O Ciclo de Vida da Água em Contexto Urbano
Perspectiva da Entidade Gestora de Águas Residuais
18 de Abril de 2013
António Frazão
Perspectiva da Entidade Gestora de Águas Residuais
E… depois como se completa o ciclo?
• Sustentabilidade
• Recolher e tratar todo o esgoto
• Fiabilidade do tratamento e do destino final da água e dos subprodutos de modo a
garantir a protecção da saúde pública e do ambiente
• Adequabilidade das instalações, equipamentos e processos de tratamento
• Operação eficaz – Procedimentos adequados e formação de pessoal
• Controlo de caudais pluviais
• Controlo de entradas de maré
• Controlo de ligações industriais
• Segurança e resiliência das instalações
• Monitorização
• Redução de custos / eficiência energética
• Reutilização
• Legislação, Regulação
• Burocracia
• Pensar o futuro
Sustentabilidade
SIMTEJO, S.A. – Grupo Águas de Portugal
Sistema Multimunicipal de Saneamento do Tejo e do Trancão
 Capital Social € 38 Milhões
 Tarifa € 0,49/m3
 Volume de Negócios (2012) € 47 Milhões
 EBITDA € 29 Milhões
 N.º trabalhadores (2012) 214
Sustentabilidade
Dados Económico-financeiros 2009 2010 2011 2012
Volume de Negócios 41,218 42,591 46,597 47,811
Cashflow Operacional (EBITDA) 21,644 23,268 31,814 29,312
Resultado Líquido do Exercício 7,253 5,739 7,735 8,924
Ativo Líquido 268,125 385,956 372,611 391,266
Capital Próprio 55,279 58,921 63,278 66,854
Passivo Remunerado 119,504 163,770 171,819 182,029
Desvios de Recuperação de Custos - - - -
Imposto Diferido Passivo (a pagar até ao final da concessão) - 14,096 14,361 17,106
Unidade: milhões de euros
41,218
42,591
46,597
47,811
36,000
38,000
40,000
42,000
44,000
46,000
48,000
50,000
2009 2010 2011 2012
Volume de Negócios
(milhões de euros)
7,253
5,739
7,735
8,924
0,000
1,000
2,000
3,000
4,000
5,000
6,000
7,000
8,000
9,000
10,000
2009 2010 2011 2012
Resultado Líquido Exercício
(milhões de euros)
Perspectiva da Entidade Gestora de Águas Residuais
E… depois como se completa o ciclo?
• Sustentabilidade
• Recolher e tratar todo o esgoto
• Fiabilidade do tratamento e do destino final da água e dos subprodutos de modo a
garantir a protecção da saúde pública e do ambiente
• Adequabilidade das instalações, equipamentos e processos de tratamento
• Operação eficaz – Procedimentos adequados e formação de pessoal
• Controlo de caudais pluviais
• Controlo de entradas de maré
• Controlo de ligações industriais
• Segurança e resiliência das instalações
• Monitorização
• Redução de custos / eficiência energética
• Reutilização
• Legislação, Regulação
• Burocracia
• Pensar o futuro
Recolher e tratar todo o esgoto
0
100
200
300
Infraestruturas
Intercetores (249 km)
ETAR (29)
Est. Elevatórias (75)
Caudais tratados em 2012 111,7 Milhões m3
307.000 m3/dia
333,045
48,512
0,000
50,000
100,000
150,000
200,000
250,000
300,000
350,000
Investimento Realizado Apoio de Fundos
Comunitários
Acumulado de 2001 a 2012
(milhões de euros)
Recolher e tratar todo o esgoto
Perspectiva da Entidade Gestora de Águas Residuais
E… depois como se completa o ciclo?
