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DIVERSIDADE GENÉTICA, DE ESPÉCIES E ECOLÓGICA
 Biodiversidade ou diversidade biológica refere-
-se à diversidade ou variedade de seres vivos
que existem na Terra e das suas interações.
 A diversidade genética refere-se às variações
entre indivíduos da mesma espécie, inscritas
no seu material genético e transmissíveis
aos descendentes.
 A diversidade de espécies refere-se
à variedade de espécies num determinado
local ou habitat.
 A diversidade ecológica refere-se à diversidade
de interações entre seres vivos e entre
estes e o meio.
Biodiversidade
INTERAÇÕES ENTRE SERES VIVOS
Os seres vivos vivem em permanente interação
com outros seres vivos e com o meio.
 Espécie – Os seres vivos são da mesma espécie se
puderem realizar entre si trocas de material genético
no contexto da reprodução. O ambiente físico onde
cada espécie desenvolve as suas atividades vitais
constitui o seu habitat. A utilização que cada
espécie faz do seu habitat chama-se nicho
ecológico.
 População – Conjunto de organismos da mesma
espécie que vive, simultaneamente, na mesma área.
 Comunidade – Conjunto de diferentes populações
em interação num determinado local e período
de tempo.
 Ecossistema – Sistema que inclui o ambiente
físico e a comunidade, ou seja, os organismos e as
relações que estes mantêm entre si e com o meio.
Organismos
(de duas
espécies diferentes)
Populações
Comunidade
Ecossistema
HIERARQUIA BIOLÓGICA
A biosfera está organizada em níveis
de complexidade crescente, comuns
à generalidade dos ecossistemas
que ocorrem na Terra.
BIODIVERSIDADE
ÁTOMO
MOLÉCULA
ORGANELOS CELULARES
CÉLULA
TECIDO
ORGÃO
SISTEMA DE
ORGÃOS
ORGANISMO
ECOSSISTEMA
COMUNIDADE
POPULAÇÃO
BIOSFERA
BIOMA
Organismo
Células de diferentes
tipos: sanguíneas,
nervosas, reprodutoras,
musculares, etc.
EXEMPLO: Hierarquia no corpo humano
Tecidos
Formados por células
semelhantes na sua
forma e função.
Órgãos
Formados por
diferentes
tecidos,
organizados
para realizar
uma função
específica.
Sistemas de órgãos
Formados por diferentes
órgãos que trabalham em
coordenação para
assegurar uma função vital.
EXEMPLO: Hierarquia numa planta
Organelo
(cloroplasto)
Célula
Tecidos da folha
(tecido clorofilino,
epiderme, etc.)
Órgão
(folha)
Sistema
(flor)
Organismo
VIDEO + EXERCICIO PÁG13
INTERAÇÕES BIÓTICAS
Interações bióticas ou relações bióticas são relações que
se estabelecem entre os seres vivos.
As interações bióticas podem ser:
 Interespecíficas – se ocorrem entre seres de espécies diferentes.
 Intraespecíficas – se ocorrem entre indivíduos da mesma espécie.
EXEMPLO
Os gaios macho e fêmea constroem o ninho juntos e partilham
os cuidados com as crias. Frequentemente, a fêmea do cuco põe
os seus ovos nos ninhos de gaio que, deste modo, choca e cuida
das crias de cuco como se fossem suas.
Entre os gaios macho e fêmea há relações intraespecíficas.
Entre o gaio e o cuco há relações interespecíficas, com prejuízo
para um deles – o gaio.
Gaio
EXEMPLOS DE INTERAÇÕES BIÓTICAS INTERESPECÍFICAS
Predação
Comensalismo
Na predação, o predador alimenta-
-se de outro ser de uma espécie
diferente (presa), conduzindo
à sua morte.
É o caso do crocodilo quando
come um peixe.
No comensalismo, um dos
indivíduos é beneficiado e o outro
não é beneficiado nem prejudicado.
É o caso da rémora, quando vai
«à boleia» de um tubarão.
EXEMPLOS DE INTERAÇÕES BIÓTICAS INTERESPECÍFICAS
Parasitismo
Mutualismo
No parasitismo, um indivíduo
(parasita) vive à custa de outro
(hospedeiro) prejudicando-o, mas
sem lhe causar a morte imediata.
É o caso da carraça no cão.
No mutualismo, ambos os seres
vivos intervenientes são
beneficiados.
É o caso da abelha que poliniza
as flores, mas retira delas o néctar.
EXEMPLOS DE INTERAÇÕES BIÓTICAS INTERESPECÍFICAS
Simbiose
Competição
Na simbiose, ambas as espécies
intervenientes são beneficiadas.
Nesse caso, os indivíduos mantêm
uma relação permanente, sendo
impossível que cada um viva
sem o outro.
É o caso dos líquenes, que são
associações obrigatórias entre um
fungo e uma alga.
Na competição, os seres vivos
disputam um recurso, por exemplo
água ou alimento. Todos os seres
que intervêm na relação são
prejudicados, uma vez que perdem
o recurso disputado ou, ganhando-
-o, gastaram energia para o
conseguirem. É o caso das árvores
da floresta competindo pela luz.
EXEMPLOS DE INTERAÇÕES BIÓTICAS INTRAESPECÍFICAS
Colónias
Agrupamentos temporários
ou permanentes em que
não há divisão de tarefas
nem hierarquia entre os
membros. Têm como
objetivo a obtenção de um
benefício para todos.
Relações de entreajuda
estabelecidas entre
indivíduos da mesma
espécie.
Sociedades
Agrupamentos cooperativos
em que há divisão de
tarefas e uma hierarquia
entre os membros.
Cooperação
As relações bióticas, para além de vitais para os indivíduos que participam nelas,
têm uma grande importância ecológica.
 Na predação, o número de presas determina o tamanho da população de predadores
e vice-versa. Os morcegos comem numa única noite o equivalente a metade do seu peso
em insetos, contribuindo assim para controlar as pragas.
 A predação contribui para o controle de doenças da população das presas, uma vez que
os indivíduos doentes tendem a ser mais facilmente caçados.
 A competição, tal como a predação, favorece os indivíduos mais aptos e elimina os mais
fracos, contribuindo assim para a regulação do tamanho das populações e para a evolução
das espécies.
IMPORTÂNCIA ECOLÓGICA DAS INTERAÇÕES BIÓTICAS
VIDEO
Interações ou relações abióticas são relações que se estabelecem entre os seres vivos
e os fatores não vivos do ambiente, como a temperatura, a luz, a água, o solo ou o vento.
Os fatores abióticos
limitam a distribuição dos
seres vivos, a abundância
das populações, o seu
estado de saúde, etc.
Fator limitante
Fator cujo valor
(alto ou baixo) influencia
o desenvolvimento da
espécie ou do indivíduo.
INTERAÇÕES ABIÓTICAS
Temperatura
favorável
Temperatura
desfavorável
Quando a temperatura não é favorável, as plantas possuem estratégias de sobrevivência.
