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FOTOGRAFIA 
UNISAL - Americana 
2
FOTOGRAFIA 
PHOTOSHOP / ILLUSTRATOR 
• João Leopoldo F Padoveze 
• Publicitário, Fotógrafo e Designer Grafico. 
• Formado em Comunicação Social - Publicidade e 
Propaganda - UNISAL - Americana - 2002 
3
FOTOGRAFIA 
PHOTOSHOP / ILLUSTRATOR 
• 09/08/2014 – 10h as 12h45 - 3h 
• 16/08/2014 – 10h as 12h45 - 3h 
• 23/08/2014 – 10h as 13h35 - 4h 
• 30/08/2014 – 10h as 12h45 - 3h 
• 06/09/2014 – 10h as 12h45 - 3h 
4
LUZ É A ESSÊNCIA 
DA FOTOGRAFIA • A luz é a essência da fotografia. Não por 
acaso a palavra fotografia vem do grego e 
significa “escrever com a luz”. 
• Não é necessário saber física para fazer 
boas fotografias, mas é preciso saber usar a 
luz para capturar boas imagens. 
• O uso correto da luz permite destacar 
elementos simples 5 
ou ocultar “defeitos” do
HISTÓRIA 
6
HISTÓRIA 
A fotografia não é a obra final de um 
único criador, ao longo da história, 
diversas pessoas foram agregando 
conceitos e processos que deram 
origem à fotografia como a 
conhecemos. O mais antigo destes 
conceitos foi o da câmara escura, 
descrita pelo napolitano Giovanni 
Baptista Della Porta, já em 1558, e 
conhecida por Leonardo da Vinci que a 
usava, como outros artistas no século 
XVI para esboçar pinturas. 
7
CÂMERA 
• Câmera eEscSuraC é UumR tipoA de aparelho 
óptico baseado no princípio de mesmo 
nome, o qual esteve na base da 
invenção da fotografia no início do 
século XIX. 
• Consiste numa caixa (ou também 
sala) com um buraco no canto, a luz 
de um lugar externo passa pelo buraco 
e atinge uma superfície interna, onde é 
reproduzida a imagem invertida e 
8
• Observe que no princípio ótico da câmera escura ocorre um curioso fenômeno: A imagem 
se forma invertida. 
• Isto se deve ao fato de que a luz caminha em linha reta. Ao passar pelo orifício, os raios 
continuam percorrendo a trajetória anterior. Assim os raios de luz que se dirigem do objeto 
para baixo, atravessam o orifício e continuam descendo até atingirem a parte inferior da 
parede oposta ao orifício; inversamente, os raios de luz de baixo alcançam a parte superior 
9 
da mesma parede, produzindo uma imagem invertida.
HISTÓRIA 
•Em 1560, J.B. Porta aperfeiçoou em Nápolis a câmera escura colocando nela uma lente bi-convexa, o 
que melhorou a qualidade da imagem. 
•Em 1604 o cientista italiano Angelo Sala observou o escurecimento de um composto de prata 
provocado pela exposição do mesmo ao Sol. O problema da época consistia em interromper tal 
reação, de forma que a imagem não desaparecesse pelo enegrecimento total do composto de prata. 
•Em 1725 Johan Heinrich Schultze, professor de medicina da Universidade de Aryolf, na Alemanha, 
observa o enegrecimento do nitrato de prata em contato com a luz. Após algumas experiências 
certifica-se de que o processo poderia gravar imagens. 
•Em 1777 o sueco Schelle descobriu que o cloreto de prata ativado pela luz é insolúvel no amoníaco. 
Com isso passou a ser possível dissolver o cloreto de prata não exposto à luz, fazendo com que 
somente permanecesse sobre a chapa a parte sensibilizada. 
•Em 1780 o francês Charles conseguiu obter imagens sobre um papel branco impregnado de cloreto 
de prata. 
10
11
HISTÓRIA 
•Em 1802 o inglês Wedgwood utilizou azoto de prata para obter desenhos brancos sobre um fundo escuro. 
•Em 1813 o francês Joseph Niecéphore Niepce, inventor do litógrafo, pesquisando um método 
automático de copiar desenhos a traço nas pedras de litografia, desenvolveu o processo de “Heliogravura” 
(do grego hélios = sol e do francês gravura = gravura). 
•Em 1822 Niepce colocou suas chapas de vidro revestidas por um verniz de asfalto dentro de uma câmera 
escura e apontou a lente através da janela do sótão de sua casa em direção ao pátio externo. Niepce 
deixou a objetiva aberta por cerca de 8 horas. A imagem foi fixada na chapa através de uma mistura de 
óleos. 
•Em 1826 Niepce conseguiu obter aquela que é considerada a primeira verdadeira fotografia, ou seja, a 
primeira imagem inalterável produzida pela ação da luz. Apesar disso o processo heliográfico de Niepce 
era inadequado para as reproduções comuns. 
•Em 1820 o francês Louís-Jacques Mandé Daguerre, associado ao pintor Bouton, passou a utilizar a 
câmera escura para obter quadros. 
12
A PRIMEIRA FOTOGRAFIA 
Imagem da primeira fotografia 
permanente do mundo 
feita por Joseph Nicéphore 
13 
Niépce, em 1826. 
Joseph 
Nicéphore 
Niépce
FOTOGRAFIA NO BRASIL 
• No Brasil, o Francês radicado em Campinas 
- SP, Hércules Florence conseguiu 
resultados superiores aos de Daguerre, 
pois desenvolveu negativos. 
• Contudo, apesar das tentativas de 
disseminação do seu invento, ao qual 
denominou "Photographie" - foi o legítimo 
inventor da palavra - não obteve 
reconhecimento à época. 
