O documento discute a Lei 4898/65, que regulamenta os abusos de autoridade cometidos por funcionários públicos durante a ditadura militar no Brasil. A lei define abuso de autoridade como atentados à liberdade de locomoção, inviolabilidade do domicílio e sigilo da correspondência, em violação à Constituição de 1988. Funcionários públicos que cometessem tais abusos estariam sujeitos a processo administrativo, civil ou penal.