Oliveira Narciso Girassol
Planta de folha caduca
Bolbos Sementes
EXEMPLOS DE INTERAÇÕES ABIÓTICAS – Temperatura
A raposa-do-deserto necessita de
dissipar calor, daí possuir extremidades
(focinho e orelhas) grandes e pelo
curto e esparso.
Para diminuir a perda de calor corporal,
a raposa-do-ártico possui as orelhas
e o focinho curtos e pelo espesso
e abundante.
Quando a temperatura não é favorável, os animais possuem estratégias de sobrevivência.
EXEMPLOS DE INTERAÇÕES ABIÓTICAS – Temperatura
Para evitar a perda de calor corporal
nas regiões mais frias, alguns
animais, como o urso-polar, possuem
uma camada densa de pelos ou
penas e uma camada de gordura
subcutânea muito espessa.
A hibernação dos morcegos ou os estados
de dormência ou torpor dos esquilos são
estratégias para enfrentar as estações do ano
mais frias. Nesses períodos , as atividades
vitais são reduzidas ao mínimo.
Estratégias de adaptação ao frio
EXEMPLOS DE INTERAÇÕES ABIÓTICAS – Temperatura
Para evitar as horas mais quentes do
dia, alguns animais tem adaptações
comportamentais e passam esse
tempo em tocas e tornam-se ativos
apenas à noite.
A migração sazonal de alguns animais (aves,
insetos, mamíferos) permite a sua sobrevivência
em terras distantes, evitando assim a estação
do ano com clima desfavorável.
Estratégias de adaptação a temperaturas desfavoráveis
EXEMPLOS DE INTERAÇÕES ABIÓTICAS – Temperatura
Animais homeotérmicos
ou endotérmicos
As aves e os mamíferos são animais cuja
temperatura corporal se mantém constante,
independentemente da temperatura
exterior; conseguem regular
a temperatura corporal produzindo calor
metabólico e/ou adotando mecanismos
de perda de calor.
Animais poiquilotérmicos
ou ectotérmicos
Nos restantes animais, a temperatura
corporal varia com a temperatura do
ambiente; dependem de fontes externas
de calor para manter a temperatura
corporal. Estes animais protegem-se
do calor ou do frio excessivos em refúgios
com condições favoráveis, por exemplo.
EXEMPLOS DE INTERAÇÕES ABIÓTICAS – Temperatura
O tamanho, a forma e a posição das folhas
das plantas relacionam-se com
a intensidade e com a incidência da luz.
Plantas heliófilas – necessitam de grande
quantidade de luz.
Plantas umbrófilas – desenvolvem-se bem
em ambientes mais sombrios.
A luz condiciona a fotossíntese nas plantas e noutros seres produtores.
As plantas crescem orientando as folhas e
os caules na direção da luz – fototropismo
positivo.
EXEMPLOS DE INTERAÇÕES ABIÓTICAS – Luz
Consoante o seu período de atividade, os animais
classificam-se como noturnos, diurnos e
crepusculares. O ouriço-cacheiro é crepuscular
pois está ativo ao amanhecer e ao anoitecer.
A luz condiciona também os animais.
Animais lucífilos, como as mariposas, são
atraídos pela luz.
Animais lucífugos, como os bichos-de-conta,
evitam a luz.
EXEMPLOS DE INTERAÇÕES ABIÓTICAS – Luz
Fotoperíodo
É o tamanho relativo do dia e da noite. Influencia muitos fenómenos nos seres vivos.
Exemplos:
Floração e queda das folhas, nas plantas. Reprodução ou migração, nos animais.
EXEMPLOS DE INTERAÇÕES ABIÓTICAS – Luz
Quanto ao habitat, os seres vivos podem ser
Quanto à necessidade de água, os seres terrestres podem ser
Higrófilos Mesófilos Xerófilos
Vivem dentro de água.
Vivem em lugares
muito húmidos.
Necessitam de
quantidades
moderadas de água.
Vivem em lugares
muito secos.
EXEMPLOS DE INTERAÇÕES ABIÓTICAS – Água ou humidade
Aquáticos ou hidrófilos Terrestres
 Algumas plantas do deserto possuem raízes
que se estendem por uma vasta área, captando
assim o máximo de água quando chove.
 Outras plantas têm órgãos que funcionam como
reservatórios de água para épocas de escassez.
Quando a água é escassa, as plantas adotam estratégias de sobrevivência.
EXEMPLOS DE INTERAÇÕES ABIÓTICAS – Água ou humidade
As plantas podem passar os
períodos mais quentes e secos
sob a forma de sementes.
Folhas pequenas e, por vezes, transformadas em espinhos
ou cobertas por pelos ou ceras são adaptações que
diminuem as perdas de água.
 Existem plantas, como o pinheiro, que têm
raízes muito profundas de modo a
captarem água a grandes profundidades.
 Muitos animais passam as horas de maior calor nas tocas ou têm hábitos
noturnos, evitando deste modo a perda de água por transpiração.
 Os camelos e os dromedários conseguem obter água a partir da gordura
acumulada nas bossas.
Quando a água é escassa, os animais adotam estratégias de sobrevivência.
EXEMPLOS DE INTERAÇÕES ABIÓTICAS – Água ou humidade
O rato-canguru-do-deserto
não transpira e a sua urina
é em pequena quantidade
e muito concentrada.
Alguns animais, como os
sapos, recorrem à estivação
como forma de se protegerem
dos períodos mais secos.
As escamas que revestem o corpo
dos répteis e o exosqueleto dos
insetos reduzem a perda de água
por transpiração.
1-Diversidade na biosfera_biologia e geologia.pptx
O solo é formado por diversos componentes. As características do solo dependem
da proporção dos vários componentes e das respetivas propriedades.
Matéria
orgânica
Água
e ar
Matéria
mineral
Seres
vivos
EXEMPLOS DE INTERAÇÕES ABIÓTICAS – Solo
De um modo geral, as plantas são o grupo de seres vivos com uma interação
com o solo mais forte e interdependente.
Outras são exigentes relativamente
às características do solo.
Por exemplo, algumas plantas das dunas
são exclusivas de solos de areia, no litoral.
Algumas plantas, como os musgos,
são pouco exigentes relativamente
à quantidade e ao tipo de solo.
EXEMPLOS DE INTERAÇÕES ABIÓTICAS – Solo
O vento favorece alguns processos vitais.
Por vezes, o vento dificulta a sobrevivência dos organismos.
Em locais expostos, como as dunas litorais,
o vento dificulta a vida. As plantas são flexíveis
ou têm porte em almofada para resistirem
à ação do vento.
O vento facilita a polinização, dispersa
sementes e ajuda as aves nas suas
migrações.
EXEMPLOS DE INTERAÇÕES ABIÓTICAS – Vento
Dispersão de sementes
de dente-de-leão,
por ação do vento.
Relações tróficas entre organismos de um ecossistema
Todos os seres vivos necessitam de compostos orgânicos (alimento), a partir dos quais
obtêm a energia de que necessitam para as suas atividades.
 Seres autotróficos – produzem compostos orgânicos a partir de compostos
inorgânicos (seres produtores). Exs.: algas e plantas.
