Abóbada de Berço
Com um aspeto arredondado, davam um
aspeto mais simples à Igreja, além de que
o espaço ficava com um acesso muito
mais facilitado.
Abóbadas de aresta
Comparativamente com o modelo anterior,
dava um aspeto mais requintado aos
edifícios.  Este formato foi inventado para
solucionar problemas de desabamento. Esta
estrutura era muito mais leve e permitia à
Igreja mais entrada de luz. Este tipo de
abóbadas ficam apoiadas sobre naves laterais.
Abóbada de Ogiva
As nervuras diagonais suportam o
peso e distribuem-no sobre os 4
pilares. Com este modelo, foi possível
haver cobertura de espaços maiores e
um aumento na altura dos edifícios.
Sistemas
de
Suporte
Os principais
sistemas de
cobertura das
Igrejas de
influência Oriental
são as cúpulas,
agora em pedra e
não em madeira.
Estas podiam ser
assentes sobre
diversos sistemas
de suporte
Trompas - Elemento que faz a
transição da forma quadrada da base
para a circular sobre a qual se apoia a
cúpula.
 Pendentes - Formas triangulares côncavas
que, construídas a partir dos ângulos do
quadrado, o transformam numa
circunferência onde a cúpula assenta.
Como funciona a distribuição de peso? A pressão exercida pelas abóbadas é descarregada através dos arcos para os
pilares e colunas. Estes estão localizados na charneira de dois tramos e, normalmente, possuem um colunelo ou
pilastra adossado, por cada arco definidor de um tramo.
Dos pilares, a força é transmitida sobre as naves laterais e para as paredes do exterior da Igreja;
As paredes exteriores são grossas, reforçadas por contrafortes adossados e chanfrados, situados no alinhamento
dos pilares interiores.
Sistemas
de Iluminação
Outro elemento de extrema
importância é a luz. No entanto,
eles não queriam que a
Igreja fosse um local iluminado,
pois poderia afastar a pessoa do
seu momento de reflexão com
elementos exteriores de distração.
Além disso, como foi referido
anteriormente, as paredes
precisavam de sustentar todo o
peso das coberturas, o que
resultava em paredes muito
grossas, não permitindo a entrada
de luz. 
Janelas em
Seteira- Um
elemento muito
fino, geralmente
alto e retangular.
Muito
semelhante a
uma frincha. 
Clerestório -  São
janelas altas,
dispostas sobre um
telhado adjacente.
Este tipo de
iluminação
também era
utilizado nas
basílicas romanas.
Torre Lantera - A janela que se
encontra na parte mais alta do
edifício, dando ao teto uma maior
visibilidade, por causa dos raios de
sol que entram por lá. 
Rosáceas- O elemento que
permitia ao fiél sentir-se inspirado
e de certa forma “conectar-se”
com o seu eu mais espiritual. Com
a maior variedade de cores e
formatos, cada Igreja podia
adaptar este elemento da maneira
que quisesse, para melhorar a sua
decoração e iluminação.
Por último, e, especificamente no
caso Italiano, temos os Janelões das
Fachadas, que tal dava uma bela
decoração á parte frontal do edifício,
tornando a fachada menos “pesada”.
Tendo tudo isto em conta, era um local
em que a luz estava muito bem definida,
criando os contrastes luz/escuro, que
reforçava a sensação misteriosa e
espiritual do local.
Decoração Exterior
Do lado de fora, eram edifícios relativamente
simples e sem grandes exuberâncias. Os dois
grandes elementos eram as cornijas, decoradas
com arcos cegos e cachorradas (peças salientes
esculpidas), que também funcionava como
suporte para a cornija. 
Cornijas decoradas
A fechar as caleiras existiam gárgulas,
que tinham como objetivo escoar
água e podiam ter uma forma mais
simples ou uma escultura mais
exuberante, por questões estéticas e
temas míticos. 
Os portões também
tinham diversos
elementos decorativos
por todo ele.
ARQUITETURA
MILITAR
A Arte Românica
teve influência não
só na parte religiosa
dos mosteiros, mas
também no lado da
guerra, com os seus
castelos defensivos.
Eram
maioritariamente
feitos em madeira e
ficavam numa
altura superior ao
resto do chão, para
garantir maior
segurança e
superioridade caso
fossem atacados.
Esta elevação podia
ser natural, através
dos altos e baixos do
plano do terreno, ou
então feito
artificialmente. 
Elevação do
castelo 
Arquitetura Militar
Ao redor eram construídos em terra
ou madeira uma paliçada e um fosso
com água. 
