfis de cliente e controle de
inadimplência
PMEs precisam de soluções de custo reduzido 
aluguel de software CRM
SIG  já dispõe de infra-estrutura de hardware para
iniciar negócio no modelo aluguel em Santa Maria e
também dispõe de software de BI para ser utilizado em
soluções CRM, além de expertise em TI.
Inexistência de solução similar no RS
Debilidades:
Falta de conhecimento para elaboração de
indicadores de avaliação de perfis (CRM).
Solução: Parceria com as próprias PMEs para
elaboração de tais indicadores (troca de
conhecimentos). As PMEs sabem os indicadores que
precisam. Não sabem como funciona o processo de
coletar informações e transformá-las em tais
indicadores (a SIG sabe).
Capacidade Defensiva:
Com o grande número de fontes de coleta, a
informação pode se tornar dispersa e sem qualidade,
o que é uma séria ameaça a credibilidade e sucesso
do negócio, pois os indicadores devem ser valiosos.
Solução:A SIG tem um de seus valores associado a
Qualidade e Organização. Então métodos eficazes
deverão serem aplicados ao processo de coleta e
estruturação da informação de forma que o valor
gerado para o cliente supere suas expectativas.
Vulnerabilidades:
Possíveis crises econômicas e imaturidade do
mercado podem inviabilizar negócios significativos em
TI alugável, por parte das PMEs.
Solução: parcerias com segmentos clássicos de
negócio indispensáveis as PMEs, tais como
escritórios de contabilidade, no sentido de oferecer
um diferencial a tais negócios, atuando em parcerias
Diagnóstico SWOT
Taxa de câmbio
desfavorável à
importação
Fonte de
energia limpa
em relação
ao aço
Disponibilidade
de instalação
portuária e rede
ferroviária
Disponibilidade
energética da
região
Tendência
mundial de
redução de
custo
Abertura
de
mercado
Aumenta
de
demanda
de rodas
Existência de
fornecedor
de matéria-
prima local
O preço do
alumínio é
determinado
pelo LME (Light
Metal Exchange)
Risco
Brasil /
Taxa de
juros
Possibilidade
de guerras,
gerando
instabilidade
mundial
Certificação
ISO 9000, ISO
14000, ISO
18000
Marca
"ALCOA"
consolidada
mundialmente
PF+OP PF+AM PF+AM
Domínio do
processo de
produção de
ligas
PF+OP
Variedades de
modelos
possíveis em
relação ao aço
PF+OP PF+OP
Instalações
portuárias
próprias
PF+OP
Toda
infraestrutura
de suporte já
instalada
PF+OP PF+OP PF+AM
Cultura da
Empresa já
consolidada
Atuação da
"ALCOA" em
todos os
continentes
com
representação
em vários
países
PF+OP
Custo adicional
para
embalagens
para
exportação
pf+AM pf+AM
Custo de
transporte
rodoviário
elevado
pf+OP
Ainda sem o
total domínio
da fabricação
de rodas
Diagnóstico de Swot
Novos Produtos
Novos
Mercados
Atendimento
direto
Segmentar
melhor o
mercado
Participação
em eventos
Desenvol
vimento
de novos
produtos
Abertura
de novas
áreas c
atendiment
o direto
Implantação
de call center
Cenário instável
Venda
casada -
mix com
cerveja
Oligopólios
com renúncia
fiscal
Marca Fruki
com excelente
imagem de
mercado
PF+OP PF+AM
Capacidade
produtiva
excedente
PF+OP PF+OP PF+AM PF+AM
Tradição/
conceito dos
líderes
PF+OP
Qualidade dos
produtos
PF+OP
Mix
diversificado
de produtos
PF+OP
Qualidade da
água como
matéria Prima
Compromisso
e simpatia com
a comunidade
PF+OP
Diferenciação
do
posicionament
o de preços
em relação às
tubaínas, Coca
e Ambev
PF+OP PF+OP PF+OP
Custo
opercional
elevado
pf+Op pf+OP pf+AM
Falta de
competências
básicas em
áreas-chave
pf+OP pf+OP
Falta de verba
para
Merchandising
pf+OP pf+AM
Falta de
incentivo para
as equipes de
trabalho
pf+Op pf+AM
Marca Fruki com excelente imagem no RS dando suporte para
abertura de novas áreas de atendimento direto.
Perda de imagem em funções de ações da concorrência
Capacidade produtiva excedente com possibilidade de atender
novos mercados.
Perda da percepção da marca em função de falta de ações no
mercado.
Mix diversificado garantindo atendimento das necessidades dos
clientes.
Ponto de equilíbrio alto em função da capacidade produtiva.
Produtos com posicionamento acima das tubaínas diferenciando-
se pela qualidade, marca e prestação de serviços.
Ações de preços de oligopólicos com renúncia fiscal
P&D de novos produtos para absorvermos novos canais de
consumo.
Perda de market share em função do posicionamento de preço ser
acima da percepção do consumidor.
Investimentos em eventos com oportunidade de consumo e
posicionamento da marca.
Implantação de call center de forma a incrementar as vendas
Ações promocionais para incremento de market share
Custo operacional elevado para garantir a qualidade dos produtos
e serviços
Custos cada vez maiores e cenário instável (Aumento de impostos,
matérias primas...)
Falta de incentivo para todas as áreas de forma a estimular a
busca de novas oportunidades
Falta de investimentos para ações de mercado combatendo
principalmente ações de exclusividade e venda casada.
Lançamento de produtos com custo inicial elevado em função do
custo operacional
Ações contra oligopólios que praticam renúncia fiscal são inóquas se
a empresa e os colaboradores não vislumbram possibilidades de
resolução.
Falta de know how para implantação de novas tecnologias.
F
R
A
Q
U
E
Z
A
S
F
O
R
T
A
L
E
Z
A
S
OPORTUNIDADES AMEAÇAS
Diagnóstico SWOT
0
2
4
6
8
10
Inovação
Tempo resposta
tendências do mercado
Cultura Organizacional
Treinamento de Pessoal
Profundo Conhecimento
da Concorrência
Parceria com Bons
Fornecedores
Marketing / Promoção
Serviço Agregado
Qualidade
Imagem da Marca
Starbucks Fran´s Café Benchmark
O gráfico Radar ajuda a entender onde devemos priorizar nossos
esforços, ao comparar nosso desempenho no ambiente interno ao
desempenho dos nossos concorrentes…
Analise de Desempenho: Pontos Fortes e Fracos
O que é crítico para o sucesso
0
2
4
6
8
10
Escala
Variedade do porfólio (categorias de
livros)
Seleção do Portfólio (dentro da categoria
de livros)
Conhecimento técnico no segmento
Nível de Serviço - Colaboradores
Atmosfera de Loja
Fidelização da base de clientes
Ticket médio de compra
Giro de Estoque
Fox Shop Benchmark
Pontos Fortes Fundamentais para Operação no
Segmento Supermercadista
Veja que a força do modelo de negócios depende da excelência nos
pontos fortes que são os mais relevantes para o sucesso
empresarial...
Onde o Wal-Mart faz a diferença:
• Controle de custos
• Tecnologia de ponta (empresa varejista mais informatizada do
mundo)
• Modelo de logística em distribuição e transporte
• Preços baixos
• Treinamento de pessoal (“nossos funcionários fazem a diferença”)
• Escala/poder de barganha
• Escolha de fornecedores/parceiros
• Profundo conhecimento da concorrência
Geração de Estratégias Através da Análise SWOT
• A avaliação das Oportunidades e Ameaças, em conjunto com as
Forças e Fraquezas, permite à Organização se posicionar frente ao
futuro, criando as bases para as definições de Objetivos e Estratégias.
