ApresentaçãoApresentação
Fátima CartaxoFátima Cartaxo
Brasília-DFBrasília-DF
18 de abril de 201318 de abril de 2013
ENCONTRO INTERNACIONAL
DE INTERCÂMBIO TÉCNICO
EM EDUCAÇÃO FISCAL
TEMA:TEMA:
““Programas de fomento à gestão fiscal deProgramas de fomento à gestão fiscal de
estados e municípios – PROFISCO eestados e municípios – PROFISCO e
PNAFM”PNAFM”
Painel VIIIPainel VIII
““A Educação Fiscal nas instituiçõesA Educação Fiscal nas instituições
gestoras estaduais e municipais”gestoras estaduais e municipais”
““ EDUCAÇÃO FISCAL COMOEDUCAÇÃO FISCAL COMO
INSTRUMENTO PARA OINSTRUMENTO PARA O
DESENVOLVIMENTO E ADESENVOLVIMENTO E A
DEMOCRACIA”DEMOCRACIA”
I- TRIBUTAÇÃO E DESENVOLVIMENTOI- TRIBUTAÇÃO E DESENVOLVIMENTO
►► Financiamento das funções públicasFinanciamento das funções públicas
-- oferta deoferta de serviços aos cidadãosserviços aos cidadãos
►► Função social e redistributiva doFunção social e redistributiva do
tributotributo
►► Redução das desigualdades eRedução das desigualdades e
disparidades verticais edisparidades verticais e
horizontaishorizontais
►► Melhoria da qualidade de vida e doMelhoria da qualidade de vida e do
II – TRIBUTAÇÃO E DEMOCRACIA
► Transparência das administrações
fiscais
► Cooperação e interlocução com a
sociedade
► Controle da gestão fazendária
► Exercício da cidadania fiscal
““ O PAPEL DA EDUCAÇÃO FISCALO PAPEL DA EDUCAÇÃO FISCAL
PARA UMA MAIOR EFETIVIDADEPARA UMA MAIOR EFETIVIDADE
DAS ADMINISTRAÇÕESDAS ADMINISTRAÇÕES
FAZENDÁRIAS SUBNACIONAIS:FAZENDÁRIAS SUBNACIONAIS:
ESTADOS E MUNICÍPIOS”ESTADOS E MUNICÍPIOS”
III - EFETIVIDADE DASIII - EFETIVIDADE DAS
ADMINISTRAÇÕES TRIBUTÁRIASADMINISTRAÇÕES TRIBUTÁRIAS
►►REALIZAÇÃO DA ARRECADAÇÃOPOTENCIALREALIZAÇÃO DA ARRECADAÇÃOPOTENCIAL
►►REDUÇÃO DA LITIGIOSIDADE
►► BASE ECONÔMICA – MELHORIA DO
AMBIENTE DE NEGÓCIOS
►►FORTALECIMENTO DA INSTITUCIONALIDADEFORTALECIMENTO DA INSTITUCIONALIDADE
►► GESTÃO DE RISCO
IV – PRINCIPAIS ASPECTOS
ENVOLVIDOS
Eficiência e efetividade das Administrações Tributárias:
prover os recursos necessários para a execução das
políticas públicas e promoção da justiça fiscal.
