1) O texto discute redes sociais como representações de fluxos dinâmicos ao invés de simples grafos estáticos de nós e conexões.
2) As redes sociais distribuídas representam movimentos de desconstituição de hierarquia, na medida de sua distribuição e abundância de caminhos.
3) O poder é medido pela não-rede, ou seja, quanto mais centralizada e hierárquica a rede, mais poder pode ser exercido sobre os nós.