DIÁLOGO COMO OS PROFESSORES APRENDÊNCIA: RAZÕES E SIGNIFICADOS
Olhando o mundo... Vivemos momento de crise:   Naturalização da desigualdade, da miséria e banalização da violência. Descrédito das instituições: família, escola, Igrejas, política, Estado, Empresas. Fatalismo e descompromisso com relação ao social vivido.
Contexto Será que ser educador/a é uma opção de vida entusiamantes; Por que dedicar parte de nossa existência a esta atividade cansativa, desvalorizada econômica e socialmente? Por que?
Os tipos de professores: -Otimista ingênuo (educação pode tudo) -Pessimista ingênuo(educ. não pode nada) -Otimista crítico: (educação pode relativamente, pois  necessita de outras dimensões)
Aprender-ensinar: a vida A vida é basicamente persistência de  processos de aprendizagem. processos vitais = processos de conhecimentos É preciso propiciar ecologias cognitivas.
Sociedade do Conhecimento Vivemos a Sociedade do conhecimento sob  o primado do Capital. Rousseau (filósofo, séc.XVIII), disse que o homem era bom no estado de natureza e se tornou destruidor no estado social  (sociedade civil).
Crise de paradigmas Momentos de mudanças: -fim das certezas; -fim das ilusões (progresso – industria, etc); -fim dos determinismos (cientismo – Estado forte, mercado, educação)
Primazia do ‘estético’ (descartável, efêmero) sob o ético (gratuidade, pautado em valores); -do simulacro sob a concretude; -do speed sob o mores; -da experiência fugaz sob a especulação substantiva, meditativa; -do dogma do real x a complexidade do real); -da descoberta sob a construção; da individualismo egoísta x individualidade e  subjetividade
Olhando o mundo... A Cultura tornou-se uma mercadoria, perda da gratuidade e espontaneidade. Depreciação, efemeridade do conhecimento. Ética casuística – vale para ´o meu caso`. Primazia do ‘homo economicus’.
Por outro lado...  Bate na nossa porta a fome e a miséria. O modelo de desenvolvimento de inspiração neoliberal priorizou a acumulação com a dinâmica do mercado e exclusão social.  Concentração da renda: 228 famílias no mundo apropriam de 86% do que se produzem no mundo. No Paraná: 20 famílias concentram 80% da renda.
E o sociedade... A pobreza cresce – 44% da população. A exclusão do mercado de trabalho, do consumo, da cultura coletiva, do acesso ao conhecimento e da tecnologia.  A violência aumenta como reação a exclusão e destruição da identidade.
O que fazer? O que? Alguns:  ´culpabilizam a vítima`. Justificam: ‘a desigualdade é natural’, ‘é vontade de (d)Deus’. Prestam assistencialismo ingênuo de boa vontade, ou alívio da consciência. Outros:  Ficam indignados>  “ Isso não é vontade de Deus’.
A fome e a miséria continuam lá É preciso pensar coletivamente. Pensar globalmente e agir localmente. Ver o imediato e compreender o estrutural. Ter marco conceitual coletivo. Identificar os atores envolvidos e definir papeis. Agir coletivamente e em forma de rede.
1.Construir o marco conceitual O que é:  Segurança Alimentar? Pobre e pobreza? Estado e sociedade civil? O que é e o papel do Conselho de Segurança Alimentar?
O educador do Futuro Por que a persistência do educador? Temos paixão pelo Futuro; Somos parteiro do futuro, isto é, gestamos Hoje – o Amanhã. Que legal!!! A história é uma construção nossa.
Sentido do ato de educar Os educadores, temos paixão pela Rebeldia contra a ditadura do presente que aparenta o invencível. A educação escolar vincula-se ao mundo do trabalho e a prática social, cf. §2º art 1º da LDB,  então, aí está a saída para Educação.

AprendêNcia. Razoes Significados

  • 1.
    DIÁLOGO COMO OSPROFESSORES APRENDÊNCIA: RAZÕES E SIGNIFICADOS
  • 2.
