Discentes: Docente:
 Nadiely C. Ribeiro
 Natalia Raulino
 Ylla
 Maíra Brito
•É uma doença hemolítica crônica grave resultante da
destruição prematura dos eritrócitos frágeis e pouco
deformáveis.
•É um tipo de anemia muito comum no Brasil e em
países Africanos, em que algumas pessoas não
possuem a hemoglobina A em seu lugar possuem a
hemoglobina S.
•Ocorre devido a uma mutação no
cromossomo 11 que resulta na substituição do
ácido glutâmico pela valina na cadeia B da
globina, dando origem à hemoglobina S.
•Em condições de hipóxia, a hemoglobina S (
do inglês ‘sickie’)assume a forma de foice
• É uma doença hereditária ocorrida por uma alteração
permanente no DNA, ou seja, mutação;
• É transmitida pelos genes, que vem no espermatozóide do pai e
no óvulo da mãe.
Se uma pessoa receber somente um gene com a
mutação, seja do pai ou da mãe, e o outro gene sem a
mutação, ela nascerá somente com o traço falciforme. O
portador de traço falciforme não tem doença e não precisa
de tratamento especializado.
Teste do pezinho;
Teste de afoiçamento; HbS
• Acido Etilenodiamino Tetra-Acético (EDTA)
Eletroforese de Hemoglobina.
 Teste de solubilidade
- Dosagem de Hemoglobina
Fetal
- Dosagem de Hemoglobina
A2
- Hemácias em alvo
 Hematrócritos
Ditionita de sódio é adicionada nos
eritrócitos lisados para reduzir a Hb.
A solução turva indica presença da
Hb S, e clara com outros tipos de Hb.
É inadequado porque não diferencia
entre a anemia e o traço falciforme, e
de outras variantes genéticas da
HbS.
 Determina variações no tamanho, formato,
estrutura e conteúdo de hemoglobina.
 Tamanho: microcítico
 Formato em foice.
 Cor: normocrômica
Definem o tamanho e conteúdo de
hemoglobina das hemácias.
VCM- volume corpuscular médio
tende a ser baixo ou baixo/normal e
o tamanho das células são
consideradas como microcítico.
 CHCM- concentração de hemoglobina
corpuscular média , apresenta valores
diminuídos por causa da deficiência
genética na produção da hemoglobina.
 HCM- hemoglobina corpuscular média, é
uma medida do peso médio da Hb por
hemácia, e é baixo na anemia falciforme
por esta ser microcítica.
A hemoglobina fetal após o 6°
mês de vida, não deve
representar 5% da Hb do recém
nascido.
O aumento da hemoglobina fetal
é um indício de anemia
falciforme.
 Palidez e icterícia;
 Dor nos músculos e nos ossos;
 Feridas nas pernas e inchaço nas mãos e
pés;
 Tendência a infecções;
 Atraso no crescimento;
 Comprometimento cardiopulmonar
severo.
SINTOMAS
Complicações mais frequentes.
Vaso-oclusão da microvasculatura da medula óssea.
Obstrução do fluxo sanguíneo por hemácias falcizadas.
 Pode afetar qualquer parte do corpo, principalmente
extremidades, abdome e costas.
Intensidade variável da dor, pode ser severa.
Crises alérgicas
Nas crianças pequenas crises de dor
podem ocorrer nos pequenos vasos das mãos e dos pés
causando inchaço, dor e vermelhidão no local,choro continuo e
irritabilidade
Síndrome mão e pé
Normal Anemia falciforme
Síndrome mão
Acúmulo repentino intraesplênico de grandes volumes de sangue.
Aumento súbido do baço com queda súbita dos níveis de hemoglobina
pode levar a choque e morte.
 falta de sangue para outros órgãos como o cérebro e o coração.
Seqüestro Esplênico
Úlceras de perna ocorrem, freqüentemente,
próximo aos tornozelos.
São feridas dolorosas que cronificam e que são
de difícil cicatrização
Úlceras de pernas
 É o sinal mais freqüente da doença.
 O quadro não é contagioso e não deve ser confundido com hepatite.
Quando o glóbulo vermelho se rompe, aparece um pigmento amarelo
no sangue que se chama bilirrubina.
Icterícia
Septicemia pneumocócica
fulminante;
Meningite pneumocócica;
Pneumonias;
Osteomielites.
Não há tratamento específico para a
anemia falciforme.
Os portadores precisam de
acompanhamento médico constante
para manter a oxigenação adequada
nos tecidos e a hidratação, prevenir
infecções e controlar as crises de dor.
TRATAMENTO
• Segundo teste do pezinho cerca de 3.500 crianças por
ano com Anemia Falciforme no Brasil;
• 200.000 crianças nascem com o Traço Falciforme.
• A expectativa de vida para a população é média de 40
anos.
• Há 3 décadas atrás a expectativa de vida era 14,3 anos.
• Teste do pezinho
Considera-se de suma importância a sorologia para
a descoberta do traço falciforme (HbA/HbS) em
casais com planejamento de terem filhos, de modo a
evitar as consequências/complicações da patologia.