• Sustentabilidade
• Recolher e tratar todo o esgoto
• Fiabilidade do tratamento e do destino final da água e dos subprodutos de modo a
garantir a protecção da saúde pública e do ambiente
• Adequabilidade das instalações, equipamentos e processos de tratamento
• Operação eficaz – Procedimentos adequados e formação de pessoal
• Segurança e resiliência das instalações
• Controlo de caudais pluviais
• Controlo de entradas de maré
• Controlo de ligações industriais
• Monitorização
• Redução de custos / eficiência energética
• Reutilização
• Legislação, Regulação
• Burocracia
• Pensar o futuro
Fiabilidade do tratamento
99%
1%
Qualidade do EfluenteTratado
(2012)
análise conformes análises não conformes
37047
39504
41901 41644
34000
36000
38000
40000
42000
44000
2009 2010 2011 2012
Nº de análises efetuadas
(2009-2012)
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E… depois como se completa o ciclo?
• Sustentabilidade
• Recolher e tratar todo o esgoto
• Fiabilidade do tratamento e do destino final da água e dos subprodutos de modo a
garantir a protecção da saúde pública e do ambiente
• Adequabilidade das instalações, equipamentos e processos de tratamento
• Operação eficaz – Procedimentos adequados e formação de pessoal
• Controlo de caudais pluviais
• Controlo de entradas de maré
• Controlo de ligações industriais
• Segurança e resiliência das instalações
• Monitorização
• Redução de custos / eficiência energética
• Reutilização
• Legislação, Regulação
• Burocracia
• Pensar o futuro
B27
B26
B1
B.. - Designação de Bacia de Drenagem
- Bacia de Drenagem de Percurso
- Estação Elevatória
- Descarregador
B15
EE14
EE15
B17
EE16
EE 4
B23 B24
ETAR
EE Sacavém
EE17
B21
B20
B36
B35
B22
B33
B32
B34
B14
B13
B18
B25
EE12
B37
B4
B3
B31
B30
B5
B6
B29
B28
B2
B7
B10
EE13
B12
B11
B8 ( a construir)
B9
ESQUEMA DE FUNCIONAMENTO DO SISTEMA DE DRENAGEM EM ALTA
B16
EE6
B19
Controlo de caudais pluviais
Controlo de caudais pluviais
•Poços Absorventes
•Trincheiras de Infiltração
•Bacias de Retenção/Infiltração
•Pavimentos Porosos
Controlo de caudais pluviais
Novas ETAR com linha de tempo Húmido
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• Sustentabilidade
• Recolher e tratar todo o esgoto
• Fiabilidade do tratamento e do destino final da água e dos subprodutos de modo a
garantir a protecção da saúde pública e do ambiente
• Adequabilidade das instalações, equipamentos e processos de tratamento
• Operação eficaz – Procedimentos adequados e formação de pessoal
• Controlo de caudais pluviais
• Controlo de entradas de maré
• Controlo de ligações industriais
• Segurança e resiliência das instalações
• Monitorização
• Redução de custos / eficiência energética
• Reutilização
• Legislação, Regulação
• Burocracia
• Pensar o futuro
15
Controlo de entradas de maré
Perspectiva da Entidade Gestora de Águas Residuais
E… depois como se completa o ciclo?
• Sustentabilidade
• Recolher e tratar todo o esgoto
• Fiabilidade do tratamento e do destino final da água e dos subprodutos de modo a
garantir a protecção da saúde pública e do ambiente
• Adequabilidade das instalações, equipamentos e processos de tratamento
• Operação eficaz – Procedimentos adequados e formação de pessoal
• Controlo de caudais pluviais
• Controlo de entradas de maré
• Controlo de ligações industriais
• Segurança e resiliência das instalações
• Redução de custos / eficiência energética
• Reutilização
• Legislação, Regulação
• Burocracia
• Pensar o futuro
Controlo de ligações industriais
• Regulamento de descargas industriais
• Controlo
• Estações de pré-tratamento
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E… depois como se completa o ciclo?
