Refletindo e experimentado a prática do Ensino de Arte
METODOLOGIA DO ENSINO DE ARTE
• Escolha dos assuntos em arte
• Reflexão do contexto
• Determinação da metódica (Trajetória pedagógica)
• Apreensão viva e significativa
• Escolhas dos materiais, meios de comunicação
para produção artística/estética
Ferraz e Fusari, 1993, p.98
13/04/2017 Produzido por Profª Elizabeth Rossi De Grande
“Acreditamos que a
contribuição escolar na
formação de estudantes em
arte resulta de processos
pedagógicos que consigam
reunir junto aos educandos
tanto as elaborações
artísticas e estéticas pessoais
como as inferências
educativas necessárias ao
andamento dessa
aprendizagem.” Ferraz e Fusari, 1993, p.100
13/04/2017 Produzido por Profª Elizabeth Rossi De Grande
Então... Vamos fazer um retrato?
13/04/2017 Produzido por Profª Elizabeth Rossi De Grande
O que o aluno poderá aprender com esta aula
CONCEITOS (PENSAR)
-Composição
-Proporção
-Forma, linha, contorno
-Elementos da figura
humana
-Equilíbrio
_Simetria
ATITUDES
-Resiliência
-Foco e atenção
-Concentração
-Solidariedade
PROCEDIMENTOS (FAZER)
-Usar materiais diferentes para se expressar
-Organizar espaço de criação
-Elaborar ideias
-Selecionar materiais adequados para suas ideias
-Trabalhar com materiais não convencionais
13/04/2017 Produzido por Profª Elizabeth Rossi De Grande
13/04/2017 Produzido por Profª Elizabeth Rossi De Grande
ARCIMBOLDO, Giuseppe.
As quatro estações I
13/04/2017 Produzido por Profª Elizabeth Rossi De Grande
ARCIMBOLDO, Giuseppe.
As quatro estações II
13/04/2017 Produzido por Profª Elizabeth Rossi De Grande
PCN, 1997, p.61
A educação visual deve considerar a
complexidade de uma proposta educacional
que leve em conta as possibilidades e os
modos de os alunos transformarem seus
conhecimentos em arte, ou seja, o modo
como aprendem, criam e se desenvolvem na
área.
ARTES VISUAIS
13/04/2017 Produzido por Profª Elizabeth Rossi De Grande
Criar e perceber formas visuais implica trabalhar frequentemente
com relações entre os elementos que as compõe, tais como ponto,
linha, plano, cor, luz, movimento e ritmo.
PCN, 1997, p.61
13/04/2017 Produzido por Profª Elizabeth Rossi De Grande
PCN, 1997, p.62 - 64
Os blocos de conteúdos para Artes Visuais
EXPRESSÃO E
COMUNICAÇÃO NA
PRÁTICA DOS ALUNOS
EM ARTES VISUAIS
AS ARTES VISUAIS COMO OBJETO
DE APRECIAÇÃO SIGNIFICATIVA
AS ARTES VISUAIS
COMO PRODUTO
CULTURAL E HISTÓRICO
13/04/2017 Produzido por Profª Elizabeth Rossi De Grande
Abordagem Triangular
para o Ensino de Arte
sistematizada por Ana
Mae Barbosa Tavares.
13/04/2017 Produzido por Profª Elizabeth Rossi De Grande
Barbosa, 2008.
chamamos de “proposta ou
abordagem triangular” a
sistematização de ações para a
construção do conhecimento
nas aulas de arte pensadas em
três momentos prioritários: ler
obras de arte, fazer arte e
contextualizar.
13/04/2017 Produzido por Profª Elizabeth Rossi De Grande
Falando sobre o assunto...
