Abuso sexual na Amazônia
Docente: Mariana Bezerra das Flores
Universidade Federal do Amazonas – UFAM
Faculdade de Educação Física e Fisioterapia – FEFF
Bacharelado em Fisioterapia – IB08
Seminários em Contextos Socioambientais na Amazônia – FIS049
Componentes
❑ Ana Juliane
❑ Brenda Lorena
❑ Charles Schaeffer
❑ Endrel Silva
❑ Fernanda Gouveia
❑ Laura Carolina
❑ Rafaela Airi
❑ William Vieira
Determinantes
psicossociais
Introdução
A importância da educação
no combate ao abuso sexual
03
Casos contra Mulheres
Índice
02
01
04
05
06
07
08
Crianças e
Adolescentes
Impactos e
Consequências do Abuso
Sexual
Minorias populacionais
Conclusão
Introdução
01
O abuso sexual é uma forma de violência sexual.
Violência sexual: “todo ato sexual, tentativa de consumar
um ato sexual ou insinuações sexuais indesejadas, ou
ações para comercializar ou usar de qualquer outro modo
a sexualidade de uma pessoa por meio da coerção por
outra pessoa, independentemente da relação desta com a
vítima, em qualquer âmbito, incluindo o lar e o local de
trabalho” (OMS 2018).
INTRODUÇÃO
- estupro, tentativas sexuais indesejadas ou assédio sexual,
casamento e coabitação forçados e abuso sexual.
5
Exploração X Abuso sexual
INTRODUÇÃO
Fonte: Childhood Brasil
6
O abuso sexual sem contato físico:
▪ assédio sexual: chantagemou ameaça.
▪ abuso sexual verbal: conversas abertas e/ou telefonemas
▪ exibicionismo: ato de mostrar os órgãos genitais ou de se
masturbar em frente a criançasou adolescentes.
▪ voyeurismo: ato de observar fixamente atos ou órgãos sexuais
de outraspessoas quando não desejam ser vistas.
▪ pornografia: quando uma pessoa mostra material pornográfico
à criançaou ao adolescente.
INTRODUÇÃO
7
INTRODUÇÃO
O abuso sexual com contato físico:
- toques nos órgãos genitais, tentativas de relações sexuais,
e atos sexuais de forma forçada.
O abuso sexual é sempre marcado pela relação
desigual de poder, de forma a anular as vontades da
pessoa dominada, tratando-ascomo objetos.
8
Alguns dados:
- Crianças e adolescentes:
INTRODUÇÃO
9
INTRODUÇÃO
Alguns dados:
- Crianças e adolescentes:
10
INTRODUÇÃO
Alguns dados:
- Mulheres
11
Determinantes
psicossociais
02
DETERMINANTES PSICOSSOCIAIS
❑ Fatores que contribuem para
incidência dos casos;
❑ Tabu e falta de educação
sexual;
❑ Indicadores comportamentais
❑ Fatores indutores a violência
sexual;
13
A importância da educação
no combate ao abuso
sexual
03
O papel da escola frente a casos de
abuso sexual
❑ Deve atuar como um lugar de disseminação
do conhecimento;
❑ Orientar o corpo docente e administrativo a
observar e identificar nos estudantes
características comportamentais incomuns;
❑ Produzir debates e aulas voltadas ao assunto
de forma multidisciplinar;
❑ Em casos suspeitos, informar as autoridades
competentes de proteção à
criança/adolescente.
15
A implementação da educação sexual
❑ Fundamental para romper mitos e tabus
construídos em relação a sexualidade;
❑ PCNS de 1998;
❑ BNCC;
❑ Tópicos voltados ao conhecimento e
funcionamento corporal;
❑ Formar seres humanos conscientes de
seus direitos e deveres.
16
A implementação da educação sexual
na Amazônia
❑ População de cunho religioso tende a ser
mais relutante ao tema;
❑ A distância das metrópoles dificulta a
disseminação do tema;
❑ Servidores da educação antigos;
❑ Falta de capacitação para identificar, acolher
e assegurar a integridade das vítimas;
❑ Criação do Projeto de Lei nº 215/2021.
17
● Resistência por parte de
grupos conservadores
● Falta de programas de
capacitação sobre o tema
● Criação de políticas públicas
educacionais mais incisivas
● Formar cidadãos conscientes
● Emancipar vítimas de abuso
por meio do conhecimento
● Reduzir as incidências de
infecções por ISTs e gravidez
na adolescência
Prós x Contras
18
19
Casos contra mulheres
04
Abuso sexual em mulheres ribeirinhas
- Prostituição nessas
comunidades
- Região do Marajó
- As chamadas "balseiras"
- Miséria desses povos,
comercialização sexual
21
Abuso sexual de mulheres indígenas
- Uma em cada três mulheres
indígenas são estupradas uma
vez durante a vida
- Violência histórica, tempo da
colonização
- Problemas psíquicos
- Impunidade por parte do
judiciário, limpeza étnica
22
Crianças e
Adolescentes
05
Até quando vai a idade
de uma criança? E a de
um adolescente?
24
Segundo o art. 2° da lei n°8.069,
de 13 de julho de 1990, considera-
se criança, para os efeitos desta
Lei, a pessoa até doze anos de
idade incompletos, e
adolescente aquela entre doze e
dezoito anos de idade.
Até quando vai a idade
de uma criança? E a de
um adolescente?