• Sustentabilidade
• Recolher e tratar todo o esgoto
• Fiabilidade do tratamento e do destino final da água e dos subprodutos de modo a
garantir a protecção da saúde pública e do ambiente
• Adequabilidade das instalações, equipamentos e processos de tratamento
• Operação eficaz – Procedimentos adequados e formação de pessoal
• Controlo de caudais pluviais
• Controlo de entradas de maré
• Controlo de ligações industriais
• Segurança e resiliência das instalações
• Redução de custos / eficiência energética
• Reutilização
• Legislação, Regulação
• Burocracia
• Pensar o futuro
Traçado actual
19
Segurança e resiliência das instalações
Aquasafe
AQUASAFE
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E… depois como se completa o ciclo?
• Sustentabilidade
• Recolher e tratar todo o esgoto
• Fiabilidade do tratamento e do destino final da água e dos subprodutos de modo a
garantir a protecção da saúde pública e do ambiente
• Adequabilidade das instalações, equipamentos e processos de tratamento
• Operação eficaz – Procedimentos adequados e formação de pessoal
• Controlo de caudais pluviais
• Controlo de entradas de maré
• Controlo de ligações industriais
• Segurança e resiliência das instalações
• Monitorização
• Redução de custos / eficiência energética
• Reutilização
• Legislação, Regulação
• Burocracia
• Pensar o futuro
Traçado actual
Monitorização
Perspectiva da Entidade Gestora de Águas Residuais
E… depois como se completa o ciclo?
• Sustentabilidade
• Recolher e tratar todo o esgoto
• Fiabilidade do tratamento e do destino final da água e dos subprodutos de modo a
garantir a protecção da saúde pública e do ambiente
• Adequabilidade das instalações, equipamentos e processos de tratamento
• Operação eficaz – Procedimentos adequados e formação de pessoal
• Controlo de caudais pluviais
• Controlo de entradas de maré
• Controlo de ligações industriais
• Segurança e resiliência das instalações
• Monitorização
• Redução de custos / eficiência energética
• Reutilização
• Legislação, Regulação
• Burocracia
• Pensar o futuro
Redução de custos / eficiência energética
• Auditorias energéticas
• Auditorias externas (mais preparadas para edifícios)
• aquecimento de água de banhos; - iluminação e sistemas de climatização, incluindo
controlo e automatização; velocidade variável de electrobombas, compressores e
arejadores; motores de alta eficiência
• Medidas internas
• Verificação do modo e eficácia de funcionamento dos equipamentos – ensaios no terreno
• Controlo dos sistemas de tratamento biológico, designadamente em termos de oxigénio
dissolvido, recirculação e extracção de lodos. Redução das actividades nos horários de
tarifas de energia mais alta
• Redução de infiltrações nas redes de colectores
• Controlo de caudais pluviais, gestão mais focada dos sistemas unitários
• Selecção de equipamentos
Traçado actual
Redução de custos / eficiência energética
Hidrograma medido e simulado para o
evento 8 (incompleto)
Medidor B8C1 - Evento 8
0
200
400
600
800
1000
1200
1400
1600
19:55
21:07
22:19
23:31
0:43
1:55
3:07
4:19
5:31
6:43
7:55
9:07
10:19
11:31
12:43
13:55
15:07
16:19
17:31
18:43
19:55
21:07
22:19
23:31
0:43
1:55
Caudal(l/s)
0,0
50,0
100,0
150,0
200,0
250,0
IntensidadedePrecipitação(mm/h)
P (mm) Caudal medido (l/s) Caudal simulado (l/s)
Traçado actual
Redução de custos / eficiência energética
Tratamento biológico
• Medidas
• Controlo de OD
• Substituição de difusores e
velocidade variável
em arejadores superficiais
• Controlo da distribuição de ar e
das recirculações
• Projectos de investigação
• Nereda
• Aquawise
• Smart Water 4 Energy
• ASP-CON
Perspectiva da Entidade Gestora de Águas Residuais
E… depois como se completa o ciclo?