13/04/2017 Produzido por Profª Elizabeth Rossi De Grande
BOTTICELLI, Sandro. O Nascimento de Vênus. 1493. Têmpera sobre tela. 1,73 × 27,9. Galeria Uffizi, Florença, Itália
13/04/2017 Produzido por Profª Elizabeth Rossi De Grande
LER OBRAS DE ARTE:
A leitura de obra de Arte envolve o
questionamento, a busca, a descoberta e
o despertar da capacidade crítica dos
alunos. [...] não são passíveis da dedução
certo/errado. [...] não justificando
processos adivinhatórios na tentativa de
descobrir as “intenções do artista”.
(RIZZI, 2002, p. 67)
Os três momentos
13/04/2017 Produzido por Profª Elizabeth Rossi De Grande
FAZER ARTE:
Ação do domínio da prática artística [...].
Segundo Analice Dutra Pillar (1999) muitos professores
em nome da Proposta Triangular estão no momento do
fazer artístico trabalhando releitura como cópia. Ela
pergunta-se: O que se quer com isso? A cópia diz
respeito ao aprimoramento técnico (por aproximação de
procedimentos e tentativas de imitação nas resoluções
de problemas), em transformação, sem interpretações
e sem criação. Na releitura há transformação,
interpretação e criação com base em um referencial: o
texto visual que pode estar explícito ou implícito no
trabalho final do aluno. Ambas são atividades ensino,
mais uma é da ordem da reprodução e outra da criação.
(RIZZI, 2002, p. 69)
13/04/2017 Produzido por Profª Elizabeth Rossi De Grande
CONTEXTUALIZAR:
Ao contextualizar estamos operando no
domínio da História da Arte e outras áreas
do conhecimento necessárias para
determinado programa de ensino. Assim
estabelece-se relações que permitam a
interdisciplinaridade no processo de
ensino-aprendizagem. (RIZZI, 2002, p. 69)
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NASCIMENTO
Vivência 2
ARTE
BEBÊ BROTAR
VIDA
INÍCIO
COMEÇO
SEMENTE
NOVOTRANSFORMAÇÃO
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NASCIMENTO
1. Ato de nascer. 2. princípio,
começo, nascença. 3. princípio,
procedência. 4. raça, progênie,
estirpe.
NASCER
1. Vir ao mundo; vir à luz; começar
a ter vida exterior. 2. Tomar
carne, encarnar-se, humaniza-
se. 3. Começar a crescer,
desenvolver-se. [...]
13/04/2017 Produzido por Profª Elizabeth Rossi De Grande
A Arte no Ensino FundamentalPROCEDIMENTOS
-Estímulos a
descobertas,
encorajamento da
iniciativa e
espontaneidade;
-Comportamento
criativo e
independente avança
a atividade criadora
IDENTIDADE
1. Da criança com a
atividade
2. Da criança com o
meio (usa a si
própria como
referência de
criação, precisa
inspiração para
despertar
confiança, precisa
de impulso.
(LOWENFELD, BRITTAIN, 1977, p. 75 - 113)
EXPERIÊNCIAS
-Para a criança o
valor da
experiência está
no processo e
não no produto
final artístico;
-Portanto os
materiais devem
estar de acordo
com suas
necessidades
criativas.
MOTIVAÇÃO
-Processo
criativo tem
que ter
significado
(motivação e
desenvolviment
o, aproveitar
as
descobertas,
crianças
pequenas
precisam de
mais estímulos
físicos)
13/04/2017 Produzido por Profª Elizabeth Rossi De Grande
enfim
TODA CRIANÇA É ARTISTA. O PROBLEMA É COMO
PERMANECER ARTISTA DEPOIS DE CRESCER.
Pablo Picasso.
13/04/2017 Produzido por Profª Elizabeth Rossi De Grande
GRATIDÃO!eliza.beth2011@hotmail.com
13/04/2017 Produzido por Profª Elizabeth Rossi De Grande
REFERÊNCIAS
BARBOSA. A. M. T. Dilemas da Arte/Educação como mediação cultural em namoro com as tecnologias contemporâneas. Barbosa,
Ana Mar (org.) In: Arte/Educação Contemporânea: consonâncias internacionais. 2. ed. São Paulo: Cortez, 2008.
