Histórico

Esta campanha tem sua origem no contexto do V Encontro
Nacional da Rede Evangélica Nacional de Ação Social (RENAS)
em agosto de 2010 no Recife – PE. Nessa ocasião, o enfoque
do evento foi:
     “Transformando a sociedade a partir da igreja local”
Os participantes assumiram o compromisso de desenvolver
ações concretas para atingir pessoas vítimas de pobreza e
miséria. Uma das propostas naquela ocasião foi um grande
desafio à igreja brasileira para confrontar a exploração sexual
da criança e do adolescente, o qual dá origem à Campanha de
Enfrentamento ao abuso e à exploração sexual da Criança e do
Adolescente.
Dor e Sofrimentos


“Quando uma criança chega à situação
 de ser explorada no turismo sexual, já é
    o final de um processo de abuso e
 injustiças praticadas contra a criança e
              o adolescente.”
Meta


Promoção dos direitos da criança e do
adolescente para a redução das
vulnerabilidades frente à situação da
violência sexual.
Regiões e Estados
NORTE:
MANAUS           SUL:
                 CURITIBA
NORDESTE:        PORTO ALEGRE
SALVADOR
RECIFE
NATAL            SUDESTE
FORTALEZA        SÃO PAULO
                 RIO DE JANEIRO
CENTRO - OESTE   BELO HORIZONTE
BRASÍLIA
CUIABÁ
Articuladores
Fundamentos

    A promoção dos direitos da infância e
 adolescência;
 A participação e o protagonismo de
 adolescentes e jovens na defesa de seus
 direitos;
 A sensibilização pública e a busca de
 compromisso da própria comunidade a fim de
 criar uma cultura de enfrentamento a
 exploração sexual de crianças e adolescentes.
Objetivo Geral

Promover ações estratégicas, em parceria com
redes e organizações da sociedade civil,
órgãos do sistema de garantia de direitos e
igrejas evangélicas, visando a prevenção da
exploração sexual de crianças e adolescentes
no turismo, nas 12 capitais onde haverão
jogos da Copa do Mundo em 2014.
Objetivos Específicos
1.   Sensibilizar a sociedade civil para a questão do
     enfrentamento à exploração sexual de crianças e
     adolescentes no turismo.
2.   Mobilizar a sociedade civil empoderando-a para criar a
     cultura de enfrentamento à exploração sexual de
     crianças e adolescentes
3.   Fortalecer o sistema de garantia de direitos nas 12
     capitais.
4.   Articular com a rede de acolhimento às vitimas de
     Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes e com a
     rede de tratamento dos abusadores e das famílias
     afetadas.
Eixos de Atuação
*




                *




                                  *
    Prevenção       Intervenção       Tratamento
1. Prevenção
Objetivo 1 – Sensibilização das organizações
e da sociedade:
Ações sugeridas:
1. Encontros com Organizações do Poder público e da
   Sociedade Civil.
2. Encontros com lideranças Religiosas (Igrejas, Conselhos
   de Pastores e ONGs);
3. Publicações e notícias nos meios de comunicação,
   cadastro de repórteres que podem colaborar;
4. Mutirão de oração;
5. Campanha Nacional de Vacinação;
6. Encontros com lideranças empresariais e políticas;
1. Prevenção
Campanha Nacional de Vacinação;
1. Prevenção

Objetivo 2 - Mobilização das forças da sociedade
   sensibilizadas;
Ações sugeridas:

1. Marcha de Enfrentamento ao Abuso e Exploração
   Sexual de Crianças e Adolescentes;
2. FORUM de Enfrentamento ao Abuso e Exploração
   Sexual de Crianças e Adolescentes;
1. Prevenção

Objetivo 3 – Capacitar as organizações e pessoas
para a prevenção;
Ações sugeridas:
1. Projeto Janela – CADI;
2. FORUM de Enfrentamento ao Abuso e Exploração
   Sexual de Crianças e Adolescentes;
3. Cursos presenciais para capacitar sobre como lidar com
   a questão;
4. Campanha de Vacinação pelos Bons Tratos;
1. Prevenção
Objetivo 4 – Promoção do Protagonismo e
participação de crianças e adolescentes na defesa
de seus direitos;
Ações sugeridas:
1. Projeto Janela – CADI;
2. Marcha de Enfrentamento ao Abuso e Exploração
   Sexual de Crianças e Adolescentes;
3. Implantação do Trabalho da ONG Makanudos nas
   Escolas;
1. Prevenção

Objetivo 5 - Articulação com o poder público em
ações de prevenção;
Ações sugeridas:
1. Consultas e Encontros com atores (Secretarias públicas
   e Conselhos Municipais) da Rede de Proteção;
2. FORUM de Enfrentamento ao Abuso e Exploração
   Sexual de Crianças e Adolescentes;
3. Participação nos eventos realizados pela iniciativa
   Pública na temática da Campanha.
2. Intervenção
Objetivo 1 - Articulação com as instâncias
públicas;
Ações sugeridas:
1. FORUM de Enfrentamento ao Abuso e Exploração
   Sexual de Crianças e Adolescente;
2. Integração com as políticas públicas, rede de proteção,
   PAIR;
3. Integração com a rede de saúde pública;
4. Encontros com autoridades policiais;
5. Encaminhamento de casos às autoridades;
3. Tratamento
Objetivo 1 - Ter organizações com estrutura para
acolhimento e apoio às vítimas, tratamento dos
abusadores e das famílias afetadas;
Ações sugeridas:
1. Articular com CPPC – Corpo de Psicólogos e Psiquiatras
   Cristãos;
2. Promover cursos de capacitação para as organizações
   participantes;
3. Buscar conhecimentos com outros atores, como Rede
   Mãos Dadas e atores públicos;
3. Tratamento