Cumprimento voluntário das obrigações tributárias
Cobrança coativa
Mitigação de riscos
““O CÍRCULO VIRTUOSO DAO CÍRCULO VIRTUOSO DA
COOPERAÇÃO FISCAL”COOPERAÇÃO FISCAL”
V - COOPERAÇÃO FISCAL
► Novos paradigmas para as administrações
fiscais: do crime para a cooperação e a confiança
► Maior atenção ao contribuinte com oferta de
melhores serviços
► Transparência e interlocução com a sociedade
► Melhoria do ambiente de negócios
► Fortalecimento da cidadania fiscal
VI – COOPERAÇÃO E CONFIANÇA
“A confiança é um processo em construção”
► Necessidade de implementação de
mecanismos que:
● fortaleçam o relacionamento entre
atores públicos e privados;
● assegurem “accountability”;
● forneçam mais transparência às
instituições públicas
““ EDUCAÇÃO FISCAL COMOEDUCAÇÃO FISCAL COMO
REQUISITO PARA O PLENOREQUISITO PARA O PLENO
EXERCÍCIO DA CIDADANIA E DOEXERCÍCIO DA CIDADANIA E DO
CONTROLE SOCIAL”CONTROLE SOCIAL”
VII - CIDADANIA FISCAL (1)
► O cidadão tem que ser capaz de compreender
o funcionamento do sistema tributário e ter
acesso as informações fiscais, para poder
participar e exercer o controle social
► para tal, necessita-se de accountability e
transparência
► eficiência e legitimidade das administrações
fiscais estimulam o cujprimento voluntário e
fortalecem o relacionamento entre o Fisco e o
Contribuinte
•Relacionamento com as ATs
EDUCAÇÃO PARA A CIDADANIA FISCAL
ATENDIMENTO/SERVIÇOS AOS CONTRIBUINTES
PROTEÇÃO DOS DIREITOS PESSOAIS E
COLETIVOS - PAPEL DOS CONTENCIOSOS
VII - CIDADANIA FISCAL (2)
VIII–RELAÇÃO DO FISCO COM O
CIDADÃO
(1)
Tensão e antagonismo
Litigiosidade
Baixa cooperação
Pouco transparência
•Pilares do Cumprimento Voluntário:
Consciência Fiscal, Cultura Cidadã , Risco
Subjetivo
VIII–RELAÇÃO DO FISCO COM O
CIDADÃO (2)
““ FORTALECENDO A CIDADANIA EFORTALECENDO A CIDADANIA E
REDUZINDO A LITIGIOSIDADE”REDUZINDO A LITIGIOSIDADE”
a- Compreensão pelo cidadão do papel do
Estado, seus mecanismos de financiamento
e o desempenho das funções públicas
b- Entendimento da função sócio-econômica
do tributo e dos procedimentos fiscais de
combate às desigualdades sociais
d- Relação harmoniosa e cooperativa entre o
cidadão e o Estado
e- Proteção dos direitos individuais (do
cidadão) e coletivos (da sociedade)
c- Explicitação dos critérios jurídicos
interpretativos da legislação tributária
g- Combate às práticas nocivas na gestão
pública: corrupção, malversação de
recursos, sonegação, competição fiscal
predatória, etc.
f- Controle social da boa aplicação dos
recursos públicos, com vistas à eficiência e
qualidade do gasto
IX - PRINCIPAIS LIÇÕES APRENDIDASIX - PRINCIPAIS LIÇÕES APRENDIDAS
► A falta de confiança como obstáculo à
consolidação da democracia
► Administrações Tributárias que atuam de
modo mais cooperativo são mais eficientes e
legítimas
► Relevância dos instrumentos para promover
a cooperação entre Fiscos e entre o
Fisco e a Sociedade
► A educação fiscal como instrumento para a
promoção da cidadania e redução da
APRESENTAÇÃO
Fátima Cartaxo
Especialista Sênior em Gestão Fiscal e Municipal
BID – Banco Interamericano de Desenvolvimento
S.E.N. Quadra 802 Conjunto F lote 39
CEP: 70.800-400
Brasil - Brasília – DF
Telefones
(61) 3317- 4284
Fax: (61) 3321-3112
E-Mail - fatimac@iadb.org
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Banco Interamericano de Desenvolvimento - BID
Representação no Brasil

Programas de fomento à gestão fiscal de estados e municípios: PROFISCO e PNAFM - Fátima Cartaxo

  • 1.
