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Fotografia I

Prof. Márcio Duarte
     FAIP/FAEF
Princípios da fotografia
A máquina fotográfica
• Uma máquina fotográfica tem a capacidade de
  captar os reflexos luminosos dos objetos, num
  determinado momento, guardando-os sob a
  forma de uma imagem. Para tal, usa um
  mecanismo análogo ao olho humano, onde muito
  genericamente podemos apontar - a lente (o
  cristalino no olho, ou lens), diafragma (a íris) e
  uma superfície sensível à luz, que pode ser uma
  película de filme, na fotografia analógica, ou um
  sensor eletrônico, na fotografia digital (a retina).
A Câmara Escura
Como a câmera funciona
A câmera é composta por 3 partes:
  – Parte óptica (lentes);
  – Meio de captura (filme ou sensor);
  – Parte mecânica (corpo da câmera).


É a combinação desses elementos que dá
origem as mais diversas fotografias.
reflexo luminoso de
um objeto passa
através da lente,
sensibilizando o
sensor, ou a película
de filme, criando
desta forma a
imagem.
O diafragma regula a
quantidade de luz que
entra de cada vez,
assim, o sensor é mais
ou menos
sensibilizado ficando a
imagem mais ou
menos clara.
Ao fechar o diafragma
reduzimos a dimensão do
feixe luminoso e, desta
forma, aumentamos a
qualidade dos diferentes
raios que atravessam a
objectiva, pois eliminamos
os raios oblíquos ao plano
focal e que produzem
defeitos e distorções na
imagem final. Isto é,
deixamos passar apenas os
raios incidentes em ângulo
recto ao plano focal
obtendo imagens mais
nítidas. Ao fechar o
diafragma aumenta-se a
capacidade de focagem da
objectiva (aumenta a
profundidade de campo)
Parte óptica
A parte óptica é
composta pelas lentes.

Tem a função de
receber a luz e
redirecionála de modo
a refletir uma imagem
tal como a que se
encontra diante da
câmera.
Parte óptica
• A imagem é formada
  pela luz que passou por
  uma lente.
• A natureza da imagem
  formada depende de
  como a luz viaja pela
  lente. Isto depende de
  dois fatores:
   – O ângulo que a luz
     penetra na lente
   – A estrutura da lente
Parte óptica
• O "poder" de uma lente é descrito como distância focal,
  que é a distância entre o objeto fotografado e a lente.
  Quanto maior, indica que maior é a capacidade de
  captura.

• Alguns exemplos:

             Distância Focal      Tipo de fotografia
            Menor que 21mm            Arquitetura
              21 – 35 mm              Landscape
             135 – 300+ mm     Esporte, pássaros, insetos
Parte óptica
• Zoom permite a variação da distância focal em um
  intervalo pré-definido.

• Abertura focal define o ajuste do quanto de luz
  penetra nas lentes.
Focagem da lente
Consiste em aumentar ou diminuir o diâmetro
ântero-posterior da lente de forma a fazer
convergir os reflexos luminosos do objeto o
mais próximo possível do sensor, de forma a
que os contornos da imagem fiquem o mais
nítido possível.
Imaginemos que o interior da
  máquina é representado por
uma sala e a objectiva pela sua
janela. Em vez de diafragma e
 obturador teríamos a ação de
 abrir e fechar os veda-luzes:




diafragma = mais abertos,
      menos abertos


obturador = abrir e fechar
mais rápido, abrir e fechar
       mais lento
Íris (ou Diafragma): A quantidade de
                     luz
•   Cada abertura tem um valor f que
    representa a razão entre o seu diâmetro e
    a distância focal da objetiva. Assim, f4
    significa que a abertura é igual a uma
    quarta parte da distância focal da
    objetiva, como se vê pelos círculos
    tracejados, à direita; em f16 a abertura é
    um dezasseis avos da distância focal, e
    assim sucessivamente.
•   Do emprego deste sistema de frações, em
    vez dos diâmetros da abertura, resulta
    que todas as objetivas reguladas para o
    mesmo valor f fotografam o mesmo
    objeto com igual intensidade de luz. Em
    consequência, o emprego dos valores f
    permite mudar de máquina ou de objetiva
    com a garantia de que o efeito da
    exposição não se altera.
A quantidade de luz




Sobre-exposição:                Subexposição:
excesso de exposição,           exposição insuficiente,
provoca mais                    provoca menos
densidade e menos               densidade e menos
contraste                       contraste
Parte óptica
• Câmeras que dispõem de uma grande variedade de
  aberturas permitem muito mais flexibilidade nas
  imagens fotografadas.
Meio de captura
• Filme Fotográfico: Contém componentes
  químicos que são sensíveis a luz.

