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CAPA
VERDADE PRÁTICA
• Jesus não morreu como mártir ou herói, mas como o Salvador
da humanidade.
OBJETIVO GERAL
• Apresentar a causa primeira que levou Jesus à cruz: os nossos
pecados.
PONTO CENTRAL
• Jesus Cristo foi crucificado e morto pelos pecados de toda a
humanidade.
LEITURA BÍBLICA EM CLASSE
Lucas 23.44-50
• 44 - E era já quase a hora sexta, e houve trevas em toda a terra
até à hora nona,
• 45 - escurecendo-se o sol; e rasgou-se ao meio o véu do
templo.
• 46 - E, clamando Jesus com grande voz, disse: Pai, nas tuas
mãos entrego o meu espírito. E, havendo dito isso, expirou.
LEITURA BÍBLICA EM CLASSE
• 47 - E o centurião, vendo o que tinha acontecido, deu glória a
Deus, dizendo: Na verdade, este homem era justo.
• 48 - E toda a multidão que se ajuntara a este espetáculo, vendo
o que havia acontecido, voltava batendo nos peitos.
• 49 - E todos os seus conhecidos e as mulheres que juntamente o
haviam seguido desde a Galileia estavam de longe vendo essas
coisas.
• 50 - E eis que um homem por nome José, senador, homem de
bem e justo.
TEXTO ÁUREO
• "E, clamando Jesus com grande voz, disse: Pai, nas
tuas mãos entrego o meu espírito. E, havendo dito isso,
expirou." (Lc 23.46)
INTRODUÇÃO
Os momentos que antecederam à prisão e julgamento de Jesus
foram extremamente difíceis e penosos para Ele e seus
seguidores. As autoridades judaicas já haviam decidido, em
concílio, pela sua morte, e não intentavam realizar o ato durante
a Páscoa, para não causar tumulto.
• A morte de Jesus é um dos pontos centrais da fé
cristã e precisa ser compreendida.
• Ela foi voluntária, de inteira vontade do Pai (Mt
26.36-39).
• Em profunda angústia, ele pedia: "..Meu Pai, se
possível, passe de mim este cálice! Todavia, não
seja como eu quero, e sim como tu queres" (v. 39).
Jesus não recebeu resposta. Houve silêncio.
• O aparente silêncio de Deus diante da oração de Jesus
no Jardim foi uma clara resposta a essa oração.
I. AS ÚLTIMAS ADVERTÊNCIAS E
RECOMENDAÇÕES
• 1. Aflição interior.
• 2. Aflição exterior.
1. Aflição interior.
• Sabendo que era chegada a sua hora, Jesus trata de
dar as últimas advertências e recomendações aos seus
discípulos. Todos os evangelistas registram a
advertência que Jesus fez a Pedro (Mt 26.31-35; Mc
14.27-31; Lc 22.31-34; Jo 13.36-38).
• No jardim do Getsêmani, pouco distante de Jerusalém,
Jesus sabia exatamente o que estava vindo e começou
a orar.
• Seu coração quase não podia suportar tamanho
peso: “A minha alma está cheia de tristeza até a
morte” (Mateus 26.38).
• Então, a multidão apareceu com espadas e porretes.
Judas beijou Jesus, e o prenderam.
2. Aflição exterior.
• O texto de Lucas 22.35-38 tem chamado a atenção
dos estudiosos da Bíblia. Estaria Jesus aqui
pregando a luta armada? (Mt 5.9, 22.38-47).
• Jesus cita a profecia de Isaías 53.12 como se cumprindo
naquele momento.
• Os discípulos deveriam, portanto, estar preparados para
aquele momento. Jesus seria contado com os
malfeitores e seus discípulos seriam identificados da
mesma forma (Mc 14.69).
Jesus não sugere
que seus
seguidores
devem usar a
força ao
divulgarem o
evangelho, mas
que eles
precisariam de
vigilância
perpétua, usando
todos os recursos
ao seu alcance.
II. JESUS É TRAÍDO E PRESO
• 1. A ambição.