 Seres heterotróficos – não produzem o seu alimento, obtendo os compostos
orgânicos a partir de outros seres vivos. Exs.: animais e fungos.
RECORDE
Consumidores
Ingerem outros seres vivos ou
parte deles. Exs.: coelho, medusa.
Decompositores
Alimentam-se de matéria
morta, decompondo a matéria
orgânica em inorgânica
(mineral). Exs.: bactérias e fungos.
Seres vivos
heterotróficos
podem ser
A maioria dos seres autotróficos produzem
matéria orgânica através da fotossíntese.
Equação representativa da fotossíntese
Água + CO2 Compostos orgânicos + O2
Luz
Os seres dos níveis tróficos seguintes adquirem
energia utilizando os compostos orgânicos na
respiração celular.
Equação representativa da respiração celular
Compostos orgânicos + O2 Água + CO2 + energia
Compare as duas equações representadas.
FOTOSSÍNTESE E RESPIRAÇÃO CELULAR
A energia armazenada nos
produtores, sob a forma de compostos
orgânicos, passa para o nível trófico
seguinte quando um herbívoro se
alimenta dos produtores.
Por sua vez, um carnívoro que
se alimente do herbívoro vai receber
esta matéria orgânica rica em energia.
No entanto, nessas transferências,
há muita energia que é perdida.
Apenas 10% da energia contida na
planta fica disponível para o chapim,
quando ele come a lagarta.
FLUXO DE MATÉRIA E DE ENERGIA
Cadeia alimentar ou cadeia trófica
 Sequência de seres vivos
que estabelecem relações
alimentares entre si.
Cadeia alimentar
CADEIA ALIMENTAR Cadeia alimentar marinha
terrestre
Teia alimentar
 Representação das relações
alimentares que se estabelecem
entre os seres vivos de uma
comunidade. Inclui várias cadeias
alimentares interligadas.
Construa uma teia
alimentar marinha
usando este link.
TEIA ALIMENTAR
Vídeos + exercicos pag 16 e 17
1-Diversidade na biosfera_biologia e geologia.pptx
Existe, por exemplo, uma dinâmica produzida
pela alteração dos fatores abióticos ao longo
das estações do ano.
Os ecossistemas em equilíbrio não estão sempre iguais.
O equilíbrio dos ecossistemas é dinâmico.
DINÂMICA DOS ECOSSISTEMAS
Existem também uma dinâmica associada à
reprodução das espécies e às relações
bióticas, como a predação ou a competição.
Queda de meteoritos gigantes.
Contudo, alguns fatores naturais ou antrópicos podem quebrar este equilíbrio dinâmico, conduzindo
a uma perda irreversível de biodiversidade.
Alterações climáticas. Poluição e degradação de habitats.
DINÂMICA DOS ECOSSISTEMAS
Diversos fatores
bióticos afetam o
pisco-de-peito-ruivo.
Diversos fatores
abióticos e
antrópicos afetam
o pisco-de-peito-ruivo.
As espécies alteram-
-se de forma lenta
e gradual, evoluindo
para formas mais
aptas ao ambiente
em mudança.
As populações
podem aumentar,
reduzir ou mudar a
área onde ocorrem.
As populações
podem aumentar o
seu tamanho,
diminuir ou mesmo
extinguir-se.
DINÂMICA DOS ECOSSISTEMAS – Dinâmica das populações
A abundância de uma população apresenta frequentemente flutuações em torno
de um valor médio, condicionadas por fatores bióticos e fatores abióticos.
É o caso dos linces e das lebres, cujas populações se regulam mutuamente.
DINÂMICA DOS ECOSSISTEMAS – Dinâmica das populações
Exemplos de alterações
naturais do equilíbrio
dos ecossistemas,
após uma erupção
vulcânica catastrófica.
DINÂMICA DOS ECOSSISTEMAS
As intervenções do ser humano
nos ecossistemas podem ser tão
profundas que alteram
irreversivelmente este equilíbrio
dinâmico, conduzindo a perdas
de biodiversidade ou mesmo
à extinção global de espécies.
INTERVENÇÕES ANTRÓPICAS NOS ECOSSISTEMAS
Exemplos de ações humanas que provocam desequilíbrios nos ecossistemas:
 Fogo e desflorestação.
 Destruição de habitats (para usar o solo na agricultura ou na construção de infraestruturas).
 Poluição da água e do solo.
 Poluição do ar, que leva às alterações climáticas, seca e desertificação.
 Introdução de espécies exóticas, que podem adquirir comportamento invasor.
 Sobre-exploração de recursos biológicos (caça e pesca excessivas, por exemplo).
Estas intervenções alteram as interações bióticas e abióticas nos ecossistemas.
INTERVENÇÕES ANTRÓPICAS NOS ECOSSISTEMAS
O fogo pode ser causa natural de desequilíbrio dos
ecossistemas. Contudo, atualmente muitos incêndios têm origem
antrópica ou são agravados por causas antrópicas (má gestão da
floresta, abandono do interior do país, alterações climáticas...).
FOGO
Desflorestar implica:
 diminuir a fixação de carbono pelas plantas;
 aumentar o risco de erosão do solo;
 interferir com os ciclos de nutrientes;
 interferir com o ciclo da água;
 alterar localmente o clima.
DESFLORESTAÇÃO
A desflorestação causa perda direta e imediata de
muitos seres vivos, animais e plantas. A longo prazo,
os impactes negativos são ainda maiores, uma vez
que as manchas de floresta restantes ficam isoladas,
dificultando as relações bióticas entre organismos de
diferentes manchas. Esta fragmentação de habitats
é uma das grandes causas de extinção de espécies.
43
A seca e a desertificação também podem ter causas naturais ou origem antrópica.
Implicam severos desequilíbrios nos ecossistemas.
SECA
Período
prolongado de
baixa
precipitação
Temperaturas
anormalmente
elevadas
Ventos secos
e quentes
mais
frequentes
SECA E DESERTIFICAÇÃO
44
DESERTIFICAÇÃO
Seca
prolongada
Excesso de
gado e de
exploração
agrícola no
solo
Cada vez
menos
vegetação e
mais solo nu
Solo exposto à
erosão e
menos
permeável
SECA E DESERTIFICAÇÃO
Consequências
para os
ecossistemas
Mais
incêndios
Morte dos
seres menos
tolerantes à
falta de água
Destruição
de alguns
habitats
Consequências
para as
populações
Menos
produtividade
agrícola
Menos
água
potável
Mais fome
e mais
epidemias
A seca e a desertificação causam desequilíbrios nos ecossistemas.
SECA E DESERTIFICAÇÃO
A poluição do ar, da água e do solo causam desequilíbrios nos ecossistemas.
POLUIÇÃO
Poluição do ar ou poluição atmoférica
Principais poluentes
Monóxido e dióxido de carbono (CO e CO2)
Poeiras e cinzas
Dióxido de enxofre (SO2)
Óxidos de azoto (NO e NO2)
Clorofluorcarbonetos (CFC)
POLUIÇÃO DO AR
Consequências
Chuvas ácidas
Destruição da camada de ozono
Efeito de estufa
Doenças respiratórias nas pessoas
Consequências para
os habitats
terrestres
– Solos ácidos são
menos produtivos.