Oportunidades Ameaças
Pontos
Fortes
Pontos
Fracos
Potencialidades
de Ações
Ofensivas
Capacidades
Defensivas
Debilidades Vulnerabilidades
Swot 2003 – Wal*Mart Brasil
ANÁLISE
SWOT
2002
FORÇAS(S)
1 – Força econômica
2 – Tecnologia (Retail Link)
3 – Logística Superior
4 – Padronização das Lojas
5 – Marca Própria
FRAQUEZAS (W)
1 – Falta de visão Regional
(Desconhecimento de Marcado)
2 – Arrogância
(Dificuldade de Quebrar paradigmas)
3 – Pouca Propaganda
4 – Alto turnover
5 – Ganho de escala – Logística
( Ainda tem poucas lojas)
6 – Localização das lojas
OPORTUNIDADES (O)
1 – Redes de varejo em crise – Compra
de Redes menores
2 – Aproveitar infra estrutura para abrir
mais lojas
3 – Mercado mundial
4 – Lojas de descontos (Todo dia)
5 – Expansão no Brasil
1 – Com seu grande poderio econômico pode
comprar redes menores aproveitando melhor sua
logística , expandindo sua rede no Brasil
(S1,S3,O5,O1,O2)
2 – Com as suas marcas próprias o Wal*Mart pode
inundar o marcado com suas lojas de desconto com
preços menores (S1,O4,O5)
3 – Com a tecnologia do Retail link pode controlar
suas operações a nível mundial (S2,O3)
1 – Devido a dificuldade de se quebrar os paradigmas
e falta de visão regional, a estrutura do Wal*Mart pode-
se ter alguma dificuldade na expansão no Brasil
(W1,W2,O5)
2 – A política de pouca propaganda para Minimizar
preços pode ser ruim no estabelecimento de uma rede
grande (W3, O5, O2)
3 – A localização das lojas deve ser melhor estudada e
não aplicar os modelos americanas para obter uma
expansão eficiente (W6, W2, O5)
4 – o Wal*Mart tem alto turnover sendo isso
extremamente ruim para a expansão no pais pela
perda de funcionários qualificados (W4, T1)
AMEAÇAS (T)
1 – Concorrência muito forte
2 – Ações pôr Dumping
3 – Dificuldade de manter taxa de
crescimento
4 – Desaceleração da economia mundial
5 – Lula – Mudança no Governo
1 – Usar sua força econômica para lutar contra a
forte concorrência (S1, O1)
2 – Sua Logística pode quebrar algumas barreiras na
dificuldade de abertura de novas lojas (S3,T3)
3 – Marca própria com custos mais baixos para o
consumidor e uma importante arma contra um
momento de crises e incertezas governamentais
(S5,T5,T4)
1 – A saída de funcionários (turnover) é excelente para
a concorrência devido a facilidade de obter mão de
obra qualificade sem necessidade de grandes
investimentos em treinamento (W4,T1)
2 – O Wal*Mart só começará a ter lucros substanciais
quando tiver uma quantidade de lojas considerável no
Brasil, mas com a incerteza política (Lula) e a
desaceleração da economia mundial, essa quantidade
crítica vai ser difícil de ser alcançada (W5,T4,T5)
Oportunidades Ameaças
Marca ALCOA dando suporte na exploração da abertura de mercado
Absover as variações de mercado do alumínio com a exploração da
infraestrutura de suporte já instalada
Exploração do potencial de produzir produtos de melhor qualidade com
aproveitamento do Kwon how de produção de ligas
Exploração da força da marca "ALCOA" para minimizar o efeito do risco
Brasil
Exploração da tendência mundial de redução de custo com a oferta de
maior variação de modelos que apresentarão menores custos de
manutenção
Exploração da força da marca "ALCOA" para minimizar o efeito da
instabilidade mundial devido a ameaça de guerrra
Atingir uma fatia maior de mercado de novos consumidores com a oferta de
modelos variados
Empresa com certificação em diversos aspectos servindo de suporte para
assegurar a qualificação do produto e enfrentar a ameça de concorrentes
externos pela abertura de mercado
Aproveitamento do potencial logístico para busca de ganhos de mercado
frente a dificuldade dos concorrentes na importação
Exploração da força da marca "ALCOA" para bloquear a força dos
concorrentes insentivados pela abertura de mercado
Aproveitamento da infraestrutura instalada para aproveitamento da
disponibilidade energética da região
O domínio de produção de ligas assegura melhor qualidade do produto final
para fazer frente aos produtos atraídos pela abertura de mercado
Exploração da infraestrutura já instalada para reduzir o custo do produto
final tendo o fornecedor de matéria-prima local
Exploração das instalações portuárias próprias para tornar o produto mais
competitivo no ambiente de abertura de mercado
Exploração da abertura de mercado com a existência de representações da
ALCOA em vários países
Uma empresa de cultura consolidada é capaz de enfrentar adversidades de
abertura de mercado com mais serenidade e competência
Exploração de maior variedade de produtos para ofertar menor custo de
manutenção e conquistar maior fatia de mercado ocupada pelas rodas de
aço.
Priorização de meios de transporte para o produto existentes e de custos
mais baixos que o trasnporte rodoviário
O custo adicional das embalagens soma-se ao fato da falta de controle
sobre o preço da matéria-prima.
Aproveitamento da abertura de mercado para exploração de novos e
menores consumidores.
O mairo custo das embalagens afeta a competitividade do produto agravada
pelo risco Brasil
Exploração do aumento de demanda de rodas de alumínio para penetração
no mercado de pequenos consumidores.
A ameça de guerra gera instabilidade no mercado mundial e torna a
empresa vulnerável pelo fato de explorar apenas a fatia do mercado dos
grandes consumidores
O aumento do preço de petróleo gerando a redução da frota rodoviária é
agravado pelo alto preço do transporte de produtos para o mercado interno,
não coberto pela rede ferroviária e marítima.
Fatores Externos
Fatores
Internos
Fortalezas
Fraquezas
Diagnóstico SWOT
ANÁLISE
SWOT
PONTOS FORTES PONTOS FRACOS
- Imagem da marca
- Líder do segmento
- Serviços agregados
- Variedade de produtos
- Preço alto
- Alto custo com mão de obra
- Baixo custo com publicidade
- Matéria prima importada
OPORTUNIDADES
- Mercado Brasileiro em
expansão
- Aumento da safra
- Solo Brasileiro
- Baixa concorrência
Potencial Ofensivo
- Com a imagem da marca, liderança no
segmento, com serviços agregados e, o
mercado brasileiro em expansão,
principalmente, considerando a baixa
concorrência, teremos uma baixa barreira de
entrada.
- Expectativa de expansão dos tipos de
produtos considerando a qualidade do solo
brasileiro.
Capacidade Defensiva
- Com a qualidade do solo brasileiro, existe a
possibilidade da empresa trabalhar com matéria
prima nacional.
- Com o baixo custo de publicidade, abrimos
espaço para novos concorrentes.
- O preço alto e o custo elevado com mão de obra,
podem prejudicar a ascensão no território
brasileiro.
AMEAÇAS
- Clima
- Preço da concorrência
- Cultura Brasileira
- Instabilidade do mercado
financeiro
Debilidades
- Com os serviços agregados, evidenciamos
suas vantagens em freqüentar um cafeteria
e podemos combater o preço da
concorrência.
Qualquer variação climática pode influenciar
a capacidade de variação dos produtos.
- A imagem da marca e a liderança no
segmento podem ficar comprometidas no
Brasil, devido a instabilidade do mercado
financeiro, ou seja, diminuição da classe A.
Vulnerabilidades
- Considerando o alto preço, abrimos espaço para
o aumento da concorrência, que possui preço
menor e produtos equivalentes.
- Considerando a cultura brasileira voltada ao
consumo de produtos divulgados na mídia,
devemos nos atentar ao investimento em
publicidade.
Diagnóstico SWOT
Elaboração de Objetivos e Estratégias
• A elaboração de objetivos e ações estratégicas deve ser
orientada às seguintes áreas da organização:
– Pessoas
– Processos Internos
– Clientes
– Finanças
• Esta abordagem é sugerida na metodologia do Balanced
ScoreCard
Marketing
– atingir e manter de maneira lucrativa e ética uma participação de
mercado de 40% ao longo dos próximos 3 anos
– iniciar as operações em três pontos de venda, na região de BH, no
período de 6 meses, mantendo o retorno atual
Pessoas
– reduzir pela metade o índice de turnover, em seis meses
– reduzir em 1/3 os acidentes de trabalho nos próximos 12 meses
Financeiros
– atingir e manter a liquidez corrente de 2:1 dentro de um período
máximo de 6 meses
– reduzir em 30% as contas a receber, nos próximos 3 meses
Produção
– aumentar em 10% a produtividade média na fábrica II no período de 8
meses
– instalar duas linhas de produção na fábrica I , sem suprimir as atuais,
no período máximo de 90 dias
Exemplos de Objetivos
OBJETIVOS ESTRATÉGICOS
Participação do mercado em 40 % até 2007
Redução nos custos de produção de rodas de alumínio.
Redução nos custos de produção de rodas de alumínio.
Reestruturar 100% da rede de distribuição para
atender pequenos consumidores até 2006
Viabilizar produção em remessas de pequenos lotes.
Viabilizar produção em remessas de pequenos lotes.
Marketing junto aos consumidores finais.
Marketing junto aos consumidores finais.
Desenvolvimento mais rápido de novos modelos de rodas
Desenvolvimento mais rápido de novos modelos de rodas
Implantar sistema de unidades de negócios nos pontos de
Implantar sistema de unidades de negócios nos pontos de
distribuição.
distribuição.
Implantar gestão por metas na rede de distribuição.