25
Do acesso à Educação
e à Saúde:
Art. 196. A saúde é direito de
todos e dever do Estado,
garantido mediante políticas
sociais e econômicas que visem
à redução do risco de doença e
de outros agravos e ao acesso
universal e igualitário às ações e
serviços para sua promoção,
proteção e recuperação.
Art. 197. São de relevância pública
as ações e serviços de saúde,
cabendo ao Poder Público
dispor, nos termos da lei, sobre
sua regulamentação, fiscalização
e controle, devendo sua
execução ser feita diretamente
ou através de terceiros e,
também, por pessoa física ou
jurídica de direito privado.
''No Brasil, a Constituição
de 1988 afirma a educação
como direito de todos e
dever do Estado e da
família. Este direito é
reafirmado pelo Estatuto
da Criança e do
Adolescente de 1990 e pela
Lei de Diretrizes e Bases da
Educação Nacional de
1996(...)"
26
Do abuso em menores:
"Qualquer ato libidinoso
praticado com pessoas
com idade inferior a 14
anos, assim como
criminaliza a indução de
pessoas com menos de 14
anos a satisfazerem a
lascívia de outrem. Lei nº.
12.015, de 10 de agosto de
2009"
27
18 de maio: Dia Nacional de
Combate ao Abuso e à Exploração
Sexual de Crianças e Adolescentes
Do enfrentamento e
combate ao abuso:
Aspectos gerais do abuso sexual na Amazônia
28
Aspectos gerais do abuso sexual na Amazônia
29
Abuso sexual em crianças e
adolescentes ribeirinhos
• Características físico-psíquico sociais do abuso
sexual em crianças e adolescentes ribeirinhos:
1. É muito comum em áreas de garimpo;
2. Os menores são comumente afastados de suas
famílias ou de onde estão;
3. A criança fica isolada;
4. É comum a prostituição infantil que depois se
tornará uma exploração sexual infantil.
Fonte: http://www.scielo.org.co/scielo.php?sc
ript=sci_arttext&pid=S1692-
715X2020000100066
30
Abuso sexual em crianças e
adolescentes ribeirinhos
• Ocorre bastante nas regiões próximas ao litoral do
Pará, e na região do Amazonas conhecida
como região do Baixo Amazonas, compreendendo os
municípios Parintins, Barreirinha, e alguns municípios
do Pará inseridos no Baixo Amazonas.
• Pode ocorrer abuso extrafamiliar ou intrafamiliar.
Fonte:
https://fas-amazonia.org/componente/desenvolvimento-integral-criancas-e-
adolescentes-ribeirinhas-dicara/
31
DICARA
• DICARA ou Programa de Desenvolvimento Integral de
Crianças e Adolescentes Ribeirinha da Amazônia
(Dicara) é um subprograma do Programa de
Educação para a Sustentabilidade da FAS;
• Tem como objetivo a proteção da criança e do
adolescente ribeirinho;
• Diversos projetos psicossociais feitos para essa
população.
Fonte:
https://fas-amazonia.org/componente/desenvolvimento-integral-criancas-e-
adolescentes-ribeirinhas-dicara/
32
Abuso sexual em crianças e
adolescentes indígenas
• Características físico-psíquico sociais do abuso sexual
em crianças e adolescentes indígenas:
1. A criança e o adolescente são as principais vítimas
em relação aos adultos;
2. Relação de poder;
4. Abuso intrafamiliar;
5. Incomum em áreas de garimpo, entretanto, comum
dentro das matas.
33
Abuso sexual em crianças e
adolescentes indígenas
Fonte:
https://amazoniareal.com.br/morte-de-menina-satare-mawe-expoe-violencia-sexual-dentro-dos-territorios/
Caso aconteceu em Barreirinha, no Amazonas:
34
Abuso sexual em crianças e
adolescentes indígenas
Fonte:
https://amazoniareal.com.br/morte-de-menina-satare-mawe-expoe-
violencia-sexual-dentro-dos-territorios/
Protesto em repúdio à morte de
criança indígena ocorreu em
Parintins.
“Quem morreu foi uma criança
inocente, que não estava na rua, não
estava tomando banho, não estava por
aí andando. Ela estava dormindo e foi
retirada da rede dela” - Moy Sateré-
Mawé, liderança feminina.
“São as bebidas alcóolicas, a maconha,
a pedra, estão tudo dentro da terra
indígena. Foi isso que levou esse rapaz,
ou esses rapazes, pois podem ser três
os envolvidos, a fazerem isso”.
35
FUNAI
Desde 1967, a Fundação Nacional do Índio
(Funai) é o órgão indigenista oficial
responsável pela promoção e proteção
aos direitos dos povos indígenas de todo o
território nacional.
INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 1, DE 13 DE MAIO DE 2016
Estabelece normas e diretrizes para a atuação da Funai visando à
promoção e proteção dos direitos das crianças e jovens indígenas
e a efetivação do direito à convivência familiar e comunitária.
Art. 1º Editar a presente Instrução Normativa, que tem como
princípios basilares:
I - a promoção do direito à convivência familiar e comunitária;
II- a proteção de crianças e jovens indígenas em circunstância de
iminente ou consumado afastamento do convívio familiar ou
comunitário;
III - a proteção de crianças e jovens indígenas em situação de
violação aos direitos garantidos nos art. 227 e 231 da Constituição
Federal.