• Sustentabilidade
• Recolher e tratar todo o esgoto
• Fiabilidade do tratamento e do destino final da água e dos subprodutos de modo a
garantir a protecção da saúde pública e do ambiente
• Adequabilidade das instalações, equipamentos e processos de tratamento
• Operação eficaz – Procedimentos adequados e formação de pessoal
• Controlo de caudais pluviais
• Controlo de entradas de maré
• Controlo de ligações industriais
• Segurança e resiliência das instalações
• Redução de custos / eficiência energética
• Reutilização
• Legislação, Regulação
• Burocracia
• Pensar o futuro
Caudal médio diário
52.500 m3/dia
ETAR CHELAS - DISPONIBILIDADE
Reutilização
ReutilizaçãoReutilização
 Caudal médio diário: 1.709 m3/dia
 Volume de água reutilizada na ETAR: 180 m3/dia
 Volume de água reutilizada externamente: 600 m3/dia
ETAR DE MAFRA
ReutilizaçãoReutilização
 Caudal médio diário: 48.735 m3/dia ( 2009 )
 Volume de água reutilizada na ETAR: 720 m3/dia
 Volume de água reutilizada externamente: 20 m3/dia
 Sistema de climatização do armazém do IKEA
 Refrigeração : 756.000 m3/ano; 370 m3/h
ETAR DE FRIELAS
ReutilizaçãoReutilização
E… depois como se completa o ciclo?
• Sustentabilidade
• Recolher e tratar todo o esgoto
• Fiabilidade do tratamento e do destino final da água e dos subprodutos de modo a
garantir a protecção da saúde pública e do ambiente
• Adequabilidade das instalações, equipamentos e processos de tratamento
• Operação eficaz – Procedimentos adequados e formação de pessoal
• Controlo de caudais pluviais
• Controlo de entradas de maré
• Controlo de ligações industriais
• Segurança e resiliência das instalações
• Monitorização
• Redução de custos / eficiência energética
• Reutilização
• Legislação, Regulação
• Burocracia
• Pensar o futuro
Perspectiva da Entidade Gestora de Águas Residuais
Legislação, Regulação e Burocracia… Pensar o Futuro!
OBRIGADO

António Frazão - SIMTEJO

  • 1.
    O Ciclo deVida da Água em Contexto Urbano Perspectiva da Entidade Gestora de Águas Residuais 18 de Abril de 2013 António Frazão
  • 2.
    Perspectiva da EntidadeGestora de Águas Residuais E… depois como se completa o ciclo? • Sustentabilidade • Recolher e tratar todo o esgoto • Fiabilidade do tratamento e do destino final da água e dos subprodutos de modo a garantir a protecção da saúde pública e do ambiente • Adequabilidade das instalações, equipamentos e processos de tratamento • Operação eficaz – Procedimentos adequados e formação de pessoal • Controlo de caudais pluviais • Controlo de entradas de maré • Controlo de ligações industriais • Segurança e resiliência das instalações • Monitorização • Redução de custos / eficiência energética • Reutilização • Legislação, Regulação • Burocracia • Pensar o futuro
  • 3.
    Sustentabilidade SIMTEJO, S.A. –Grupo Águas de Portugal Sistema Multimunicipal de Saneamento do Tejo e do Trancão  Capital Social € 38 Milhões  Tarifa € 0,49/m3  Volume de Negócios (2012) € 47 Milhões  EBITDA € 29 Milhões  N.º trabalhadores (2012) 214
  • 4.
    Sustentabilidade Dados Económico-financeiros 20092010 2011 2012 Volume de Negócios 41,218 42,591 46,597 47,811 Cashflow Operacional (EBITDA) 21,644 23,268 31,814 29,312 Resultado Líquido do Exercício 7,253 5,739 7,735 8,924 Ativo Líquido 268,125 385,956 372,611 391,266 Capital Próprio 55,279 58,921 63,278 66,854 Passivo Remunerado 119,504 163,770 171,819 182,029 Desvios de Recuperação de Custos - - - - Imposto Diferido Passivo (a pagar até ao final da concessão) - 14,096 14,361 17,106 Unidade: milhões de euros 41,218 42,591 46,597 47,811 36,000 38,000 40,000 42,000 44,000 46,000 48,000 50,000 2009 2010 2011 2012 Volume de Negócios (milhões de euros) 7,253 5,739 7,735 8,924 0,000 1,000 2,000 3,000 4,000 5,000 6,000 7,000 8,000 9,000 10,000 2009 2010 2011 2012 Resultado Líquido Exercício (milhões de euros)
  • 5.
