secretaria de desenvolvimento social, cidadania e 
direitos humanos 
Secretaria Executiva da Mulher e dos Direitos 
Humanos 
Coordenadoria LGBT
Secretaria de Desenvolvimento 
Social, Cidadania e Direitos 
Humanos
ORGANOGRAMA EXECUTIVO 
SDSCDH 
Humberto de 
Jesus 
Sec. Executiva de 
Assistência Social 
Vera Ferreira 
Sec. Exe. da 
Mulher e dos 
Direitos Humanos 
“Donana”
COORDENADORIA LGBT 
A prefeitura de Olinda tem o compromisso com o segmento 
LGBT da cidade e para isso vem trabalhando no sentido de 
promover uma cultura de respeito à livre orientação sexual 
favorecendo a visibilidade e o reconhecimento social.
A coordenadoria LGBT 
A partir do ano de 2013 a Prefeitura do Município de 
Olinda instituiu a Coordenadoria de LGBT através da 
lei nº5794/2012 como fruto de luta da sociedade civil 
organizada através de discussões e decisões pela 
conferência realizada através da Secretaria de 
Desenvolvimento Social, Cidadania e Direitos 
Humanos, juntamente com a Secretaria de Orçamento 
Participativo,
A coordenadoria LGBT 
Meio Ambiente e Desenvolvimento Urbano a II 
Conferência Municipal De LGBT com o tema 
“Por uma Olinda livre da pobreza e da 
discriminação promovendo a cidadania LGBT” nos 
dias 26 e 27 de agosto de 2011 no Instituto 
Histórico de Olinda, contando com a participação 
de aproximadamente 100 delegados e delegadas.
Plenária de apresentação
Lei Municipal 
● 5168/99 – Art. 1º – Sofrerão penalidades de multa até 
cassação de seu alvarás de funcionamento, os 
estabelecimentos de pessoa física ou jurídica que, no 
território do Município de Olinda praticarem ato de 
discriminação racial, de gênero, por orientação sexual, 
étnica, religiosa, em razão de nascimento, de idade, 
estado civil, de trabalho rural ou urbano, de filosofia ou 
convicção política, deficiência física, imunológica, 
sensorial ou mental, de cumprimento de pena, cor ou 
em razão de qualquer particularidade ou condição.
A função da Coordenadoria 
A Coordenadoria de LGBT do Município de Olinda 
dentre as funções que desempenha, destacamos a de 
acolher e acompanhar as demandas da população de 
LGBT, a fim de construir e fortalecer as políticas 
públicas para este grupo. E também com a função de 
promover e implementar políticas públicas voltadas ao 
segmento, assim como fomentar as discussões e 
acompanhar as demandas desse público como 
intermediadora entre a sociedade civil e governo com 
o intuito de promover uma sociedade mais justa e 
igualitária.
Homofobia 
É a aversão diante do desejo sexual e 
afetivo por pessoas do mesmo sexo. Esse 
sentimento é movido, sobretudo, pelo 
desconhecimento, Homofobia 
pela desinformação em 
relação à sexualidade e às diferentes 
formas de expressão do desejo, do afeto e 
dos sentimentos.
Amparos legais 
Constituição Federal de 1988. Artigo 3, IV “Promover o bem de 
todos, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade, ou 
quaisquer outras formas de discriminação”. 
Antes, acreditava-se que as famílias apresentavam resistência à 
abordagem dessas questões no âmbito escolar, mas atualmente 
sabe-se que os pais reivindicam a orientação sexual nas escolas, 
pois reconhecem não só a sua importância para crianças e 
jovens, como também a dificuldade de falar abertamente sobre o 
assunto em casa. Uma pesquisa do Instituto Datafolha, realizada 
em dez capitais brasileiras e divulgada em junho de 1993, 
constatou que 86% das pessoas ouvidas eram favoráveis à 
inclusão de Orientação Sexual nos currículos escolares. (PCN – 
Orientação Sexual, p. 07).
Educação 
 A escola tem um papel importante 
na desconstrução de mitos e 
preconceitos e na aquisição de 
valores democráticos.