BRASIL. Parâmetros Curriculares Nacionais – PCNs. Secretaria de Educação Fundamental. Brasília: MEC/SEF, 1998.
FERRAZ, M. H. C. de T.; FUSARI, M. F. Metodologia do ensino de arte. Cortez, 1999.
FREIRE, P. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. 6ª ed. São Paulo: Paz e Terra, 1996. (Coleção leitura)
LOWENFELD, Viktor; BRITTAIN, W. Lambert. Desenvolvimento da capacidade criadora. Mestre Jou, 1977.
MARTINS, Mirian Celeste. Teoria e prática do ensino da Arte. São Paulo: FTD, 2009.
RIZZI, Maria Cristina de Souza. Caminhos metodológicos. In: BARBOSA, Ana Mae. Inquietações e mudanças no ensino da arte. São
Paulo: Cortez, p. 63-70, 2002.
PILLAR, Analice Dutra. A educação do olhar no ensino das artes. In: BARBOSA, Ana Mae. Inquietações e mudanças no ensino da
arte. São Paulo: Cortez, p. 71-81, 2002.
13/04/2017 Produzido por Profª Elizabeth Rossi De Grande
REFERÊNCIAS DE SITES
FERNANDES, Katya. Os conteúdos conceituais, procedimentais e atitudinais em correlação com os eixos temáticos dos
PCNs. Disponível em < http://www.webartigos.com/artigos/os-conteudos-conceituais-procedimentais-e-atitudinais-em-
correlacao-com-os-eixos-tematicos-dos-pcns/35902/>. Acesso em: 05 mar de 2017.
VOMERO, Maria Fernanda. Como nascem as ideias. Superinteressante, São Paulo, out. 2016. Disponível em <
http://super.abril.com.br/ciencia/como-nascem-as-ideias/ >. Acesso em: 05 mar de 2017.
REFERÊNCIAS DE IMAGENS
http://br.freepik.com/
13/04/2017 Produzido por Profª Elizabeth Rossi De Grande

Apresentacao 1 a

  • 1.
    Refletindo e experimentadoa prática do Ensino de Arte
  • 2.
    METODOLOGIA DO ENSINODE ARTE • Escolha dos assuntos em arte • Reflexão do contexto • Determinação da metódica (Trajetória pedagógica) • Apreensão viva e significativa • Escolhas dos materiais, meios de comunicação para produção artística/estética Ferraz e Fusari, 1993, p.98 13/04/2017 Produzido por Profª Elizabeth Rossi De Grande
  • 3.
    “Acreditamos que a contribuiçãoescolar na formação de estudantes em arte resulta de processos pedagógicos que consigam reunir junto aos educandos tanto as elaborações artísticas e estéticas pessoais como as inferências educativas necessárias ao andamento dessa aprendizagem.” Ferraz e Fusari, 1993, p.100 13/04/2017 Produzido por Profª Elizabeth Rossi De Grande
  • 4.
    Então... Vamos fazerum retrato? 13/04/2017 Produzido por Profª Elizabeth Rossi De Grande
  • 5.
    O que oaluno poderá aprender com esta aula CONCEITOS (PENSAR) -Composição -Proporção -Forma, linha, contorno -Elementos da figura humana -Equilíbrio _Simetria ATITUDES -Resiliência -Foco e atenção -Concentração -Solidariedade PROCEDIMENTOS (FAZER) -Usar materiais diferentes para se expressar -Organizar espaço de criação -Elaborar ideias -Selecionar materiais adequados para suas ideias -Trabalhar com materiais não convencionais 13/04/2017 Produzido por Profª Elizabeth Rossi De Grande
  • 6.
    13/04/2017 Produzido porProfª Elizabeth Rossi De Grande
  • 7.
    ARCIMBOLDO, Giuseppe. As quatroestações I 13/04/2017 Produzido por Profª Elizabeth Rossi De Grande
  • 8.
