O documento analisa a evolução demográfica e social de Cuba entre 1846 e 1868, destacando o crescimento da população, as mudanças na composição étnica e a decadência do sistema escravista. Apresenta também a imigração como uma resposta à crise do trabalho escravo, incluindo a chegada de mão de obra chinesa e a luta pela independência e abolição. A interação entre diferentes classes sociais e a influência de fatores externos, como o abolicionismo britânico e a política dos Estados Unidos, são abordados como elementos cruciais na transformação da sociedade cubana.