• 2. A negociação.
1. A ambição.
• A traição de Jesus é um dos relatos mais dramáticos e
tristes que o Novo Testamento registra. Jesus foi traído
por alguém que compartilhava da sua intimidade (Sl
41.9). Judas, conforme relata Lucas, foi escolhido pelo
próprio Cristo para ser um dos seus apóstolos (Lc 6.16).
• O que levou, portanto, Judas a agir dessa forma? Os
textos paralelos sobre o relato da traição mostram que
Judas era avarento, amava o dinheiro e a ambição o
levou a entregar o Senhor (Jo 12.4-6).
4 Então, um dos seus discípulos, Judas Iscariotes, filho de Simão,
o que havia de traí-lo, disse:
5 Por que não se vendeu este unguento por trezentos dinheiros e
não se deu aos pobres?
6 Ora, ele disse isto, não pelo cuidado que tivesse dos pobres,
mas porque era ladrão e tinha a bolsa, e tirava o que ali se
lançava.
2. A negociação.
• Lucas mostra que o Diabo entra em cena para afastar
esse obstáculo (Lc 22.3-6). O terceiro Evangelho já
havia mostrado, por ocasião da tentação, que o Diabo
tinha se apartado de Jesus até o momento oportuno (Lc
4.13). Sabendo que Judas estava dominado pela
ambição, Satanás incita-o a procurar os líderes
religiosos para vender Jesus (Lc 22.2-6).
3 Entrou, porém, Satanás em Judas, que tinha por
sobrenome Iscariotes, o qual era do número dos doze.
4 E foi, e falou com os principais dos sacerdotes, e com
os capitães, de como lho entregaria;
III. JULGAMENTO E CONDENAÇÃO DE
JESUS
• 1.Na esfera religiosa.
• 2.Na esfera política de Jesus.
1. Na esfera religiosa.
• Os conflitos entre Jesus e os líderes religiosos de Israel
começaram muito cedo (Mc 3.6).
• As libertações, as curas e autoridade = multidões
passaram a seguir a Jesus (Lc 5.1).
• Essa popularidade provocou inveja e ciúme dos líderes
religiosos que perdiam espaço a cada dia (Jo 12.19).
• Houve seis partes dos julgamentos de Jesus: três estágios
em um tribunal religioso e três estágios perante um
tribunal romano. Jesus foi julgado diante de Anás, o
antigo sumo sacerdote; Caifás, o atual sumo
sacerdote, e o Sinédrio. Nestes julgamentos
"eclesiásticos", Ele foi acusado de blasfêmia por ter
alegado ser o Filho de Deus.
• De acordo com a própria lei judaica, houve várias
ilegalidades envolvidas nestes julgamentos:
• (1) Nenhum julgamento era para ser realizado durante o
tempo de festa, e Jesus foi julgado durante a Páscoa.
• (2) Cada membro do tribunal era para votar
individualmente para condenar ou absolver, mas
Jesus foi condenado por aclamação.
• (3) Se a pena de morte fosse dada, era necessário que
pelo menos uma noite se passasse antes da sentença
ser executada.
• (4) Os judeus projetaram a execução de Jesus.
• (5) Nenhum julgamento era para ser realizado à noite, mas
este julgamento foi realizado antes do amanhecer.
• (6) O acusado era para receber conselho ou representação,
mas Jesus não teve nada.
• (7) Não deviam ter feito perguntas auto-incriminatórias a
Jesus, mas Ele foi perguntado se era o Cristo.
• Os julgamentos perante as autoridades romanas começaram
com Pilatos (João 18:23) depois de Jesus ser espancado.
• Ele foi acusado de incitar as pessoas à revolta.
• Pilatos não encontrou nenhuma razão para matar Jesus, por
isso O enviou a Herodes (Lucas 23:7).
• Herodes permitiu a ridicularização de Jesus, mas, querendo
evitar a responsabilidade política, enviou-O de volta a
Pilatos (Lucas 23:11-12).