Fonte:
https://climainfo.org.br/2019/05/24/funai-
volta-para-o-ministerio-da-justica/
36
Abuso sexual em crianças e
adolescentes quilombolas
• Características físico-psíquico sociais do abuso
sexual em crianças e adolescentes ribeirinhos:
1. É muito comum em áreas de mata ou em campo
aberto vazios e próximo de fazendas;
2. É muito comum o abusador ser do meio familiar;
3. A maioria das vítimas são meninas;
4. O racismo é um fator para que ocorra o abuso.
Fonte: https://www.osaogoncalo.com.br/geral/78722/rio-reconhece-
apenas-6-das-suas-comunidades-quilombolas
37
Abuso sexual em crianças e
adolescentes quilombolas
Abuso sexual em meninas da comunidade Kalunga, em
Cavalcante no estado de Goiás:
• Envolveu meninas menores de 18 anos;
• Os estupradores eram do meio familiar ou
extrafamiliar;
Fonte:
https://peabiru.org.br/2020/04/24/quem-sao-as-comunidades-
quilombolas-no-para-direito-a-terra-e-reconhecimento/
38
Cartilha: "Saliência comigo não"
39
Cartilha: "Saliência comigo não"
40
Cartilha: "Saliência comigo não"
41
Minorias
populacionais
06
Mulheres
Como vítimas
prevalentes.
Desconhecimento e repressão
Normalização e/ou punições.
Descaso
Menor evidênciaem
grupos específicos.
Produções científicas
Escassezde pesquisase pouca
coleta de material.
Relação entre abuso sexual e as minorias populacionais
43
Minorias populacionais
PCDs
Idosos LGBTQIA+
▪ Falta de compreensão;
▪ Contexto sociocultural;
▪ Intrafamiliar;
▪ Silenciamento e vergonha;
▪ Mudança de comportamento.
▪ Deficiência intelectual;
▪ Mulheres: 28%;
▪ Homens: 10%;
▪ Intrafamiliar.
▪ Mulheres lésbicas e bissexuais;
▪ Mulheres transexuais;
▪ Faixa etária: Infantojuvenil;
▪ Caráter LGBTfóbico;
▪ Intrafamiliar e extrafamiliar.
44
Impactos e Consequências
do Abuso Sexual
07
Impactos e Consequências do Abuso
Sexual em Crianças e Adolescentes
Diversos estudos demonstram que as
consequências do abuso sexual infanto-
juvenil estão presentes em todos os aspectos
da condição humana, deixando marcas
físicas, psíquicas, sociais, sexuais, entre outras,
que poderão comprometer seriamente a vida
da vítima (criança ou adolescente) que
passou por determinada violência.
46
Impactos e Consequências do Abuso Sexual
em Mulheres
A OMS (2002) considera que mulheres vítimas
de abuso sexual podem acarretar em
problemas médicos, sociais e psicológicos,
das consequências podem ocasionar no
Transtorno de Estresse Pós-Traumático –
TEPT, assim como: depressão, ansiedade,
distúrbio alimentares, baixa autoestima,
distúrbios sexuais, entre outros.
47
Impactos e Consequências do Abuso Sexual
em Homens
Os homens vítimas de abuso sexual têm
um risco muito maior de ter problemas de
saúde mental, incluindo sintomas de
transtorno de estresse pós-traumático,
depressão, alcoolismo, abuso de
drogas, pensamentos e tentativas de
suicídio, problemas nos relacionamentos
íntimos e insucesso escolar e no trabalho.
48
Conclusão
08
Principais pontos elencados
▪ Abuso sexual: múltiplasfacetas;
▪ Maior vulnerabilidade dos povos da floresta:
invisibilidade social;
▪ Ausência/pouca de educação sexual nas escolas;
▪ Poucas políticas públicas voltadas para a redução e
erradicação do abuso sexual;
▪ Falta de condições financeiras;
▪ Relação de poder;
▪ Maior incidênciados casos são intrafamiliares.
50
Atitudes necessárias!
▪ Observe os sinais!
▪ Ouçae respeite as vítimas;
▪ Jamais culpabilizea vítima;
▪ Defenda a educação sexual;
▪ Se lembrar é combater, se esquecer é permitir:
quem não denuncia também violenta!