Tendo como uma estimativa de 25% dos filhos serem
homozigotos para a doença (HbS/HbS). Por ser uma
doença genética, que não tem cura, torna-se valido
exclusivamente a prevenção.
BAHIA
ABADFAL – ASSOCIAÇÃO BAIANA DOS PORTADORES DE DOENÇA
FALCIFORME
Presidente: Altair Lira
E-mail: abadfal@ig.com.br
Rua Jardim Eldorado rua B, nº 99 ap 04 IAPI
40.310-110 – Salvador/BA
ASSOCIAÇÃO CAMAÇARIENSE DE ANEMIA FALCIFORME
Presidente: Ademário Gomes Ribeiro
E-mails: gomesadf@bol.com.br ou jai.bom@bol.com.br
Av. Sul Quadra B, nº 17 – Piaçaveira
42.800-000 – Camaçari/BA
AAFI – ASSOCIAÇÃO DOS ANÊMICOS FALCIFORMES DE ILHÉUS
Presidente: Maria Vitória Nascimento de Souza
Ladeira da Conceição, nº 330 – Alto da Tapera
45.651-070 – Ilhéus/BA
 Como você caracteriza a anemia falciforme?
 Como se transmite a anemia falciforme?
 Qual o melhor teste para detectar a anemia
falciforme?
 Qual a raça que apresenta mais a anemia
falciforme? Por Que?
 O que é Sequestro Esplênico?
“Tudo é loucura ou sonho no começo.
Nada do que o homem fez no mundo teve
início de outra maneira.
Mas já tantos sonhos se realizaram que não
temos direito de duvidar de nenhum.”
Monteiro Lobato
 Di Nuzzo DVP, Fonseca SF. Anemia Falciforme e Infecções. J
Pediatria (Rio J). 2004;80:347-54.
 BRUCE, Alberts. Et al. Fundamentos da Biologia Celular. 2ª
Edição. São Paulo, 2008.
 Anemia Falciforme, pesquisado em 04 de abril de 2012:
http://valedopindare.com.br/portal/index.php?secao=coluna&id=99.
 ROBBINS, Stanley L et al. bases patológicas das doenças. 7ª
edição, Rio de Janeiro: Elzevier, 2005.
 SNUSTAD, D. Peter e SIMMONS, Michael J. Fundamentos de
genética. 2ª edição, Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2001.
 ZAGO, Marco Antonio; FALCÃO, Roberto Passetto e PASQUINI,
Ricardo. Hematologia:fundamentos e práticas. São Paulo: Atheneu,
2004.

Anemia Falciforme

  • 2.
    Discentes: Docente:  NadielyC. Ribeiro  Natalia Raulino  Ylla  Maíra Brito
  • 3.
    •É uma doençahemolítica crônica grave resultante da destruição prematura dos eritrócitos frágeis e pouco deformáveis. •É um tipo de anemia muito comum no Brasil e em países Africanos, em que algumas pessoas não possuem a hemoglobina A em seu lugar possuem a hemoglobina S.
  • 4.
    •Ocorre devido auma mutação no cromossomo 11 que resulta na substituição do ácido glutâmico pela valina na cadeia B da globina, dando origem à hemoglobina S. •Em condições de hipóxia, a hemoglobina S ( do inglês ‘sickie’)assume a forma de foice
  • 7.
    • É umadoença hereditária ocorrida por uma alteração permanente no DNA, ou seja, mutação; • É transmitida pelos genes, que vem no espermatozóide do pai e no óvulo da mãe.
  • 8.
    Se uma pessoareceber somente um gene com a mutação, seja do pai ou da mãe, e o outro gene sem a mutação, ela nascerá somente com o traço falciforme. O portador de traço falciforme não tem doença e não precisa de tratamento especializado.
  • 10.
    Teste do pezinho; Testede afoiçamento; HbS • Acido Etilenodiamino Tetra-Acético (EDTA) Eletroforese de Hemoglobina.
  • 11.
     Teste desolubilidade - Dosagem de Hemoglobina Fetal - Dosagem de Hemoglobina A2 - Hemácias em alvo  Hematrócritos
  • 12.
    Ditionita de sódioé adicionada nos eritrócitos lisados para reduzir a Hb. A solução turva indica presença da Hb S, e clara com outros tipos de Hb. É inadequado porque não diferencia entre a anemia e o traço falciforme, e de outras variantes genéticas da HbS.
  • 13.
     Determina variaçõesno tamanho, formato, estrutura e conteúdo de hemoglobina.  Tamanho: microcítico  Formato em foice.  Cor: normocrômica
  • 14.
    Definem o tamanhoe conteúdo de hemoglobina das hemácias. VCM- volume corpuscular médio tende a ser baixo ou baixo/normal e o tamanho das células são consideradas como microcítico.
  • 15.
     CHCM- concentraçãode hemoglobina corpuscular média , apresenta valores diminuídos por causa da deficiência genética na produção da hemoglobina.  HCM- hemoglobina corpuscular média, é uma medida do peso médio da Hb por hemácia, e é baixo na anemia falciforme por esta ser microcítica.