– Destruição de
florestas e de outros
habitats.
POLUIÇÃO DO AR – Chuvas ácidas
Consequências para os habitats aquáticos
– Morte de seres vivos, sobretudo os menos tolerantes à acidez.
– São prejudicadas atividades ligadas ao turismo e à pesca.
Camada de ozono
POLUIÇÃO DO AR – Destruição da camada de ozono
O efeito de estufa é muito importante para manter
uma temperatura amena à superfície da Terra e impedir
amplitudes térmicas extremas entre o dia e a noite.
Contudo, o aumento do efeito de estufa tem
consequências graves...
POLUIÇÃO DO AR – Aumento do efeito de estufa
O CO2, o metano
e o vapor de
água são
exemplos de
gases com
efeito de estufa.
Consequências do aumento do efeito de estufa
POLUIÇÃO DO AR – Aumento do efeito de estufa
Espécies exóticas são as espécies que tiveram origem num local e foram introduzidas
noutro território, pelo ser humano ou por fatores naturais (dispersão pelas aves migradoras,
por ventos excecionalmente fortes, etc.).
A introdução de espécies exóticas pode causar desequilíbrios nos ecossistemas.
Espécies
invasoras
Espécies exóticas
ou não indígenas
Sou uma espécie
exótica, mas não
sou invasora porque
não tenho impacte
negativo nas
espécies e nos
habitats nativos
ou indígenas.
INTRODUÇÃO DE ESPÉCIES EXÓTICAS
A introdução de espécies exóticas pode causar desequilíbrios nos ecossistemas
As espécies invasoras:
• têm crescimento rápido e/ou grande capacidade
de dispersão;
• competem mais eficientemente pelos recursos disponíveis do
que as espécies nativas;
• produzem muitos descendentes em pouco tempo;
• no local onde são invasoras, não têm inimigos
naturais uma vez que que estão deslocadas
do seu local de origem.
INTRODUÇÃO DE ESPÉCIES EXÓTICAS
Kudzu é o nome desta trepadeira oriunda do Japão, introduzida nos EUA para criar
rapidamente zonas de sombra e estabilizar solos. No entanto, o seu crescimento é tão
rápido e descontrolado (até 30 centímetros por dia) que cobre árvores e até edifícios em
curtos intervalos de tempo. Há milhares de quilómetros quadrados de campos e florestas
já desaparecidos à custa do kudzu em pelo menos vinte estados norte-americanos.
As espécies invasoras causam impactes negativos:
• na economia, por exemplo, quando são espécies que
invadem áreas agrícolas, florestais ou piscícolas;
• na saúde pública, quando são espécies que provocam
doenças, alergias, ou funcionam como vetores de pragas;
• na disponibilidade de água nos lençóis freáticos,
no caso de espécies muito exigentes no consumo de
água;
• no equilíbrio dos ecossistemas conseguido ao longo de
milhares de anos de evolução, sendo atualmente uma das
principais ameaças à biodiversidade.
O jacinto-de-água é uma invasora muito
agressiva. Modifica os fatores abióticos
dos meios aquáticos causando diminuição
da biodiversidade. Impede o uso agrícola
e recreativo da água.
INTRODUÇÃO DE ESPÉCIES EXÓTICAS
A acácia e o chorão-das-praias
são duas plantas invasoras que
estão a causar graves impactes
na biodiversidade dos habitats
das dunas em Portugal.
O seu controlo é muito difícil.
O lagostim-vermelho-
-da-lousiana compete
com o lagostim-europeu;
é um predador voraz
de larvas de anfíbios
e provoca estragos
nas culturas de arroz.
A perca-sol é um dos muitos
peixes introduzidos nas
barragens portuguesas, neste
caso para controlar as larvas
de mosquitos. Contudo, estes
peixes disseminaram-se por
diferentes meios aquáticos,
competindo com espécies nativas
de peixes e pondo em perigo
algumas espécies endémicas.
INTRODUÇÃO DE ESPÉCIES EXÓTICAS
Exemplos de medidas para a conservação de espécies e habitats:
 Fazer o ordenamento do território (planos e programas que visam
usar o melhor possível o território e os seus recursos.
 Criar áreas protegidas, terrestres e marinhas.
 Fazer leis para regular a caça, a pesca e outras formas
de exploração de recursos naturais.
 Fazer uma gestão adequada das florestas.
 Promover o povoamento das regiões do interior.
 Aumentar o conhecimento dos processos ecológicos.
 Diminuir a emissão de gases com efeito de estufa.
 Diminuir a produção de resíduos.
CONSERVAÇÃO DAS ESPÉCIES E DOS HABITATS
57
Exemplos de medidas para a conservação das espécies e dos habitats
Exemplos de medidas para a conservação das espécies e dos habitats
Exemplos de medidas para a conservação das espécies e dos habitats
60
Para que os recursos naturais fiquem disponíveis para as gerações futuras é necessário diminuir
o ritmo a que são extraídos. Essa tarefa cabe a cada um de nós. Tem feito a sua parte?
Tem a preocupação de REDUZIR o consumo?
Ou compra coisas de que, de facto, não precisa?
Preocupa-se em REDUZIR a compra de produtos
embalados desnecessariamente?
Separa os resíduos para a RECICLAGEM?
Lá em casa há separação de lixo e compostagem?
REUTILIZA os sacos para as compras e RECUSA
amavelmente os sacos (sobretudo os de plástico)?
POUPA água e eletricidade nas suas rotinas diárias?
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  • 1. DIVERSIDADE GENÉTICA, DE ESPÉCIES E ECOLÓGICA  Biodiversidade ou diversidade biológica refere- -se à diversidade ou variedade de seres vivos que existem na Terra e das suas interações.  A diversidade genética refere-se às variações entre indivíduos da mesma espécie, inscritas no seu material genético e transmissíveis aos descendentes.  A diversidade de espécies refere-se à variedade de espécies num determinado local ou habitat.  A diversidade ecológica refere-se à diversidade de interações entre seres vivos e entre estes e o meio. Biodiversidade
  • 2. INTERAÇÕES ENTRE SERES VIVOS Os seres vivos vivem em permanente interação com outros seres vivos e com o meio.  Espécie – Os seres vivos são da mesma espécie se puderem realizar entre si trocas de material genético no contexto da reprodução. O ambiente físico onde cada espécie desenvolve as suas atividades vitais constitui o seu habitat. A utilização que cada espécie faz do seu habitat chama-se nicho ecológico.  População – Conjunto de organismos da mesma espécie que vive, simultaneamente, na mesma área.  Comunidade – Conjunto de diferentes populações em interação num determinado local e período de tempo.  Ecossistema – Sistema que inclui o ambiente físico e a comunidade, ou seja, os organismos e as relações que estes mantêm entre si e com o meio. Organismos (de duas espécies diferentes) Populações Comunidade Ecossistema
  • 3. HIERARQUIA BIOLÓGICA A biosfera está organizada em níveis de complexidade crescente, comuns à generalidade dos ecossistemas que ocorrem na Terra. BIODIVERSIDADE ÁTOMO MOLÉCULA ORGANELOS CELULARES CÉLULA TECIDO ORGÃO SISTEMA DE ORGÃOS ORGANISMO ECOSSISTEMA COMUNIDADE POPULAÇÃO BIOSFERA BIOMA
  • 4. Organismo Células de diferentes tipos: sanguíneas, nervosas, reprodutoras, musculares, etc. EXEMPLO: Hierarquia no corpo humano Tecidos Formados por células semelhantes na sua forma e função. Órgãos Formados por diferentes tecidos, organizados para realizar uma função específica. Sistemas de órgãos Formados por diferentes órgãos que trabalham em coordenação para assegurar uma função vital.