Paliçada
Mas, a partir do Século XI, começaram a ser construídos
em pedra, pois este material revelou-se mais resistente
para o propósito que os castelos deviam servir. Estes
edifícios começaram  um aspeto ainda mais fortificado,
com paredes altas e grossas, e formato quadrangular,
reforçado por contrafortes salientes.
Em termos de planta, eram
muito simplistas, sendo que as
principais caraterísticas eram:
O piso inferior com uma loja
ou oficina;
No segundo piso uma sala
de aula que servia também
como local de reuniões
familiares
No terceiro piso, os
aposentos dos habitantes
do castelo,
maioritariamente
senhores ou nobres
No quarto piso, os
arrumos
O telhado, com guardas
que zelavam pelo castelo
Elementos Arquitetónicos
Dupla muralha com paredes compactas, teminada em
ameias (aberturas que serviam para os defensores
avistarem os inimigos), rodeada pelo adarve ou caminho
da ronda com baluartes com seteiras (aberturas na
muralha para, como o nome indica, se lançarem setas ou
flechas) nas guaritas
Fosso (escavação profunda e regular, destinada a dificultar
e, principalemnte, impedir o acesso do inimigo.
Matacães que foram implementados a partir do sex XII.
Torre de menagem que permitia ao castelo ter mais
segurança
PINTURA
Este estilo era usado nas igrejas, cobrindo o interior das
absides e cúpulas com frescos de cores suaves, cuja
temática misturava cenas e imagens sagradas e/ou
simbólicas com elementos decorativos de origem
vegetalista, delimitados por linhas geométricas de cor.
O mosaico bizantino é a arte do esplendor e a
expressão artística mais essencial de Bizâncio.
Caracteriza-se pela sua riqueza e brilhos cromáticos,
temas de inspiração bíblica, por uma representação
esquemática e decorativa.
PaleoCristã
As composições, planas e lineares, não tinham
profundidade espacial. Os corpos eram
simplificados com gestos formais e simbólicos e a
expressão dos rostos era dada pelos olhos
grandes, de olhar penetrante.
Além de se
copiarem à
mão as
grandes
obras, os
pintores
mais
qualificados
também
adicionavam
um lado
apelativo às
capas dos
livros. As
belas
pinturas
retratavam
diversos
temas, sendo
alguns deles
histórias
religiosas ou
retratos de
santos.
Códices
Trabalho Realizado por:
Patrícia Faria
Fim

A cultura do mosteiro 2

  • 1.
    Abóbada de Berço Comum aspeto arredondado, davam um aspeto mais simples à Igreja, além de que o espaço ficava com um acesso muito mais facilitado.
  • 2.
    Abóbadas de aresta Comparativamentecom o modelo anterior, dava um aspeto mais requintado aos edifícios.  Este formato foi inventado para solucionar problemas de desabamento. Esta estrutura era muito mais leve e permitia à Igreja mais entrada de luz. Este tipo de abóbadas ficam apoiadas sobre naves laterais.
  • 3.
    Abóbada de Ogiva Asnervuras diagonais suportam o peso e distribuem-no sobre os 4 pilares. Com este modelo, foi possível haver cobertura de espaços maiores e um aumento na altura dos edifícios.
  • 4.
    Sistemas de Suporte Os principais sistemas de coberturadas Igrejas de influência Oriental são as cúpulas, agora em pedra e não em madeira. Estas podiam ser assentes sobre diversos sistemas de suporte Trompas - Elemento que faz a transição da forma quadrada da base para a circular sobre a qual se apoia a cúpula.  Pendentes - Formas triangulares côncavas que, construídas a partir dos ângulos do quadrado, o transformam numa circunferência onde a cúpula assenta. Como funciona a distribuição de peso? A pressão exercida pelas abóbadas é descarregada através dos arcos para os pilares e colunas. Estes estão localizados na charneira de dois tramos e, normalmente, possuem um colunelo ou pilastra adossado, por cada arco definidor de um tramo. Dos pilares, a força é transmitida sobre as naves laterais e para as paredes do exterior da Igreja; As paredes exteriores são grossas, reforçadas por contrafortes adossados e chanfrados, situados no alinhamento dos pilares interiores.
  • 5.
    Sistemas de Iluminação Outro elemento deextrema importância é a luz. No entanto, eles não queriam que a Igreja fosse um local iluminado, pois poderia afastar a pessoa do seu momento de reflexão com elementos exteriores de distração. Além disso, como foi referido anteriormente, as paredes precisavam de sustentar todo o peso das coberturas, o que resultava em paredes muito grossas, não permitindo a entrada de luz. 