14 
Antoine Hercule 
Romuald Florence
HISTÓRIA 
•Por volta de 1835 o inglês William Henry Fox Talbot 
obteve as primeiras fotografias em negativo. Mas ele levou 
cerca de 5 anos para descobrir que, utilizando iodeto de 
prata, o tempo de exposição se reduziria para menos de 1 
minuto. 
•Em 1851 Frederick Scott Archer inventa o processo de 
colódio úmido, também chamado de Chapa Úmida. Quando 
fotografado em boas condições de luz em estúdio, obtinha-se 
negativos ricos em detalhes e textura, o que permitia a 
obtenção de muitas cópias. Entre seus usos estavam os 
retratos de políticos e atores. Mas seus exemplos mais 
famosos são as fotografias tiradas por Roger Fenton durante 
a Guerra da Criméia e por Mathew Brady na Guerra de 
Secessão Norte Americana. 
15
O trabalho do Fotógrafo na Guerra 
Civil nos Estados Unidos, 
entre 1862 à 1865 
16
HISTÓRIA 
•Em 1853 10 mil americanos produziram 3 milhões de fotografias. 
•Em 1856 a Universidade de Londres incluiu a fotografia no seu currículo. 
Em 1861 surge a celulose e com ela o filme flexível. Gaudin produziu as 
primeiras emulsões gelatinosas. 
•Em 1869 surge a primeira fotografia colorida. 
•Em 1880 McKellen patenteou a primeira máquina fotográfica reflex, na qual 
o espelho deslocava-se automaticamente durante a exposição, ligado a um 
obturador de cortina. 
17
PRIMEIRA FOTOGRAFIA 
COLORIDA 
Imagem da primeira fotografia colorida 
da história, 
tirada por James Clerk Maxwell em 
1861. 
18
HISTÓRIA 
•Em 1881 George Eastman funda a Eastman Dry Plate Company. Em 
1888 esta empresa lança a Kodak, primeira câmera fotográfica portátil com 
filme de rolo. 
•Em 1922 surge o Ektachrome, primeiro filme colorido lançado pela 
Kodak. 
•Em 1925 é lançada a câmera Leica, precursora das câmeras 35mm. 
•Em 1936 é lançado o Kodachrome 35mm. 
•Em 1949 surge a Polaroid para fotografias em preto e branco, máquina 
que produz fotos instantâneas. Em 1963 surge a Polaroid colorida. 
19
HISTÓRIA 
• A invenção da fotografia deflagrou muitos 
embates entre os artistas da época. 
• Como recurso artístico a fotografia se insere 
no período da Arte Moderna e acabou por 
provocar uma revolução no mundo da arte. 
20
A CÂMERA 
FOTOGRÁFICA 
21
A CÂMERA FOTOGRÁFICA 
O princípio de funcionamento de uma 
câmera digital e de uma analógica é o 
mesmo. 
Ambas capturam a imagem fazendo leitura 
da quantidade de luz que é emanada ou 
refletida pela cena. 
É importante que você conheça os 
componentes das câmeras 
fotográficas, que serão iguais ou 
bastante semelhantes mesmo nos 
modelos diferentes. 22
A CÂMERA FOTOGRÁFICA • Você não precisa conhecer a fundo cada um 
destes equipamentos, mas deve saber quais 
existem para poder escolher o mais adequado 
à cada aplicação específica. 
• Conhecendo estes componentes você terá 
boas chances de conseguir trabalhar com um 
equipamento que nunca viu antes e tirar o 
melhor proveito dele. 
• É muito importante conhecer as limitações de 
cada câmera, seja ela simples, automática 23 
ou
TIPOS DE CÂMERA 
24
POINT & SHOOT (P&S) 
"Aponte e Dispare”, são câmeras básicas e sem a possibilidade de troca de 
lentes ou gravar arquivos em RAW e não permitem controles avançados 
das configurações da câmera. 
25
ADVANCED POINT AND SHOOTS 
(AP&S) 
Advanced Point and Shoots é uma nova categoria de câmeras com funções avançadas de configuração e a possibilidade da 
troca de lentes. Com isso é possível produzir fotos com qualidade de câmeras profissionais. São chamadas de “mirrorless”, 
ou “sem espelho”, pois não possuem o obturado mecânico. 
26
DIGITAL SINGLE-LENS REFLEX 
(DSLR) 
Câmeras Reflex com lentes intercabiáveis. São câmeras semi-profissionais com ótimos 
resultados e bom custo-benefício para iniciantes e entusiastas 
27
ADVANCED DIGITAL SINGLE-LENS REFLEX 
(ADSLR) 
Câmeras Reflex voltadas para o uso profissional. Sua construção é mais robusta. 
Oferecem mais possibilidades e sensores de imagem “Full Frame”. 
28
ADVANCED DIGITAL SINGLE-LENS REFLEX 
(ADSLR) 
Câmeras profissionais de Formato Médio (Medium Format Cameras). 
São de uso profissional e de qualidade de imagem superior. São câmeras com sensores de alta resolução ou 
câmeras convencionais com sensores digitais adaptados. 
29
A CÂMERA 
• Diafragma 
• ISO 
• Obturador 
• Exposição 
• Fotometria 
• Sensor / Megapixel 
• Lentes 
30
DIAFRAGMA 
Aperture 
31
ABERTURA DO 
DIAFRAGMA 
• O diafragma fotográfico é o dispositivo que regula a abertura 
de um sistema óptico. É composto por um conjunto de finas 
lâminas justapostas que se localiza dentro da objetiva, e que 
permitem a Regularem da intensidade de luz/iluminada que 
ira sair na material foto-sensível. 