    Perspectiva da EntidadeGestora de Águas Residuais E… depois como se completa o ciclo? • Sustentabilidade • Recolher e tratar todo o esgoto • Fiabilidade do tratamento e do destino final da água e dos subprodutos de modo a garantir a protecção da saúde pública e do ambiente • Adequabilidade das instalações, equipamentos e processos de tratamento • Operação eficaz – Procedimentos adequados e formação de pessoal • Controlo de caudais pluviais • Controlo de entradas de maré • Controlo de ligações industriais • Segurança e resiliência das instalações • Monitorização • Redução de custos / eficiência energética • Reutilização • Legislação, Regulação • Burocracia • Pensar o futuro
  • 6.
    Recolher e tratartodo o esgoto 0 100 200 300 Infraestruturas Intercetores (249 km) ETAR (29) Est. Elevatórias (75) Caudais tratados em 2012 111,7 Milhões m3 307.000 m3/dia 333,045 48,512 0,000 50,000 100,000 150,000 200,000 250,000 300,000 350,000 Investimento Realizado Apoio de Fundos Comunitários Acumulado de 2001 a 2012 (milhões de euros)
  • 7.
    Recolher e tratartodo o esgoto
  • 8.
    Perspectiva da EntidadeGestora de Águas Residuais E… depois como se completa o ciclo? • Sustentabilidade • Recolher e tratar todo o esgoto • Fiabilidade do tratamento e do destino final da água e dos subprodutos de modo a garantir a protecção da saúde pública e do ambiente • Adequabilidade das instalações, equipamentos e processos de tratamento • Operação eficaz – Procedimentos adequados e formação de pessoal • Segurança e resiliência das instalações • Controlo de caudais pluviais • Controlo de entradas de maré • Controlo de ligações industriais • Monitorização • Redução de custos / eficiência energética • Reutilização • Legislação, Regulação • Burocracia • Pensar o futuro
  • 9.
    Fiabilidade do tratamento 99% 1% Qualidadedo EfluenteTratado (2012) análise conformes análises não conformes 37047 39504 41901 41644 34000 36000 38000 40000 42000 44000 2009 2010 2011 2012 Nº de análises efetuadas (2009-2012)
  • 10.
    Perspectiva da EntidadeGestora de Águas Residuais E… depois como se completa o ciclo? • Sustentabilidade • Recolher e tratar todo o esgoto • Fiabilidade do tratamento e do destino final da água e dos subprodutos de modo a garantir a protecção da saúde pública e do ambiente • Adequabilidade das instalações, equipamentos e processos de tratamento • Operação eficaz – Procedimentos adequados e formação de pessoal • Controlo de caudais pluviais • Controlo de entradas de maré • Controlo de ligações industriais • Segurança e resiliência das instalações • Monitorização • Redução de custos / eficiência energética • Reutilização • Legislação, Regulação • Burocracia • Pensar o futuro
  • 11.
    B27 B26 B1 B.. - Designaçãode Bacia de Drenagem - Bacia de Drenagem de Percurso - Estação Elevatória - Descarregador B15 EE14 EE15 B17 EE16 EE 4 B23 B24 ETAR EE Sacavém EE17 B21 B20 B36 B35 B22 B33 B32 B34 B14 B13 B18 B25 EE12 B37 B4 B3 B31 B30 B5 B6 B29 B28 B2 B7 B10 EE13 B12 B11 B8 ( a construir) B9 ESQUEMA DE FUNCIONAMENTO DO SISTEMA DE DRENAGEM EM ALTA B16 EE6 B19 Controlo de caudais pluviais
  • 12.