  • 5. EXEMPLO: Hierarquia numa planta Organelo (cloroplasto) Célula Tecidos da folha (tecido clorofilino, epiderme, etc.) Órgão (folha) Sistema (flor) Organismo VIDEO + EXERCICIO PÁG13
  • 6. INTERAÇÕES BIÓTICAS Interações bióticas ou relações bióticas são relações que se estabelecem entre os seres vivos. As interações bióticas podem ser:  Interespecíficas – se ocorrem entre seres de espécies diferentes.  Intraespecíficas – se ocorrem entre indivíduos da mesma espécie. EXEMPLO Os gaios macho e fêmea constroem o ninho juntos e partilham os cuidados com as crias. Frequentemente, a fêmea do cuco põe os seus ovos nos ninhos de gaio que, deste modo, choca e cuida das crias de cuco como se fossem suas. Entre os gaios macho e fêmea há relações intraespecíficas. Entre o gaio e o cuco há relações interespecíficas, com prejuízo para um deles – o gaio. Gaio
  • 7. EXEMPLOS DE INTERAÇÕES BIÓTICAS INTERESPECÍFICAS Predação Comensalismo Na predação, o predador alimenta- -se de outro ser de uma espécie diferente (presa), conduzindo à sua morte. É o caso do crocodilo quando come um peixe. No comensalismo, um dos indivíduos é beneficiado e o outro não é beneficiado nem prejudicado. É o caso da rémora, quando vai «à boleia» de um tubarão.
  • 8. EXEMPLOS DE INTERAÇÕES BIÓTICAS INTERESPECÍFICAS Parasitismo Mutualismo No parasitismo, um indivíduo (parasita) vive à custa de outro (hospedeiro) prejudicando-o, mas sem lhe causar a morte imediata. É o caso da carraça no cão. No mutualismo, ambos os seres vivos intervenientes são beneficiados. É o caso da abelha que poliniza as flores, mas retira delas o néctar.
  • 9. EXEMPLOS DE INTERAÇÕES BIÓTICAS INTERESPECÍFICAS Simbiose Competição Na simbiose, ambas as espécies intervenientes são beneficiadas. Nesse caso, os indivíduos mantêm uma relação permanente, sendo impossível que cada um viva sem o outro. É o caso dos líquenes, que são associações obrigatórias entre um fungo e uma alga. Na competição, os seres vivos disputam um recurso, por exemplo água ou alimento. Todos os seres que intervêm na relação são prejudicados, uma vez que perdem o recurso disputado ou, ganhando- -o, gastaram energia para o conseguirem. É o caso das árvores da floresta competindo pela luz.
  • 10. EXEMPLOS DE INTERAÇÕES BIÓTICAS INTRAESPECÍFICAS Colónias Agrupamentos temporários ou permanentes em que não há divisão de tarefas nem hierarquia entre os membros. Têm como objetivo a obtenção de um benefício para todos. Relações de entreajuda estabelecidas entre indivíduos da mesma espécie. Sociedades Agrupamentos cooperativos em que há divisão de tarefas e uma hierarquia entre os membros. Cooperação
  • 11. As relações bióticas, para além de vitais para os indivíduos que participam nelas, têm uma grande importância ecológica.  Na predação, o número de presas determina o tamanho da população de predadores e vice-versa. Os morcegos comem numa única noite o equivalente a metade do seu peso em insetos, contribuindo assim para controlar as pragas.  A predação contribui para o controle de doenças da população das presas, uma vez que os indivíduos doentes tendem a ser mais facilmente caçados.  A competição, tal como a predação, favorece os indivíduos mais aptos e elimina os mais fracos, contribuindo assim para a regulação do tamanho das populações e para a evolução das espécies. IMPORTÂNCIA ECOLÓGICA DAS INTERAÇÕES BIÓTICAS VIDEO
  • 12. Interações ou relações abióticas são relações que se estabelecem entre os seres vivos e os fatores não vivos do ambiente, como a temperatura, a luz, a água, o solo ou o vento. Os fatores abióticos limitam a distribuição dos seres vivos, a abundância das populações, o seu estado de saúde, etc. Fator limitante Fator cujo valor (alto ou baixo) influencia o desenvolvimento da espécie ou do indivíduo. INTERAÇÕES ABIÓTICAS
  • 13. Temperatura favorável Temperatura desfavorável Quando a temperatura não é favorável, as plantas possuem estratégias de sobrevivência. Oliveira Narciso Girassol Planta de folha caduca Bolbos Sementes EXEMPLOS DE INTERAÇÕES ABIÓTICAS – Temperatura
  • 14. A raposa-do-deserto necessita de dissipar calor, daí possuir extremidades (focinho e orelhas) grandes e pelo curto e esparso. Para diminuir a perda de calor corporal, a raposa-do-ártico possui as orelhas e o focinho curtos e pelo espesso e abundante. Quando a temperatura não é favorável, os animais possuem estratégias de sobrevivência. EXEMPLOS DE INTERAÇÕES ABIÓTICAS – Temperatura
  • 15. Para evitar a perda de calor corporal nas regiões mais frias, alguns animais, como o urso-polar, possuem uma camada densa de pelos ou penas e uma camada de gordura subcutânea muito espessa. A hibernação dos morcegos ou os estados de dormência ou torpor dos esquilos são estratégias para enfrentar as estações do ano mais frias. Nesses períodos , as atividades vitais são reduzidas ao mínimo. Estratégias de adaptação ao frio EXEMPLOS DE INTERAÇÕES ABIÓTICAS – Temperatura
  • 16. Para evitar as horas mais quentes do dia, alguns animais tem adaptações comportamentais e passam esse tempo em tocas e tornam-se ativos apenas à noite. A migração sazonal de alguns animais (aves, insetos, mamíferos) permite a sua sobrevivência em terras distantes, evitando assim a estação do ano com clima desfavorável. Estratégias de adaptação a temperaturas desfavoráveis EXEMPLOS DE INTERAÇÕES ABIÓTICAS – Temperatura
  • 17. Animais homeotérmicos ou endotérmicos As aves e os mamíferos são animais cuja temperatura corporal se mantém constante, independentemente da temperatura exterior; conseguem regular a temperatura corporal produzindo calor metabólico e/ou adotando mecanismos de perda de calor. Animais poiquilotérmicos ou ectotérmicos Nos restantes animais, a temperatura corporal varia com a temperatura do ambiente; dependem de fontes externas de calor para manter a temperatura corporal. Estes animais protegem-se do calor ou do frio excessivos em refúgios com condições favoráveis, por exemplo. EXEMPLOS DE INTERAÇÕES ABIÓTICAS – Temperatura