• O valor do diafragma se dá através de números, conhecidos 
como números f ou f-stop, e seguem um padrão numérico 
universal. Esta escala inicia-se em 1, 1.4, 2, 2.8, 4, 5.6, 8, 
11, 16, 22, 32, 45, 64, etc. Sendo que, quanto menor for o 
número f, maior a quantidade que luz que ele permite passar 
e, quanto maior o número 32 
f, menor a quantidade de luz que
ABERTURA DO DIAFRAGMA 
• Seguindo a ordem pela qual a luz é capturada pela câmera, a 
abertura sempre vem em primeiro lugar. 
• A abertura é muito 
similar a pupila do 
olho - quanto mais 
expandida ela 
estiver, maior a 
captação de luz 
pelo sensor. 
33
ABERTURA DO DIAFRAGMA 
Cada número maior, ou seja, mais fechado, representa a metade 
da luz que a abertura anterior permite passar, assim como a cada 
número menor, ou seja, mais aberto, permite a entrada do dobro de 
luz. 
34
ABERTURA DO DIAFRAGMA 
Juntos, a abertura, velocidade do obturador e ISO produzirão 
uma exposição. A mudança do diâmetro permitirá que mais 
ou menos luz atinja o sensor, de acordo com a situação. 
35
DIAFRAGMA E A 
PROFUNDIDADE DE CAMPO 
Além de controlar a quantidade de 
luz que irá atingir o filme, a abertura 
do diafragma controla também a 
profundidade de campo, ou seja, a 
extensão da região nítida (em foco) 
quando se tira uma fotografia 
36
DIAFRAGMA E A 
PROFUNDIDADE DE CAMPO 
• Os diferentes valores de abertura do 
diafragma também geram diferentes 
efeitos de profundidade de campo, e 
consequente aparência de foco. 
• Diafragmas mais fechados tendem a 
proporcionar maior "foco", enquanto 
diafragmas mais abertos tendem a 
fazer o oposto, tendo em vista que 
ele aumenta ou diminui a 
profundidade de campo. 
37
DIAFRAGMA E A 
PROFUNDIDADE DE CAMPO 
38
DIAFRAGMA E A 
PROFUNDIDADE DE CAMPO 
39
DIAFRAGMA E A 
PROFUNDIDADE DE CAMPO 
40 
MACROFOTOGRAFIA COM 
POUCA PROFUNDIDADE DE 
CAMPO 
MÉDIA 
PROFUNDIDADE DE CAMPO 
POUCA 
PROFUNDIDADE DE CAMPO
F8.0
F5.6
ISO 
International 
Standards 
Organization 
44
ISO 
• O ISO (International Standards 
Organization) determina a 
sensibilidade do sensor da câmera, 
que por sua vez afeta a exposição 
de suas fotos. 
• A escala ISO normalmente começa 
em 100, e continua a dobrar a partir 
deste ponto até o limite da 
capacidade de sua câmera: 100, 
45
ISO 
46
ISO 
LOREM IPSUM DOLOR 
Donec quis nunc 
Quanto maior o ISO, perde-se nitidez e clareza da imagem. 
47
ISO 
• "Ruído" é o termo que se 
usa para denominar os 
pontilhados e aberrações de 
cores que tornam a 
fotografia menos nítida. 
Trata-se de pequenos 
pontos luminosos que dão a 
ideia de granulado, pouca 
definição e são gerados pela 
48
ISO 400
OBTURADOR 
Shutter 
51
VELOCIDADE DO OBTURADOR 
O tempo durante o qual o 
obturador permanece aberto 
determina a quantidade de luz que 
chega ao filme. Ao selecionar uma 
velocidade do obturador, verifica-se 
se a câmara está 
suficientemente firme. 
52
VELOCIDADE DO OBTURADOR Quanto mais firme estiver, mais baixa poderá ser a velocidade do 
obturador utilizada. Mesmo um movimento minúsculo durante a 
exposição poderá fazer com que toda a imagem fique tremida. 
Usar um tripé é a única maneira de garantir o êxito de uma fotografia 
que exija um tempo de exposição longo. Com uma teleobjetiva, a 
instabilidade da câmara é mais notável do que com uma 
grande-angular, por isso, quanto maior for a objetiva, maior será a 
velocidade de obturador necessária. Além de "congelar" a acção, a 
velocidade do obturador permite criar 53 
efeitos que sugerem
VELOCIDADE DO OBTURADOR 
54
55
1/500
30"
EXPOSIÇÃO 
Exposure 
59
EXPOSIÇÃO 
• Simplificando, a exposição é a quantidade 
de luz que usamos para formar uma foto. 
Tudo o que vemos reflete luz. 
• Tons mais escuros como o preto, absorvem 
mais luz, enquanto que os tons mais claros, 
como o branco, refletem mais luz. 
60
SUB-EXPOSIÇÃO 
EXPOSIÇÃO 
Condição que se nota quando o filme é 
atingido por pouca luz, resultando negativos 
claros e cópias escuras. Isso pode ocorrer, por 
exemplo, quando o fotômetro está estragado 
ou quando o flash não funciona. 
SUPER-EXPOSIÇÃO 
Ocorre quando o filme é atingido por muita luz 
resultando negativos escuros e cópias claras. 
Um erro comum que causa super-exposição é 
colocarmos na máquina um filme ASA400 e a 
regularmos para ASA100. Como um filme 400 
precisa de menos luz que o 100, ocorrerá 
super-exposição. 
