O documento descreve o teatro de Gil Vicente no século XVI em Portugal. Vicente deu forma literária às peças teatrais representadas em salões da corte para festejar eventos. Suas peças, chamadas "autos", abordavam temas religiosos e profanos de forma séria ou cômica sem divisões formais. Seu filho mais tarde categorizou as obras em moralidades, farsas e comédias/tragicomédias. Vicente usava a sátira e o riso para criticar a sociedade de forma aceitável.