    ApresentaçãoApresentação Fátima CartaxoFátima Cartaxo Brasília-DFBrasília-DF 18de abril de 201318 de abril de 2013 ENCONTRO INTERNACIONAL DE INTERCÂMBIO TÉCNICO EM EDUCAÇÃO FISCAL
  • 2.
    TEMA:TEMA: ““Programas de fomentoà gestão fiscal deProgramas de fomento à gestão fiscal de estados e municípios – PROFISCO eestados e municípios – PROFISCO e PNAFM”PNAFM” Painel VIIIPainel VIII ““A Educação Fiscal nas instituiçõesA Educação Fiscal nas instituições gestoras estaduais e municipais”gestoras estaduais e municipais”
  • 3.
    ““ EDUCAÇÃO FISCALCOMOEDUCAÇÃO FISCAL COMO INSTRUMENTO PARA OINSTRUMENTO PARA O DESENVOLVIMENTO E ADESENVOLVIMENTO E A DEMOCRACIA”DEMOCRACIA”
  • 4.
    I- TRIBUTAÇÃO EDESENVOLVIMENTOI- TRIBUTAÇÃO E DESENVOLVIMENTO ►► Financiamento das funções públicasFinanciamento das funções públicas -- oferta deoferta de serviços aos cidadãosserviços aos cidadãos ►► Função social e redistributiva doFunção social e redistributiva do tributotributo ►► Redução das desigualdades eRedução das desigualdades e disparidades verticais edisparidades verticais e horizontaishorizontais ►► Melhoria da qualidade de vida e doMelhoria da qualidade de vida e do
  • 5.
    II – TRIBUTAÇÃOE DEMOCRACIA ► Transparência das administrações fiscais ► Cooperação e interlocução com a sociedade ► Controle da gestão fazendária ► Exercício da cidadania fiscal
  • 6.
    ““ O PAPELDA EDUCAÇÃO FISCALO PAPEL DA EDUCAÇÃO FISCAL PARA UMA MAIOR EFETIVIDADEPARA UMA MAIOR EFETIVIDADE DAS ADMINISTRAÇÕESDAS ADMINISTRAÇÕES FAZENDÁRIAS SUBNACIONAIS:FAZENDÁRIAS SUBNACIONAIS: ESTADOS E MUNICÍPIOS”ESTADOS E MUNICÍPIOS”
  • 7.
    III - EFETIVIDADEDASIII - EFETIVIDADE DAS ADMINISTRAÇÕES TRIBUTÁRIASADMINISTRAÇÕES TRIBUTÁRIAS ►►REALIZAÇÃO DA ARRECADAÇÃOPOTENCIALREALIZAÇÃO DA ARRECADAÇÃOPOTENCIAL ►►REDUÇÃO DA LITIGIOSIDADE ►► BASE ECONÔMICA – MELHORIA DO AMBIENTE DE NEGÓCIOS ►►FORTALECIMENTO DA INSTITUCIONALIDADEFORTALECIMENTO DA INSTITUCIONALIDADE ►► GESTÃO DE RISCO
  • 8.
    IV – PRINCIPAISASPECTOS ENVOLVIDOS Eficiência e efetividade das Administrações Tributárias: prover os recursos necessários para a execução das políticas públicas e promoção da justiça fiscal. Cumprimento voluntário das obrigações tributárias Cobrança coativa Mitigação de riscos
  • 9.
    ““O CÍRCULO VIRTUOSODAO CÍRCULO VIRTUOSO DA COOPERAÇÃO FISCAL”COOPERAÇÃO FISCAL”
  • 10.
    V - COOPERAÇÃOFISCAL ► Novos paradigmas para as administrações fiscais: do crime para a cooperação e a confiança ► Maior atenção ao contribuinte com oferta de melhores serviços ► Transparência e interlocução com a sociedade ► Melhoria do ambiente de negócios ► Fortalecimento da cidadania fiscal
  • 11.