61
ABERTURA X EXPOSIÇÃO 
Aperture vs. Exposure 
63
LOREM IPSUM 
DOLOR 
1/50 - ISO 1000 
64
ISO 
VELOCIDADE 
OBTURADOR 
DIAFRAGMA 
EXPOSIÇÃO 
65
FOTOMETRIA 
Light Meter 
66
FOTOMETRIA 
Na fotografia, trata-se do processo 
de medir a luz refletida para dentro 
da câmera através do fotômetro e 
ajustar seus valores através dos 
dispositivos diafragma e obturador, 
de forma a captar uma imagem 
gravada em uma superfície 
fotossensível com qualidade. 
67
FOTOMETRIA 
A maioria das câmeras SLR já vem equipadas com fotômetros que podem 
ser lidos dentro do visor quando se está focalizando o assunto desejado. 
68
FOTOMETRIA 
Nos fotômetros de leitura média, 
três células fotossensíveis realizam 
a medição de luz sobre 
praticamente toda a área da 
fotografia. 
Este tipo de leitura pode induzir a 
erros, principalmente se o tema 
principal ocupar apenas uma parte 
do quadro e o espaço restante for 
muito mais claro ou escuro. 
69
FOTOMETRIA 
Nos fotômetros de leitura parcial, 
existe uma superposição das duas 
células fotossensíveis, de forma que 
o centro da objetiva possui uma 
influência muito maior na leitura. 
Neste tipo de fotômetro é importante 
que, para realizar a leitura, 
coloquemos o assunto principal no 
70centro da objetiva.
FOTOMETRIA 
Nos fotômetros por leitura 
pontual no centro da objetiva 
apenas uma célula 
fotossensível realiza a leitura, 
exatamente no centro da 
objetiva. Portanto, ele irá 
registrar a luminosidade apenas 
de uma pequena área (em 
geral de 2 a 3% da imagem), 
que deve ser o assunto 
71
FOTOMETRIA 
• Para câmeras sem fotômetro ou para leituras 
mais precisas, utiliza-se fotômetros externos 
ou de mão. Com eles podemos realizar a 
leitura diretamente sobre o assunto ou objeto 
desejado. 
73
SENSOR 
Megapixel 
74
SENSOR 
75
SENSOR 
76
TAMANHO DO SENSOR (FX E DX) 
77
MEGAPIXEL 
• A resolução de uma câmera digital 
é expressa por pixels ou pontos. 
Cada imagem é composta por uma 
matriz de pixels em forma de 
linhas e colunas. Quanto mais 
pixels, mais nítida será a imagem, 
pois mais detalhes poderão ser 
gravados. 
• 1 megapixel equivale a um 
milhão de pixels. 
78
MEGAPIXEL 
• Num monitor colorido cada Pixel é 
composto por um conjunto de 3 pontos: 
verde, vermelho e azul. 
• Nos melhores monitores cada um destes 
pontos é capaz de exibir 256 tonalidades 
diferentes (o equivalente a 8 bits) e 
combinando tonalidades dos três pontos 
é então possível exibir pouco mais de 
16.7 milhões de cores 
79
MEGAPIXEL 
• 640 x 480 = 307.200 pixels 
• 800 x 600 = 480.000 pixels 
• 1024 x 768 = 786.432 pixels 
80
Se o olho humano fosse uma 
câmera digital, teria 
576 megapixels 
81
FORMATO DE ARQUIVO 
• JPEG: Arquivo de Imagem compactado 
• RAW: O “negativo" da fotografia digital. Formato cru que contém todos 
os dados da imagem captada pela câmara e uma maior profundidade de 
cor, em geral 30 ou 36 bits/pixel. Seus arquivos são muito grandes. 
• O formato RAW é aceito pela justiça brasileira como prova em um 
tribunal. 82
FORMATO RAW 
.3fr (Hasselblad) 
.arw .srf .sr2 (Sony) 
.bay (Casio) 
.crw .cr2 (Canon) 
.cap .tif .iiq .eip (Phase One) 
.dcs .dcr .drf .k25 .kdc .tif (Kodak) 
.dng (Adobe) 
.erf (Epson) 
.fff (Imacon) 
.mef (Mamiya) 
.mos (Leaf) 
.mrw (Minolta) 
.nef .nrw (Nikon) 
.orf (Olympus) 
.ptx .pef (Pentax) 
.pxn (Logitech) 
.r3d (Red) 
.raf (Fuji) 
83
FORMATO RAW 
84
DPI 
• Dots per Inch: Pixels por Polegada 
85
264 ppi 
86 
72 ppi
BALANÇO 
DE BRANCO 
White Balance 
87
BALANÇO DE BRANCO 
• Esse recurso permite que as cores 
da foto sejam iguais às cores 
reais, dependendo da luz que está 
iluminando a cena. 
• A maioria da câmeras já possuem 
os diversos tipos de ajustes a 
serem feitos, na opção menu de 
cada equipamento. 
88
BALANÇO DE BRANCO 
89
90
LENTES 
91
PONTO DE FOCO 
Ponto em que inicialmente os raios de luz se encontram, 
depois de passar através de uma lente convexa 
ou reflectindo a partir de um espelho côncavo 
92
DISTÂNCIA FOCAL (MM) 
• A distância focal é uma medida que 
indica a intensidade em que a luz 
converge ou se concentra. 
• Quando raios paralelos de luz 
atingem uma lente concentrada no 
infinito, eles convergem para um 
ponto chamado de ponto focal. 
A distância focal da 
lente é a distância do 
centro da lente até 
aquele ponto focal. 
93
FOCAL PLANE MARK 
94
DISTÂNCIA FOCAL (MM) 
• Uma maneira simples de ver essa relação é pensar que a distância focal é 
igual à distância da imagem para um assunto distante (infinito). 