51
Denuncie
100 – Disque DireitosHumanos
180 – Central de Atendimento para a Mulher
181 – PolíciaCivil
190 – PolíciaMilitar
Aplicativo “Direitos Humanos Brasil”
52
Referências
• CALIXTO, A. L. Bem me quer, mal me quer: De criança pra criança, vamos falar de abuso sexual
infantil. Disponível em: https://cedecainter.org.br/wp-content/uploads/2020/11/Bem-me-quer-mal-me-
quer-ARQUIVO.pdf. Acesso em: 03 mar. 2022;
1. CARDOSO, C, F; SANTOS, P, K; VIOLÊNCIA SEXUAL INFANTIL E OS MECANISMOS DE INIBIÇÃO
ADOTADOS POR ESCOLA PÚBLICA DA COMUNIDADE RIBEIRINHA DA ILHA DE SANTANA - AMAPÁ,
Brazilian Journals, 2021 Disponível
em: https://www.brazilianjournals.com/index.php/BRJD/article/view/24754, Acesso em: 01/03/2022
2. DA COSTA, C.; NOTEJANE, A.; NARVAZ, J.; FERREIRA, B. P.; FERREIRA, E. G. POLÍTICA EDUCACIONAL DE
ENFRENTAMENTO À VIOLÊNCIA SEXUAL: A EXPERIÊNCIA URUGUAIA E AS POSSIBILIDADES PARA
AVANÇAR NO BRASIL. Diversidade e Educação, [S. l.], v. 8, n. 2, p. 229–255, 2021. DOI:
10.14295/de.v8i2.12226. Disponível em: https://periodicos.furg.br/divedu/article/view/12226. Acesso em: 2
mar. 2022;
53
Referências
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Ribeiro, E. E. (2020). Abuso sexual sofrido por mulheres idosas: relatos de vivências. Revista Kairós-
Gerontologia, 23(1), 323-339. ISSNprint 1516-2567. ISSNe 2176-901X. São Paulo (SP), Brasil:
FACHS/NEPE/PUC-SP. Acesso em 1 mar. 2022;
2. GOVERNO APRESENTA PROJETO PARA INSERIR EDUCAÇÃO SEXUAL NAS ESCOLAS PÚBLICAS DO
AMAZONAS. Amazonas Atual, 2021. Disponível em : < https://amazonasatual.com.br/governo-apresenta-
projeto-para-inserir-educacao-sexual-nas-escolas-publicas-do-amazonas/ >. Acesso em: 2 mar. 2022;
3. MENDES, M. J. G.; DENARI, F. E. Violência sexual contra pessoas com deficiência nos últimos 10 anos: uma
revisão sistemática. DOXA: Revista Brasileira de Psicologia e Educação, Araraquara, v. 22, n. 00, p. e021013,
2021. DOI: 10.30715/doxa.v22i00.15335. Disponível em:
https://periodicos.fclar.unesp.br/doxa/article/view/15335. Acesso em: 1 mar. 2022.;
54
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2. BARROS, B. J; CRUZ, P. C. A, LIMA, V. S. K; SALES, S. L; RODRIGUES, N. R; LIMA, M. J. B; Determinantes
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experiência. Revista Eletrônica Acervo Saúde / Electronic Journal Collection Health, 2020.
3. SALIÊNCIA COMIGO NÃO, Ministério Público do Estado de Goiás - INFÂNCIA, JUVENTUDE E EDUCAÇÃO
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55
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ABUSOS DE CRIANÇAS DA COMUNIDADE KALUNGA ACONTECEM HÁ MAIS DE 20 ANOS, Agência Brasil, 2015.
Disponível em: <https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2015-04/abusos-de-criancas-da-comunidade-
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20#:~:text=A%20lider%20comunit%C3%A1ria%20da%20Comunidade,dom%C3%A9stico%20e%20de%20abuso%20sexual.>
Acesso em: 02/03/2022
. BATISTA, A. T. ; SOUZA, M. N. ; AZEVEDO, N. O. ; Rodrigues, R. A. Violações à criança e ao adolescente no Baixo Amazonas:
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para a Pan-Amazônia e Caribe: educação, interculturalidade e ambiente na Pan-Amazônia e Caribe. Manaus/AM:
EPPPAC, 2015. v. 3. p. Artigo 59.
56
Referências
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Amazônia Real, 2020. Disponível em: <https://amazoniareal.com.br/morte-de-menina-satare-mawe-
expoe-violencia-sexual-dentro-dos-territorios/>. Acesso em: 28/02/2022;
PINTO, Isabella Vitral et al. Perfil das notificações de violências em lésbicas, gays, bissexuais, travestis
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Revista Brasileira de Epidemiologia [online]. v. 23, n. Suppl 01. Disponível em:. Acesso em:
https://doi.org/10.1590/1980-549720200006.supl.1. Acesso em: 1 mar. 2022;
SANTOS, W. R. C.; SANTOS, R. A. DOS; NEVES, J. D’ARC DE V.; OLIVEIRA, M. DO V. O papel da Escola
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Fundamental em Augusto Corrêa - PA. @rquivo Brasileiro de Educação, v. 6, n. 14, p. 114-154, 6 ago.
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57
Referências
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CHILDHOOD BRASIL, pela proteção da infância. Entenda a diferença entre abuso e exploração
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temas/crianca-e-adolescente/dados-e-indicadores/violencia-sexual>
58

Abuso sexual - seminários (1).pdf

  • 1.
    Abuso sexual naAmazônia Docente: Mariana Bezerra das Flores Universidade Federal do Amazonas – UFAM Faculdade de Educação Física e Fisioterapia – FEFF Bacharelado em Fisioterapia – IB08 Seminários em Contextos Socioambientais na Amazônia – FIS049
  • 2.
    Componentes ❑ Ana Juliane ❑Brenda Lorena ❑ Charles Schaeffer ❑ Endrel Silva ❑ Fernanda Gouveia ❑ Laura Carolina ❑ Rafaela Airi ❑ William Vieira
  • 3.
    Determinantes psicossociais Introdução A importância daeducação no combate ao abuso sexual 03 Casos contra Mulheres Índice 02 01 04 05 06 07 08 Crianças e Adolescentes Impactos e Consequências do Abuso Sexual Minorias populacionais Conclusão
  • 4.
  • 5.
    O abuso sexualé uma forma de violência sexual. Violência sexual: “todo ato sexual, tentativa de consumar um ato sexual ou insinuações sexuais indesejadas, ou ações para comercializar ou usar de qualquer outro modo a sexualidade de uma pessoa por meio da coerção por outra pessoa, independentemente da relação desta com a vítima, em qualquer âmbito, incluindo o lar e o local de trabalho” (OMS 2018). INTRODUÇÃO - estupro, tentativas sexuais indesejadas ou assédio sexual, casamento e coabitação forçados e abuso sexual. 5
  • 6.