  • 18. O tamanho, a forma e a posição das folhas das plantas relacionam-se com a intensidade e com a incidência da luz. Plantas heliófilas – necessitam de grande quantidade de luz. Plantas umbrófilas – desenvolvem-se bem em ambientes mais sombrios. A luz condiciona a fotossíntese nas plantas e noutros seres produtores. As plantas crescem orientando as folhas e os caules na direção da luz – fototropismo positivo. EXEMPLOS DE INTERAÇÕES ABIÓTICAS – Luz
  • 19. Consoante o seu período de atividade, os animais classificam-se como noturnos, diurnos e crepusculares. O ouriço-cacheiro é crepuscular pois está ativo ao amanhecer e ao anoitecer. A luz condiciona também os animais. Animais lucífilos, como as mariposas, são atraídos pela luz. Animais lucífugos, como os bichos-de-conta, evitam a luz. EXEMPLOS DE INTERAÇÕES ABIÓTICAS – Luz
  • 20. Fotoperíodo É o tamanho relativo do dia e da noite. Influencia muitos fenómenos nos seres vivos. Exemplos: Floração e queda das folhas, nas plantas. Reprodução ou migração, nos animais. EXEMPLOS DE INTERAÇÕES ABIÓTICAS – Luz
  • 21. Quanto ao habitat, os seres vivos podem ser Quanto à necessidade de água, os seres terrestres podem ser Higrófilos Mesófilos Xerófilos Vivem dentro de água. Vivem em lugares muito húmidos. Necessitam de quantidades moderadas de água. Vivem em lugares muito secos. EXEMPLOS DE INTERAÇÕES ABIÓTICAS – Água ou humidade Aquáticos ou hidrófilos Terrestres
  • 22.  Algumas plantas do deserto possuem raízes que se estendem por uma vasta área, captando assim o máximo de água quando chove.  Outras plantas têm órgãos que funcionam como reservatórios de água para épocas de escassez. Quando a água é escassa, as plantas adotam estratégias de sobrevivência. EXEMPLOS DE INTERAÇÕES ABIÓTICAS – Água ou humidade As plantas podem passar os períodos mais quentes e secos sob a forma de sementes. Folhas pequenas e, por vezes, transformadas em espinhos ou cobertas por pelos ou ceras são adaptações que diminuem as perdas de água.  Existem plantas, como o pinheiro, que têm raízes muito profundas de modo a captarem água a grandes profundidades.
  • 23.  Muitos animais passam as horas de maior calor nas tocas ou têm hábitos noturnos, evitando deste modo a perda de água por transpiração.  Os camelos e os dromedários conseguem obter água a partir da gordura acumulada nas bossas. Quando a água é escassa, os animais adotam estratégias de sobrevivência. EXEMPLOS DE INTERAÇÕES ABIÓTICAS – Água ou humidade O rato-canguru-do-deserto não transpira e a sua urina é em pequena quantidade e muito concentrada. Alguns animais, como os sapos, recorrem à estivação como forma de se protegerem dos períodos mais secos. As escamas que revestem o corpo dos répteis e o exosqueleto dos insetos reduzem a perda de água por transpiração.
  • 25. O solo é formado por diversos componentes. As características do solo dependem da proporção dos vários componentes e das respetivas propriedades. Matéria orgânica Água e ar Matéria mineral Seres vivos EXEMPLOS DE INTERAÇÕES ABIÓTICAS – Solo
  • 26. De um modo geral, as plantas são o grupo de seres vivos com uma interação com o solo mais forte e interdependente. Outras são exigentes relativamente às características do solo. Por exemplo, algumas plantas das dunas são exclusivas de solos de areia, no litoral. Algumas plantas, como os musgos, são pouco exigentes relativamente à quantidade e ao tipo de solo. EXEMPLOS DE INTERAÇÕES ABIÓTICAS – Solo
  • 27. O vento favorece alguns processos vitais. Por vezes, o vento dificulta a sobrevivência dos organismos. Em locais expostos, como as dunas litorais, o vento dificulta a vida. As plantas são flexíveis ou têm porte em almofada para resistirem à ação do vento. O vento facilita a polinização, dispersa sementes e ajuda as aves nas suas migrações. EXEMPLOS DE INTERAÇÕES ABIÓTICAS – Vento Dispersão de sementes de dente-de-leão, por ação do vento.
  • 28. Relações tróficas entre organismos de um ecossistema Todos os seres vivos necessitam de compostos orgânicos (alimento), a partir dos quais obtêm a energia de que necessitam para as suas atividades.  Seres autotróficos – produzem compostos orgânicos a partir de compostos inorgânicos (seres produtores). Exs.: algas e plantas.  Seres heterotróficos – não produzem o seu alimento, obtendo os compostos orgânicos a partir de outros seres vivos. Exs.: animais e fungos. RECORDE Consumidores Ingerem outros seres vivos ou parte deles. Exs.: coelho, medusa. Decompositores Alimentam-se de matéria morta, decompondo a matéria orgânica em inorgânica (mineral). Exs.: bactérias e fungos. Seres vivos heterotróficos podem ser
  • 29. A maioria dos seres autotróficos produzem matéria orgânica através da fotossíntese. Equação representativa da fotossíntese Água + CO2 Compostos orgânicos + O2 Luz Os seres dos níveis tróficos seguintes adquirem energia utilizando os compostos orgânicos na respiração celular. Equação representativa da respiração celular Compostos orgânicos + O2 Água + CO2 + energia Compare as duas equações representadas. FOTOSSÍNTESE E RESPIRAÇÃO CELULAR
  • 30. A energia armazenada nos produtores, sob a forma de compostos orgânicos, passa para o nível trófico seguinte quando um herbívoro se alimenta dos produtores. Por sua vez, um carnívoro que se alimente do herbívoro vai receber esta matéria orgânica rica em energia. No entanto, nessas transferências, há muita energia que é perdida. Apenas 10% da energia contida na planta fica disponível para o chapim, quando ele come a lagarta. FLUXO DE MATÉRIA E DE ENERGIA
  • 31. Cadeia alimentar ou cadeia trófica  Sequência de seres vivos que estabelecem relações alimentares entre si. Cadeia alimentar CADEIA ALIMENTAR Cadeia alimentar marinha terrestre
  • 32. Teia alimentar  Representação das relações alimentares que se estabelecem entre os seres vivos de uma comunidade. Inclui várias cadeias alimentares interligadas. Construa uma teia alimentar marinha usando este link. TEIA ALIMENTAR Vídeos + exercicos pag 16 e 17
  • 34. Existe, por exemplo, uma dinâmica produzida pela alteração dos fatores abióticos ao longo das estações do ano. Os ecossistemas em equilíbrio não estão sempre iguais. O equilíbrio dos ecossistemas é dinâmico. DINÂMICA DOS ECOSSISTEMAS Existem também uma dinâmica associada à reprodução das espécies e às relações bióticas, como a predação ou a competição.