  • 16.
    A hemoglobina fetalapós o 6° mês de vida, não deve representar 5% da Hb do recém nascido. O aumento da hemoglobina fetal é um indício de anemia falciforme.
  • 17.
     Palidez eicterícia;  Dor nos músculos e nos ossos;  Feridas nas pernas e inchaço nas mãos e pés;  Tendência a infecções;  Atraso no crescimento;  Comprometimento cardiopulmonar severo. SINTOMAS
  • 18.
    Complicações mais frequentes. Vaso-oclusãoda microvasculatura da medula óssea. Obstrução do fluxo sanguíneo por hemácias falcizadas.  Pode afetar qualquer parte do corpo, principalmente extremidades, abdome e costas. Intensidade variável da dor, pode ser severa. Crises alérgicas
  • 19.
    Nas crianças pequenascrises de dor podem ocorrer nos pequenos vasos das mãos e dos pés causando inchaço, dor e vermelhidão no local,choro continuo e irritabilidade Síndrome mão e pé
  • 20.
  • 21.
    Acúmulo repentino intraesplênicode grandes volumes de sangue. Aumento súbido do baço com queda súbita dos níveis de hemoglobina pode levar a choque e morte.  falta de sangue para outros órgãos como o cérebro e o coração. Seqüestro Esplênico
  • 22.
    Úlceras de pernaocorrem, freqüentemente, próximo aos tornozelos. São feridas dolorosas que cronificam e que são de difícil cicatrização Úlceras de pernas
  • 23.
     É osinal mais freqüente da doença.  O quadro não é contagioso e não deve ser confundido com hepatite. Quando o glóbulo vermelho se rompe, aparece um pigmento amarelo no sangue que se chama bilirrubina. Icterícia
  • 24.
  • 25.
    Não há tratamentoespecífico para a anemia falciforme. Os portadores precisam de acompanhamento médico constante para manter a oxigenação adequada nos tecidos e a hidratação, prevenir infecções e controlar as crises de dor. TRATAMENTO
  • 26.
    • Segundo testedo pezinho cerca de 3.500 crianças por ano com Anemia Falciforme no Brasil; • 200.000 crianças nascem com o Traço Falciforme. • A expectativa de vida para a população é média de 40 anos. • Há 3 décadas atrás a expectativa de vida era 14,3 anos. • Teste do pezinho
  • 27.
    Considera-se de sumaimportância a sorologia para a descoberta do traço falciforme (HbA/HbS) em casais com planejamento de terem filhos, de modo a evitar as consequências/complicações da patologia. Tendo como uma estimativa de 25% dos filhos serem homozigotos para a doença (HbS/HbS). Por ser uma doença genética, que não tem cura, torna-se valido exclusivamente a prevenção.
  • 28.
    BAHIA ABADFAL – ASSOCIAÇÃOBAIANA DOS PORTADORES DE DOENÇA FALCIFORME Presidente: Altair Lira E-mail: abadfal@ig.com.br Rua Jardim Eldorado rua B, nº 99 ap 04 IAPI 40.310-110 – Salvador/BA ASSOCIAÇÃO CAMAÇARIENSE DE ANEMIA FALCIFORME Presidente: Ademário Gomes Ribeiro E-mails: gomesadf@bol.com.br ou jai.bom@bol.com.br Av. Sul Quadra B, nº 17 – Piaçaveira 42.800-000 – Camaçari/BA AAFI – ASSOCIAÇÃO DOS ANÊMICOS FALCIFORMES DE ILHÉUS Presidente: Maria Vitória Nascimento de Souza Ladeira da Conceição, nº 330 – Alto da Tapera 45.651-070 – Ilhéus/BA
  • 29.
     Como vocêcaracteriza a anemia falciforme?  Como se transmite a anemia falciforme?  Qual o melhor teste para detectar a anemia falciforme?  Qual a raça que apresenta mais a anemia falciforme? Por Que?  O que é Sequestro Esplênico?
  • 30.
    “Tudo é loucuraou sonho no começo. Nada do que o homem fez no mundo teve início de outra maneira. Mas já tantos sonhos se realizaram que não temos direito de duvidar de nenhum.” Monteiro Lobato
  • 31.
     Di NuzzoDVP, Fonseca SF. Anemia Falciforme e Infecções. J Pediatria (Rio J). 2004;80:347-54.  BRUCE, Alberts. Et al. Fundamentos da Biologia Celular. 2ª Edição. São Paulo, 2008.  Anemia Falciforme, pesquisado em 04 de abril de 2012: http://valedopindare.com.br/portal/index.php?secao=coluna&id=99.  ROBBINS, Stanley L et al. bases patológicas das doenças. 7ª edição, Rio de Janeiro: Elzevier, 2005.  SNUSTAD, D. Peter e SIMMONS, Michael J. Fundamentos de genética. 2ª edição, Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2001.  ZAGO, Marco Antonio; FALCÃO, Roberto Passetto e PASQUINI, Ricardo. Hematologia:fundamentos e práticas. São Paulo: Atheneu, 2004.