DESCONSTRUINDO MITOS
A SEXUALIDADE E O SEXO SÃO 
DIFERENTES? 
 De acordo com a OMS (organização mundial da 
saúde, 1975), a sexualidade é parte integrante da 
personalidade de cada um de nós. A vivência da 
sexualidade é própria do ser humano, constitui uma 
dimensão da liberdade humana e está relacionada 
com a busca do prazer físico e emocional. 
Beto de Jesus; Lula Ramires; Sandra e Sylvia Cavasin
O QUE É ORIENTAÇÃO SEXUAL? 
 A orientação sexual é o sentimento de atração afetiva 
ou sexual que temos por uma ou várias pessoas. 
 IDENTIDADE DE GÊNERO 
 Refere-se à experiência interna e individual do gênero 
de cada pessoa, que pode ou não corresponder ao 
sexo atribuído no nascimento.
Diversidade Sexual 
 É a expressão usada para designar as várias formas de 
expressão da sexualidade humana. 
Lésbicas 
L 
Gays 
G B 
BISSEXUAIS 
T 
Travestis 
Transexuais
REFLEXÃO 
“ Os brinquedos, as cores das roupas e outros acessórios que 
compõem o enxoval são escolhidos levando em conta o que 
seria mais apropriado e natural para uma vagina e um pênis. 
No entanto, como é possível afirmar que todas as crianças que 
nascem com vagina gostam de rosa, de boneca, de brinquedos 
que não exigem muita força, energia ou inteligência? Aquilo que 
evocamos como um dado natural, o corpo-sexuado, é resultado 
das normas de gênero, se ao nascermos já encontramos as 
estruturas funcionando e determinando o certo e o errado, o 
normal e o patológico? O original nasce “contaminado pela 
cultura. Antes de nascer o corpo já está inscrito em um campo 
discursivo”. 
Berenice Bento
contatos 
 ALEXSANDRO RAMOS 
 COORDENADOR LGBT – OLINDA 
 E-MAIL: c.lgbt@olinda.pe.gov.br; 
coordenadorlgbtolinda@ig.com.br 
 Fones: (81) 3429-6777/ 9421-7425

Apresentação olinda em ação 2014

  • 2.
    secretaria de desenvolvimentosocial, cidadania e direitos humanos Secretaria Executiva da Mulher e dos Direitos Humanos Coordenadoria LGBT
  • 3.
    Secretaria de Desenvolvimento Social, Cidadania e Direitos Humanos
  • 4.
    ORGANOGRAMA EXECUTIVO SDSCDH Humberto de Jesus Sec. Executiva de Assistência Social Vera Ferreira Sec. Exe. da Mulher e dos Direitos Humanos “Donana”
  • 5.
    COORDENADORIA LGBT Aprefeitura de Olinda tem o compromisso com o segmento LGBT da cidade e para isso vem trabalhando no sentido de promover uma cultura de respeito à livre orientação sexual favorecendo a visibilidade e o reconhecimento social.
  • 6.
    A coordenadoria LGBT A partir do ano de 2013 a Prefeitura do Município de Olinda instituiu a Coordenadoria de LGBT através da lei nº5794/2012 como fruto de luta da sociedade civil organizada através de discussões e decisões pela conferência realizada através da Secretaria de Desenvolvimento Social, Cidadania e Direitos Humanos, juntamente com a Secretaria de Orçamento Participativo,
  • 7.
    A coordenadoria LGBT Meio Ambiente e Desenvolvimento Urbano a II Conferência Municipal De LGBT com o tema “Por uma Olinda livre da pobreza e da discriminação promovendo a cidadania LGBT” nos dias 26 e 27 de agosto de 2011 no Instituto Histórico de Olinda, contando com a participação de aproximadamente 100 delegados e delegadas.
  • 8.
  • 10.