    Exploração X Abusosexual INTRODUÇÃO Fonte: Childhood Brasil 6
  • 7.
    O abuso sexualsem contato físico: ▪ assédio sexual: chantagemou ameaça. ▪ abuso sexual verbal: conversas abertas e/ou telefonemas ▪ exibicionismo: ato de mostrar os órgãos genitais ou de se masturbar em frente a criançasou adolescentes. ▪ voyeurismo: ato de observar fixamente atos ou órgãos sexuais de outraspessoas quando não desejam ser vistas. ▪ pornografia: quando uma pessoa mostra material pornográfico à criançaou ao adolescente. INTRODUÇÃO 7
  • 8.
    INTRODUÇÃO O abuso sexualcom contato físico: - toques nos órgãos genitais, tentativas de relações sexuais, e atos sexuais de forma forçada. O abuso sexual é sempre marcado pela relação desigual de poder, de forma a anular as vontades da pessoa dominada, tratando-ascomo objetos. 8
  • 9.
    Alguns dados: - Criançase adolescentes: INTRODUÇÃO 9
  • 10.
  • 11.
  • 12.
  • 13.
    DETERMINANTES PSICOSSOCIAIS ❑ Fatoresque contribuem para incidência dos casos; ❑ Tabu e falta de educação sexual; ❑ Indicadores comportamentais ❑ Fatores indutores a violência sexual; 13
  • 14.
    A importância daeducação no combate ao abuso sexual 03
  • 15.
    O papel daescola frente a casos de abuso sexual ❑ Deve atuar como um lugar de disseminação do conhecimento; ❑ Orientar o corpo docente e administrativo a observar e identificar nos estudantes características comportamentais incomuns; ❑ Produzir debates e aulas voltadas ao assunto de forma multidisciplinar; ❑ Em casos suspeitos, informar as autoridades competentes de proteção à criança/adolescente. 15
  • 16.
    A implementação daeducação sexual ❑ Fundamental para romper mitos e tabus construídos em relação a sexualidade; ❑ PCNS de 1998; ❑ BNCC; ❑ Tópicos voltados ao conhecimento e funcionamento corporal; ❑ Formar seres humanos conscientes de seus direitos e deveres. 16
  • 17.
    A implementação daeducação sexual na Amazônia ❑ População de cunho religioso tende a ser mais relutante ao tema; ❑ A distância das metrópoles dificulta a disseminação do tema; ❑ Servidores da educação antigos; ❑ Falta de capacitação para identificar, acolher e assegurar a integridade das vítimas; ❑ Criação do Projeto de Lei nº 215/2021. 17
  • 18.
    ● Resistência porparte de grupos conservadores ● Falta de programas de capacitação sobre o tema ● Criação de políticas públicas educacionais mais incisivas ● Formar cidadãos conscientes ● Emancipar vítimas de abuso por meio do conhecimento ● Reduzir as incidências de infecções por ISTs e gravidez na adolescência Prós x Contras 18
  • 19.
  • 20.
  • 21.
    Abuso sexual emmulheres ribeirinhas - Prostituição nessas comunidades - Região do Marajó - As chamadas "balseiras" - Miséria desses povos, comercialização sexual 21
  • 22.
    Abuso sexual demulheres indígenas - Uma em cada três mulheres indígenas são estupradas uma vez durante a vida - Violência histórica, tempo da colonização - Problemas psíquicos - Impunidade por parte do judiciário, limpeza étnica 22
  • 23.
  • 24.
    Até quando vaia idade de uma criança? E a de um adolescente? 24
  • 25.
    Segundo o art.2° da lei n°8.069, de 13 de julho de 1990, considera- se criança, para os efeitos desta Lei, a pessoa até doze anos de idade incompletos, e adolescente aquela entre doze e dezoito anos de idade. Até quando vai a idade de uma criança? E a de um adolescente? 25
  • 26.
    Do acesso àEducação e à Saúde: Art. 196. A saúde é direito de todos e dever do Estado, garantido mediante políticas sociais e econômicas que visem à redução do risco de doença e de outros agravos e ao acesso universal e igualitário às ações e serviços para sua promoção, proteção e recuperação. Art. 197. São de relevância pública as ações e serviços de saúde, cabendo ao Poder Público dispor, nos termos da lei, sobre sua regulamentação, fiscalização e controle, devendo sua execução ser feita diretamente ou através de terceiros e, também, por pessoa física ou jurídica de direito privado. ''No Brasil, a Constituição de 1988 afirma a educação como direito de todos e dever do Estado e da família. Este direito é reafirmado pelo Estatuto da Criança e do Adolescente de 1990 e pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional de 1996(...)" 26
  • 27.
    Do abuso emmenores: "Qualquer ato libidinoso praticado com pessoas com idade inferior a 14 anos, assim como criminaliza a indução de pessoas com menos de 14 anos a satisfazerem a lascívia de outrem. Lei nº. 12.015, de 10 de agosto de 2009" 27 18 de maio: Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes Do enfrentamento e combate ao abuso:
  • 28.
    Aspectos gerais doabuso sexual na Amazônia 28
  • 29.
