Este documento discute o conceito de poder nas redes sociais. O autor argumenta que poder requer centralização, enquanto redes sociais distribuídas não permitem o exercício de poder. Ele critica a aplicação de conceitos da sociologia tradicional como "grupos" e "estruturas sociais" para analisar redes, defendendo que a rede é ontológica anterior a esses conceitos. Finalmente, o autor conclui que poder é uma medida de não-rede, enquanto redes sociais representam desconstituição de hierarquia.