Interfaces Ana Lúcia Mendes Lopes [email_address] GRUPO 2 Luciana, Thaisa, Wania, Ana Lúcia In: Comunicação e Educação, questões delicadas na interface. José Luiz Braga, Regina Calazans
Interface Buarque de Holanda Ferreira  A, 2004 Braga JL, Calazans R,  2001 Conjunto de meios planejadamente dispostos sejam eles físicos ou lógicos com vista a fazer a adaptação entre dois sistemas Entre campos especializados: interdisciplinaridade na qual cada campo traz sua especificidade para um objeto de interesse comum Na inter-relação Comunicação/ Educação: tendência de atração do tema para uma ou outra especificidade, de modo a absorver o outro campo de conhecimento, evidenciando a complexidade de atuações possíveis
Interfaces entre campos de abrangência – complexidade de articulações possíveis VIVER INTERFACES SOCIEDADE EDUCAÇÃO COMUNICAÇÃO Presentation Magazine website  www.presentationmagazine.com   EXPRESSAR APRENDER
Uso de meios nos processos formais de ensino presencial e a distância Imaginário Simbólico Considerar a dimensão cultural Ampliação dos meios e dos públicos atingidos De recurso tecnológico visto como auxiliar do ensino até o uso de meios, produtos e tecnologias mediatizados sob a ótica da Educação MÍDIA ESCOLA
2. Necessidade formar pessoas para a sociedade de comunicação de que faz parte Mediatizada , de comunicação Aparatos de informação, propagação e entretenimento Públicos diversificados Impõe a presença de recursos de mídia Geração de conhecimentos e processos na compreensão da sociedade Estudos para os meios Leitura crítica Conhecimento útil e enriquecedor SOCIEDADE ESCOLA
Os processos da escola sofrem a atração e a concorrência dos processos mediáticos Imagem, som Inclusividade Penetrabilidade Sedução, espetáculo Visibilidade Singularização de contextos Espaço argumentativo restrito Reflexão Argumentação Relações racionais de fatos, conceitos Sistematizações Memória Construção de acervos Elaboração de novas perspectivas pedagógicas MÍDIA ESCOLA
3. Inclusão/ penetração de procedimentos de mídia na escola e expectativas da sociedade Espaços de permeação parecem mais amplos, vívidos Mais ágeis Mais atraentes Não obrigatoriamente melhores Antes única a ampliar o espaço local e circunscrito do estudante. Aceita mesmo em conflito Relacionada às tradições Preparadora para o futuro Dificuldade de se colocar como relevante  MÍDIA ESCOLA
4. Relações de fluxo entre os saberes e processos da escola e os mediaticamente disponibilizados Dispositivos acelerados de mediação e de circulação de saberes Conhecimento disperso, menos sistemático ”vão sabendo as coisas” Meios dialogais ou de rede (troca) Desenvolveu articulações com a cultura, família, modos de vida Conhecimento sistematizado e formalizado Ressignificação da aprendizagem MÍDIA ESCOLA
5. O desenvolvimento de articulações entre os saberes e processos da escola e os das interações sociais mediáticas Dispositivos de mediação e de circulação de saberes Conhecimento disperso, menos sistemático ”vão sabendo as coisas” Meios dialogais ou de rede (troca) Disposição geral e experiência singular Aprendizagem como novo processo Livro e jornal espaços de aprendizagem Pertinência ou não de conteúdos em espaços definidos em vez do rótulo do que é  bom/negativo Repertório limitado= aprendizagem zero Reflexão e pesquisa MÍDIA ESCOLA
Nova processualidade comunicacional Propagação de idéias, imagens e produtos Informação de atualidade Entretenimento Aprendizagem Concomitante aos três primeiros Extra-educacional (família, cultura, vida prática)
6. Modos diferenciados de disponibilizar atualizações do conhecimento para a sociedade  Disponibiliza o conhecimento rapidamente Descontextualizado Disperso Assistemático Inscrever a atualidade a partir da percepção pública viabilizando relacionamentos e sistematizações Mais lenta na revisão de programas e currículos Refletido Sistematizado Se adota o ritmo da mídia – risco de enfoque chamativo, fugaz Deve encontrar modos próprios de interagir com a atualidade acelerada MÍDIA ESCOLA
7.  Interação entre os campos especializados e a sociedade leiga (relações de fluxo Comunicação/ Educação) Responsabilidade social Obrigação de prestar contas a um público amplo e leigo A circulação mediática aflora questões éticas Perfil profissional que inclua sensibilidade para tais questões Maior acesso a informação especializada  midiatizada Direito legítimo à informação Possibilidade de opinar Implicações éticas, políticas, sociais e culturais CAMPOS ESPECIALIZADOS SOCIEDADE
8. O sistema educacional e seus processos e objetivos são tema e objeto de observação mediática Promove a exposição constante de vários campos de conhecimento Evidencia a desvinculação entre as ações sociais e uma tradicional aceitação plácida Deve apresentar seus processos objetivos e resultados para a sociedade Espaço de ensino/ aprendizagem em re-legitimação constante Perde os critérios estáveis que antecipadamente lhe legitimavam MÍDIA ESCOLA
PROCESSOS CONCEITOS E REFLEXÕES  DE CADA CAMPO A SERVIÇO DO OUTRO NUM TRABALHO EM COMUM 9. Espaço de transdisciplinaridade

Ana lucia tr 10 interfaces[1]

  • 1.