Implantar gestão por metas na rede de distribuição.
Exemplos de Objetivos e Ações Estratégicas
OBJETIVOS ESTRATÉGICOS
Atingir custo de US$ 180.00 / roda até 2007
Implantação do sistema de gerenciamento de perdas
Implantação do sistema de gerenciamento de perdas
Qualificar 100% da mão-de -obra, até 2005, em
cursos técnicos específicos
Implementar plano de remuneração por habilidades
Implementar plano de remuneração por habilidades
Consolidação das ferramentas do ABS
Consolidação das ferramentas do ABS
Implantação do plano de sugestões
Implantação do plano de sugestões
Proporcionar intercâmbio entre plantas da ALCOA
Proporcionar intercâmbio entre plantas da ALCOA
Implantação do sistema de alto treinamento.
Implantação do sistema de alto treinamento.
Exemplos de Objetivos e Ações Estratégicas
OBJETIVOS ESTRATÉGICOS
Liderança tecnológica na fabricação de rodas
reconhecida mundialmente até 2006
Qualificação dos postos de trabalho
Qualificação dos postos de trabalho
Integração com centros de pesquisas
Integração com centros de pesquisas
Incentivos ao desenvolvimento de novas técnicas, através
Incentivos ao desenvolvimento de novas técnicas, através
de plano de sugestões
de plano de sugestões
Implantação de plano de marketing
Implantação de plano de marketing
Exemplos de Objetivos e Ações Estratégicas
Plano de Ação
• O plano de ação é a parte final do processo
• A abordagem deve ser sucinta e espelhar o que foi
desenvolvido nas partes anteriores
• O preenchimento de cada um dos W´s e dos H´s segue o
seguinte princípio:
– What (o que): Objetivo
– When (quando): dimensão temporal do objetivo
– Where (onde): dimensão geográfica ou funcional da organização
– Who (quem): selecionar a pessoa que propôs a ação estratégica
– Why (por que): proveniente do diagnóstico SWOT
– How (como): ação estratégica, proveniente do SWOT
– How Much (quanto): Análise a ser refinada no Ciclo Orçamentário da
organização
O QUE Sermos uma empresa de alcance nacional, atuante em todas as regiões do país através de
operadores logísticos estratégicos e equipes de promoção médica e de demanda altamente
qualificada
PORQUE Para ganharmos projeção e reconhecimento junto a clientes e fornecedores
COMO Estabelecendo parcerias com distribuidores, investindo e capacitação da força de vendas e de
promoção
QUANDO No início das operações. Os distribuidores já deverão ter sido escolhidos e a equipe devidamente
treinada
ONDE Na unidade da empresa e em vista in loco por gerentes de contas
QUEM Diretoria Comercial, Departamento de Recursos Humanos e Marketing
O QUE Antigirmos 5% de market share na venda de medicamentos genéricos
PORQUE Para nos tornarmos competitivos, respeitados por nossa capacidade e competência e
reconhecidos por clientes, fornecedores e classe médica
COMO Investindo na capacitação de nossos colaboradores, forte política comercial e de marketing,
produzindo produtos de qualidade e de preços acessíveis
QUANDO Até dezembro de 2009
ONDE No mercado brasileiro
QUEM Diretoria Executiva e Comercial
Plano de Ação
O QUE Estabelecer alianças estratégicas para o mercado latino-americano
PORQUE O mercado latino americano, notadamente o sul americano tem um enorme mercado a ser
explorado em medicamentos genéricos
COMO Joint venture com laboratórios estratégicos visando produzir e comercializar medicamentos
inéditos no Brasil e na América Latina
QUANDO Após 10 meses do início das operações no Brasil
ONDE Inicialmente pelos mercados argentino, uruguaio e chileno
QUEM Diretoria Executiva e de Produção
O QUE Contribuir para que o medicamento genérico seja, no mínimo, 40% mais barato que o medicamento
de referência
PORQUE Para ser competitivo em um mercado que já vem praticando margens menores que os
medicamentos de referência
COMO Avaliando sistematicamente custos de produção e vendas e estabelecendo alianças com
fornecedores
QUANDO Antes do início das operações com os fornecedores e após com a política comercial
ONDE No Brasil
QUEM Diretoria Executiva, de Produção e Comercial
Plano de Ação
O QUE Abranger 50% das classes terapêuticas disponíveis para produção de genéricos;
PORQUE Para apresentar grade de produtos que satisfaça as principais necessidades de nossos clientes e
usuários de medicamentos
COMO Identificando produtos e validando registro na ANVISA
QUANDO 6 meses antes do início das operações
ONDE IMS Health, Anvisa e Progenéricos
QUEM Diretoria Executiva e de Produção
Plano de Ação
Equipe e Créditos
• Um slide com o curso, turma e os nomes dos integrantes das
equipes
• Um slide com os créditos, incluindo bibliografia
Trabalho proposto na disciplina de Estratégia Empresarial
1ª turma Itaú de MBA – Gestão Empresarial – BI/FGV de São Paulo–SP
Coordenação do professor Msc. Murilo Ramos Alambert Rodrigues.
Equipe:
Deise Graziela Bilotti
Marcos Leonardo F. Ferreira
Marcos Vinícius Derzie
Ricardo Tadeu Junqueira
Rodrigo Marques
Agosto/2006
Equipe
Apostila do Curso BI/FGV – Estratégia Empresarial
Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento – Cafés do Brasil – Safra 2006/2007
Segundo Levantamento Abril 2006 – www.conab.gov.br
Anuário Exame – Agronegócio – 2006 / 2007.
ABIC – Associação Brasileira da Indústria do Café.
EMBRAPA – Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária – Perspectivas para o mercado de
café – por Glauco Carvalho – 05/10/2005.
SITES:
www.sindicafesp.com.br
www.sebrae.com.br/revistasebrae
www.monardo.com.br/barista/artigos
www.agro1.com.br/noticias
www.terra.com.br/istoedinheiro/438/negocios/starbucks_brasil.htm
www.portalexame.abril.com.br/revista/exame
www.revistacafeicultura.com.br
www.consultores.com.br/artigos
Créditos
Formulários
• Formulários que auxiliam na elaboração do planejamento
estratégico
Cenário: _____________________________________
Tendências Impactos Ações Recomendadas
Modelo das Forças Competitivas: quem está ganhando ou perdendo poder:
COMPRADORES
ENTRANTES
POTENCIAIS
FORNECEDORES
SUBSTITUTOS
Concorrentes
na Indústria
Rivalidade entre as
empresas existentes
Aumento da rivalidade entre os
concorrentes:
Barreiras à entrada:
As quatro variáveis fundamentais que determinam a
atratividade do mercado:
 Tamanho do mercado-alvo:
 Taxa de crescimento do mercado-alvo
 Taxas de rentabilidade do mercado-alvo
 Nível de investimento necessário à entrada (ou manutenção) no
mercado-alvo
Pontos Fortes
Pontos Fracos
Oportunidades
Ameaças
Análise SWOT
Análise SWOT
Pontos Fortes
Pontos Fracos
Oportunidades Ameaças
Potencialidades de Ações Ofensivas
Debilidades
Capacidades Defensivas
Vulnerabilidades
Geração de
Ações Estratégicas
Plano de Ação: ________________________________ (equipe - quem)
Objetivos (o que) Ações Estratégicas (como) Quando Quanto Onde

Arquivo trabalhvvgghhhhhhhhhhhhhhhhghao.ppt

  • 1.
  • 2.
    Análise SWOT Análise SWOT Objetivoe Estratégias Objetivo e Estratégias Tema do Trabalho e Introdução Tema do Trabalho e Introdução Plano de Ação Plano de Ação Equipe e Créditos Equipe e Créditos A Missão, A Visão e os Valores A Missão, A Visão e os Valores Definindo o Negócio e o Cliente Definindo o Negócio e o Cliente Análise do Ambiente de Negócios Análise do Ambiente de Negócios Apresentações de Estratégia Empresarial Estrutura Proposta Estrutura do Trabalho Estratégia Competitiva Estratégia Competitiva
  • 3.
    Tema do Trabalho •Escolher um tema para o trabalhão, que pode ser: – Uma organização brasileira ou estrangeira – Uma organização fictícia – Uma nova operação de uma organização já existente – Atenção: escolher organização! Não é produto ou serviço • Definir o objetivo do trabalho – Objetivo inserido dentro do escopo de planejamento estratégico e estratégia empresarial – Exemplos: Reposicionamento estratégico, mudança de modelos de negócio, desenvolvimento de filiais ou novas áreas de atuação, lançamento de novos produtos, entre outros exemplos.
  • 4.