95
DISTÂNCIA FOCAL - LENTES 
SUPER GRANDE ANGULAR: 6MM - 
21MM 
GRANDE ANGULAR: 21MM - 35MM 
NORMAL: 35MM - 50MM 
TELE-OBJETIVA: 70 MM - 135MM 
SUPER TELE-OBJETIVA: 135MM - 
300MM 
96
97
MODOS MANUAIS P, S, A, M 
• (P) Modo de programa: 
A máquina se programa automaticamente 
• (S) Modo de Prioridade de tempo de Exposição ou Velocidade: 
Este modo tal como o nome indica está relacionado com o tempo de exposição. 
• (A) Modo de Prioridade de Abertura: 
Este modo é em tudo igual ao modo de prioridade de exposição, a única 
diferença é que neste modo está como o nome indica relacionado com abertura. 
• (M) Modo Manual: 
A máquina vai operar com os parâmetros que você decidir, mesmo que não 
101 
sejam suficientes para uma correta exposição.
102
Fotografia de A a Z - Aula 01

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Fotografia de A a Z - Aula 01

  • 1.
  • 2. FOTOGRAFIA UNISAL - Americana 2
  • 3. FOTOGRAFIA PHOTOSHOP / ILLUSTRATOR • João Leopoldo F Padoveze • Publicitário, Fotógrafo e Designer Grafico. • Formado em Comunicação Social - Publicidade e Propaganda - UNISAL - Americana - 2002 3
  • 4. FOTOGRAFIA PHOTOSHOP / ILLUSTRATOR • 09/08/2014 – 10h as 12h45 - 3h • 16/08/2014 – 10h as 12h45 - 3h • 23/08/2014 – 10h as 13h35 - 4h • 30/08/2014 – 10h as 12h45 - 3h • 06/09/2014 – 10h as 12h45 - 3h 4
  • 5. LUZ É A ESSÊNCIA DA FOTOGRAFIA • A luz é a essência da fotografia. Não por acaso a palavra fotografia vem do grego e significa “escrever com a luz”. • Não é necessário saber física para fazer boas fotografias, mas é preciso saber usar a luz para capturar boas imagens. • O uso correto da luz permite destacar elementos simples 5 ou ocultar “defeitos” do
  • 7. HISTÓRIA A fotografia não é a obra final de um único criador, ao longo da história, diversas pessoas foram agregando conceitos e processos que deram origem à fotografia como a conhecemos. O mais antigo destes conceitos foi o da câmara escura, descrita pelo napolitano Giovanni Baptista Della Porta, já em 1558, e conhecida por Leonardo da Vinci que a usava, como outros artistas no século XVI para esboçar pinturas. 7
  • 8. CÂMERA • Câmera eEscSuraC é UumR tipoA de aparelho óptico baseado no princípio de mesmo nome, o qual esteve na base da invenção da fotografia no início do século XIX. • Consiste numa caixa (ou também sala) com um buraco no canto, a luz de um lugar externo passa pelo buraco e atinge uma superfície interna, onde é reproduzida a imagem invertida e 8
  • 9. • Observe que no princípio ótico da câmera escura ocorre um curioso fenômeno: A imagem se forma invertida. • Isto se deve ao fato de que a luz caminha em linha reta. Ao passar pelo orifício, os raios continuam percorrendo a trajetória anterior. Assim os raios de luz que se dirigem do objeto para baixo, atravessam o orifício e continuam descendo até atingirem a parte inferior da parede oposta ao orifício; inversamente, os raios de luz de baixo alcançam a parte superior 9 da mesma parede, produzindo uma imagem invertida.
  • 10. HISTÓRIA •Em 1560, J.B. Porta aperfeiçoou em Nápolis a câmera escura colocando nela uma lente bi-convexa, o que melhorou a qualidade da imagem. •Em 1604 o cientista italiano Angelo Sala observou o escurecimento de um composto de prata provocado pela exposição do mesmo ao Sol. O problema da época consistia em interromper tal reação, de forma que a imagem não desaparecesse pelo enegrecimento total do composto de prata. •Em 1725 Johan Heinrich Schultze, professor de medicina da Universidade de Aryolf, na Alemanha, observa o enegrecimento do nitrato de prata em contato com a luz. Após algumas experiências certifica-se de que o processo poderia gravar imagens. •Em 1777 o sueco Schelle descobriu que o cloreto de prata ativado pela luz é insolúvel no amoníaco. Com isso passou a ser possível dissolver o cloreto de prata não exposto à luz, fazendo com que somente permanecesse sobre a chapa a parte sensibilizada. •Em 1780 o francês Charles conseguiu obter imagens sobre um papel branco impregnado de cloreto de prata. 10
  • 11. 11
  • 12. HISTÓRIA •Em 1802 o inglês Wedgwood utilizou azoto de prata para obter desenhos brancos sobre um fundo escuro. •Em 1813 o francês Joseph Niecéphore Niepce, inventor do litógrafo, pesquisando um método automático de copiar desenhos a traço nas pedras de litografia, desenvolveu o processo de “Heliogravura” (do grego hélios = sol e do francês gravura = gravura). •Em 1822 Niepce colocou suas chapas de vidro revestidas por um verniz de asfalto dentro de uma câmera escura e apontou a lente através da janela do sótão de sua casa em direção ao pátio externo. Niepce deixou a objetiva aberta por cerca de 8 horas. A imagem foi fixada na chapa através de uma mistura de óleos. •Em 1826 Niepce conseguiu obter aquela que é considerada a primeira verdadeira fotografia, ou seja, a primeira imagem inalterável produzida pela ação da luz. Apesar disso o processo heliográfico de Niepce era inadequado para as reproduções comuns. •Em 1820 o francês Louís-Jacques Mandé Daguerre, associado ao pintor Bouton, passou a utilizar a câmera escura para obter quadros. 12