• O flagelo romano era uma terrível surra, possivelmente de
39 chicotadas.
• Em um esforço final para liberar Jesus, Pilatos ofereceu que
o prisioneiro Barrabás fosse crucificado e Jesus liberado,
mas sem sucesso.
Para os líderes religiosos, Jesus era um herege,
acusado de ter blasfemado, e que deveria ser tirado de
cena a qualquer custo, mesmo que fosse a morte.
Todavia, Israel nos dias de Jesus estava sob a
dominação romana e os líderes judeus não poderiam
conquistar o seu intento sem a aprovação do Império.
(Jo 18.31).
2. Na esfera política.
• O processo judicial romano reconhecia o direito de
ficar em silêncio e a inocência do acusado até que
se provasse o contrário.
• Pilatos desconsiderou todas as salvaguardas, ao
permitir – e até mesmo ordenar – a execução de um
homem que ele mesmo já tinha declarado inocente.
• A última interrogação de Pilatos a Jesus: “Não sabes
que tenho autoridade [poder] para te soltar e autoridade
para te crucificar?” (Jo 19.10).
• De acordo com um estranho costume, Pilatos ofereceu
libertar um prisioneiro e dar à multidão a escolha entre
Jesus e Barrabás, um notório terrorista que “tinha num
motim cometido uma morte” (Marcos 15.7).
• A multidão escolheu Barrabás e gritou para que Jesus
fosse crucificado. Eles fizeram-no ser uma ameaça ao
império, que reivindicava ser um rei. “Se soltas este, não
és amigo de César; qualquer que se faz rei é contra
César” (João 19.12).
Açoitamento era uma preliminar legal a toda execução
romana, e somente mulheres, senadores e soldados
(exceto em caso de deserção) eram excluídos. O
instrumento usual era um chicote curto.
IV. A CRUCIFICAÇÃO E A MORTE DE
JESUS
• 1.O método.
• 2.O significado.
• A pena capital imposta pelo Império Romano aos
condenados se dava através da crucificação. Os
pesquisadores são unânimes em afirmar que essa era a
mais cruel e dolorosa forma de execução! Josefo,
historiador judeu, informa que antes da execução, os
condenados eram açoitados e submetidos a todo tipo de
tortura e depois crucificados do lado oposto dos muros
da cidade.
1.O método.
• Cícero, historiador romano, ao se referir à crucificação,
afirmou que não havia palavra para descrever ato tão
horrendo.
• Jesus foi açoitado, escarnecido, ridicularizado,
blasfemado, torturado, forçado a levar a cruz e por fim
crucificado (Jo 19.1-28).
• “E era a hora terceira, e o crucificaram” (Marcos
15.25). 9 horas da manhã.
• Pilatos ordenou uma placa sobre sua cabeça: “Jesus de
Nazaré, Rei dos Judeus” (João 19.19). Transeuntes o
ridicularizavam
• Lucas escreve: “E, clamando Jesus com grande voz,
disse: Pai, nas tuas mãos entrego o meu espírito.
• E, havendo dito isto, expirou” (Lucas 23.46).
• Para ter certeza de que ele estava morto, um
soldado romano “lhe furou o lado com uma lança”
(João 19.34).
• Ele foi retirado da cruz por sua família e amigos, e
colocado em um túmulo comprado, numa caverna.
• Pilatos deu ordem para que o túmulo fosse selado e
guardado.
• Para muitos críticos, Jesus não passou de um mártir
como foram tantos outros líderes judeus que viveram
antes dEle.
• Para Lucas, Jesus morreu vicariamente pela humanidade.
2. O significado.
• A morte física de Jesus aconteceu “segundo as
Escrituras” (1 Co 15.3).
• Salmos 22 e Isaías 53 descrevem os pormenores dessa
morte. Jesus afirmou que a Lei de Moisés e os Profetas
se convergem nEle, sendo sua paixão e morte o
cumprimento das Escrituras Sagradas (Lc 24.26, 27; 44-
46).