    • Objetivo: Introduziro leitor ao tema – Desenvolver o histórico de atuação da organização, se for o caso de uma organização já existente – Detalhar as razões para a escolha do tema e do objetivo do trabalho – Contextualizar a dinâmica do ambiente competitivo na qual a organização está inserida Introdução
  • 5.
    Definindo o Negócioe o Cliente • As perguntas fundamentais: – Quem é o cliente? – Qual é o negócio ? – Por que o cliente faz negócios conosco ? • Definir o negócio a partir da análise de valor ao cliente – Construir a análise do valor a partir dos benefícios requeridos pelo cliente – Perguntar, observar e pensar como cliente! Jamais dizer o que o cliente quer! Pesquisar! – Priorizar os benefícios que são diferenciadores dos qualificadores – Utilizar a Matriz de Avaliação de Valor (Kim e Mauborgne) • Pensar o modelo de negócios, o “Como Fazer” e suas implicações para a Estrutura da organização
  • 6.
    Avaliando o Valorpara o Cliente Valor da passagem é o principal critério de escolha de uma companhia área por parte do cliente 33% 17% 14% 11% 7% 5% 4% 4% 3% 3% 1% 0% 5% 10% 15% 20% 25% 30% 35% Preço Horários convenientes Frequência dos vôos Vôos sem escala Boas experiências anteriores O utros Reputação de segurança Fidelidade à em presa Relacionam entos com cola... Serviço de bordo Reoutação de pontualidade Qual é a principal razão para você voar nesta companhia aérea? Fonte: Airbus (2007) - Global Market Forecast
  • 7.
    Avaliando o Valorpara o Cliente Matriz de Avaliação de Valor da Curves 0 2,5 5 7,5 10 Preço Amenidades Equipamentos Tempo de exercício Disponibilidade de professores Ambiente propício à disciplina e motivação Ambiente feminino não- inibitório Conveniência Atmosfera feminina divertida Curves Programas de exercícios em casa Academias de ginástica tradicionais Fonte: Kim & Mauborgene, A Estratégia do Oceano Azul
  • 9.
    Importância Peso A B AB Quentinha 20% 8 9 1,6 1,8 Saborosa 40% 10 5 4,0 2,0 Inteira 10% 9 7 0,9 0,7 Rápida 20% 7 9 1,4 1,8 Preço 10% 5 10 0,5 1,0 100% 8,4 7,3 Empresas Empresas Avaliação do cliente Nota Final Avaliando o Valor para o Cliente • Escolha da Pizzaria que entrega pizza a domicílio
  • 10.
    A Missão • Asperguntas fundamentais: – Fazer o que ? (Qual é o nosso negócio ?) – Para quem ? (Quem é o nosso cliente ?) – Onde ? (Base, prioridade, lugar) – Como ? (Desafio, diferencial da Instituição) – Com que finalidade ? (Complemento Social)
  • 11.
    A Visão • Determinaa direção e o foco da organização • As perguntas fundamentais: – Como queremos ser reconhecidos no futuro ? – Em quanto tempo ? – Queremos ser a melhor ? A maior ? – O que significa ser a melhor ou a maior ? – Em que benefícios superaremos nossos concorrentes? – Quais são os objetivos estratégicos audaciosos e relevantes que queremos atingir?
  • 12.
    MAGEL GENÉRICOS MAGEL GENÉRICOS LABORATÓRIOFARMACÊUTICO LABORATÓRIO FARMACÊUTICO NOSSA VISÃO Sermos reconhecidos como um laboratório farmacêutico de excelência em qualidade e estarmos posicionados entre as dez maiores indústrias de medicamentos genéricos até 2010. LABORATÓRIO FARMACÊUTICO LABORATÓRIO FARMACÊUTICO MA MAG GEL GENÉRICOS EL GENÉRICOS
  • 13.
    Os Valores • OsValores dizem no que acreditamos, o que é certo ou errado • As perguntas fundamentais: – Quais são os comportamentos que queremos dos nossos colaboradores ? – Quais são os comportamentos aceitáveis e inaceitáveis na nossa organização ? – De que forma os valores nos ajudam a tomar decisões ? – Como podemos exemplificar os valores no dia-a-dia ? – Nossos valores são realísticos, coisas que nós possamos ser ? – Nossos valores são consistentes com a história e a cultura da organização ?
  • 14.
    VALORES RODAS DE ALUMÍNIODO MARANHÃO Integridade Somos abertos, francos e confiáveis no relacionamento com os empregados, clientes e fornecedores. Saúde, Segurança e Meio-Ambiente Protegemos a saúde, o bem estar das pessoas e o meio-ambiente. Qualidade e Excelência Buscamos a excelência em tudo que fazemos todos os dias. Pessoas e Clientes Trabalhamos para o sucesso dos nossos clientes em um ambiente que promove novas idéias, respeito e oportunidades a todos. Rentabilidade Estamos empenhados em obter retornos financeiros que permitirão desenvolvimento sustentável. Responsabilidade Somos responsáveis por nossos comportamentos, nossas ações e nossos resultados.
  • 15.
    Análise do Ambientede Negócios • Desenvolver a análise do ambiente de negócios: – Analisar as Tendências das variáveis do Macro-Ambiente • Avaliar o impacto destas tendências no ambiente de negócios – Analisar a Dinâmica Competitiva do Micro-Ambiente de Negócios • Analisar o ambiente competitivo através do modelo das 5 Forças Competitivas – Avaliar a Atratividade do Mercado • Analisar o impacto das tendências (macro e micro) nas variáveis de atratividade do mercado – Desenvolver um Cenário para o ambiente de negócios, identificando as principais oportunidades e ameaças • Apresentar e analisar as informações • Colocar as fontes • Trabalhar informações atuais e também as projeções para os próximos anos
  • 16.
    Econômicas Políticas Tecnológicas Culturais Legais Ecológicas Demográficas Sociais • Aumento substancialde investimento no ES pelas grandes companhias como CVRD, PETROBRÁS, ARACRUZ, CST, SAMARCO e outras, alavancando o desenvolvimento da economia local. • A renda familiar média na Grande Vitória é de aproximadamente R$ 1.803,41, superior à média nacional, que é de R$ 1.789,66 • A Grande Vitória é composta, em média, por famílias de 4 pessoas, com idade média de 28 anos • O XLVIII Estudos Marplan, realizado no 2o trimestre 2006, revela que 66% dos freqüentadores de cinema, na região da Grande Vitória, encontram-se na faixa etária de 15 a 35 anos. Econômicas ANÁLISE DAS VARIÁVEIS DO MACRO-AMBIENTE DE NEGÓCIOS Demográficas
  • 17.
    • Com apirataria crescendo em níveis inimagináveis o preço atual do cinema induz o povo à compra do DVD pirata ou download irregular de filmes pela internet. ANÁLISE DAS VARIÁVEIS DO MACRO-AMBIENTE DE NEGÓCIOS A tecnologia digital: •Tenderá a reduzir drasticamente o custo de distribuição (sem custo de cópia); • Propiciará lançamentos simultâneos em número massivo de salas; • Poderá reduzir o custo nas salas multiplex (um operador e uma sala de operação para várias salas de exibição); Econômicas Políticas Tecnológicas Culturais Legais Ecológicas Demográficas Sociais Culturais Tecnológicas • No Brasil, legislações estaduais que regulamentam a meia-entrada são a principal causa dos elevados preços do bilhete inteiro • Prejudicam o acesso do público assalariado que não estuda, que chega a pagar até 42% a mais pelo ingresso, se comparado aos locais onde não existe a meia-entrada. • Pesquisas realizadas em mais de 40 paises mostram que não existe lei ou prática de meia entrada nos principais mercados. Legais
  • 18.
    Modelo das ForçasCompetitivas (Porter, 1980): analisa o perfil das forças competitivas que determinam a rentabilidade da indústria: COMPRADORES ENTRANTES POTENCIAIS FORNECEDORES SUBSTITUTOS Concorrentes na Indústria Rivalidade entre as empresas existentes Aumento do poder de barganha dos clientes: Nova livraria, de grande porte, praticando preços 35% mais baixos! Aumento da rivalidade entre os concorrentes: Novo competidor, de grande porte, com o objetivo de dominar o mercado Novo competidor não aumenta o tamanho do mercado Novo competidor oferta os mesmos livros, mas a preços 35% mais baixos! Impacto dos produtos substitutos é moderado Incomodam, mas não tiram do mercado Barreiras à entrada: altas Durante mais de 40 anos, nenhum competidor entrou no mercado para concorrer diretamente com a Loja da Esquina Precisa ter capital e diversidade para entrar com força neste mercado Fornecedores aumentam o poder de barganha Fornecedores perdem fidelidade migram para cliente com escala bem maior, bem mais vantajoso
  • 19.