Objetivo 2 - Articular ações com os Equipamentos
de Proteção Social Especial de Alta Complexidade;
Ações sugeridas:
1. Fazer um levantamento destes equipamentos públicos
   (Quais São?) e onde estão localizados;
2. Articular estratégias para que as organizações sociais
   tenham contato com os equipamentos e possam fazer
   encaminhamentos;
3. Tratamento

Objetivo 3 - Mobilizar e Capacitar novos atores de
Proteção Especial;
Ações sugeridas:
1. Articular Igrejas, Ongs, psicólogos, psiquiatras,
   assistentes sociais, professores, agentes comunitários e
   de saúde, etc.
Principais Ações da Campanha
 Marcha contra o abuso sexual da criança e do
  adolescente – dia 18 de maio;
 Fórum de Enfrentamento a exploração sexual de crianças
  e adolescentes;
 Capacitação na temática exploração sexual à lideranças
  comunitárias, Gestores de Organizações da Sociedade
  Civil, Educadores, Religiosos e atores sociais;
 Divulgação dos sistema de proteção e direitos da criança
  e do adolescente; Divulgação do Disk Denúncia 100;
 Facilitar um movimento nacional de oração em favor
  das crianças e dos adolescentes em risco.
 Promover a Campanha Nacional da Vacinação contra
  maus-tratos às crianças e adolescentes;
Desafios
Mobilização de pessoas:
Igrejas locais;
Lideranças;
Escolas e Universidades;
Redes, ONGs e movimentos sociais;
Conselhos de defesa dos direitos da criança e do adolescente;

Mobilização de Recursos:
Publicação de Material;
Produção e Manutenção de Material na WEB;
Confecção de Camisetas;
Realização de Treinamentos e Fóruns;
Viagens;
Organizações Parceiras em Curitiba
Coordenação

Coordenação Nacional – RENAS, Exército de Salvação, CLAVES
    Brasil, Visão Mundial, Rede Mãos Dadas, Rede Fale,
                    Makanudos, REPAS.
                    Coordenação Regional
    Articuladores         Equipe             Grupos de
#




                      #




                                         #
                          Coordenadora       Trabalho nos
                                             Eixos da
                                             Campanha
Campanha bola na rede