  • 13. A PRIMEIRA FOTOGRAFIA Imagem da primeira fotografia permanente do mundo feita por Joseph Nicéphore 13 Niépce, em 1826. Joseph Nicéphore Niépce
  • 14. FOTOGRAFIA NO BRASIL • No Brasil, o Francês radicado em Campinas - SP, Hércules Florence conseguiu resultados superiores aos de Daguerre, pois desenvolveu negativos. • Contudo, apesar das tentativas de disseminação do seu invento, ao qual denominou "Photographie" - foi o legítimo inventor da palavra - não obteve reconhecimento à época. 14 Antoine Hercule Romuald Florence
  • 15. HISTÓRIA •Por volta de 1835 o inglês William Henry Fox Talbot obteve as primeiras fotografias em negativo. Mas ele levou cerca de 5 anos para descobrir que, utilizando iodeto de prata, o tempo de exposição se reduziria para menos de 1 minuto. •Em 1851 Frederick Scott Archer inventa o processo de colódio úmido, também chamado de Chapa Úmida. Quando fotografado em boas condições de luz em estúdio, obtinha-se negativos ricos em detalhes e textura, o que permitia a obtenção de muitas cópias. Entre seus usos estavam os retratos de políticos e atores. Mas seus exemplos mais famosos são as fotografias tiradas por Roger Fenton durante a Guerra da Criméia e por Mathew Brady na Guerra de Secessão Norte Americana. 15
  • 16. O trabalho do Fotógrafo na Guerra Civil nos Estados Unidos, entre 1862 à 1865 16
  • 17. HISTÓRIA •Em 1853 10 mil americanos produziram 3 milhões de fotografias. •Em 1856 a Universidade de Londres incluiu a fotografia no seu currículo. Em 1861 surge a celulose e com ela o filme flexível. Gaudin produziu as primeiras emulsões gelatinosas. •Em 1869 surge a primeira fotografia colorida. •Em 1880 McKellen patenteou a primeira máquina fotográfica reflex, na qual o espelho deslocava-se automaticamente durante a exposição, ligado a um obturador de cortina. 17
  • 18. PRIMEIRA FOTOGRAFIA COLORIDA Imagem da primeira fotografia colorida da história, tirada por James Clerk Maxwell em 1861. 18
  • 19. HISTÓRIA •Em 1881 George Eastman funda a Eastman Dry Plate Company. Em 1888 esta empresa lança a Kodak, primeira câmera fotográfica portátil com filme de rolo. •Em 1922 surge o Ektachrome, primeiro filme colorido lançado pela Kodak. •Em 1925 é lançada a câmera Leica, precursora das câmeras 35mm. •Em 1936 é lançado o Kodachrome 35mm. •Em 1949 surge a Polaroid para fotografias em preto e branco, máquina que produz fotos instantâneas. Em 1963 surge a Polaroid colorida. 19
  • 20. HISTÓRIA • A invenção da fotografia deflagrou muitos embates entre os artistas da época. • Como recurso artístico a fotografia se insere no período da Arte Moderna e acabou por provocar uma revolução no mundo da arte. 20
  • 22. A CÂMERA FOTOGRÁFICA O princípio de funcionamento de uma câmera digital e de uma analógica é o mesmo. Ambas capturam a imagem fazendo leitura da quantidade de luz que é emanada ou refletida pela cena. É importante que você conheça os componentes das câmeras fotográficas, que serão iguais ou bastante semelhantes mesmo nos modelos diferentes. 22
  • 23. A CÂMERA FOTOGRÁFICA • Você não precisa conhecer a fundo cada um destes equipamentos, mas deve saber quais existem para poder escolher o mais adequado à cada aplicação específica. • Conhecendo estes componentes você terá boas chances de conseguir trabalhar com um equipamento que nunca viu antes e tirar o melhor proveito dele. • É muito importante conhecer as limitações de cada câmera, seja ela simples, automática 23 ou
  • 25. POINT & SHOOT (P&S) "Aponte e Dispare”, são câmeras básicas e sem a possibilidade de troca de lentes ou gravar arquivos em RAW e não permitem controles avançados das configurações da câmera. 25
  • 26. ADVANCED POINT AND SHOOTS (AP&S) Advanced Point and Shoots é uma nova categoria de câmeras com funções avançadas de configuração e a possibilidade da troca de lentes. Com isso é possível produzir fotos com qualidade de câmeras profissionais. São chamadas de “mirrorless”, ou “sem espelho”, pois não possuem o obturado mecânico. 26
  • 27. DIGITAL SINGLE-LENS REFLEX (DSLR) Câmeras Reflex com lentes intercabiáveis. São câmeras semi-profissionais com ótimos resultados e bom custo-benefício para iniciantes e entusiastas 27
  • 28. ADVANCED DIGITAL SINGLE-LENS REFLEX (ADSLR) Câmeras Reflex voltadas para o uso profissional. Sua construção é mais robusta. Oferecem mais possibilidades e sensores de imagem “Full Frame”. 28
  • 29. ADVANCED DIGITAL SINGLE-LENS REFLEX (ADSLR) Câmeras profissionais de Formato Médio (Medium Format Cameras). São de uso profissional e de qualidade de imagem superior. São câmeras com sensores de alta resolução ou câmeras convencionais com sensores digitais adaptados. 29