• A revelação de um filme fotográfico é feita por
  uma série de banhos químicos que fazem com
  que a imagem latente no filme exposto se
  torne visível sob a forma de negativo.
Meio de captura
Meio de captura
• Sensor é uma matriz de milhões de pequenos pixel
  que visam produzir a imagem final.
Meio de captura
Parte mecânica
• O principal componente da parte mecânica é o
  diafragma.
• O diafragma foi idealizado em 1568. É um dispositivo
  capaz de permitir ou não a entrada de luz.




• Outros componentes também constituem a parte
  mecânica: disparador, flash, visor, a própria caixa da
  câmera, etc.
A mesma abertura, mas com
        velocidades diferentes:
com velocidade 2 (dois segundos) a fotografia ficará mais
clara do que com velocidade 0.5 (meio segundo), pois o
elemento fotosensível fica exposto à luz durante mais
tempo (4 vezes mais)




        f.8 v 0.5s                      f.8 v 2s
Diafragma e Obturador
A luz nas proporções corretas
Velocidade de Obturação
Este parâmetro mede o tempo que o obturador permanece aberto, regulando desta forma a
quantidade de luz que que chega ao sensor. Assim, se quisermos fotografar um momento muito
rápido e se tivermos luz suficiente para tal (o momento em que um jogador de futebol cabeceia a
bola para golo ou o exacto momento em que um avião se encontra de pernas para o ar durante
um looping) escolhemos uma velocidade alta, se, pelo contrário, queremos fotografar uma
imagem com pouca luz (fotografia nocturna, por exemplo) ou queremos imagens arrastadas
(também com pouca luz), escolhemos uma velocidade baixa, sendo que, neste último caso,
temos de nos certificar que a máquina se encontra estabilizada, num tripé, por exemplo, caso
contrário e devido à quantidade de luz que vai entrando de pontos diferentes (uma vez que a
máquina se está a mover) a imagem ficará tremida. De referir ainda que a velocidade é medida
em segundos, ou, na maior parte dos casos em fracções de segundo, sendo que, 1'' (um segundo)
é uma velocidade de obturação baixa e 1/1000'' (um milésimo de segundo) é uma velocidade de
obturação bastante elevada.
f.16 v 2s


             Uma abertura de
             diafragma quatro vezes
             menor aliada a uma
             velocidade de obturador
             quatro vezes mais lenta




f.8 v 0.5s   equivale a


             Uma abertura de
             diafragma quatro vezes
             maior aliada a uma
             velocidade de obturador
             quatro vezes mais rápida.
f. 2.8 v 0.1s (um décimo de segundo)
Obturador
Velocidade - O tempo a que o material sensível fica exposto à luz




• As velocidades de obturação (tempos de exposição), tal como os
  diafragmas, diminuem gradualmente – cada velocidade é metade
  da anterior. Esta progressão de razão 2, comum às duas escalas, é
  particularmente importante quando se combinam os valores de
  obturação com os do diafragma.
• Na posição B (pose), o obturador fica aberto enquanto se mantiver
  a pressão no botão respectivo.
Abertura
A abertura não é mais do que a abertura do diafragma, controlando desta forma
a quantidade de luz que passa através da lente. Não querendo complicar, devo
referir que a abertura, ao alterar a profundidade de campo, tem um efeito na
focagem, assim, quanto menor a abertura, menor a quantidade de luz que passa
através da lente, mas maior a profundidade de campo, ou seja, maior é o alcance
de focagem, isto é, conseguimos ter uma maior quantidade de objectos em faixas
de focagem diferentes focados corretamente. A abertura é medida com a letra f
seguida por um número. Não entrando em pormenores nem em equações
complicadas, posso dizer que esse número é uma fração, assim, quanto maior o
valor absoluto do número, menor a abertura. Para melhor exemplificar este
conceito, apresento abaixo uma imagem elucidativa.
ISO (ou ASA)
O ISO (ou ASA, sistema americano e ISO é um sistema internacional.) e
mais uma vez não entrando em grandes pormenores técnicos,
representa a sensibilidade do sensor à luz, ou seja, quanto mais
elevado for o ISO, menor a quantidade de luz que é necessária para o
sensor criar uma imagem. Assim, se quisermos tirar uma fotografia
com pouca luz a uma velocidade relativamente elevada (fotografia
interior a pessoas sem querer usar flash, por exemplo) e onde por
alguma razão não é possível fixar a máquina (por não se ter tripé, ou
pelos objectos alvo da fotografia serem eles mesmos móveis, como é o
caso das pessoas ou animais), optamos por um ISO elevado, se pelo
contrário temos muita luz, optamos por um ISO baixo. De referir que
quanto maior o ISO maior o "grão" da fotografia, ou seja, menor a
nitidez da imagem (tanto os contornos como os conteúdos).
Profundidade de campo e nitidez