    VI – COOPERAÇÃOE CONFIANÇA “A confiança é um processo em construção” ► Necessidade de implementação de mecanismos que: ● fortaleçam o relacionamento entre atores públicos e privados; ● assegurem “accountability”; ● forneçam mais transparência às instituições públicas
  • 12.
    ““ EDUCAÇÃO FISCALCOMOEDUCAÇÃO FISCAL COMO REQUISITO PARA O PLENOREQUISITO PARA O PLENO EXERCÍCIO DA CIDADANIA E DOEXERCÍCIO DA CIDADANIA E DO CONTROLE SOCIAL”CONTROLE SOCIAL”
  • 13.
    VII - CIDADANIAFISCAL (1) ► O cidadão tem que ser capaz de compreender o funcionamento do sistema tributário e ter acesso as informações fiscais, para poder participar e exercer o controle social ► para tal, necessita-se de accountability e transparência ► eficiência e legitimidade das administrações fiscais estimulam o cujprimento voluntário e fortalecem o relacionamento entre o Fisco e o Contribuinte
  • 14.
    •Relacionamento com asATs EDUCAÇÃO PARA A CIDADANIA FISCAL ATENDIMENTO/SERVIÇOS AOS CONTRIBUINTES PROTEÇÃO DOS DIREITOS PESSOAIS E COLETIVOS - PAPEL DOS CONTENCIOSOS VII - CIDADANIA FISCAL (2)
  • 15.
    VIII–RELAÇÃO DO FISCOCOM O CIDADÃO (1) Tensão e antagonismo Litigiosidade Baixa cooperação Pouco transparência
  • 16.
    •Pilares do CumprimentoVoluntário: Consciência Fiscal, Cultura Cidadã , Risco Subjetivo VIII–RELAÇÃO DO FISCO COM O CIDADÃO (2)
  • 17.
    ““ FORTALECENDO ACIDADANIA EFORTALECENDO A CIDADANIA E REDUZINDO A LITIGIOSIDADE”REDUZINDO A LITIGIOSIDADE”
  • 18.
    a- Compreensão pelocidadão do papel do Estado, seus mecanismos de financiamento e o desempenho das funções públicas b- Entendimento da função sócio-econômica do tributo e dos procedimentos fiscais de combate às desigualdades sociais
  • 19.
    d- Relação harmoniosae cooperativa entre o cidadão e o Estado e- Proteção dos direitos individuais (do cidadão) e coletivos (da sociedade) c- Explicitação dos critérios jurídicos interpretativos da legislação tributária
  • 20.
    g- Combate àspráticas nocivas na gestão pública: corrupção, malversação de recursos, sonegação, competição fiscal predatória, etc. f- Controle social da boa aplicação dos recursos públicos, com vistas à eficiência e qualidade do gasto
  • 21.
    IX - PRINCIPAISLIÇÕES APRENDIDASIX - PRINCIPAIS LIÇÕES APRENDIDAS ► A falta de confiança como obstáculo à consolidação da democracia ► Administrações Tributárias que atuam de modo mais cooperativo são mais eficientes e legítimas ► Relevância dos instrumentos para promover a cooperação entre Fiscos e entre o Fisco e a Sociedade ► A educação fiscal como instrumento para a promoção da cidadania e redução da
  • 22.
    APRESENTAÇÃO Fátima Cartaxo Especialista Sêniorem Gestão Fiscal e Municipal BID – Banco Interamericano de Desenvolvimento S.E.N. Quadra 802 Conjunto F lote 39 CEP: 70.800-400 Brasil - Brasília – DF Telefones (61) 3317- 4284 Fax: (61) 3321-3112 E-Mail - fatimac@iadb.org Home Page - http://www.iadb.org
  • 23.
    Banco Interamericano deDesenvolvimento - BID Representação no Brasil

Notas do Editor

  • #3 -consciencia social. control institucional. Rendición periódica; calidad del gasto. apoyo