  • 30. A CÂMERA • Diafragma • ISO • Obturador • Exposição • Fotometria • Sensor / Megapixel • Lentes 30
  • 32. ABERTURA DO DIAFRAGMA • O diafragma fotográfico é o dispositivo que regula a abertura de um sistema óptico. É composto por um conjunto de finas lâminas justapostas que se localiza dentro da objetiva, e que permitem a Regularem da intensidade de luz/iluminada que ira sair na material foto-sensível. • O valor do diafragma se dá através de números, conhecidos como números f ou f-stop, e seguem um padrão numérico universal. Esta escala inicia-se em 1, 1.4, 2, 2.8, 4, 5.6, 8, 11, 16, 22, 32, 45, 64, etc. Sendo que, quanto menor for o número f, maior a quantidade que luz que ele permite passar e, quanto maior o número 32 f, menor a quantidade de luz que
  • 33. ABERTURA DO DIAFRAGMA • Seguindo a ordem pela qual a luz é capturada pela câmera, a abertura sempre vem em primeiro lugar. • A abertura é muito similar a pupila do olho - quanto mais expandida ela estiver, maior a captação de luz pelo sensor. 33
  • 34. ABERTURA DO DIAFRAGMA Cada número maior, ou seja, mais fechado, representa a metade da luz que a abertura anterior permite passar, assim como a cada número menor, ou seja, mais aberto, permite a entrada do dobro de luz. 34
  • 35. ABERTURA DO DIAFRAGMA Juntos, a abertura, velocidade do obturador e ISO produzirão uma exposição. A mudança do diâmetro permitirá que mais ou menos luz atinja o sensor, de acordo com a situação. 35
  • 36. DIAFRAGMA E A PROFUNDIDADE DE CAMPO Além de controlar a quantidade de luz que irá atingir o filme, a abertura do diafragma controla também a profundidade de campo, ou seja, a extensão da região nítida (em foco) quando se tira uma fotografia 36
  • 37. DIAFRAGMA E A PROFUNDIDADE DE CAMPO • Os diferentes valores de abertura do diafragma também geram diferentes efeitos de profundidade de campo, e consequente aparência de foco. • Diafragmas mais fechados tendem a proporcionar maior "foco", enquanto diafragmas mais abertos tendem a fazer o oposto, tendo em vista que ele aumenta ou diminui a profundidade de campo. 37
  • 38. DIAFRAGMA E A PROFUNDIDADE DE CAMPO 38
  • 39. DIAFRAGMA E A PROFUNDIDADE DE CAMPO 39
  • 40. DIAFRAGMA E A PROFUNDIDADE DE CAMPO 40 MACROFOTOGRAFIA COM POUCA PROFUNDIDADE DE CAMPO MÉDIA PROFUNDIDADE DE CAMPO POUCA PROFUNDIDADE DE CAMPO
  • 41.
  • 42. F8.0
  • 43. F5.6
  • 44. ISO International Standards Organization 44
  • 45. ISO • O ISO (International Standards Organization) determina a sensibilidade do sensor da câmera, que por sua vez afeta a exposição de suas fotos. • A escala ISO normalmente começa em 100, e continua a dobrar a partir deste ponto até o limite da capacidade de sua câmera: 100, 45
  • 47. ISO LOREM IPSUM DOLOR Donec quis nunc Quanto maior o ISO, perde-se nitidez e clareza da imagem. 47
  • 48. ISO • "Ruído" é o termo que se usa para denominar os pontilhados e aberrações de cores que tornam a fotografia menos nítida. Trata-se de pequenos pontos luminosos que dão a ideia de granulado, pouca definição e são gerados pela 48
  • 49.
  • 52. VELOCIDADE DO OBTURADOR O tempo durante o qual o obturador permanece aberto determina a quantidade de luz que chega ao filme. Ao selecionar uma velocidade do obturador, verifica-se se a câmara está suficientemente firme. 52
  • 53. VELOCIDADE DO OBTURADOR Quanto mais firme estiver, mais baixa poderá ser a velocidade do obturador utilizada. Mesmo um movimento minúsculo durante a exposição poderá fazer com que toda a imagem fique tremida. Usar um tripé é a única maneira de garantir o êxito de uma fotografia que exija um tempo de exposição longo. Com uma teleobjetiva, a instabilidade da câmara é mais notável do que com uma grande-angular, por isso, quanto maior for a objetiva, maior será a velocidade de obturador necessária. Além de "congelar" a acção, a velocidade do obturador permite criar 53 efeitos que sugerem
  • 55. 55
  • 56.
  • 57. 1/500
  • 58. 30"
  • 60. EXPOSIÇÃO • Simplificando, a exposição é a quantidade de luz que usamos para formar uma foto. Tudo o que vemos reflete luz. • Tons mais escuros como o preto, absorvem mais luz, enquanto que os tons mais claros, como o branco, refletem mais luz. 60
  • 61. SUB-EXPOSIÇÃO EXPOSIÇÃO Condição que se nota quando o filme é atingido por pouca luz, resultando negativos claros e cópias escuras. Isso pode ocorrer, por exemplo, quando o fotômetro está estragado ou quando o flash não funciona. SUPER-EXPOSIÇÃO Ocorre quando o filme é atingido por muita luz resultando negativos escuros e cópias claras. Um erro comum que causa super-exposição é colocarmos na máquina um filme ASA400 e a regularmos para ASA100. Como um filme 400 precisa de menos luz que o 100, ocorrerá super-exposição. 61
  • 62.