•   Como se vê aqui, a profundidade de campo estende-se para a frente e
    para trás do objeto focado. Nas duas fotografias o foco foi ajustado para a
    peça do meio e só o diafragma foi alterado. Na da direita, tirada com f16,
    a grande profundidade de campo permitiu que todas as peças ficassem
    nítidas. Abrindo o diafragma a f 2.8, as peças em fundo e em primeiro
    plano perdem a nitidez. É possível, portanto, com o mesmo assunto,
    conseguir resultados muito diferentes alterando a abertura do diafragma.
•   A profundidade de campo varia também consoante a distância máquina-
    objeto. O aumento desta distância faz aumentar a extensão da zona nítida
    para aquém e além do objeto, o que altera a sua imagem.
Abertura de diafragma e Profundidade de campo
Velocidade de obturação e movimento do tema
Ângulos das objetivas




• Numa máquina de 35mm vulgar, o campo abraçado
  pelas objectivas de 28mm, 50mm e 135mm é de
  respectivamente, cerca de 73º, 45º e 20º
Uma objectiva zoom
       28-135 mm
equivale a este conjunto
       de objectivas




Zoom óptico e zoom digital
   da realidade à ficção
9.2mm com a maq. Digital C2500L
equivale a 36mm numa máq. clássica




                                     17 mm com a maq. Digital C2500L
                                   equivale a 70mm numa máq. clássica
ILUMINAÇÃO
a luz ambiente, natural
ou artificial é melhor do
que a iluminação do
flash
ILUMINAÇÃO
luz ambiente        iluminação com flash
ILUMINAÇÃO
Uma luz difusa confere maior suavidade
ao tema. Dominam as tonalidades.
O efeito de “olhos vermelhos” é causado pela luz do
          flash que atravessa a pupila e se reflete na retina.
          Sendo esta irrigada por vasos sanguíneos é a sua cor
Red-eye   avermelhada que o flash revela. Quanto mais
          próximo o flash se encontrar da objetiva, maior é a
          probabilidade de ocorrer este efeito, justamente
          porque os eixos de ambos os dispositivos estão mais
          próximos. Claro que isto se aplica, desde logo, às
          máquinas com flash incorporado embora o efeito
          possa ocorrer com flashes externos montados na
          sapata/suporte. Este efeito é mais pronunciado nas
          teleobjetivas, ou zoom ajustado em close-up, do que
          nas objetivas grande-angular. Quanto mais próximo
          do tema, maior o risco de “olhos vermelhos”. Este
          efeito é também mais usual em ambientes escuros
          pois aí as pupilas estão mais dilatadas para captar a
          pouca luminosidade do ambiente. Os dispositivos
          anti “red-eye” funcionam na base de um pré-disparo
          de flash, ou uma luz fixa, que vai obrigar a contrair as
          pupilas e reduzir, assim, a “abertura” ocular que
          revela a coloração sanguínea.
Iluminação - A temperatura de cor
                 A temperatura de cor das fontes de luz mede-
                 se em graus Kelvin (ºK). A escala Kelvin
                 começa no zero absoluto ou -273ºC que é, em
                 teoria, a temperatura mais fria possível.
                 Quando uma placa de metal é
                 progressivamente aquecida, emite luz que
                 varia pelo vermelho, laranja, amarelo, branco,
                 e termina numa emissão de luz azul (salvo
                 alteração física ou química na placa metálica).
                 A luz emitida por este objecto em cada
                 estádio de cor, pode identificar-se pela
                 temperatura correspondente. A luz de uma
                 simples vela acesa tem uma temperatura de
                 cor de aproximadamente 2.000 ºK, enquanto
                 que no outro extremo do espectro, a luz de
                 um dia solarengo se situa entre 12.000 e
                 18.000 ºK. A luz da manhã e da tarde situa-se
                 à volta dos 5.000 ºK, e a meio de um dia
                 nublado regista-se cerca de 6.000ºK.
RECAPITULANDO
•   A focagem determina a nitidez do objecto - o movimento da objectiva foca ou desfoca partes
    do objecto a diferentes distâncias da máquina.