    Análise das ForçasCompetitivas Ameaça de novos entrantes: Composto por um mercado altamente competitivo e de grande potencialidade, os produtores de café tem investido na safra de cafés especiais, com isso, aumentam a produção,incentivando novos entrantes no mercado. Entrantes Potenciais Potencialidade do Mercador Consumidor: O mercado de cafés especiais, embora seja um mercado novo, cresce no Brasil 18% ao ano. O preço do produto é considerado elevado, porém seus consumidores são extremamente exigentes. Neste caso, os consumidores consideram “quanto vale e não quanto custa”. Fornecedores Rivalidade entre Concorrentes Consumidores Poder de negociação do fornecedor: Apenas a IPANEMA COFFE fornece o café à Starbucks no Brasil, 25% de sua produção. Embora o preço do café especial seja elevado, não há necessidade de importar, ou seja, o custo da produção não é baseado 100% no dólar. Outros produtores, além de exportar, vendem sua produção a outros concorrentes aumentando o poder de negociação Hábitos de Consumo Ameaça dos hábitos de consumo: A cultura do povo brasileiro é muito diferente da cultura americana – país de origem da Starbucks. Seus hábitos de consumo, produtos e serviços oferecidos podem não ser muito bem aceitos pelos consumidores brasileiros, migrando assim para outros produtos.
  • 20.
    MAGEL GENÉRICOS MAGEL GENÉRICOS LABORATÓRIOFARMACÊUTICO LABORATÓRIO FARMACÊUTICO Compradores Entrantes Potenciais Fornecedores Rivalidade entre Concorrentes Substitutos Ameaça de novos entrantes: Composto por mercados altamente competitivos, onde as indústrias de medicamentos de referência vem investindo na divisão genéricos, com a vantagem de terem capacidade instalada e rede de distribuição. Poder de negociação dos Compradores:  O mercado de medicamentos genéricos pressionou os preços para baixo de medicamentos tradicionais, o que vem provocando maior exigência por preços reduzidos pelos consumidores. Ameaça de produtos substitutos; Diferenciação por custo – no mercado de medicamentos genéricos a fidelidade pela marca não existe, portanto a ameaça por produtos de outras industrias ou mesmo de medicamentos similares é alta. Poder de negociação dos fornecedores; Número reduzido de fornecedores de matérias primas em grandes produtores mundiais, com lastro no dólar determinam o preço; Outros fornecedores, como de embalagens, o poder diminui devido a alta concorrência, salvo as de embalagens de alumínios. Análise das Forças Competitivas
  • 21.
    Poder de negociaçãodos fornecedores A máteria prima de maior custo é o papel que é considerado uma commodity, ou seja, os fornecedores tem poder de barganha, já que é o próprio mercado de celulose que define o preço. Ameaça de novos entrantes O mercado permite a entrada de novas editoras e/ou novas revistas e livros principalmente em nichos de mercado como: - produtos para a população de baixa renda - produtos religiosos (revistas e livros evangélicos, espíritas, etc.) - revistas para públicos jovens esportistas (surfistas, skatistas, bikers, etc.) - e outros. Poder de negociação dos compradores O poder de negociação dos compradores é baixo pois as revistas são entregues em consignação para bancas e rede de varejos, assim como livros para algumas livrarias. O que esses compradores negociam na maioria das vezes é a comissão que esses recebem pelas vendas. Em relação as assinaturas de revistas a negociação praticamente inexiste. Ameaça de produtos substitutos A internet pode ser considerado um substituto para Revistas / Livros. É possível ter o mesmo nível de informação acessando sites da internet, assim como é possível também fazer downloads de livros pela rede. Fornecedores Substitutos Compradores Entrantes Potenciais Rivalidade entre Concorrentes Análise das Forças Competitivas
  • 22.
    Salas de exibiçãoe público nas Capitais - 2002 Capital 0 50 100 150 200 250 São Paulo R. Janeiro P. Alegre Brasília B. Horizonte Salvador Curitiba Goiânia Recife Manaus Fortaleza Cuiabá C. Grande Belém Aracaju J. Pessoa Teresina Florianópolis S. Luís Maceió Natal Macapá Vitória P. Velho Palmas B. Vista R. Branco Salas 0 2.000.000 4.000.000 6.000.000 8.000.000 10.000.000 12.000.000 14.000.000 16.000.000 Público Salas Público Fonte: FILME B, 2002. Elaborado por IPT/DEES, 2005. Análise das Forças Competitivas – versão ampliada Na Grande Vitória há uma defasagem no número de salas em relação ao público
  • 23.
    Clientes Canais de Distribuição Fornecedores Concorrentes Comunidade Análise do Setor Produtos Recursos Humanos Concorrentes Principaisconcorrentes na Grande Vitória: •CINERITZ – Shopping Norte Sul – 18 % de preferência do público; •CINE JARDINS – Shopping Jardins – 3% de preferência do público; •MULTIPLEX LARANJEIRAS – Shopping Laranjeiras - 8% de preferência do público; •KINOPLEX – Shopping Praia da Costa – 19% de preferência do público. Análise das Forças Competitivas – versão ampliada
  • 24.
    MAGEL GENÉRICOS MAGEL GENÉRICOS LABORATÓRIOFARMACÊUTICO LABORATÓRIO FARMACÊUTICO PRINCIPAIS CONCORRENTES RANKING DE LABORATÓRIOS – TOP TEN - 2003 Laboratório Participação Medley 25,50% EMS 19,81% Biosintética 13,35% Eurofarma 10,91% Rambaxy 9,80% Novartis 4,33% Apotex 3,30% Abbott 2,92% Merck 2,88% Hexal 1,99% Fonte: IMS Health
  • 25.
    Análise do Ambientede Negócios • Sintetizar as informações e análises anteriores, avaliando o impacto na atratividade do mercado que está sendo analisado • Desenvolver a análise do ambiente de negócios consiste em entender a sua atratividade, através da análise de informações relacionadas a 4 variáveis fundamentais: – Tamanho do mercado – Taxa de crescimento do mercado – Taxa de retorno do mercado – Nível de investimento requerido para entrar ou permanecer competitivo no mercado
  • 26.
    O Mercado deHotelaria - Resumo
  • 27.
    O Mercado deCafé - Resumo
  • 28.
    O Mercado deCafé – Evolução CONSUMO DO CAFÉ NO BRASIL (MILHÕES DE SACAS 60 KG)
  • 29.
    As duas perguntas-chavena formulação da estratégia competitiva... Atratividade da Indústria Posição Competitiva da Empresa Alta Baixa Ruim Boa Onde competir? Como competir? Estratégia Competitiva
  • 30.
    A questão do“Onde Competir” nós analisamos através do Modelo das 5 Forças Competitivas, COMPRADORES ENTRANTES POTENCIAIS FORNECEDORES SUBSTITUTOS Concorrentes na Indústria Rivalidade entre as empresas existentes
  • 31.
    As Estratégias Genéricasde Competição (“Como Competir”) devem ser escolhidas em função do resultado da análise do ambiente de negócios VANTAGEM ESTRATÉGICA Unicidade observada pelo cliente Posição de Baixo Custo DIFERENCIAÇÃO LIDERANÇA NO CUSTO TOTAL ENFOQUE Indústria como um todo Segmento específico ALVO ESTRATÉGICO A escolha de uma estratégia competitiva gera um alinhamento estratégico do modelo de negócios e das ações a serem desenvolvidas pela organização
  • 32.
    A abordagem dasestratégias genéricas através das Disciplinas de Valor também ajuda a entender onde a organização deve priorizare os seus esforços...  1995: Treacy e Wiersena - A Disciplina dos Líderes de Mercado - proposição de valor: porque os clientes fazem negócio conosco? Excelência Operacional (Mac Donald’s, Fedex, Gol, Dell, Volks) Intimidade com o Cliente (IBM, Pão de Açucar, Rolls Royce, Ferrari) Liderança em Produtos (Nike, Sony, HP, Montblanc, Toyota)
  • 33.
    Análise SWOT • Aanálise dos Pontos Fortes e Fracos, Oportunidades e Ameaças leva à elaboração das ações estratégicas da organização – Os Pontos Fortes e Pontos Fracos são levantados através da análise do ambiente interno da organização – As Oportunidades e Ameaças são identificadas através da Análise do Ambiente de Negócios • A análise SWOT é realizada em duas etapas: 1. Diagnostico SWOT 2. Geração das Ações Estratégicas
  • 34.