    Interfaces Ana LúciaMendes Lopes [email_address] GRUPO 2 Luciana, Thaisa, Wania, Ana Lúcia In: Comunicação e Educação, questões delicadas na interface. José Luiz Braga, Regina Calazans
  • 2.
    Interface Buarque deHolanda Ferreira A, 2004 Braga JL, Calazans R, 2001 Conjunto de meios planejadamente dispostos sejam eles físicos ou lógicos com vista a fazer a adaptação entre dois sistemas Entre campos especializados: interdisciplinaridade na qual cada campo traz sua especificidade para um objeto de interesse comum Na inter-relação Comunicação/ Educação: tendência de atração do tema para uma ou outra especificidade, de modo a absorver o outro campo de conhecimento, evidenciando a complexidade de atuações possíveis
  • 3.
    Interfaces entre camposde abrangência – complexidade de articulações possíveis VIVER INTERFACES SOCIEDADE EDUCAÇÃO COMUNICAÇÃO Presentation Magazine website www.presentationmagazine.com EXPRESSAR APRENDER
  • 4.
    Uso de meiosnos processos formais de ensino presencial e a distância Imaginário Simbólico Considerar a dimensão cultural Ampliação dos meios e dos públicos atingidos De recurso tecnológico visto como auxiliar do ensino até o uso de meios, produtos e tecnologias mediatizados sob a ótica da Educação MÍDIA ESCOLA
  • 5.
    2. Necessidade formarpessoas para a sociedade de comunicação de que faz parte Mediatizada , de comunicação Aparatos de informação, propagação e entretenimento Públicos diversificados Impõe a presença de recursos de mídia Geração de conhecimentos e processos na compreensão da sociedade Estudos para os meios Leitura crítica Conhecimento útil e enriquecedor SOCIEDADE ESCOLA
  • 6.
    Os processos daescola sofrem a atração e a concorrência dos processos mediáticos Imagem, som Inclusividade Penetrabilidade Sedução, espetáculo Visibilidade Singularização de contextos Espaço argumentativo restrito Reflexão Argumentação Relações racionais de fatos, conceitos Sistematizações Memória Construção de acervos Elaboração de novas perspectivas pedagógicas MÍDIA ESCOLA
  • 7.
    3. Inclusão/ penetraçãode procedimentos de mídia na escola e expectativas da sociedade Espaços de permeação parecem mais amplos, vívidos Mais ágeis Mais atraentes Não obrigatoriamente melhores Antes única a ampliar o espaço local e circunscrito do estudante. Aceita mesmo em conflito Relacionada às tradições Preparadora para o futuro Dificuldade de se colocar como relevante MÍDIA ESCOLA
  • 8.
    4. Relações defluxo entre os saberes e processos da escola e os mediaticamente disponibilizados Dispositivos acelerados de mediação e de circulação de saberes Conhecimento disperso, menos sistemático ”vão sabendo as coisas” Meios dialogais ou de rede (troca) Desenvolveu articulações com a cultura, família, modos de vida Conhecimento sistematizado e formalizado Ressignificação da aprendizagem MÍDIA ESCOLA
  • 9.
    5. O desenvolvimentode articulações entre os saberes e processos da escola e os das interações sociais mediáticas Dispositivos de mediação e de circulação de saberes Conhecimento disperso, menos sistemático ”vão sabendo as coisas” Meios dialogais ou de rede (troca) Disposição geral e experiência singular Aprendizagem como novo processo Livro e jornal espaços de aprendizagem Pertinência ou não de conteúdos em espaços definidos em vez do rótulo do que é bom/negativo Repertório limitado= aprendizagem zero Reflexão e pesquisa MÍDIA ESCOLA
  • 10.