    Aspectos gerais doabuso sexual na Amazônia 29
  • 30.
    Abuso sexual emcrianças e adolescentes ribeirinhos • Características físico-psíquico sociais do abuso sexual em crianças e adolescentes ribeirinhos: 1. É muito comum em áreas de garimpo; 2. Os menores são comumente afastados de suas famílias ou de onde estão; 3. A criança fica isolada; 4. É comum a prostituição infantil que depois se tornará uma exploração sexual infantil. Fonte: http://www.scielo.org.co/scielo.php?sc ript=sci_arttext&pid=S1692- 715X2020000100066 30
  • 31.
    Abuso sexual emcrianças e adolescentes ribeirinhos • Ocorre bastante nas regiões próximas ao litoral do Pará, e na região do Amazonas conhecida como região do Baixo Amazonas, compreendendo os municípios Parintins, Barreirinha, e alguns municípios do Pará inseridos no Baixo Amazonas. • Pode ocorrer abuso extrafamiliar ou intrafamiliar. Fonte: https://fas-amazonia.org/componente/desenvolvimento-integral-criancas-e- adolescentes-ribeirinhas-dicara/ 31
  • 32.
    DICARA • DICARA ouPrograma de Desenvolvimento Integral de Crianças e Adolescentes Ribeirinha da Amazônia (Dicara) é um subprograma do Programa de Educação para a Sustentabilidade da FAS; • Tem como objetivo a proteção da criança e do adolescente ribeirinho; • Diversos projetos psicossociais feitos para essa população. Fonte: https://fas-amazonia.org/componente/desenvolvimento-integral-criancas-e- adolescentes-ribeirinhas-dicara/ 32
  • 33.
    Abuso sexual emcrianças e adolescentes indígenas • Características físico-psíquico sociais do abuso sexual em crianças e adolescentes indígenas: 1. A criança e o adolescente são as principais vítimas em relação aos adultos; 2. Relação de poder; 4. Abuso intrafamiliar; 5. Incomum em áreas de garimpo, entretanto, comum dentro das matas. 33
  • 34.
    Abuso sexual emcrianças e adolescentes indígenas Fonte: https://amazoniareal.com.br/morte-de-menina-satare-mawe-expoe-violencia-sexual-dentro-dos-territorios/ Caso aconteceu em Barreirinha, no Amazonas: 34
  • 35.
    Abuso sexual emcrianças e adolescentes indígenas Fonte: https://amazoniareal.com.br/morte-de-menina-satare-mawe-expoe- violencia-sexual-dentro-dos-territorios/ Protesto em repúdio à morte de criança indígena ocorreu em Parintins. “Quem morreu foi uma criança inocente, que não estava na rua, não estava tomando banho, não estava por aí andando. Ela estava dormindo e foi retirada da rede dela” - Moy Sateré- Mawé, liderança feminina. “São as bebidas alcóolicas, a maconha, a pedra, estão tudo dentro da terra indígena. Foi isso que levou esse rapaz, ou esses rapazes, pois podem ser três os envolvidos, a fazerem isso”. 35
  • 36.
    FUNAI Desde 1967, aFundação Nacional do Índio (Funai) é o órgão indigenista oficial responsável pela promoção e proteção aos direitos dos povos indígenas de todo o território nacional. INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 1, DE 13 DE MAIO DE 2016 Estabelece normas e diretrizes para a atuação da Funai visando à promoção e proteção dos direitos das crianças e jovens indígenas e a efetivação do direito à convivência familiar e comunitária. Art. 1º Editar a presente Instrução Normativa, que tem como princípios basilares: I - a promoção do direito à convivência familiar e comunitária; II- a proteção de crianças e jovens indígenas em circunstância de iminente ou consumado afastamento do convívio familiar ou comunitário; III - a proteção de crianças e jovens indígenas em situação de violação aos direitos garantidos nos art. 227 e 231 da Constituição Federal. Fonte: https://climainfo.org.br/2019/05/24/funai- volta-para-o-ministerio-da-justica/ 36
  • 37.
    Abuso sexual emcrianças e adolescentes quilombolas • Características físico-psíquico sociais do abuso sexual em crianças e adolescentes ribeirinhos: 1. É muito comum em áreas de mata ou em campo aberto vazios e próximo de fazendas; 2. É muito comum o abusador ser do meio familiar; 3. A maioria das vítimas são meninas; 4. O racismo é um fator para que ocorra o abuso. Fonte: https://www.osaogoncalo.com.br/geral/78722/rio-reconhece- apenas-6-das-suas-comunidades-quilombolas 37
  • 38.
    Abuso sexual emcrianças e adolescentes quilombolas Abuso sexual em meninas da comunidade Kalunga, em Cavalcante no estado de Goiás: • Envolveu meninas menores de 18 anos; • Os estupradores eram do meio familiar ou extrafamiliar; Fonte: https://peabiru.org.br/2020/04/24/quem-sao-as-comunidades- quilombolas-no-para-direito-a-terra-e-reconhecimento/ 38
  • 39.
  • 40.
  • 41.
  • 42.
  • 43.
    Mulheres Como vítimas prevalentes. Desconhecimento erepressão Normalização e/ou punições. Descaso Menor evidênciaem grupos específicos. Produções científicas Escassezde pesquisase pouca coleta de material. Relação entre abuso sexual e as minorias populacionais 43
  • 44.