    AMEAÇAS OPORTUNIDADES FORÇAS FRAQUEZAS Os medicamentossimilares são forte ameaça pois não precisam de testes de bioequivalência, que são caros; Alta cambial pode elevar preços e as indústrias multinacionais tem maiores condições de absorção, agravada pelo controle de preços pelo governo que não permite repasse aos preços; Os medicamentos genéricos ainda são poucos prescritos pelo médicos. Estimular através de campanhas conjuntas a prescrição dos genéricos, pois a população já conhece, porém não exige; Esclarecer a classe médica a qualidade dos medicamentos genéricos, comprovados através de rigorosos testes de biodisponibilidade e bioequivalência; Estabelecer parcerias na distribuição visando a horizontalização dos produtos para que alcance rápida aceitação do varejo; Os produtos de referência são 40% em média mais caros, portanto a população menos favorecida pode comprar medicamentos mais baratos através da opção dos genéricos; Com o aumento da expectativa de vida, potenciais usuários surgirão forçando o governo a estimular o acesso aos medicamentos com políticas específicas voltadas para a área. A procura por medicamentos genéricos tende a aumentar com a queda das patentes, conseqüentemente, ampliará as opções. A diferença de preços entre os medicamentos genéricos e os de referências serão determinantes na medida que a população for melhor esclarecida através de campanhas direcionadas; Com trabalho específico voltado para a classe médica através de pesquisas científicas e esclarecimentos sobre os novos produtos que estão disponíveis, a prescrição tenderá a aumentar. MAGEL GENÉRICOS MAGEL GENÉRICOS LABORATÓRIO FARMACÊUTICO LABORATÓRIO FARMACÊUTICO Diagnóstico SWOT
  • 35.
    SWOT – ShopAround The Corner Pontos Fortes Marca e Tradição - Localização Carteira de Clientes fidelizada Ticktet médio de compra Seleção e disponibilidade do portfólio Loja aconhegante, ambiente de “magia” Satisfação dos colaboradores Conhecimento técnico no segmento de livros infantis Pontos Fracos Limitação: tamanho e potencial (escala, capacidade de escoamento e bairro) Acomodação da administração atual Preços altos Baixo giro do estoque Falta de capital para investimentos Portfólio muito concentrado Falta de espaço para outros produtos Oportunidades Ações das escolas em movimentos pró- leitura Internet como canal de distribuição Novos produtos para crianças Mercado potencial da cidade Ameaças Estagnação / diminuição do principal mercado da empresa Novos modelos de negócios que propiciam ganho de escala Novos concorrentes, agressivos Produtos substitutos (video-games) Percepção de preço alto
  • 36.
    OPORTUNIDADES AMEAÇAS FRAQUEZAS FORÇAS Capacidade deAção Ofensiva: PMEs precisam cada vez mais de informações para vencer a concorrência acirrada  Mercado de soluções CRM-perfis de cliente e controle de inadimplência PMEs precisam de soluções de custo reduzido  aluguel de software CRM SIG  já dispõe de infra-estrutura de hardware para iniciar negócio no modelo aluguel em Santa Maria e também dispõe de software de BI para ser utilizado em soluções CRM, além de expertise em TI. Inexistência de solução similar no RS Debilidades: Falta de conhecimento para elaboração de indicadores de avaliação de perfis (CRM). Solução: Parceria com as próprias PMEs para elaboração de tais indicadores (troca de conhecimentos). As PMEs sabem os indicadores que precisam. Não sabem como funciona o processo de coletar informações e transformá-las em tais indicadores (a SIG sabe). Capacidade Defensiva: Com o grande número de fontes de coleta, a informação pode se tornar dispersa e sem qualidade, o que é uma séria ameaça a credibilidade e sucesso do negócio, pois os indicadores devem ser valiosos. Solução:A SIG tem um de seus valores associado a Qualidade e Organização. Então métodos eficazes deverão serem aplicados ao processo de coleta e estruturação da informação de forma que o valor gerado para o cliente supere suas expectativas. Vulnerabilidades: Possíveis crises econômicas e imaturidade do mercado podem inviabilizar negócios significativos em TI alugável, por parte das PMEs. Solução: parcerias com segmentos clássicos de negócio indispensáveis as PMEs, tais como escritórios de contabilidade, no sentido de oferecer um diferencial a tais negócios, atuando em parcerias Diagnóstico SWOT
  • 37.
    Taxa de câmbio desfavorávelà importação Fonte de energia limpa em relação ao aço Disponibilidade de instalação portuária e rede ferroviária Disponibilidade energética da região Tendência mundial de redução de custo Abertura de mercado Aumenta de demanda de rodas Existência de fornecedor de matéria- prima local O preço do alumínio é determinado pelo LME (Light Metal Exchange) Risco Brasil / Taxa de juros Possibilidade de guerras, gerando instabilidade mundial Certificação ISO 9000, ISO 14000, ISO 18000 Marca "ALCOA" consolidada mundialmente PF+OP PF+AM PF+AM Domínio do processo de produção de ligas PF+OP Variedades de modelos possíveis em relação ao aço PF+OP PF+OP Instalações portuárias próprias PF+OP Toda infraestrutura de suporte já instalada PF+OP PF+OP PF+AM Cultura da Empresa já consolidada Atuação da "ALCOA" em todos os continentes com representação em vários países PF+OP Custo adicional para embalagens para exportação pf+AM pf+AM Custo de transporte rodoviário elevado pf+OP Ainda sem o total domínio da fabricação de rodas
  • 38.
    Diagnóstico de Swot NovosProdutos Novos Mercados Atendimento direto Segmentar melhor o mercado Participação em eventos Desenvol vimento de novos produtos Abertura de novas áreas c atendiment o direto Implantação de call center Cenário instável Venda casada - mix com cerveja Oligopólios com renúncia fiscal Marca Fruki com excelente imagem de mercado PF+OP PF+AM Capacidade produtiva excedente PF+OP PF+OP PF+AM PF+AM Tradição/ conceito dos líderes PF+OP Qualidade dos produtos PF+OP Mix diversificado de produtos PF+OP Qualidade da água como matéria Prima Compromisso e simpatia com a comunidade PF+OP Diferenciação do posicionament o de preços em relação às tubaínas, Coca e Ambev PF+OP PF+OP PF+OP Custo opercional elevado pf+Op pf+OP pf+AM Falta de competências básicas em áreas-chave pf+OP pf+OP Falta de verba para Merchandising pf+OP pf+AM Falta de incentivo para as equipes de trabalho pf+Op pf+AM
  • 39.
    Marca Fruki comexcelente imagem no RS dando suporte para abertura de novas áreas de atendimento direto. Perda de imagem em funções de ações da concorrência Capacidade produtiva excedente com possibilidade de atender novos mercados. Perda da percepção da marca em função de falta de ações no mercado. Mix diversificado garantindo atendimento das necessidades dos clientes. Ponto de equilíbrio alto em função da capacidade produtiva. Produtos com posicionamento acima das tubaínas diferenciando- se pela qualidade, marca e prestação de serviços. Ações de preços de oligopólicos com renúncia fiscal P&D de novos produtos para absorvermos novos canais de consumo. Perda de market share em função do posicionamento de preço ser acima da percepção do consumidor. Investimentos em eventos com oportunidade de consumo e posicionamento da marca. Implantação de call center de forma a incrementar as vendas Ações promocionais para incremento de market share Custo operacional elevado para garantir a qualidade dos produtos e serviços Custos cada vez maiores e cenário instável (Aumento de impostos, matérias primas...) Falta de incentivo para todas as áreas de forma a estimular a busca de novas oportunidades Falta de investimentos para ações de mercado combatendo principalmente ações de exclusividade e venda casada. Lançamento de produtos com custo inicial elevado em função do custo operacional Ações contra oligopólios que praticam renúncia fiscal são inóquas se a empresa e os colaboradores não vislumbram possibilidades de resolução. Falta de know how para implantação de novas tecnologias. F R A Q U E Z A S F O R T A L E Z A S OPORTUNIDADES AMEAÇAS Diagnóstico SWOT
  • 40.
    0 2 4 6 8 10 Inovação Tempo resposta tendências domercado Cultura Organizacional Treinamento de Pessoal Profundo Conhecimento da Concorrência Parceria com Bons Fornecedores Marketing / Promoção Serviço Agregado Qualidade Imagem da Marca Starbucks Fran´s Café Benchmark O gráfico Radar ajuda a entender onde devemos priorizar nossos esforços, ao comparar nosso desempenho no ambiente interno ao desempenho dos nossos concorrentes…
  • 41.
    Analise de Desempenho:Pontos Fortes e Fracos O que é crítico para o sucesso 0 2 4 6 8 10 Escala Variedade do porfólio (categorias de livros) Seleção do Portfólio (dentro da categoria de livros) Conhecimento técnico no segmento Nível de Serviço - Colaboradores Atmosfera de Loja Fidelização da base de clientes Ticket médio de compra Giro de Estoque Fox Shop Benchmark
  • 42.