    Controlo de caudaispluviais •Poços Absorventes •Trincheiras de Infiltração •Bacias de Retenção/Infiltração •Pavimentos Porosos
  • 13.
    Controlo de caudaispluviais Novas ETAR com linha de tempo Húmido
  • 14.
    Perspectiva da EntidadeGestora de Águas Residuais E… depois como se completa o ciclo? • Sustentabilidade • Recolher e tratar todo o esgoto • Fiabilidade do tratamento e do destino final da água e dos subprodutos de modo a garantir a protecção da saúde pública e do ambiente • Adequabilidade das instalações, equipamentos e processos de tratamento • Operação eficaz – Procedimentos adequados e formação de pessoal • Controlo de caudais pluviais • Controlo de entradas de maré • Controlo de ligações industriais • Segurança e resiliência das instalações • Monitorização • Redução de custos / eficiência energética • Reutilização • Legislação, Regulação • Burocracia • Pensar o futuro
  • 15.
  • 16.
    Perspectiva da EntidadeGestora de Águas Residuais E… depois como se completa o ciclo? • Sustentabilidade • Recolher e tratar todo o esgoto • Fiabilidade do tratamento e do destino final da água e dos subprodutos de modo a garantir a protecção da saúde pública e do ambiente • Adequabilidade das instalações, equipamentos e processos de tratamento • Operação eficaz – Procedimentos adequados e formação de pessoal • Controlo de caudais pluviais • Controlo de entradas de maré • Controlo de ligações industriais • Segurança e resiliência das instalações • Redução de custos / eficiência energética • Reutilização • Legislação, Regulação • Burocracia • Pensar o futuro
  • 17.
    Controlo de ligaçõesindustriais • Regulamento de descargas industriais • Controlo • Estações de pré-tratamento
  • 18.
    Perspectiva da EntidadeGestora de Águas Residuais E… depois como se completa o ciclo? • Sustentabilidade • Recolher e tratar todo o esgoto • Fiabilidade do tratamento e do destino final da água e dos subprodutos de modo a garantir a protecção da saúde pública e do ambiente • Adequabilidade das instalações, equipamentos e processos de tratamento • Operação eficaz – Procedimentos adequados e formação de pessoal • Controlo de caudais pluviais • Controlo de entradas de maré • Controlo de ligações industriais • Segurança e resiliência das instalações • Redução de custos / eficiência energética • Reutilização • Legislação, Regulação • Burocracia • Pensar o futuro
  • 19.
    Traçado actual 19 Segurança eresiliência das instalações Aquasafe AQUASAFE
  • 20.
    Perspectiva da EntidadeGestora de Águas Residuais E… depois como se completa o ciclo? • Sustentabilidade • Recolher e tratar todo o esgoto • Fiabilidade do tratamento e do destino final da água e dos subprodutos de modo a garantir a protecção da saúde pública e do ambiente • Adequabilidade das instalações, equipamentos e processos de tratamento • Operação eficaz – Procedimentos adequados e formação de pessoal • Controlo de caudais pluviais • Controlo de entradas de maré • Controlo de ligações industriais • Segurança e resiliência das instalações • Monitorização • Redução de custos / eficiência energética • Reutilização • Legislação, Regulação • Burocracia • Pensar o futuro
  • 21.
  • 22.
    Perspectiva da EntidadeGestora de Águas Residuais E… depois como se completa o ciclo? • Sustentabilidade • Recolher e tratar todo o esgoto • Fiabilidade do tratamento e do destino final da água e dos subprodutos de modo a garantir a protecção da saúde pública e do ambiente • Adequabilidade das instalações, equipamentos e processos de tratamento • Operação eficaz – Procedimentos adequados e formação de pessoal • Controlo de caudais pluviais • Controlo de entradas de maré • Controlo de ligações industriais • Segurança e resiliência das instalações • Monitorização • Redução de custos / eficiência energética • Reutilização • Legislação, Regulação • Burocracia • Pensar o futuro
  • 23.