    Nova processualidade comunicacionalPropagação de idéias, imagens e produtos Informação de atualidade Entretenimento Aprendizagem Concomitante aos três primeiros Extra-educacional (família, cultura, vida prática)
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    6. Modos diferenciadosde disponibilizar atualizações do conhecimento para a sociedade Disponibiliza o conhecimento rapidamente Descontextualizado Disperso Assistemático Inscrever a atualidade a partir da percepção pública viabilizando relacionamentos e sistematizações Mais lenta na revisão de programas e currículos Refletido Sistematizado Se adota o ritmo da mídia – risco de enfoque chamativo, fugaz Deve encontrar modos próprios de interagir com a atualidade acelerada MÍDIA ESCOLA
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    7. Interaçãoentre os campos especializados e a sociedade leiga (relações de fluxo Comunicação/ Educação) Responsabilidade social Obrigação de prestar contas a um público amplo e leigo A circulação mediática aflora questões éticas Perfil profissional que inclua sensibilidade para tais questões Maior acesso a informação especializada midiatizada Direito legítimo à informação Possibilidade de opinar Implicações éticas, políticas, sociais e culturais CAMPOS ESPECIALIZADOS SOCIEDADE
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    8. O sistemaeducacional e seus processos e objetivos são tema e objeto de observação mediática Promove a exposição constante de vários campos de conhecimento Evidencia a desvinculação entre as ações sociais e uma tradicional aceitação plácida Deve apresentar seus processos objetivos e resultados para a sociedade Espaço de ensino/ aprendizagem em re-legitimação constante Perde os critérios estáveis que antecipadamente lhe legitimavam MÍDIA ESCOLA
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    PROCESSOS CONCEITOS EREFLEXÕES DE CADA CAMPO A SERVIÇO DO OUTRO NUM TRABALHO EM COMUM 9. Espaço de transdisciplinaridade

Notas do Editor

  • #3 O conceito de Interface é amplo, pode se expressar pela presença de uma ou mais ferramentas para o uso e movimentação de qualquer sistema de informações, seja ele material, seja ele virtual. Em resumo Interface é conjunto de meios planejadamente dispostos sejam eles físicos ou lógicos com vista a fazer a adaptação entre dois sistemas [1] para se obter um certo fim cujo resultado possui partes comuns aos dois sistemas, ou seja, o objeto final possui características dos dois sistemas. O recorte da interface não dá conta das questões que podem surgir na interação Comunicação/ Educação, e eu colocaria sociedade.
  • #6 Gera conhecimentos e processos da interação com a mídia: traz à luz a necessidade de se refletir sobre como e quais processos podem contribuir à aprendizagem de modo útil e enriquecedor/ escola deve formar para este tipo de sociedade
  • #7 Os meios modernos passam a abranger temas e questões que eventualmente eram trabalhados no espaço educacional, porem, sob diferente clivagem Abordagem dispersa (superficial) de todos os saberes socialmente disponíveis – processos midiáticos penetram no sistema escolar exigindo outros tratamentos Os processos escolares são penetrados por novas solicitações com outras expectativas dos estudantes elabora perspectivas que resistem, absorvem ou enfrentam a situação
  • #9 Aprender não significa apenas assimilar informação, conteúdos objetiváveis, nos espaços instituídos para isso, mas também fazer a experiência em ambientes que permitem a apropriação de diversas maneiras Exemplos: exposição do cérebro, do corpo humano. Cenários e ambientações em museus O espaço mediático enquanto disponibilizador de conhecimentos e de atitudes e a escola têm aprendizados diferentes
  • #10 O espaço mediático enquanto disponibilizador de conhecimentos e de atitudes e a escola têm aprendizados diferentes 1.Aprendizagem discernível para um observador externo como aquisição e saberes obtidos de materiais simbólicos disponibilizados. 2. Interação entre os comportamentos e atitudes do usuário e e os comportamentos e atitudes exibidos ou com os quais se dialoga (OPORTUNIDADE NA EDUCAÇÃO EM SAÚDE)
  • #12 Ex: mudanças no mercado de trabalho devido a novos saberes e tecnologias que demoram a ser captadas e adaptadas pelo meio acadêmco
  • #13 Interações entre os campos restritos e as mediações gerais de informação/ propagação/ entretenimento = CURIOSIDADE = DESEJO LEGÍTIMO DE SER INFORMADO SOBRE O QUE OCORRE E QUE SEJA RELEVANTE PARA A VIDA EVENTUALMENTE OPINAR E INFLUIR NOS ENCAMINHAMENTOS= COMMUNITY EDUCATION, EMPOWERMENT Ex: a conduta médica de fazer episiotomia nos partos normais e o movimento na Inglaterra (Ian Graham) para pesquisas baseadas em evidências sobre o assunto. Um dos ramos deste movimento diz respeito a manter informação pública e segura sobre evidências em saúde.
  • #14 FENÔMENO SEMELHANTE OCORRE NA SAÚDE ESCOLA -ALVO DE EXPECTATIVAS, COBRANÇAS E PROPOSTAS QUE VÊM DE FORA DE SEU ESPAÇO DIRETO INTERAÇÃO SOCIAL AMPLA E CRÍTICA
  • #15   ESPECIALISTAS DE UMA ÁREA BUSCAM OS CONHECIMENTOS DA OUTRA ÁREA