A morte de jesus final Irmão JIN

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  • 2. VERDADE PRÁTICA • Jesus não morreu como mártir ou herói, mas como o Salvador da humanidade.
  • 3. OBJETIVO GERAL • Apresentar a causa primeira que levou Jesus à cruz: os nossos pecados.
  • 4. PONTO CENTRAL • Jesus Cristo foi crucificado e morto pelos pecados de toda a humanidade.
  • 5. LEITURA BÍBLICA EM CLASSE Lucas 23.44-50 • 44 - E era já quase a hora sexta, e houve trevas em toda a terra até à hora nona, • 45 - escurecendo-se o sol; e rasgou-se ao meio o véu do templo. • 46 - E, clamando Jesus com grande voz, disse: Pai, nas tuas mãos entrego o meu espírito. E, havendo dito isso, expirou.
  • 6. LEITURA BÍBLICA EM CLASSE • 47 - E o centurião, vendo o que tinha acontecido, deu glória a Deus, dizendo: Na verdade, este homem era justo. • 48 - E toda a multidão que se ajuntara a este espetáculo, vendo o que havia acontecido, voltava batendo nos peitos. • 49 - E todos os seus conhecidos e as mulheres que juntamente o haviam seguido desde a Galileia estavam de longe vendo essas coisas. • 50 - E eis que um homem por nome José, senador, homem de bem e justo.
  • 7. TEXTO ÁUREO • "E, clamando Jesus com grande voz, disse: Pai, nas tuas mãos entrego o meu espírito. E, havendo dito isso, expirou." (Lc 23.46)
  • 8. INTRODUÇÃO Os momentos que antecederam à prisão e julgamento de Jesus foram extremamente difíceis e penosos para Ele e seus seguidores. As autoridades judaicas já haviam decidido, em concílio, pela sua morte, e não intentavam realizar o ato durante a Páscoa, para não causar tumulto.
  • 9. • A morte de Jesus é um dos pontos centrais da fé cristã e precisa ser compreendida. • Ela foi voluntária, de inteira vontade do Pai (Mt 26.36-39).
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  • 74. • Em profunda angústia, ele pedia: "..Meu Pai, se possível, passe de mim este cálice! Todavia, não seja como eu quero, e sim como tu queres" (v. 39). Jesus não recebeu resposta. Houve silêncio. • O aparente silêncio de Deus diante da oração de Jesus no Jardim foi uma clara resposta a essa oração.
  • 75. I. AS ÚLTIMAS ADVERTÊNCIAS E RECOMENDAÇÕES • 1. Aflição interior. • 2. Aflição exterior.
  • 76. 1. Aflição interior. • Sabendo que era chegada a sua hora, Jesus trata de dar as últimas advertências e recomendações aos seus discípulos. Todos os evangelistas registram a advertência que Jesus fez a Pedro (Mt 26.31-35; Mc 14.27-31; Lc 22.31-34; Jo 13.36-38).
  • 77. • No jardim do Getsêmani, pouco distante de Jerusalém, Jesus sabia exatamente o que estava vindo e começou a orar. • Seu coração quase não podia suportar tamanho peso: “A minha alma está cheia de tristeza até a morte” (Mateus 26.38). • Então, a multidão apareceu com espadas e porretes. Judas beijou Jesus, e o prenderam.
  • 78.
  • 79. 2. Aflição exterior. • O texto de Lucas 22.35-38 tem chamado a atenção dos estudiosos da Bíblia. Estaria Jesus aqui pregando a luta armada? (Mt 5.9, 22.38-47).
  • 80. • Jesus cita a profecia de Isaías 53.12 como se cumprindo naquele momento. • Os discípulos deveriam, portanto, estar preparados para aquele momento. Jesus seria contado com os malfeitores e seus discípulos seriam identificados da mesma forma (Mc 14.69).
  • 81. Jesus não sugere que seus seguidores devem usar a força ao divulgarem o evangelho, mas que eles precisariam de vigilância perpétua, usando todos os recursos ao seu alcance.