    ARCIMBOLDO, Giuseppe. As quatroestações II 13/04/2017 Produzido por Profª Elizabeth Rossi De Grande
  • 9.
    PCN, 1997, p.61 Aeducação visual deve considerar a complexidade de uma proposta educacional que leve em conta as possibilidades e os modos de os alunos transformarem seus conhecimentos em arte, ou seja, o modo como aprendem, criam e se desenvolvem na área. ARTES VISUAIS 13/04/2017 Produzido por Profª Elizabeth Rossi De Grande
  • 10.
    Criar e perceberformas visuais implica trabalhar frequentemente com relações entre os elementos que as compõe, tais como ponto, linha, plano, cor, luz, movimento e ritmo. PCN, 1997, p.61 13/04/2017 Produzido por Profª Elizabeth Rossi De Grande
  • 11.
    PCN, 1997, p.62- 64 Os blocos de conteúdos para Artes Visuais EXPRESSÃO E COMUNICAÇÃO NA PRÁTICA DOS ALUNOS EM ARTES VISUAIS AS ARTES VISUAIS COMO OBJETO DE APRECIAÇÃO SIGNIFICATIVA AS ARTES VISUAIS COMO PRODUTO CULTURAL E HISTÓRICO 13/04/2017 Produzido por Profª Elizabeth Rossi De Grande
  • 12.
    Abordagem Triangular para oEnsino de Arte sistematizada por Ana Mae Barbosa Tavares. 13/04/2017 Produzido por Profª Elizabeth Rossi De Grande
  • 13.
    Barbosa, 2008. chamamos de“proposta ou abordagem triangular” a sistematização de ações para a construção do conhecimento nas aulas de arte pensadas em três momentos prioritários: ler obras de arte, fazer arte e contextualizar. 13/04/2017 Produzido por Profª Elizabeth Rossi De Grande
  • 14.
    Falando sobre oassunto... 13/04/2017 Produzido por Profª Elizabeth Rossi De Grande
  • 15.
    BOTTICELLI, Sandro. ONascimento de Vênus. 1493. Têmpera sobre tela. 1,73 × 27,9. Galeria Uffizi, Florença, Itália 13/04/2017 Produzido por Profª Elizabeth Rossi De Grande
  • 16.
    LER OBRAS DEARTE: A leitura de obra de Arte envolve o questionamento, a busca, a descoberta e o despertar da capacidade crítica dos alunos. [...] não são passíveis da dedução certo/errado. [...] não justificando processos adivinhatórios na tentativa de descobrir as “intenções do artista”. (RIZZI, 2002, p. 67) Os três momentos 13/04/2017 Produzido por Profª Elizabeth Rossi De Grande
  • 17.
    FAZER ARTE: Ação dodomínio da prática artística [...]. Segundo Analice Dutra Pillar (1999) muitos professores em nome da Proposta Triangular estão no momento do fazer artístico trabalhando releitura como cópia. Ela pergunta-se: O que se quer com isso? A cópia diz respeito ao aprimoramento técnico (por aproximação de procedimentos e tentativas de imitação nas resoluções de problemas), em transformação, sem interpretações e sem criação. Na releitura há transformação, interpretação e criação com base em um referencial: o texto visual que pode estar explícito ou implícito no trabalho final do aluno. Ambas são atividades ensino, mais uma é da ordem da reprodução e outra da criação. (RIZZI, 2002, p. 69) 13/04/2017 Produzido por Profª Elizabeth Rossi De Grande
  • 18.
    CONTEXTUALIZAR: Ao contextualizar estamosoperando no domínio da História da Arte e outras áreas do conhecimento necessárias para determinado programa de ensino. Assim estabelece-se relações que permitam a interdisciplinaridade no processo de ensino-aprendizagem. (RIZZI, 2002, p. 69) 13/04/2017 Produzido por Profª Elizabeth Rossi De Grande
  • 19.