  • 35. Queda de meteoritos gigantes. Contudo, alguns fatores naturais ou antrópicos podem quebrar este equilíbrio dinâmico, conduzindo a uma perda irreversível de biodiversidade. Alterações climáticas. Poluição e degradação de habitats. DINÂMICA DOS ECOSSISTEMAS
  • 36. Diversos fatores bióticos afetam o pisco-de-peito-ruivo. Diversos fatores abióticos e antrópicos afetam o pisco-de-peito-ruivo. As espécies alteram- -se de forma lenta e gradual, evoluindo para formas mais aptas ao ambiente em mudança. As populações podem aumentar, reduzir ou mudar a área onde ocorrem. As populações podem aumentar o seu tamanho, diminuir ou mesmo extinguir-se. DINÂMICA DOS ECOSSISTEMAS – Dinâmica das populações
  • 37. A abundância de uma população apresenta frequentemente flutuações em torno de um valor médio, condicionadas por fatores bióticos e fatores abióticos. É o caso dos linces e das lebres, cujas populações se regulam mutuamente. DINÂMICA DOS ECOSSISTEMAS – Dinâmica das populações
  • 38. Exemplos de alterações naturais do equilíbrio dos ecossistemas, após uma erupção vulcânica catastrófica. DINÂMICA DOS ECOSSISTEMAS
  • 39. As intervenções do ser humano nos ecossistemas podem ser tão profundas que alteram irreversivelmente este equilíbrio dinâmico, conduzindo a perdas de biodiversidade ou mesmo à extinção global de espécies. INTERVENÇÕES ANTRÓPICAS NOS ECOSSISTEMAS
  • 40. Exemplos de ações humanas que provocam desequilíbrios nos ecossistemas:  Fogo e desflorestação.  Destruição de habitats (para usar o solo na agricultura ou na construção de infraestruturas).  Poluição da água e do solo.  Poluição do ar, que leva às alterações climáticas, seca e desertificação.  Introdução de espécies exóticas, que podem adquirir comportamento invasor.  Sobre-exploração de recursos biológicos (caça e pesca excessivas, por exemplo). Estas intervenções alteram as interações bióticas e abióticas nos ecossistemas. INTERVENÇÕES ANTRÓPICAS NOS ECOSSISTEMAS
  • 41. O fogo pode ser causa natural de desequilíbrio dos ecossistemas. Contudo, atualmente muitos incêndios têm origem antrópica ou são agravados por causas antrópicas (má gestão da floresta, abandono do interior do país, alterações climáticas...). FOGO
  • 42. Desflorestar implica:  diminuir a fixação de carbono pelas plantas;  aumentar o risco de erosão do solo;  interferir com os ciclos de nutrientes;  interferir com o ciclo da água;  alterar localmente o clima. DESFLORESTAÇÃO A desflorestação causa perda direta e imediata de muitos seres vivos, animais e plantas. A longo prazo, os impactes negativos são ainda maiores, uma vez que as manchas de floresta restantes ficam isoladas, dificultando as relações bióticas entre organismos de diferentes manchas. Esta fragmentação de habitats é uma das grandes causas de extinção de espécies.
  • 43. 43 A seca e a desertificação também podem ter causas naturais ou origem antrópica. Implicam severos desequilíbrios nos ecossistemas. SECA Período prolongado de baixa precipitação Temperaturas anormalmente elevadas Ventos secos e quentes mais frequentes SECA E DESERTIFICAÇÃO
  • 44. 44 DESERTIFICAÇÃO Seca prolongada Excesso de gado e de exploração agrícola no solo Cada vez menos vegetação e mais solo nu Solo exposto à erosão e menos permeável SECA E DESERTIFICAÇÃO
  • 45. Consequências para os ecossistemas Mais incêndios Morte dos seres menos tolerantes à falta de água Destruição de alguns habitats Consequências para as populações Menos produtividade agrícola Menos água potável Mais fome e mais epidemias A seca e a desertificação causam desequilíbrios nos ecossistemas. SECA E DESERTIFICAÇÃO
  • 46. A poluição do ar, da água e do solo causam desequilíbrios nos ecossistemas. POLUIÇÃO
  • 47. Poluição do ar ou poluição atmoférica Principais poluentes Monóxido e dióxido de carbono (CO e CO2) Poeiras e cinzas Dióxido de enxofre (SO2) Óxidos de azoto (NO e NO2) Clorofluorcarbonetos (CFC) POLUIÇÃO DO AR Consequências Chuvas ácidas Destruição da camada de ozono Efeito de estufa Doenças respiratórias nas pessoas
  • 48. Consequências para os habitats terrestres – Solos ácidos são menos produtivos. – Destruição de florestas e de outros habitats. POLUIÇÃO DO AR – Chuvas ácidas Consequências para os habitats aquáticos – Morte de seres vivos, sobretudo os menos tolerantes à acidez. – São prejudicadas atividades ligadas ao turismo e à pesca.
  • 49. Camada de ozono POLUIÇÃO DO AR – Destruição da camada de ozono
  • 50. O efeito de estufa é muito importante para manter uma temperatura amena à superfície da Terra e impedir amplitudes térmicas extremas entre o dia e a noite. Contudo, o aumento do efeito de estufa tem consequências graves... POLUIÇÃO DO AR – Aumento do efeito de estufa O CO2, o metano e o vapor de água são exemplos de gases com efeito de estufa.
  • 51. Consequências do aumento do efeito de estufa POLUIÇÃO DO AR – Aumento do efeito de estufa
  • 52. Espécies exóticas são as espécies que tiveram origem num local e foram introduzidas noutro território, pelo ser humano ou por fatores naturais (dispersão pelas aves migradoras, por ventos excecionalmente fortes, etc.). A introdução de espécies exóticas pode causar desequilíbrios nos ecossistemas. Espécies invasoras Espécies exóticas ou não indígenas Sou uma espécie exótica, mas não sou invasora porque não tenho impacte negativo nas espécies e nos habitats nativos ou indígenas. INTRODUÇÃO DE ESPÉCIES EXÓTICAS
  • 53. A introdução de espécies exóticas pode causar desequilíbrios nos ecossistemas As espécies invasoras: • têm crescimento rápido e/ou grande capacidade de dispersão; • competem mais eficientemente pelos recursos disponíveis do que as espécies nativas; • produzem muitos descendentes em pouco tempo; • no local onde são invasoras, não têm inimigos naturais uma vez que que estão deslocadas do seu local de origem. INTRODUÇÃO DE ESPÉCIES EXÓTICAS Kudzu é o nome desta trepadeira oriunda do Japão, introduzida nos EUA para criar rapidamente zonas de sombra e estabilizar solos. No entanto, o seu crescimento é tão rápido e descontrolado (até 30 centímetros por dia) que cobre árvores e até edifícios em curtos intervalos de tempo. Há milhares de quilómetros quadrados de campos e florestas já desaparecidos à custa do kudzu em pelo menos vinte estados norte-americanos.
