O documento discute a "lógica da abundância" em redes sociais distribuídas, onde problemas são introduzidos artificialmente através da escassez e não da diversidade de opiniões. Redes distribuídas regulam-se de forma pluriárquica, permitindo que quem concorda com uma proposta a siga e quem não concorda possa propor outra. A Escola de Redes ilustra essa lógica ao não impor votações e permitir a criação de novos nodos.