O documento discute a doutrina da Trindade, argumentando que versículos bíblicos frequentemente utilizados para sustentá-la não provam a existência de uma terceira pessoa divina. Ele sugere que referências ao Espírito Santo podem ser entendidas como manifestações do próprio Deus e que a interpretação de adjetivos tríplices como evidência da Trindade é inadequada. Além disso, aborda a blasfêmia contra o Espírito Santo, questionando a lógica por trás da distinção de perdão entre pecados cometidos contra o filho e o Espírito.