  • 54. As espécies invasoras causam impactes negativos: • na economia, por exemplo, quando são espécies que invadem áreas agrícolas, florestais ou piscícolas; • na saúde pública, quando são espécies que provocam doenças, alergias, ou funcionam como vetores de pragas; • na disponibilidade de água nos lençóis freáticos, no caso de espécies muito exigentes no consumo de água; • no equilíbrio dos ecossistemas conseguido ao longo de milhares de anos de evolução, sendo atualmente uma das principais ameaças à biodiversidade. O jacinto-de-água é uma invasora muito agressiva. Modifica os fatores abióticos dos meios aquáticos causando diminuição da biodiversidade. Impede o uso agrícola e recreativo da água. INTRODUÇÃO DE ESPÉCIES EXÓTICAS
  • 55. A acácia e o chorão-das-praias são duas plantas invasoras que estão a causar graves impactes na biodiversidade dos habitats das dunas em Portugal. O seu controlo é muito difícil. O lagostim-vermelho- -da-lousiana compete com o lagostim-europeu; é um predador voraz de larvas de anfíbios e provoca estragos nas culturas de arroz. A perca-sol é um dos muitos peixes introduzidos nas barragens portuguesas, neste caso para controlar as larvas de mosquitos. Contudo, estes peixes disseminaram-se por diferentes meios aquáticos, competindo com espécies nativas de peixes e pondo em perigo algumas espécies endémicas. INTRODUÇÃO DE ESPÉCIES EXÓTICAS
  • 56. Exemplos de medidas para a conservação de espécies e habitats:  Fazer o ordenamento do território (planos e programas que visam usar o melhor possível o território e os seus recursos.  Criar áreas protegidas, terrestres e marinhas.  Fazer leis para regular a caça, a pesca e outras formas de exploração de recursos naturais.  Fazer uma gestão adequada das florestas.  Promover o povoamento das regiões do interior.  Aumentar o conhecimento dos processos ecológicos.  Diminuir a emissão de gases com efeito de estufa.  Diminuir a produção de resíduos. CONSERVAÇÃO DAS ESPÉCIES E DOS HABITATS
  • 57. 57 Exemplos de medidas para a conservação das espécies e dos habitats
  • 58. Exemplos de medidas para a conservação das espécies e dos habitats
  • 59. Exemplos de medidas para a conservação das espécies e dos habitats
  • 60. 60 Para que os recursos naturais fiquem disponíveis para as gerações futuras é necessário diminuir o ritmo a que são extraídos. Essa tarefa cabe a cada um de nós. Tem feito a sua parte? Tem a preocupação de REDUZIR o consumo? Ou compra coisas de que, de facto, não precisa? Preocupa-se em REDUZIR a compra de produtos embalados desnecessariamente? Separa os resíduos para a RECICLAGEM? Lá em casa há separação de lixo e compostagem? REUTILIZA os sacos para as compras e RECUSA amavelmente os sacos (sobretudo os de plástico)? POUPA água e eletricidade nas suas rotinas diárias? EXPLORAÇÃO SUSTENTÁVEL DOS RECURSOS NATURAIS vídeo

Notas do Editor

  1. APRENDIZAGENS ESSENCIAIS – Relacionar a diversidade biológica com intervenções antrópicas que podem interferir na dinâmica dos ecossistemas (interações bióticas/ abióticas, extinção e conservação de espécies). Este PPT permite rever alguns conceitos aprendidos no 8.O ano, indispensáveis para o cumprimento desta AE.
  2. A definição clássica de espécie refere «indivíduos que se reproduzem entre si originando descendentes férteis». Esta definição aplica-se à maior parte dos animais (embora ocorram exceções em animais mais simples). Contudo, nas plantas e microrganismos, esta definição acarreta alguns problemas; por exemplo, nas plantas ocorrem híbridos férteis e nas bactérias a reprodução tem um padrão completamente diferente da que conhecemos para os organismos eucariontes.
  3. APRENDIZAGEM ESSENCIAL – Sistematizar conhecimentos de hierarquia biológica (comunidade, população, organismo, sistemas e órgãos) e estrutura dos ecossistemas (produtores, consumidores, decompositores) com base em dados recolhidos em suportes/ambientes diversificados (bibliografia, vídeos, jardins, parques naturais, museus). Este PPT permite rever alguns conceitos aprendidos no 8.º ano, indispensáveis para o cumprimento desta AE.
  4. NOTA: Há seres vivos que possuem apenas o primeiro nível desta hierarquia (seres unicelulares). À medida que a complexidade dos seres vivos aumenta, cresce também o número de níveis de hierarquia na sua organização.
  5. O canibalismo tem características semelhantes à predação, mas é uma relação intraespecífica. Um indivíduo come outro da mesma espécie. É o caso de fêmeas de algumas espécies de louva-a-deus e de aranhas, que devoram o macho após o acasalamento. As plantas e outros seres vivos também podem ser comensais. Por exemplo, os líquenes e algumas plantas desenvolvem-se sobre as árvores, beneficiando de uma posição favorável para a captação de luz, sem prejudicar nem beneficiar as árvores.
  6. Parasitas como as carraças ou as pulgas, que vivem sobre o corpo do hospedeiro, são chamados ectoparasitas. Parasitas como as ténias ou algumas bactérias, que vivem no interior do corpo do hospedeiro, são chamados endoparasitas. Nem todos os parasitas são animais. Por exemplo, há muitas espécies de plantas e de fungos parasitas.
  7. A competição pode ainda ocorrer entre indivíduos da mesma espécie (competição intraespecífica). No caso dos animais, a competição intraespecífica pode ocorrer pela fêmea ou pelo alimento, por exemplo.
  8. Na colmeia, as operárias são responsáveis por colher o néctar das flores, limpar e defender a colmeia, e alimentar a rainhas e as larvas (as futuras abelhas) com mel, que é produzido a partir do néctar. A rainha é a única fêmea fértil da colmeia e produz os ovos que irão originar todas as operárias e os zangãos (os machos), cuja única função é fecundar a rainha. Os leões-marinhos formam colónias para se reproduzirem e defenderem as crias dos predadores.
  9. A formação de colónias, por exemplo, confere vantagens (para fazer face ao frio, no caso dos pinguins, por exemplo) mas também expõe mais a população a ataques de predadores.
  10. Quanto maior é a razão superfície/volume de um organismo, maiores são as perdas de calor. As extremidades são mais suscetíveis às perdas de calor.
  11. Proposta de solução: As duas equações têm os mesmos termos, mas em posição contrária na equação. Na fotossíntese, a energia do sol é usada para sintetizar compostos orgânicos ricos em energia, com consumo de dióxido de carbono e produção de oxigénio. Na respiração celular esses compostos orgânicos são utilizados para obter energia. Nessa «combustão» de matéria orgânica, é produzida energia, com consumo de oxigénio e é libertado dióxido de carbono.