    Olhando o mundo...Vivemos momento de crise: Naturalização da desigualdade, da miséria e banalização da violência. Descrédito das instituições: família, escola, Igrejas, política, Estado, Empresas. Fatalismo e descompromisso com relação ao social vivido.
  • 3.
    Contexto Será queser educador/a é uma opção de vida entusiamantes; Por que dedicar parte de nossa existência a esta atividade cansativa, desvalorizada econômica e socialmente? Por que?
  • 4.
    Os tipos deprofessores: -Otimista ingênuo (educação pode tudo) -Pessimista ingênuo(educ. não pode nada) -Otimista crítico: (educação pode relativamente, pois necessita de outras dimensões)
  • 5.
    Aprender-ensinar: a vidaA vida é basicamente persistência de processos de aprendizagem. processos vitais = processos de conhecimentos É preciso propiciar ecologias cognitivas.
  • 6.
    Sociedade do ConhecimentoVivemos a Sociedade do conhecimento sob o primado do Capital. Rousseau (filósofo, séc.XVIII), disse que o homem era bom no estado de natureza e se tornou destruidor no estado social (sociedade civil).
  • 7.
    Crise de paradigmasMomentos de mudanças: -fim das certezas; -fim das ilusões (progresso – industria, etc); -fim dos determinismos (cientismo – Estado forte, mercado, educação)
  • 8.
    Primazia do ‘estético’(descartável, efêmero) sob o ético (gratuidade, pautado em valores); -do simulacro sob a concretude; -do speed sob o mores; -da experiência fugaz sob a especulação substantiva, meditativa; -do dogma do real x a complexidade do real); -da descoberta sob a construção; da individualismo egoísta x individualidade e subjetividade
  • 9.
    Olhando o mundo...A Cultura tornou-se uma mercadoria, perda da gratuidade e espontaneidade. Depreciação, efemeridade do conhecimento. Ética casuística – vale para ´o meu caso`. Primazia do ‘homo economicus’.
  • 10.
    Por outro lado... Bate na nossa porta a fome e a miséria. O modelo de desenvolvimento de inspiração neoliberal priorizou a acumulação com a dinâmica do mercado e exclusão social. Concentração da renda: 228 famílias no mundo apropriam de 86% do que se produzem no mundo. No Paraná: 20 famílias concentram 80% da renda.
  • 11.
    E o sociedade...A pobreza cresce – 44% da população. A exclusão do mercado de trabalho, do consumo, da cultura coletiva, do acesso ao conhecimento e da tecnologia. A violência aumenta como reação a exclusão e destruição da identidade.
  • 12.
    O que fazer?O que? Alguns: ´culpabilizam a vítima`. Justificam: ‘a desigualdade é natural’, ‘é vontade de (d)Deus’. Prestam assistencialismo ingênuo de boa vontade, ou alívio da consciência. Outros: Ficam indignados> “ Isso não é vontade de Deus’.
  • 13.
    A fome ea miséria continuam lá É preciso pensar coletivamente. Pensar globalmente e agir localmente. Ver o imediato e compreender o estrutural. Ter marco conceitual coletivo. Identificar os atores envolvidos e definir papeis. Agir coletivamente e em forma de rede.
  • 14.
    1.Construir o marcoconceitual O que é: Segurança Alimentar? Pobre e pobreza? Estado e sociedade civil? O que é e o papel do Conselho de Segurança Alimentar?
  • 15.
    O educador doFuturo Por que a persistência do educador? Temos paixão pelo Futuro; Somos parteiro do futuro, isto é, gestamos Hoje – o Amanhã. Que legal!!! A história é uma construção nossa.
  • 16.
    Sentido do atode educar Os educadores, temos paixão pela Rebeldia contra a ditadura do presente que aparenta o invencível. A educação escolar vincula-se ao mundo do trabalho e a prática social, cf. §2º art 1º da LDB, então, aí está a saída para Educação.