Campanha bola na rede

  • 2.
    Histórico Esta campanha temsua origem no contexto do V Encontro Nacional da Rede Evangélica Nacional de Ação Social (RENAS) em agosto de 2010 no Recife – PE. Nessa ocasião, o enfoque do evento foi: “Transformando a sociedade a partir da igreja local” Os participantes assumiram o compromisso de desenvolver ações concretas para atingir pessoas vítimas de pobreza e miséria. Uma das propostas naquela ocasião foi um grande desafio à igreja brasileira para confrontar a exploração sexual da criança e do adolescente, o qual dá origem à Campanha de Enfrentamento ao abuso e à exploração sexual da Criança e do Adolescente.
  • 3.
    Dor e Sofrimentos “Quandouma criança chega à situação de ser explorada no turismo sexual, já é o final de um processo de abuso e injustiças praticadas contra a criança e o adolescente.”
  • 4.
    Meta Promoção dos direitosda criança e do adolescente para a redução das vulnerabilidades frente à situação da violência sexual.
  • 5.
    Regiões e Estados NORTE: MANAUS SUL: CURITIBA NORDESTE: PORTO ALEGRE SALVADOR RECIFE NATAL SUDESTE FORTALEZA SÃO PAULO RIO DE JANEIRO CENTRO - OESTE BELO HORIZONTE BRASÍLIA CUIABÁ
  • 6.
  • 7.
    Fundamentos  A promoção dos direitos da infância e adolescência;  A participação e o protagonismo de adolescentes e jovens na defesa de seus direitos;  A sensibilização pública e a busca de compromisso da própria comunidade a fim de criar uma cultura de enfrentamento a exploração sexual de crianças e adolescentes.
  • 8.
    Objetivo Geral Promover açõesestratégicas, em parceria com redes e organizações da sociedade civil, órgãos do sistema de garantia de direitos e igrejas evangélicas, visando a prevenção da exploração sexual de crianças e adolescentes no turismo, nas 12 capitais onde haverão jogos da Copa do Mundo em 2014.
  • 9.
    Objetivos Específicos 1. Sensibilizar a sociedade civil para a questão do enfrentamento à exploração sexual de crianças e adolescentes no turismo. 2. Mobilizar a sociedade civil empoderando-a para criar a cultura de enfrentamento à exploração sexual de crianças e adolescentes 3. Fortalecer o sistema de garantia de direitos nas 12 capitais. 4. Articular com a rede de acolhimento às vitimas de Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes e com a rede de tratamento dos abusadores e das famílias afetadas.
  • 10.
    Eixos de Atuação * * * Prevenção Intervenção Tratamento
  • 11.
    1. Prevenção Objetivo 1– Sensibilização das organizações e da sociedade: Ações sugeridas: 1. Encontros com Organizações do Poder público e da Sociedade Civil. 2. Encontros com lideranças Religiosas (Igrejas, Conselhos de Pastores e ONGs); 3. Publicações e notícias nos meios de comunicação, cadastro de repórteres que podem colaborar; 4. Mutirão de oração; 5. Campanha Nacional de Vacinação; 6. Encontros com lideranças empresariais e políticas;
  • 12.
  • 13.
    1. Prevenção Objetivo 2- Mobilização das forças da sociedade sensibilizadas; Ações sugeridas: 1. Marcha de Enfrentamento ao Abuso e Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes; 2. FORUM de Enfrentamento ao Abuso e Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes;
  • 14.
    1. Prevenção Objetivo 3– Capacitar as organizações e pessoas para a prevenção; Ações sugeridas: 1. Projeto Janela – CADI; 2. FORUM de Enfrentamento ao Abuso e Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes; 3. Cursos presenciais para capacitar sobre como lidar com a questão; 4. Campanha de Vacinação pelos Bons Tratos;
  • 15.
    1. Prevenção Objetivo 4– Promoção do Protagonismo e participação de crianças e adolescentes na defesa de seus direitos; Ações sugeridas: 1. Projeto Janela – CADI; 2. Marcha de Enfrentamento ao Abuso e Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes; 3. Implantação do Trabalho da ONG Makanudos nas Escolas;
  • 16.
    1. Prevenção Objetivo 5- Articulação com o poder público em ações de prevenção; Ações sugeridas: 1. Consultas e Encontros com atores (Secretarias públicas e Conselhos Municipais) da Rede de Proteção; 2. FORUM de Enfrentamento ao Abuso e Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes; 3. Participação nos eventos realizados pela iniciativa Pública na temática da Campanha.
  • 17.
    2. Intervenção Objetivo 1- Articulação com as instâncias públicas; Ações sugeridas: 1. FORUM de Enfrentamento ao Abuso e Exploração Sexual de Crianças e Adolescente; 2. Integração com as políticas públicas, rede de proteção, PAIR; 3. Integração com a rede de saúde pública; 4. Encontros com autoridades policiais; 5. Encaminhamento de casos às autoridades;
  • 18.
    3. Tratamento Objetivo 1- Ter organizações com estrutura para acolhimento e apoio às vítimas, tratamento dos abusadores e das famílias afetadas; Ações sugeridas: 1. Articular com CPPC – Corpo de Psicólogos e Psiquiatras Cristãos; 2. Promover cursos de capacitação para as organizações participantes; 3. Buscar conhecimentos com outros atores, como Rede Mãos Dadas e atores públicos;
  • 19.
    3. Tratamento Objetivo 2- Articular ações com os Equipamentos de Proteção Social Especial de Alta Complexidade; Ações sugeridas: 1. Fazer um levantamento destes equipamentos públicos (Quais São?) e onde estão localizados; 2. Articular estratégias para que as organizações sociais tenham contato com os equipamentos e possam fazer encaminhamentos;
  • 20.
    3. Tratamento Objetivo 3- Mobilizar e Capacitar novos atores de Proteção Especial; Ações sugeridas: 1. Articular Igrejas, Ongs, psicólogos, psiquiatras, assistentes sociais, professores, agentes comunitários e de saúde, etc.
  • 21.
    Principais Ações daCampanha  Marcha contra o abuso sexual da criança e do adolescente – dia 18 de maio;  Fórum de Enfrentamento a exploração sexual de crianças e adolescentes;  Capacitação na temática exploração sexual à lideranças comunitárias, Gestores de Organizações da Sociedade Civil, Educadores, Religiosos e atores sociais;  Divulgação dos sistema de proteção e direitos da criança e do adolescente; Divulgação do Disk Denúncia 100;  Facilitar um movimento nacional de oração em favor das crianças e dos adolescentes em risco.  Promover a Campanha Nacional da Vacinação contra maus-tratos às crianças e adolescentes;
  • 22.
    Desafios Mobilização de pessoas: Igrejaslocais; Lideranças; Escolas e Universidades; Redes, ONGs e movimentos sociais; Conselhos de defesa dos direitos da criança e do adolescente; Mobilização de Recursos: Publicação de Material; Produção e Manutenção de Material na WEB; Confecção de Camisetas; Realização de Treinamentos e Fóruns; Viagens;
  • 23.
  • 24.
    Coordenação Coordenação Nacional –RENAS, Exército de Salvação, CLAVES Brasil, Visão Mundial, Rede Mãos Dadas, Rede Fale, Makanudos, REPAS. Coordenação Regional Articuladores Equipe Grupos de # # # Coordenadora Trabalho nos Eixos da Campanha