  • 20.
    NASCIMENTO 1. Ato denascer. 2. princípio, começo, nascença. 3. princípio, procedência. 4. raça, progênie, estirpe. NASCER 1. Vir ao mundo; vir à luz; começar a ter vida exterior. 2. Tomar carne, encarnar-se, humaniza- se. 3. Começar a crescer, desenvolver-se. [...] 13/04/2017 Produzido por Profª Elizabeth Rossi De Grande
  • 21.
    A Arte noEnsino FundamentalPROCEDIMENTOS -Estímulos a descobertas, encorajamento da iniciativa e espontaneidade; -Comportamento criativo e independente avança a atividade criadora IDENTIDADE 1. Da criança com a atividade 2. Da criança com o meio (usa a si própria como referência de criação, precisa inspiração para despertar confiança, precisa de impulso. (LOWENFELD, BRITTAIN, 1977, p. 75 - 113) EXPERIÊNCIAS -Para a criança o valor da experiência está no processo e não no produto final artístico; -Portanto os materiais devem estar de acordo com suas necessidades criativas. MOTIVAÇÃO -Processo criativo tem que ter significado (motivação e desenvolviment o, aproveitar as descobertas, crianças pequenas precisam de mais estímulos físicos) 13/04/2017 Produzido por Profª Elizabeth Rossi De Grande
  • 22.
    enfim TODA CRIANÇA ÉARTISTA. O PROBLEMA É COMO PERMANECER ARTISTA DEPOIS DE CRESCER. Pablo Picasso. 13/04/2017 Produzido por Profª Elizabeth Rossi De Grande
  • 23.
  • 24.
    REFERÊNCIAS BARBOSA. A. M.T. Dilemas da Arte/Educação como mediação cultural em namoro com as tecnologias contemporâneas. Barbosa, Ana Mar (org.) In: Arte/Educação Contemporânea: consonâncias internacionais. 2. ed. São Paulo: Cortez, 2008. BRASIL. Parâmetros Curriculares Nacionais – PCNs. Secretaria de Educação Fundamental. Brasília: MEC/SEF, 1998. FERRAZ, M. H. C. de T.; FUSARI, M. F. Metodologia do ensino de arte. Cortez, 1999. FREIRE, P. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. 6ª ed. São Paulo: Paz e Terra, 1996. (Coleção leitura) LOWENFELD, Viktor; BRITTAIN, W. Lambert. Desenvolvimento da capacidade criadora. Mestre Jou, 1977. MARTINS, Mirian Celeste. Teoria e prática do ensino da Arte. São Paulo: FTD, 2009. RIZZI, Maria Cristina de Souza. Caminhos metodológicos. In: BARBOSA, Ana Mae. Inquietações e mudanças no ensino da arte. São Paulo: Cortez, p. 63-70, 2002. PILLAR, Analice Dutra. A educação do olhar no ensino das artes. In: BARBOSA, Ana Mae. Inquietações e mudanças no ensino da arte. São Paulo: Cortez, p. 71-81, 2002. 13/04/2017 Produzido por Profª Elizabeth Rossi De Grande
  • 25.
    REFERÊNCIAS DE SITES FERNANDES,Katya. Os conteúdos conceituais, procedimentais e atitudinais em correlação com os eixos temáticos dos PCNs. Disponível em < http://www.webartigos.com/artigos/os-conteudos-conceituais-procedimentais-e-atitudinais-em- correlacao-com-os-eixos-tematicos-dos-pcns/35902/>. Acesso em: 05 mar de 2017. VOMERO, Maria Fernanda. Como nascem as ideias. Superinteressante, São Paulo, out. 2016. Disponível em < http://super.abril.com.br/ciencia/como-nascem-as-ideias/ >. Acesso em: 05 mar de 2017. REFERÊNCIAS DE IMAGENS http://br.freepik.com/ 13/04/2017 Produzido por Profª Elizabeth Rossi De Grande