    Pontos Fortes Fundamentaispara Operação no Segmento Supermercadista Veja que a força do modelo de negócios depende da excelência nos pontos fortes que são os mais relevantes para o sucesso empresarial... Onde o Wal-Mart faz a diferença: • Controle de custos • Tecnologia de ponta (empresa varejista mais informatizada do mundo) • Modelo de logística em distribuição e transporte • Preços baixos • Treinamento de pessoal (“nossos funcionários fazem a diferença”) • Escala/poder de barganha • Escolha de fornecedores/parceiros • Profundo conhecimento da concorrência
  • 43.
    Geração de EstratégiasAtravés da Análise SWOT • A avaliação das Oportunidades e Ameaças, em conjunto com as Forças e Fraquezas, permite à Organização se posicionar frente ao futuro, criando as bases para as definições de Objetivos e Estratégias. Oportunidades Ameaças Pontos Fortes Pontos Fracos Potencialidades de Ações Ofensivas Capacidades Defensivas Debilidades Vulnerabilidades
  • 44.
    Swot 2003 –Wal*Mart Brasil ANÁLISE SWOT 2002 FORÇAS(S) 1 – Força econômica 2 – Tecnologia (Retail Link) 3 – Logística Superior 4 – Padronização das Lojas 5 – Marca Própria FRAQUEZAS (W) 1 – Falta de visão Regional (Desconhecimento de Marcado) 2 – Arrogância (Dificuldade de Quebrar paradigmas) 3 – Pouca Propaganda 4 – Alto turnover 5 – Ganho de escala – Logística ( Ainda tem poucas lojas) 6 – Localização das lojas OPORTUNIDADES (O) 1 – Redes de varejo em crise – Compra de Redes menores 2 – Aproveitar infra estrutura para abrir mais lojas 3 – Mercado mundial 4 – Lojas de descontos (Todo dia) 5 – Expansão no Brasil 1 – Com seu grande poderio econômico pode comprar redes menores aproveitando melhor sua logística , expandindo sua rede no Brasil (S1,S3,O5,O1,O2) 2 – Com as suas marcas próprias o Wal*Mart pode inundar o marcado com suas lojas de desconto com preços menores (S1,O4,O5) 3 – Com a tecnologia do Retail link pode controlar suas operações a nível mundial (S2,O3) 1 – Devido a dificuldade de se quebrar os paradigmas e falta de visão regional, a estrutura do Wal*Mart pode- se ter alguma dificuldade na expansão no Brasil (W1,W2,O5) 2 – A política de pouca propaganda para Minimizar preços pode ser ruim no estabelecimento de uma rede grande (W3, O5, O2) 3 – A localização das lojas deve ser melhor estudada e não aplicar os modelos americanas para obter uma expansão eficiente (W6, W2, O5) 4 – o Wal*Mart tem alto turnover sendo isso extremamente ruim para a expansão no pais pela perda de funcionários qualificados (W4, T1) AMEAÇAS (T) 1 – Concorrência muito forte 2 – Ações pôr Dumping 3 – Dificuldade de manter taxa de crescimento 4 – Desaceleração da economia mundial 5 – Lula – Mudança no Governo 1 – Usar sua força econômica para lutar contra a forte concorrência (S1, O1) 2 – Sua Logística pode quebrar algumas barreiras na dificuldade de abertura de novas lojas (S3,T3) 3 – Marca própria com custos mais baixos para o consumidor e uma importante arma contra um momento de crises e incertezas governamentais (S5,T5,T4) 1 – A saída de funcionários (turnover) é excelente para a concorrência devido a facilidade de obter mão de obra qualificade sem necessidade de grandes investimentos em treinamento (W4,T1) 2 – O Wal*Mart só começará a ter lucros substanciais quando tiver uma quantidade de lojas considerável no Brasil, mas com a incerteza política (Lula) e a desaceleração da economia mundial, essa quantidade crítica vai ser difícil de ser alcançada (W5,T4,T5)
  • 45.
    Oportunidades Ameaças Marca ALCOAdando suporte na exploração da abertura de mercado Absover as variações de mercado do alumínio com a exploração da infraestrutura de suporte já instalada Exploração do potencial de produzir produtos de melhor qualidade com aproveitamento do Kwon how de produção de ligas Exploração da força da marca "ALCOA" para minimizar o efeito do risco Brasil Exploração da tendência mundial de redução de custo com a oferta de maior variação de modelos que apresentarão menores custos de manutenção Exploração da força da marca "ALCOA" para minimizar o efeito da instabilidade mundial devido a ameaça de guerrra Atingir uma fatia maior de mercado de novos consumidores com a oferta de modelos variados Empresa com certificação em diversos aspectos servindo de suporte para assegurar a qualificação do produto e enfrentar a ameça de concorrentes externos pela abertura de mercado Aproveitamento do potencial logístico para busca de ganhos de mercado frente a dificuldade dos concorrentes na importação Exploração da força da marca "ALCOA" para bloquear a força dos concorrentes insentivados pela abertura de mercado Aproveitamento da infraestrutura instalada para aproveitamento da disponibilidade energética da região O domínio de produção de ligas assegura melhor qualidade do produto final para fazer frente aos produtos atraídos pela abertura de mercado Exploração da infraestrutura já instalada para reduzir o custo do produto final tendo o fornecedor de matéria-prima local Exploração das instalações portuárias próprias para tornar o produto mais competitivo no ambiente de abertura de mercado Exploração da abertura de mercado com a existência de representações da ALCOA em vários países Uma empresa de cultura consolidada é capaz de enfrentar adversidades de abertura de mercado com mais serenidade e competência Exploração de maior variedade de produtos para ofertar menor custo de manutenção e conquistar maior fatia de mercado ocupada pelas rodas de aço. Priorização de meios de transporte para o produto existentes e de custos mais baixos que o trasnporte rodoviário O custo adicional das embalagens soma-se ao fato da falta de controle sobre o preço da matéria-prima. Aproveitamento da abertura de mercado para exploração de novos e menores consumidores. O mairo custo das embalagens afeta a competitividade do produto agravada pelo risco Brasil Exploração do aumento de demanda de rodas de alumínio para penetração no mercado de pequenos consumidores. A ameça de guerra gera instabilidade no mercado mundial e torna a empresa vulnerável pelo fato de explorar apenas a fatia do mercado dos grandes consumidores O aumento do preço de petróleo gerando a redução da frota rodoviária é agravado pelo alto preço do transporte de produtos para o mercado interno, não coberto pela rede ferroviária e marítima. Fatores Externos Fatores Internos Fortalezas Fraquezas Diagnóstico SWOT
  • 46.
    ANÁLISE SWOT PONTOS FORTES PONTOSFRACOS - Imagem da marca - Líder do segmento - Serviços agregados - Variedade de produtos - Preço alto - Alto custo com mão de obra - Baixo custo com publicidade - Matéria prima importada OPORTUNIDADES - Mercado Brasileiro em expansão - Aumento da safra - Solo Brasileiro - Baixa concorrência Potencial Ofensivo - Com a imagem da marca, liderança no segmento, com serviços agregados e, o mercado brasileiro em expansão, principalmente, considerando a baixa concorrência, teremos uma baixa barreira de entrada. - Expectativa de expansão dos tipos de produtos considerando a qualidade do solo brasileiro. Capacidade Defensiva - Com a qualidade do solo brasileiro, existe a possibilidade da empresa trabalhar com matéria prima nacional. - Com o baixo custo de publicidade, abrimos espaço para novos concorrentes. - O preço alto e o custo elevado com mão de obra, podem prejudicar a ascensão no território brasileiro. AMEAÇAS - Clima - Preço da concorrência - Cultura Brasileira - Instabilidade do mercado financeiro Debilidades - Com os serviços agregados, evidenciamos suas vantagens em freqüentar um cafeteria e podemos combater o preço da concorrência. Qualquer variação climática pode influenciar a capacidade de variação dos produtos. - A imagem da marca e a liderança no segmento podem ficar comprometidas no Brasil, devido a instabilidade do mercado financeiro, ou seja, diminuição da classe A. Vulnerabilidades - Considerando o alto preço, abrimos espaço para o aumento da concorrência, que possui preço menor e produtos equivalentes. - Considerando a cultura brasileira voltada ao consumo de produtos divulgados na mídia, devemos nos atentar ao investimento em publicidade. Diagnóstico SWOT
  • 47.
    Elaboração de Objetivose Estratégias • A elaboração de objetivos e ações estratégicas deve ser orientada às seguintes áreas da organização: – Pessoas – Processos Internos – Clientes – Finanças • Esta abordagem é sugerida na metodologia do Balanced ScoreCard
  • 48.
