Constituído desde 2000, tem como principal objetivo monitorar e avaliar o Plano Nacional de Enfrentamento à Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes, aprovado em 2000 pelo CONANDA
Sua constituição é plural _ sociedade civil, governo e terceiro setor. Se faz representar nos estados da federação através dos Fóruns ou Comitês Estaduais, e se organiza para atuação com foco nacional, regional e estadual.
PLANO NACIONAL DE ENFRENTAMENTOÀ VIOLÊNCIA SEXUAL CONTRA CRIANÇAS E ADOLESCENTES Eixos Estratégicos:  Análise da Situação Defesa e Responsabilização Atendimento Protagonismo Infanto-Juvenil Mobilização e Articulação Prevenção
Reconhecimento e respeito do governo federal e organismos internacionais do papel do Comitê; Inserção na pauta nacional do tema DIREITOS SEXUAIS COMO DIREITOS HUMANOS; Descentralização das discussões chegando aos municípios; Inserção de adolescentes e jovens na construção e monitoramento de políticas públicas no enfrentamento a violência sexual contra crianças e adolescentes; Projeto Juventude e Ação; PRINCIPAIS  AVANÇOS
Destinação de recursos para ações das redes estaduais de enfrentamento a violência sexual; Membro efetivo na organização do III Congresso Mundial; Avaliação e revisão do Plano Nacional de Enfrentamento a Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes; Ampliação de programas de promoção, proteção e defesa de direitos no enfrentamento a violência sexual de crianças e adolescentes; Campanha 18 de Maio Continuação
Falta construção conjunta nas definições de políticas públicas; Reconhecimento dos atores do SGDH que adolescentes são capazes de participar ativamente na proposição e monitoramento de políticas publicas; Encontros sistemáticos das representações do Comitê; DIFICULDADES
Acompanhar sistematicamente os encaminhamentos deliberados em assembléias pelo excesso de demandas nos estados; A demora na liberação de recursos para desenvolvimento de controle social; A liberação de recursos por parte dos CEDCAS para o controle social desenvolvido pelas redes de enfrentamento. Continuação
Articular com outras redes de proteção, principalmente movimentos de mulheres e LGBTT; Que atores do SGDH reconheçam crianças e adolescentes como sujeitos importantes no enfrentamento a violência sexual contra crianças e adolescentes; DESAFIOS
Que as redes de proteção a criança e adolescente no enfrentamento a violência sexual sejam consideradas de forma integral na implantação das políticas publicas; Articulação permanente das entidades nacionais e internacionais de enfrentamento a violência sexual contra crianças e adolescentes do III Congresso Mundial. Continuação
E-mail [email_address] Telefone 0xx61-33478524 Márcia Cristine P. Oliveira Associação Curumins xx.85.88025364 [email_address]
“ Saudações  infanto-juvenis”

Comitê Nacional de Enfrentamento à Violência Sexual Contra Crianças e Adolescentes

  • 1.
  • 2.
    Constituído desde 2000,tem como principal objetivo monitorar e avaliar o Plano Nacional de Enfrentamento à Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes, aprovado em 2000 pelo CONANDA
  • 3.
    Sua constituição éplural _ sociedade civil, governo e terceiro setor. Se faz representar nos estados da federação através dos Fóruns ou Comitês Estaduais, e se organiza para atuação com foco nacional, regional e estadual.
  • 4.
    PLANO NACIONAL DEENFRENTAMENTOÀ VIOLÊNCIA SEXUAL CONTRA CRIANÇAS E ADOLESCENTES Eixos Estratégicos: Análise da Situação Defesa e Responsabilização Atendimento Protagonismo Infanto-Juvenil Mobilização e Articulação Prevenção
  • 5.
    Reconhecimento e respeitodo governo federal e organismos internacionais do papel do Comitê; Inserção na pauta nacional do tema DIREITOS SEXUAIS COMO DIREITOS HUMANOS; Descentralização das discussões chegando aos municípios; Inserção de adolescentes e jovens na construção e monitoramento de políticas públicas no enfrentamento a violência sexual contra crianças e adolescentes; Projeto Juventude e Ação; PRINCIPAIS AVANÇOS
  • 6.
    Destinação de recursospara ações das redes estaduais de enfrentamento a violência sexual; Membro efetivo na organização do III Congresso Mundial; Avaliação e revisão do Plano Nacional de Enfrentamento a Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes; Ampliação de programas de promoção, proteção e defesa de direitos no enfrentamento a violência sexual de crianças e adolescentes; Campanha 18 de Maio Continuação
  • 7.
    Falta construção conjuntanas definições de políticas públicas; Reconhecimento dos atores do SGDH que adolescentes são capazes de participar ativamente na proposição e monitoramento de políticas publicas; Encontros sistemáticos das representações do Comitê; DIFICULDADES
  • 8.
    Acompanhar sistematicamente osencaminhamentos deliberados em assembléias pelo excesso de demandas nos estados; A demora na liberação de recursos para desenvolvimento de controle social; A liberação de recursos por parte dos CEDCAS para o controle social desenvolvido pelas redes de enfrentamento. Continuação
  • 9.
    Articular com outrasredes de proteção, principalmente movimentos de mulheres e LGBTT; Que atores do SGDH reconheçam crianças e adolescentes como sujeitos importantes no enfrentamento a violência sexual contra crianças e adolescentes; DESAFIOS
  • 10.
    Que as redesde proteção a criança e adolescente no enfrentamento a violência sexual sejam consideradas de forma integral na implantação das políticas publicas; Articulação permanente das entidades nacionais e internacionais de enfrentamento a violência sexual contra crianças e adolescentes do III Congresso Mundial. Continuação
  • 11.
    E-mail [email_address] Telefone0xx61-33478524 Márcia Cristine P. Oliveira Associação Curumins xx.85.88025364 [email_address]
  • 12.
    “ Saudações infanto-juvenis”