  • 82. II. JESUS É TRAÍDO E PRESO • 1. A ambição. • 2. A negociação.
  • 83. 1. A ambição. • A traição de Jesus é um dos relatos mais dramáticos e tristes que o Novo Testamento registra. Jesus foi traído por alguém que compartilhava da sua intimidade (Sl 41.9). Judas, conforme relata Lucas, foi escolhido pelo próprio Cristo para ser um dos seus apóstolos (Lc 6.16).
  • 84. • O que levou, portanto, Judas a agir dessa forma? Os textos paralelos sobre o relato da traição mostram que Judas era avarento, amava o dinheiro e a ambição o levou a entregar o Senhor (Jo 12.4-6). 4 Então, um dos seus discípulos, Judas Iscariotes, filho de Simão, o que havia de traí-lo, disse: 5 Por que não se vendeu este unguento por trezentos dinheiros e não se deu aos pobres? 6 Ora, ele disse isto, não pelo cuidado que tivesse dos pobres, mas porque era ladrão e tinha a bolsa, e tirava o que ali se lançava.
  • 85. 2. A negociação. • Lucas mostra que o Diabo entra em cena para afastar esse obstáculo (Lc 22.3-6). O terceiro Evangelho já havia mostrado, por ocasião da tentação, que o Diabo tinha se apartado de Jesus até o momento oportuno (Lc 4.13). Sabendo que Judas estava dominado pela ambição, Satanás incita-o a procurar os líderes religiosos para vender Jesus (Lc 22.2-6). 3 Entrou, porém, Satanás em Judas, que tinha por sobrenome Iscariotes, o qual era do número dos doze. 4 E foi, e falou com os principais dos sacerdotes, e com os capitães, de como lho entregaria;
  • 86. III. JULGAMENTO E CONDENAÇÃO DE JESUS • 1.Na esfera religiosa. • 2.Na esfera política de Jesus.
  • 87. 1. Na esfera religiosa. • Os conflitos entre Jesus e os líderes religiosos de Israel começaram muito cedo (Mc 3.6). • As libertações, as curas e autoridade = multidões passaram a seguir a Jesus (Lc 5.1). • Essa popularidade provocou inveja e ciúme dos líderes religiosos que perdiam espaço a cada dia (Jo 12.19).
  • 88. • Houve seis partes dos julgamentos de Jesus: três estágios em um tribunal religioso e três estágios perante um tribunal romano. Jesus foi julgado diante de Anás, o antigo sumo sacerdote; Caifás, o atual sumo sacerdote, e o Sinédrio. Nestes julgamentos "eclesiásticos", Ele foi acusado de blasfêmia por ter alegado ser o Filho de Deus.
  • 89. • De acordo com a própria lei judaica, houve várias ilegalidades envolvidas nestes julgamentos: • (1) Nenhum julgamento era para ser realizado durante o tempo de festa, e Jesus foi julgado durante a Páscoa. • (2) Cada membro do tribunal era para votar individualmente para condenar ou absolver, mas Jesus foi condenado por aclamação. • (3) Se a pena de morte fosse dada, era necessário que pelo menos uma noite se passasse antes da sentença ser executada.
  • 90. • (4) Os judeus projetaram a execução de Jesus. • (5) Nenhum julgamento era para ser realizado à noite, mas este julgamento foi realizado antes do amanhecer. • (6) O acusado era para receber conselho ou representação, mas Jesus não teve nada. • (7) Não deviam ter feito perguntas auto-incriminatórias a Jesus, mas Ele foi perguntado se era o Cristo. • Os julgamentos perante as autoridades romanas começaram com Pilatos (João 18:23) depois de Jesus ser espancado.
  • 91. • Ele foi acusado de incitar as pessoas à revolta. • Pilatos não encontrou nenhuma razão para matar Jesus, por isso O enviou a Herodes (Lucas 23:7). • Herodes permitiu a ridicularização de Jesus, mas, querendo evitar a responsabilidade política, enviou-O de volta a Pilatos (Lucas 23:11-12). • O flagelo romano era uma terrível surra, possivelmente de 39 chicotadas. • Em um esforço final para liberar Jesus, Pilatos ofereceu que o prisioneiro Barrabás fosse crucificado e Jesus liberado, mas sem sucesso.