•   A extensão da zona de nitidez é regulada pelo diafragma - o diafragma regula o brilho da
    imagem (através da intensidade de luz admitida) e a profundidade de campo. Quanto mais
    alto o valor f mais estreita a abertura e maior a profundidade de campo. A profundidade de
    campo também aumenta se usarmos uma objectiva de curta distância focal ou aumentarmos
    a distância objecto-máquina.

•   A velocidade de obturação afecta a imagem de objectos móveis – o obturador regula o
    tempo de exposição do filme e, consequentemente, o aspecto mais ou menos tremido da
    imagem. Este efeito varia com o movimento da máquina e a velocidade relativa, direcção e
    distância do objecto.

•   O valor da exposição é determinado pela abertura e velocidade de obturação - Para
    fotografar a mesma cena dispõe-se geralmente de uma série de combinações de diafragmas
    e tempos de exposição. Desde que fique assegurada a exposição suficiente, pode-se optar
    entre uma profundidade de campo curta ou extensa, e entre o movimento “congelado” ou
    tremido.
Formação da imagem digital

Fotografia digital
Profundidade de bit
• A quantidade de níveis de cinza, que podem
  ser usados para representar cada pixel em
  uma fotografia digital, é determinada pela
  profundidade de bit da imagem.
• A profundidade de bit é o espaço de
  armazenamento alocado para cada pixel.
• Quanto maior a profundidade de bit, mais
  níveis de cinza podem ser armazenados
• As imagens coloridas (mais complexas)
  precisam maior profundidade de bit
Armazenando informação da imagem
• A profundidade de bit está diretamente
  relacionada ao método usado pelo
  computador para armazenar a escala de cinza
  ou a informação de cor de cada pixel
• No nível mais básico, os computadores são
  binários – trabalham com zero e um
• Os computadores mantêm o controle de zero
  e um desligando os “disjuntores” dos
  microchips
Armazenando informação de imagem

