O documento critica a crescente privatização em Portugal, destacando a venda de empresas nacionais e a ascensão da dívida pública, que continua a crescer apesar das promessas de recuperação econômica. A autora argumenta que as medidas de austeridade e privatizações não resultaram em melhorias para a população e que a classe política nacional se mostra incapaz de promover mudanças efetivas. Além disso, aponta para uma dependência do capital financeiro e uma falta de investimento no país, gerando um cenário de regresso ao passado econômico e político.