  • 92. Para os líderes religiosos, Jesus era um herege, acusado de ter blasfemado, e que deveria ser tirado de cena a qualquer custo, mesmo que fosse a morte. Todavia, Israel nos dias de Jesus estava sob a dominação romana e os líderes judeus não poderiam conquistar o seu intento sem a aprovação do Império. (Jo 18.31). 2. Na esfera política.
  • 93. • O processo judicial romano reconhecia o direito de ficar em silêncio e a inocência do acusado até que se provasse o contrário.
  • 94. • Pilatos desconsiderou todas as salvaguardas, ao permitir – e até mesmo ordenar – a execução de um homem que ele mesmo já tinha declarado inocente. • A última interrogação de Pilatos a Jesus: “Não sabes que tenho autoridade [poder] para te soltar e autoridade para te crucificar?” (Jo 19.10).
  • 95. • De acordo com um estranho costume, Pilatos ofereceu libertar um prisioneiro e dar à multidão a escolha entre Jesus e Barrabás, um notório terrorista que “tinha num motim cometido uma morte” (Marcos 15.7). • A multidão escolheu Barrabás e gritou para que Jesus fosse crucificado. Eles fizeram-no ser uma ameaça ao império, que reivindicava ser um rei. “Se soltas este, não és amigo de César; qualquer que se faz rei é contra César” (João 19.12).
  • 96. Açoitamento era uma preliminar legal a toda execução romana, e somente mulheres, senadores e soldados (exceto em caso de deserção) eram excluídos. O instrumento usual era um chicote curto.
  • 97. IV. A CRUCIFICAÇÃO E A MORTE DE JESUS • 1.O método. • 2.O significado.
  • 98. • A pena capital imposta pelo Império Romano aos condenados se dava através da crucificação. Os pesquisadores são unânimes em afirmar que essa era a mais cruel e dolorosa forma de execução! Josefo, historiador judeu, informa que antes da execução, os condenados eram açoitados e submetidos a todo tipo de tortura e depois crucificados do lado oposto dos muros da cidade. 1.O método.
  • 99. • Cícero, historiador romano, ao se referir à crucificação, afirmou que não havia palavra para descrever ato tão horrendo. • Jesus foi açoitado, escarnecido, ridicularizado, blasfemado, torturado, forçado a levar a cruz e por fim crucificado (Jo 19.1-28).
  • 100. • “E era a hora terceira, e o crucificaram” (Marcos 15.25). 9 horas da manhã. • Pilatos ordenou uma placa sobre sua cabeça: “Jesus de Nazaré, Rei dos Judeus” (João 19.19). Transeuntes o ridicularizavam
  • 101. • Lucas escreve: “E, clamando Jesus com grande voz, disse: Pai, nas tuas mãos entrego o meu espírito. • E, havendo dito isto, expirou” (Lucas 23.46). • Para ter certeza de que ele estava morto, um soldado romano “lhe furou o lado com uma lança” (João 19.34). • Ele foi retirado da cruz por sua família e amigos, e colocado em um túmulo comprado, numa caverna. • Pilatos deu ordem para que o túmulo fosse selado e guardado.
  • 102. • Para muitos críticos, Jesus não passou de um mártir como foram tantos outros líderes judeus que viveram antes dEle. • Para Lucas, Jesus morreu vicariamente pela humanidade. 2. O significado.
  • 103. • A morte física de Jesus aconteceu “segundo as Escrituras” (1 Co 15.3). • Salmos 22 e Isaías 53 descrevem os pormenores dessa morte. Jesus afirmou que a Lei de Moisés e os Profetas se convergem nEle, sendo sua paixão e morte o cumprimento das Escrituras Sagradas (Lc 24.26, 27; 44- 46).