O documento discute os níveis alarmantes de analfabetismo científico na população brasileira e em outros países ocidentais. Isso permite o crescimento de pensamentos irracionais e acreditação em pseudociências. A educação científica no Brasil é deficiente e contribui para esse problema, com poucos investimentos, professores mal preparados e falta de infraestrutura adequada. Isso compromete o desenvolvimento de uma sociedade informada e o progresso científico e tecnológico do país.