• Cada um dos milhões de “disjuntores” tem o
  valor binário de um BIT
• Os computadores pessoais trabalham com
  grupos de oito disjuntores, que formam uma
  única unidade chamada BYTE
• Um byte pode ter 256 valores diferentes
• Uma imagem em PxB, o valor da escala de
  cinza para cada pixel está contido em um byte
Armazenando informação de imagem
• Como cada byte pode conter 256 níveis
  diferentes, cada pixel pode ter 256 níveis
  diferentes de cinza.
• A imagem digital PxB tem profundidade de 8
  bits ou 1 byte
• Em uma imagem digital colorida são
  necessários três bytes para representar cada
  pixel. Um byte para cada uma das três cores
  primárias aditivas
Qualidade da imagem
• O tamanho do arquivo tema ver com a sua
  qualidade para reprodução
• Resolução – tamanho de cada pixel
• Profundidade de bit – quantidade de níveis de
  cinza
• Quanto maior o arquivo, mais informação ele
  contém
• Quanto maior a resolução, maior a qualidade
  e maior a cópia pode ser
Armazenamento
Foto cores – teoria da cor
• Existem dois sistemas para mostrar toda a
  gama de cores
• Um, o aditivo, é usado basicamente na
  televisão a cores
• O outro, o sistema subtrativo, é empregado
  na fotografia e nas artes gráficas
• Ambos utilizam misturas de três cores básicas
  para gerar todas as outras cores
Sistema aditivo
• É baseado
  no princípio
  de que,
  adicionando-
  se partes
  iguais de luz
  vermelha,
  verde e azul,
  cria-se luz
  branca
Sistema aditivo
• É o sistema ideal para televisão e monitores
  de computador, porque a tela cria e emite luz
  como as três fontes de luz colorida
• O tubo de televisão tem três canhões de
  elétrons, um da cada cor aditiva, criando
  todas as cores que se vêem na TV
• É chamado, em computação, de RGB
Sistema substrativo
• É o inverso do
  sistema aditivo.
  Ele começa com
  uma luz branca e
  usa filtros para
  subtrair cores.
  São usados três
  filtros: amarelo,
  magenta e ciano
Sistema substrativo
• É usado tanto na fotografia quanto na
  impressão colorida
• Os corantes fotográficos ou as tintas de
  impressão agem como filtros primários
  subtrativos que modificam a luz e produzem
  toda a gama de cores que vemos
• O sistema é conhecido como CMYK
• As combinações de cores possíveis são
  conhecidas pelo círculo cromático
Círculo cromático
Matiz, saturação e valor
• Matiz – é a própria cor
• Saturação – é a pureza da cor
• Valor – é a luminosidade ou obscuridade da
  cor
• Em muitas aplicações de computador isso é
  conhecido como perfil HSB para matiz,
  saturação e valor (brilho)
Matiz, saturação e valor
Fotografia digital colorida
• As imagens são produzidas com o uso dos
  sistemas aditivos e subtrativos da mesma
  forma que a fotografia convencional
• Os programas de tratamento de imagem
  (Photoshop) oferecem meios adicionais para
  ver e interagir com as imagens digitais
  coloridas
• Métodos de armazenamento e compactação
  são muito importantes
Sistema RGB
Sistema RGB
• Sistema aditivo que combina vermelho, verde
  e azul.
• Em uma imagem RGB típica, cada cor primária
  aditiva é representada por um byte.
• A informação de coro completa para cada
  pixel é armazenada em três bytes
• A profundidade de byte de uma imagem RGB
  é de 24 bits
• A representação de três bytes permite uma
  imagem de 256 x 256 x 256 = 16.777.216
  cores no total
Sistema CMYK
• Sistema de cor subtrativo formado pelas cores
  primárias subtrativas (Ciano, Magenta e
  Amarelo) com uma camada adicional K que
  contém o preto e valores de cinza neutros
• A maioria das impressoras coloridas usa esta
  tecnologia
• A maioria da imagens CMIK armazena 4 bytes
  por pixel. Um byte para cada cor primária e
  mais um byte para o K
Sistema CMYK
Balanceamento de cor
• As cores primárias aditivas são complementares das
  primárias subtrativas
• Pode-se, por conta disso, controlar o balanceamento
  de cores de uma imagem
Sistema HSB
• Permite o controle da matiz, saturação e
  brilho independentemente
• Muitas pessoas acham este sistema mais
  intuitivo do que o RGB e o CMYK
• O HSB não é realmente um sistema de cores,
  mas uma maneira diferente de ajustar
  qualquer sistema de cor usado
Matiz
• É dado pelo círculo cromático
Saturação
• Uma cor completamente saturada é uma cor
  pura, sem outros matizes misturados
• Uma cor completamente não saturada será
  totalmente cinza, sem “cor” alguma, nada se
  diferenciando dos outros cinzas
• A maioria dos programas de processamento
  de imagens permite que a saturação da cor
  seja modificada de forma contínua, co cinza
  neutro a cor pura
Brilho
• Também conhecido como luminosidade ou
  valor
• Você pode alterar o brilho de uma cor
  adicionando ou subtraindo a luz branca
• Na ponta da escala de brilho, não existe
  nenhuma luz branca e a cor aparece como
  preto denso
• Na outra ponta, existe tanta luz branca que
  ela se sobrepõe à própria cor e aparece como
  branco brilhante
Imagem bitmap ou vetorial
• Os computadores lidam com informações
  gráficas de duas maneiras.
• Uma é tratar a imagem como um padrão de
  pixels. É a imagem rasterizada ou bitmap, que
  consiste em uma série de pixels arrumados
  em uma grade
• Outra forma é vetorial, onde o desenho é uma
  coleção de linhas, curvas e círculos
Principais arquivos
• TIFF – Tagged-Image File Format - Tamanho maior,
  qualidade melhor. O mais universal arquivo de
  imagem bitmap. Suportam compressão sem perda
  (LZW) e podem ser usados tanto em Windows como
  em Macintosh
• PSD – Formato padrão usado pelo Photoshop. Deve
  ser usado enquanto a imagem é editada no progrma
  e depois convertido
• GIF – Graphics Interchange Format – Reduz os
  arquivos de duas maneiras, usando cor indexada e
  compresão sem perda (LZW). É usado mais na
  Internet e pouco para impressão
Principais arquivos
• JPEG – Joint Photographic Experts Group –
  Compressão com perda de qualidade. Quando o
  arquivo é descomprimido, não fica idêntico ao
  original. A perda de informação é minimizada
  pelo descarte de informação de cor que o olho
  humano não percebe tão rapidamente
• RAW – Armazenam os dados sem nenhuma
  compressão. É diferente para cada modelo de
  câmera fotográfica. Não tem compressão
Principais arquivos
• PNG – Portable Network Graphics –
  Alternativa ao formato GIFF muito usado na
  Internet
• PICT – Formato vetorial padrão dos
  computadores Macintosh
• BMP – Formato padrão para computadores
  com plataforma Windows
Principais arquivos
• EPS – Encapsulated PostScript –
  Frequentemente usado para exportar imagens
  para programas de edição eletrônica como
  Page Maker e QuarkXExpress, Free Hand ou
  Ilustrator. O arquivo EPS é muito versátil.
  Pode conter bitmap ou vetorial, RGB ou CMYK
  e também imagens PxB
Principais arquivos