  • 63. ABERTURA X EXPOSIÇÃO Aperture vs. Exposure 63
  • 64. LOREM IPSUM DOLOR 1/50 - ISO 1000 64
  • 65. ISO VELOCIDADE OBTURADOR DIAFRAGMA EXPOSIÇÃO 65
  • 67. FOTOMETRIA Na fotografia, trata-se do processo de medir a luz refletida para dentro da câmera através do fotômetro e ajustar seus valores através dos dispositivos diafragma e obturador, de forma a captar uma imagem gravada em uma superfície fotossensível com qualidade. 67
  • 68. FOTOMETRIA A maioria das câmeras SLR já vem equipadas com fotômetros que podem ser lidos dentro do visor quando se está focalizando o assunto desejado. 68
  • 69. FOTOMETRIA Nos fotômetros de leitura média, três células fotossensíveis realizam a medição de luz sobre praticamente toda a área da fotografia. Este tipo de leitura pode induzir a erros, principalmente se o tema principal ocupar apenas uma parte do quadro e o espaço restante for muito mais claro ou escuro. 69
  • 70. FOTOMETRIA Nos fotômetros de leitura parcial, existe uma superposição das duas células fotossensíveis, de forma que o centro da objetiva possui uma influência muito maior na leitura. Neste tipo de fotômetro é importante que, para realizar a leitura, coloquemos o assunto principal no 70centro da objetiva.
  • 71. FOTOMETRIA Nos fotômetros por leitura pontual no centro da objetiva apenas uma célula fotossensível realiza a leitura, exatamente no centro da objetiva. Portanto, ele irá registrar a luminosidade apenas de uma pequena área (em geral de 2 a 3% da imagem), que deve ser o assunto 71
  • 72.
  • 73. FOTOMETRIA • Para câmeras sem fotômetro ou para leituras mais precisas, utiliza-se fotômetros externos ou de mão. Com eles podemos realizar a leitura diretamente sobre o assunto ou objeto desejado. 73
  • 77. TAMANHO DO SENSOR (FX E DX) 77
  • 78. MEGAPIXEL • A resolução de uma câmera digital é expressa por pixels ou pontos. Cada imagem é composta por uma matriz de pixels em forma de linhas e colunas. Quanto mais pixels, mais nítida será a imagem, pois mais detalhes poderão ser gravados. • 1 megapixel equivale a um milhão de pixels. 78
  • 79. MEGAPIXEL • Num monitor colorido cada Pixel é composto por um conjunto de 3 pontos: verde, vermelho e azul. • Nos melhores monitores cada um destes pontos é capaz de exibir 256 tonalidades diferentes (o equivalente a 8 bits) e combinando tonalidades dos três pontos é então possível exibir pouco mais de 16.7 milhões de cores 79
  • 80. MEGAPIXEL • 640 x 480 = 307.200 pixels • 800 x 600 = 480.000 pixels • 1024 x 768 = 786.432 pixels 80
  • 81. Se o olho humano fosse uma câmera digital, teria 576 megapixels 81
  • 82. FORMATO DE ARQUIVO • JPEG: Arquivo de Imagem compactado • RAW: O “negativo" da fotografia digital. Formato cru que contém todos os dados da imagem captada pela câmara e uma maior profundidade de cor, em geral 30 ou 36 bits/pixel. Seus arquivos são muito grandes. • O formato RAW é aceito pela justiça brasileira como prova em um tribunal. 82
  • 83. FORMATO RAW .3fr (Hasselblad) .arw .srf .sr2 (Sony) .bay (Casio) .crw .cr2 (Canon) .cap .tif .iiq .eip (Phase One) .dcs .dcr .drf .k25 .kdc .tif (Kodak) .dng (Adobe) .erf (Epson) .fff (Imacon) .mef (Mamiya) .mos (Leaf) .mrw (Minolta) .nef .nrw (Nikon) .orf (Olympus) .ptx .pef (Pentax) .pxn (Logitech) .r3d (Red) .raf (Fuji) 83
  • 85. DPI • Dots per Inch: Pixels por Polegada 85
  • 86. 264 ppi 86 72 ppi
  • 87. BALANÇO DE BRANCO White Balance 87
  • 88. BALANÇO DE BRANCO • Esse recurso permite que as cores da foto sejam iguais às cores reais, dependendo da luz que está iluminando a cena. • A maioria da câmeras já possuem os diversos tipos de ajustes a serem feitos, na opção menu de cada equipamento. 88
  • 90. 90
  • 92. PONTO DE FOCO Ponto em que inicialmente os raios de luz se encontram, depois de passar através de uma lente convexa ou reflectindo a partir de um espelho côncavo 92
  • 93. DISTÂNCIA FOCAL (MM) • A distância focal é uma medida que indica a intensidade em que a luz converge ou se concentra. • Quando raios paralelos de luz atingem uma lente concentrada no infinito, eles convergem para um ponto chamado de ponto focal. A distância focal da lente é a distância do centro da lente até aquele ponto focal. 93
  • 95. DISTÂNCIA FOCAL (MM) • Uma maneira simples de ver essa relação é pensar que a distância focal é igual à distância da imagem para um assunto distante (infinito). 95
  • 96. DISTÂNCIA FOCAL - LENTES SUPER GRANDE ANGULAR: 6MM - 21MM GRANDE ANGULAR: 21MM - 35MM NORMAL: 35MM - 50MM TELE-OBJETIVA: 70 MM - 135MM SUPER TELE-OBJETIVA: 135MM - 300MM 96
  • 97. 97
  • 98.
  • 99.
  • 100.
  • 101. MODOS MANUAIS P, S, A, M • (P) Modo de programa: A máquina se programa automaticamente • (S) Modo de Prioridade de tempo de Exposição ou Velocidade: Este modo tal como o nome indica está relacionado com o tempo de exposição. • (A) Modo de Prioridade de Abertura: Este modo é em tudo igual ao modo de prioridade de exposição, a única diferença é que neste modo está como o nome indica relacionado com abertura. • (M) Modo Manual: A máquina vai operar com os parâmetros que você decidir, mesmo que não 101 sejam suficientes para uma correta exposição.
  • 102. 102