    Redução de custos/ eficiência energética • Auditorias energéticas • Auditorias externas (mais preparadas para edifícios) • aquecimento de água de banhos; - iluminação e sistemas de climatização, incluindo controlo e automatização; velocidade variável de electrobombas, compressores e arejadores; motores de alta eficiência • Medidas internas • Verificação do modo e eficácia de funcionamento dos equipamentos – ensaios no terreno • Controlo dos sistemas de tratamento biológico, designadamente em termos de oxigénio dissolvido, recirculação e extracção de lodos. Redução das actividades nos horários de tarifas de energia mais alta • Redução de infiltrações nas redes de colectores • Controlo de caudais pluviais, gestão mais focada dos sistemas unitários • Selecção de equipamentos
  • 24.
    Traçado actual Redução decustos / eficiência energética Hidrograma medido e simulado para o evento 8 (incompleto) Medidor B8C1 - Evento 8 0 200 400 600 800 1000 1200 1400 1600 19:55 21:07 22:19 23:31 0:43 1:55 3:07 4:19 5:31 6:43 7:55 9:07 10:19 11:31 12:43 13:55 15:07 16:19 17:31 18:43 19:55 21:07 22:19 23:31 0:43 1:55 Caudal(l/s) 0,0 50,0 100,0 150,0 200,0 250,0 IntensidadedePrecipitação(mm/h) P (mm) Caudal medido (l/s) Caudal simulado (l/s)
  • 25.
    Traçado actual Redução decustos / eficiência energética Tratamento biológico • Medidas • Controlo de OD • Substituição de difusores e velocidade variável em arejadores superficiais • Controlo da distribuição de ar e das recirculações • Projectos de investigação • Nereda • Aquawise • Smart Water 4 Energy • ASP-CON
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    Perspectiva da EntidadeGestora de Águas Residuais E… depois como se completa o ciclo? • Sustentabilidade • Recolher e tratar todo o esgoto • Fiabilidade do tratamento e do destino final da água e dos subprodutos de modo a garantir a protecção da saúde pública e do ambiente • Adequabilidade das instalações, equipamentos e processos de tratamento • Operação eficaz – Procedimentos adequados e formação de pessoal • Controlo de caudais pluviais • Controlo de entradas de maré • Controlo de ligações industriais • Segurança e resiliência das instalações • Redução de custos / eficiência energética • Reutilização • Legislação, Regulação • Burocracia • Pensar o futuro
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    Caudal médio diário 52.500m3/dia ETAR CHELAS - DISPONIBILIDADE Reutilização
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     Caudal médiodiário: 1.709 m3/dia  Volume de água reutilizada na ETAR: 180 m3/dia  Volume de água reutilizada externamente: 600 m3/dia ETAR DE MAFRA ReutilizaçãoReutilização
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     Caudal médiodiário: 48.735 m3/dia ( 2009 )  Volume de água reutilizada na ETAR: 720 m3/dia  Volume de água reutilizada externamente: 20 m3/dia  Sistema de climatização do armazém do IKEA  Refrigeração : 756.000 m3/ano; 370 m3/h ETAR DE FRIELAS ReutilizaçãoReutilização
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    E… depois comose completa o ciclo? • Sustentabilidade • Recolher e tratar todo o esgoto • Fiabilidade do tratamento e do destino final da água e dos subprodutos de modo a garantir a protecção da saúde pública e do ambiente • Adequabilidade das instalações, equipamentos e processos de tratamento • Operação eficaz – Procedimentos adequados e formação de pessoal • Controlo de caudais pluviais • Controlo de entradas de maré • Controlo de ligações industriais • Segurança e resiliência das instalações • Monitorização • Redução de custos / eficiência energética • Reutilização • Legislação, Regulação • Burocracia • Pensar o futuro Perspectiva da Entidade Gestora de Águas Residuais
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    Legislação, Regulação eBurocracia… Pensar o Futuro!
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