    Lei Municipal ●5168/99 – Art. 1º – Sofrerão penalidades de multa até cassação de seu alvarás de funcionamento, os estabelecimentos de pessoa física ou jurídica que, no território do Município de Olinda praticarem ato de discriminação racial, de gênero, por orientação sexual, étnica, religiosa, em razão de nascimento, de idade, estado civil, de trabalho rural ou urbano, de filosofia ou convicção política, deficiência física, imunológica, sensorial ou mental, de cumprimento de pena, cor ou em razão de qualquer particularidade ou condição.
  • 11.
    A função daCoordenadoria A Coordenadoria de LGBT do Município de Olinda dentre as funções que desempenha, destacamos a de acolher e acompanhar as demandas da população de LGBT, a fim de construir e fortalecer as políticas públicas para este grupo. E também com a função de promover e implementar políticas públicas voltadas ao segmento, assim como fomentar as discussões e acompanhar as demandas desse público como intermediadora entre a sociedade civil e governo com o intuito de promover uma sociedade mais justa e igualitária.
  • 12.
    Homofobia É aaversão diante do desejo sexual e afetivo por pessoas do mesmo sexo. Esse sentimento é movido, sobretudo, pelo desconhecimento, Homofobia pela desinformação em relação à sexualidade e às diferentes formas de expressão do desejo, do afeto e dos sentimentos.
  • 13.
    Amparos legais ConstituiçãoFederal de 1988. Artigo 3, IV “Promover o bem de todos, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade, ou quaisquer outras formas de discriminação”. Antes, acreditava-se que as famílias apresentavam resistência à abordagem dessas questões no âmbito escolar, mas atualmente sabe-se que os pais reivindicam a orientação sexual nas escolas, pois reconhecem não só a sua importância para crianças e jovens, como também a dificuldade de falar abertamente sobre o assunto em casa. Uma pesquisa do Instituto Datafolha, realizada em dez capitais brasileiras e divulgada em junho de 1993, constatou que 86% das pessoas ouvidas eram favoráveis à inclusão de Orientação Sexual nos currículos escolares. (PCN – Orientação Sexual, p. 07).
  • 14.
    Educação  Aescola tem um papel importante na desconstrução de mitos e preconceitos e na aquisição de valores democráticos.
  • 15.
  • 16.
    A SEXUALIDADE EO SEXO SÃO DIFERENTES?  De acordo com a OMS (organização mundial da saúde, 1975), a sexualidade é parte integrante da personalidade de cada um de nós. A vivência da sexualidade é própria do ser humano, constitui uma dimensão da liberdade humana e está relacionada com a busca do prazer físico e emocional. Beto de Jesus; Lula Ramires; Sandra e Sylvia Cavasin
  • 17.
    O QUE ÉORIENTAÇÃO SEXUAL?  A orientação sexual é o sentimento de atração afetiva ou sexual que temos por uma ou várias pessoas.  IDENTIDADE DE GÊNERO  Refere-se à experiência interna e individual do gênero de cada pessoa, que pode ou não corresponder ao sexo atribuído no nascimento.
  • 18.
    Diversidade Sexual É a expressão usada para designar as várias formas de expressão da sexualidade humana. Lésbicas L Gays G B BISSEXUAIS T Travestis Transexuais
  • 19.
    REFLEXÃO “ Osbrinquedos, as cores das roupas e outros acessórios que compõem o enxoval são escolhidos levando em conta o que seria mais apropriado e natural para uma vagina e um pênis. No entanto, como é possível afirmar que todas as crianças que nascem com vagina gostam de rosa, de boneca, de brinquedos que não exigem muita força, energia ou inteligência? Aquilo que evocamos como um dado natural, o corpo-sexuado, é resultado das normas de gênero, se ao nascermos já encontramos as estruturas funcionando e determinando o certo e o errado, o normal e o patológico? O original nasce “contaminado pela cultura. Antes de nascer o corpo já está inscrito em um campo discursivo”. Berenice Bento
  • 20.
    contatos  ALEXSANDRORAMOS  COORDENADOR LGBT – OLINDA  E-MAIL: c.lgbt@olinda.pe.gov.br; coordenadorlgbtolinda@ig.com.br  Fones: (81) 3429-6777/ 9421-7425