    Minorias populacionais PCDs Idosos LGBTQIA+ ▪Falta de compreensão; ▪ Contexto sociocultural; ▪ Intrafamiliar; ▪ Silenciamento e vergonha; ▪ Mudança de comportamento. ▪ Deficiência intelectual; ▪ Mulheres: 28%; ▪ Homens: 10%; ▪ Intrafamiliar. ▪ Mulheres lésbicas e bissexuais; ▪ Mulheres transexuais; ▪ Faixa etária: Infantojuvenil; ▪ Caráter LGBTfóbico; ▪ Intrafamiliar e extrafamiliar. 44
  • 45.
  • 46.
    Impactos e Consequênciasdo Abuso Sexual em Crianças e Adolescentes Diversos estudos demonstram que as consequências do abuso sexual infanto- juvenil estão presentes em todos os aspectos da condição humana, deixando marcas físicas, psíquicas, sociais, sexuais, entre outras, que poderão comprometer seriamente a vida da vítima (criança ou adolescente) que passou por determinada violência. 46
  • 47.
    Impactos e Consequênciasdo Abuso Sexual em Mulheres A OMS (2002) considera que mulheres vítimas de abuso sexual podem acarretar em problemas médicos, sociais e psicológicos, das consequências podem ocasionar no Transtorno de Estresse Pós-Traumático – TEPT, assim como: depressão, ansiedade, distúrbio alimentares, baixa autoestima, distúrbios sexuais, entre outros. 47
  • 48.
    Impactos e Consequênciasdo Abuso Sexual em Homens Os homens vítimas de abuso sexual têm um risco muito maior de ter problemas de saúde mental, incluindo sintomas de transtorno de estresse pós-traumático, depressão, alcoolismo, abuso de drogas, pensamentos e tentativas de suicídio, problemas nos relacionamentos íntimos e insucesso escolar e no trabalho. 48
  • 49.
  • 50.
    Principais pontos elencados ▪Abuso sexual: múltiplasfacetas; ▪ Maior vulnerabilidade dos povos da floresta: invisibilidade social; ▪ Ausência/pouca de educação sexual nas escolas; ▪ Poucas políticas públicas voltadas para a redução e erradicação do abuso sexual; ▪ Falta de condições financeiras; ▪ Relação de poder; ▪ Maior incidênciados casos são intrafamiliares. 50
  • 51.
    Atitudes necessárias! ▪ Observeos sinais! ▪ Ouçae respeite as vítimas; ▪ Jamais culpabilizea vítima; ▪ Defenda a educação sexual; ▪ Se lembrar é combater, se esquecer é permitir: quem não denuncia também violenta! 51
  • 52.
    Denuncie 100 – DisqueDireitosHumanos 180 – Central de Atendimento para a Mulher 181 – PolíciaCivil 190 – PolíciaMilitar Aplicativo “Direitos Humanos Brasil” 52
  • 53.
    Referências • CALIXTO, A.L. Bem me quer, mal me quer: De criança pra criança, vamos falar de abuso sexual infantil. Disponível em: https://cedecainter.org.br/wp-content/uploads/2020/11/Bem-me-quer-mal-me- quer-ARQUIVO.pdf. Acesso em: 03 mar. 2022; 1. CARDOSO, C, F; SANTOS, P, K; VIOLÊNCIA SEXUAL INFANTIL E OS MECANISMOS DE INIBIÇÃO ADOTADOS POR ESCOLA PÚBLICA DA COMUNIDADE RIBEIRINHA DA ILHA DE SANTANA - AMAPÁ, Brazilian Journals, 2021 Disponível em: https://www.brazilianjournals.com/index.php/BRJD/article/view/24754, Acesso em: 01/03/2022 2. DA COSTA, C.; NOTEJANE, A.; NARVAZ, J.; FERREIRA, B. P.; FERREIRA, E. G. POLÍTICA EDUCACIONAL DE ENFRENTAMENTO À VIOLÊNCIA SEXUAL: A EXPERIÊNCIA URUGUAIA E AS POSSIBILIDADES PARA AVANÇAR NO BRASIL. Diversidade e Educação, [S. l.], v. 8, n. 2, p. 229–255, 2021. DOI: 10.14295/de.v8i2.12226. Disponível em: https://periodicos.furg.br/divedu/article/view/12226. Acesso em: 2 mar. 2022; 53
  • 54.
    Referências 1. GOMES, J.M. A., Nascimento, V. do, Ribeiro, M. de N. S., Espírito Santo, F. H. do, Diniz, C. X., Souza, C. R. S., & Ribeiro, E. E. (2020). Abuso sexual sofrido por mulheres idosas: relatos de vivências. Revista Kairós- Gerontologia, 23(1), 323-339. ISSNprint 1516-2567. ISSNe 2176-901X. São Paulo (SP), Brasil: FACHS/NEPE/PUC-SP. Acesso em 1 mar. 2022; 2. GOVERNO APRESENTA PROJETO PARA INSERIR EDUCAÇÃO SEXUAL NAS ESCOLAS PÚBLICAS DO AMAZONAS. Amazonas Atual, 2021. Disponível em : < https://amazonasatual.com.br/governo-apresenta- projeto-para-inserir-educacao-sexual-nas-escolas-publicas-do-amazonas/ >. Acesso em: 2 mar. 2022; 3. MENDES, M. J. G.; DENARI, F. E. Violência sexual contra pessoas com deficiência nos últimos 10 anos: uma revisão sistemática. DOXA: Revista Brasileira de Psicologia e Educação, Araraquara, v. 22, n. 00, p. e021013, 2021. DOI: 10.30715/doxa.v22i00.15335. Disponível em: https://periodicos.fclar.unesp.br/doxa/article/view/15335. Acesso em: 1 mar. 2022.; 54
  • 55.