  • 6.
    Janelas em Seteira- Um elementomuito fino, geralmente alto e retangular. Muito semelhante a uma frincha.  Clerestório -  São janelas altas, dispostas sobre um telhado adjacente. Este tipo de iluminação também era utilizado nas basílicas romanas. Torre Lantera - A janela que se encontra na parte mais alta do edifício, dando ao teto uma maior visibilidade, por causa dos raios de sol que entram por lá.  Rosáceas- O elemento que permitia ao fiél sentir-se inspirado e de certa forma “conectar-se” com o seu eu mais espiritual. Com a maior variedade de cores e formatos, cada Igreja podia adaptar este elemento da maneira que quisesse, para melhorar a sua decoração e iluminação.
  • 7.
    Por último, e,especificamente no caso Italiano, temos os Janelões das Fachadas, que tal dava uma bela decoração á parte frontal do edifício, tornando a fachada menos “pesada”. Tendo tudo isto em conta, era um local em que a luz estava muito bem definida, criando os contrastes luz/escuro, que reforçava a sensação misteriosa e espiritual do local.
  • 8.
    Decoração Exterior Do ladode fora, eram edifícios relativamente simples e sem grandes exuberâncias. Os dois grandes elementos eram as cornijas, decoradas com arcos cegos e cachorradas (peças salientes esculpidas), que também funcionava como suporte para a cornija.  Cornijas decoradas
  • 9.
    A fechar ascaleiras existiam gárgulas, que tinham como objetivo escoar água e podiam ter uma forma mais simples ou uma escultura mais exuberante, por questões estéticas e temas míticos.  Os portões também tinham diversos elementos decorativos por todo ele.
  • 10.
  • 11.
    A Arte Românica teveinfluência não só na parte religiosa dos mosteiros, mas também no lado da guerra, com os seus castelos defensivos. Eram maioritariamente feitos em madeira e ficavam numa altura superior ao resto do chão, para garantir maior segurança e superioridade caso fossem atacados. Esta elevação podia ser natural, através dos altos e baixos do plano do terreno, ou então feito artificialmente.  Elevação do castelo  Arquitetura Militar
  • 12.
    Ao redor eramconstruídos em terra ou madeira uma paliçada e um fosso com água.  Paliçada Mas, a partir do Século XI, começaram a ser construídos em pedra, pois este material revelou-se mais resistente para o propósito que os castelos deviam servir. Estes edifícios começaram  um aspeto ainda mais fortificado, com paredes altas e grossas, e formato quadrangular, reforçado por contrafortes salientes.
  • 13.
    Em termos deplanta, eram muito simplistas, sendo que as principais caraterísticas eram: O piso inferior com uma loja ou oficina; No segundo piso uma sala de aula que servia também como local de reuniões familiares No terceiro piso, os aposentos dos habitantes do castelo, maioritariamente senhores ou nobres No quarto piso, os arrumos O telhado, com guardas que zelavam pelo castelo
  • 14.
    Elementos Arquitetónicos Dupla muralhacom paredes compactas, teminada em ameias (aberturas que serviam para os defensores avistarem os inimigos), rodeada pelo adarve ou caminho da ronda com baluartes com seteiras (aberturas na muralha para, como o nome indica, se lançarem setas ou flechas) nas guaritas Fosso (escavação profunda e regular, destinada a dificultar e, principalemnte, impedir o acesso do inimigo. Matacães que foram implementados a partir do sex XII. Torre de menagem que permitia ao castelo ter mais segurança
  • 15.
  • 16.
    Este estilo erausado nas igrejas, cobrindo o interior das absides e cúpulas com frescos de cores suaves, cuja temática misturava cenas e imagens sagradas e/ou simbólicas com elementos decorativos de origem vegetalista, delimitados por linhas geométricas de cor. O mosaico bizantino é a arte do esplendor e a expressão artística mais essencial de Bizâncio. Caracteriza-se pela sua riqueza e brilhos cromáticos, temas de inspiração bíblica, por uma representação esquemática e decorativa. PaleoCristã
  • 17.
    As composições, planase lineares, não tinham profundidade espacial. Os corpos eram simplificados com gestos formais e simbólicos e a expressão dos rostos era dada pelos olhos grandes, de olhar penetrante.
  • 18.
    Além de se copiaremà mão as grandes obras, os pintores mais qualificados também adicionavam um lado apelativo às capas dos livros. As belas pinturas retratavam diversos temas, sendo alguns deles histórias religiosas ou retratos de santos. Códices
  • 19.