    Marketing – atingir emanter de maneira lucrativa e ética uma participação de mercado de 40% ao longo dos próximos 3 anos – iniciar as operações em três pontos de venda, na região de BH, no período de 6 meses, mantendo o retorno atual Pessoas – reduzir pela metade o índice de turnover, em seis meses – reduzir em 1/3 os acidentes de trabalho nos próximos 12 meses Financeiros – atingir e manter a liquidez corrente de 2:1 dentro de um período máximo de 6 meses – reduzir em 30% as contas a receber, nos próximos 3 meses Produção – aumentar em 10% a produtividade média na fábrica II no período de 8 meses – instalar duas linhas de produção na fábrica I , sem suprimir as atuais, no período máximo de 90 dias Exemplos de Objetivos
  • 49.
    OBJETIVOS ESTRATÉGICOS Participação domercado em 40 % até 2007 Redução nos custos de produção de rodas de alumínio. Redução nos custos de produção de rodas de alumínio. Reestruturar 100% da rede de distribuição para atender pequenos consumidores até 2006 Viabilizar produção em remessas de pequenos lotes. Viabilizar produção em remessas de pequenos lotes. Marketing junto aos consumidores finais. Marketing junto aos consumidores finais. Desenvolvimento mais rápido de novos modelos de rodas Desenvolvimento mais rápido de novos modelos de rodas Implantar sistema de unidades de negócios nos pontos de Implantar sistema de unidades de negócios nos pontos de distribuição. distribuição. Implantar gestão por metas na rede de distribuição. Implantar gestão por metas na rede de distribuição. Exemplos de Objetivos e Ações Estratégicas
  • 50.
    OBJETIVOS ESTRATÉGICOS Atingir custode US$ 180.00 / roda até 2007 Implantação do sistema de gerenciamento de perdas Implantação do sistema de gerenciamento de perdas Qualificar 100% da mão-de -obra, até 2005, em cursos técnicos específicos Implementar plano de remuneração por habilidades Implementar plano de remuneração por habilidades Consolidação das ferramentas do ABS Consolidação das ferramentas do ABS Implantação do plano de sugestões Implantação do plano de sugestões Proporcionar intercâmbio entre plantas da ALCOA Proporcionar intercâmbio entre plantas da ALCOA Implantação do sistema de alto treinamento. Implantação do sistema de alto treinamento. Exemplos de Objetivos e Ações Estratégicas
  • 51.
    OBJETIVOS ESTRATÉGICOS Liderança tecnológicana fabricação de rodas reconhecida mundialmente até 2006 Qualificação dos postos de trabalho Qualificação dos postos de trabalho Integração com centros de pesquisas Integração com centros de pesquisas Incentivos ao desenvolvimento de novas técnicas, através Incentivos ao desenvolvimento de novas técnicas, através de plano de sugestões de plano de sugestões Implantação de plano de marketing Implantação de plano de marketing Exemplos de Objetivos e Ações Estratégicas
  • 52.
    Plano de Ação •O plano de ação é a parte final do processo • A abordagem deve ser sucinta e espelhar o que foi desenvolvido nas partes anteriores • O preenchimento de cada um dos W´s e dos H´s segue o seguinte princípio: – What (o que): Objetivo – When (quando): dimensão temporal do objetivo – Where (onde): dimensão geográfica ou funcional da organização – Who (quem): selecionar a pessoa que propôs a ação estratégica – Why (por que): proveniente do diagnóstico SWOT – How (como): ação estratégica, proveniente do SWOT – How Much (quanto): Análise a ser refinada no Ciclo Orçamentário da organização
  • 53.
    O QUE Sermosuma empresa de alcance nacional, atuante em todas as regiões do país através de operadores logísticos estratégicos e equipes de promoção médica e de demanda altamente qualificada PORQUE Para ganharmos projeção e reconhecimento junto a clientes e fornecedores COMO Estabelecendo parcerias com distribuidores, investindo e capacitação da força de vendas e de promoção QUANDO No início das operações. Os distribuidores já deverão ter sido escolhidos e a equipe devidamente treinada ONDE Na unidade da empresa e em vista in loco por gerentes de contas QUEM Diretoria Comercial, Departamento de Recursos Humanos e Marketing O QUE Antigirmos 5% de market share na venda de medicamentos genéricos PORQUE Para nos tornarmos competitivos, respeitados por nossa capacidade e competência e reconhecidos por clientes, fornecedores e classe médica COMO Investindo na capacitação de nossos colaboradores, forte política comercial e de marketing, produzindo produtos de qualidade e de preços acessíveis QUANDO Até dezembro de 2009 ONDE No mercado brasileiro QUEM Diretoria Executiva e Comercial Plano de Ação
  • 54.
    O QUE Estabeleceralianças estratégicas para o mercado latino-americano PORQUE O mercado latino americano, notadamente o sul americano tem um enorme mercado a ser explorado em medicamentos genéricos COMO Joint venture com laboratórios estratégicos visando produzir e comercializar medicamentos inéditos no Brasil e na América Latina QUANDO Após 10 meses do início das operações no Brasil ONDE Inicialmente pelos mercados argentino, uruguaio e chileno QUEM Diretoria Executiva e de Produção O QUE Contribuir para que o medicamento genérico seja, no mínimo, 40% mais barato que o medicamento de referência PORQUE Para ser competitivo em um mercado que já vem praticando margens menores que os medicamentos de referência COMO Avaliando sistematicamente custos de produção e vendas e estabelecendo alianças com fornecedores QUANDO Antes do início das operações com os fornecedores e após com a política comercial ONDE No Brasil QUEM Diretoria Executiva, de Produção e Comercial Plano de Ação
  • 55.
    O QUE Abranger50% das classes terapêuticas disponíveis para produção de genéricos; PORQUE Para apresentar grade de produtos que satisfaça as principais necessidades de nossos clientes e usuários de medicamentos COMO Identificando produtos e validando registro na ANVISA QUANDO 6 meses antes do início das operações ONDE IMS Health, Anvisa e Progenéricos QUEM Diretoria Executiva e de Produção Plano de Ação
  • 56.
    Equipe e Créditos •Um slide com o curso, turma e os nomes dos integrantes das equipes • Um slide com os créditos, incluindo bibliografia
  • 57.
    Trabalho proposto nadisciplina de Estratégia Empresarial 1ª turma Itaú de MBA – Gestão Empresarial – BI/FGV de São Paulo–SP Coordenação do professor Msc. Murilo Ramos Alambert Rodrigues. Equipe: Deise Graziela Bilotti Marcos Leonardo F. Ferreira Marcos Vinícius Derzie Ricardo Tadeu Junqueira Rodrigo Marques Agosto/2006 Equipe
  • 58.
    Apostila do CursoBI/FGV – Estratégia Empresarial Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento – Cafés do Brasil – Safra 2006/2007 Segundo Levantamento Abril 2006 – www.conab.gov.br Anuário Exame – Agronegócio – 2006 / 2007. ABIC – Associação Brasileira da Indústria do Café. EMBRAPA – Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária – Perspectivas para o mercado de café – por Glauco Carvalho – 05/10/2005. SITES: www.sindicafesp.com.br www.sebrae.com.br/revistasebrae www.monardo.com.br/barista/artigos www.agro1.com.br/noticias www.terra.com.br/istoedinheiro/438/negocios/starbucks_brasil.htm www.portalexame.abril.com.br/revista/exame www.revistacafeicultura.com.br www.consultores.com.br/artigos Créditos
  • 59.
    Formulários • Formulários queauxiliam na elaboração do planejamento estratégico
  • 60.
  • 61.
    Modelo das ForçasCompetitivas: quem está ganhando ou perdendo poder: COMPRADORES ENTRANTES POTENCIAIS FORNECEDORES SUBSTITUTOS Concorrentes na Indústria Rivalidade entre as empresas existentes Aumento da rivalidade entre os concorrentes: Barreiras à entrada:
  • 62.
    As quatro variáveisfundamentais que determinam a atratividade do mercado:  Tamanho do mercado-alvo:  Taxa de crescimento do mercado-alvo  Taxas de rentabilidade do mercado-alvo  Nível de investimento necessário à entrada (ou manutenção) no mercado-alvo
  • 63.
  • 64.
    Análise SWOT Pontos Fortes PontosFracos Oportunidades Ameaças Potencialidades de Ações Ofensivas Debilidades Capacidades Defensivas Vulnerabilidades Geração de Ações Estratégicas
  • 65.
    Plano de Ação:________________________________ (equipe - quem) Objetivos (o que) Ações Estratégicas (como) Quando Quanto Onde