    Referências 1. OLIVEIRA, C.A; Violência sexual, infância e povos indígenas: Ressignificação intercultural das políticas de proteção no contexto das indígenas crianças; Universidade Federal do Pará, 2016. Disponível em: http://www.scielo.org.co/pdf/rlcs/v14n2/v14n2a21.pdf. Acesso em: 28/02/2022 2. BARROS, B. J; CRUZ, P. C. A, LIMA, V. S. K; SALES, S. L; RODRIGUES, N. R; LIMA, M. J. B; Determinantes psicossociais para o abuso infantil em uma comunidade ribeirinha do estado do Pará: relato de experiência. Revista Eletrônica Acervo Saúde / Electronic Journal Collection Health, 2020. 3. SALIÊNCIA COMIGO NÃO, Ministério Público do Estado de Goiás - INFÂNCIA, JUVENTUDE E EDUCAÇÃO - CAO. Disponível em: http://www.mpgo.mp.br/portal/conteudo/saliencia-comigo-nao. Acesso em: 26/02/2022 55
  • 56.
    Referências VIOLÊNCIA CONTRA MULHERESE MENINAS NO CAMPO SANGRAM TERRITÓRIOS, Brasil de Fato, 2021. Disponível em <https://www.brasildefato.com.br/2021/06/14/violencia-contra-mulheres-e-meninas-no-campo-sangram-territorios- tradicionais#:~:text=Foram%20registrados%2037%20estupros%20na,Kalunga%2C%20no%20estado%20de%20Goi%C3%A1s .> Acesso em: 02/03/2022 ABUSOS DE CRIANÇAS DA COMUNIDADE KALUNGA ACONTECEM HÁ MAIS DE 20 ANOS, Agência Brasil, 2015. Disponível em: <https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2015-04/abusos-de-criancas-da-comunidade- kalunga-acontecem-ha-mais-de- 20#:~:text=A%20lider%20comunit%C3%A1ria%20da%20Comunidade,dom%C3%A9stico%20e%20de%20abuso%20sexual.> Acesso em: 02/03/2022 . BATISTA, A. T. ; SOUZA, M. N. ; AZEVEDO, N. O. ; Rodrigues, R. A. Violações à criança e ao adolescente no Baixo Amazonas: trabalho infantil e violência sexual. In: 3º Encontro de Políticas Públicas para a Pan-Amazônia e Caribe: educação, interculturalidade e ambiente na Pan-Amazônia e Caribe, 2015, Manaus/AM. Anais do 3º Encontro de Políticas Públicas para a Pan-Amazônia e Caribe: educação, interculturalidade e ambiente na Pan-Amazônia e Caribe. Manaus/AM: EPPPAC, 2015. v. 3. p. Artigo 59. 56
  • 57.
    Referências MORTE DE MENINASATERÉ-MAWÉ EXPÕE VIOLÊNCIA SEXUAL DENTRO DOS TERRITÓRIOS. Amazônia Real, 2020. Disponível em: <https://amazoniareal.com.br/morte-de-menina-satare-mawe- expoe-violencia-sexual-dentro-dos-territorios/>. Acesso em: 28/02/2022; PINTO, Isabella Vitral et al. Perfil das notificações de violências em lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais registradas no Sistema de Informação de Agravos de Notificação, Brasil, 2015 a 2017. Revista Brasileira de Epidemiologia [online]. v. 23, n. Suppl 01. Disponível em:. Acesso em: https://doi.org/10.1590/1980-549720200006.supl.1. Acesso em: 1 mar. 2022; SANTOS, W. R. C.; SANTOS, R. A. DOS; NEVES, J. D’ARC DE V.; OLIVEIRA, M. DO V. O papel da Escola para o enfrentamento da Violência Sexual contra crianças nos discursos de professores do Ensino Fundamental em Augusto Corrêa - PA. @rquivo Brasileiro de Educação, v. 6, n. 14, p. 114-154, 6 ago. 2019; 57
  • 58.
    Referências OPAS/OMS. Neste DiaLaranja, OPAS/OMS aborda violência sexual e suas consequências para as vítimas. 25 de julho, 2018. Disponível em: <https://www.paho.org/pt/noticias/25-7-2018-neste-dia- laranja-opasoms-aborda-violencia-sexual-e-suas-consequencias- para#:~:text=A%20viol%C3%AAncia%20sexual%20%C3%A9%20definida,com%20a%20v%C3%ADtim a%2C%20em%20qualquer> CHILDHOOD BRASIL, pela proteção da infância. Entenda a diferença entre abuso e exploração sexual. 07 de abril, 2015. Disponível em <https://www.childhood.org.br/entenda-a-diferenca-entre- abuso-e-exploracao-sexual> GOVERNO FEDERAL, MINISTÉRIO DA MULHER, DA FAMÍLIA E DOS DIREITOS HUMANOS. Violência Sexual. 10 de julho, 2020. Disponível em: <https://www.gov.br/mdh/pt-br/navegue-por- temas/crianca-e-adolescente/dados-e-indicadores/violencia-sexual> 58