Metodologia da Pesquisa  Prof. Rodrigo Corrêa Leite
Metodologia da Pesquisa Aula 02 Favor colocar seu celular no modo Silêncio!
Erros Iniciais <ul><li>Para Quivy e Campenhoudt, os erros iniciais são determinados por problemas de método. O começo de u...
Gula Livresca ou Estatística <ul><li>A gula livresca ou estatística, como o nome indica, consiste na leitura de grande vol...
Gula Livresca ou Estatística <ul><li>Para Quivy e Campenhoudt (1992, p. 19-20), será então necessário voltar atrás, reapre...
Uma boa forma de atuar <ul><li>Como começar bem a pesquisa? </li></ul><ul><li>Esse é o primeiro problema do investigador. ...
Uma boa forma de atuar <ul><li>Uma forma de atuação é enunciar o projeto de investigação na forma de uma pergunta de parti...
Uma boa forma de atuar <ul><li>Deve ser assinalado que autores mais respeitados não hesitam em enunciar os seus projetos d...
Os critérios de uma boa pergunta de partida <ul><li>A proposta de “traduzir um projeto de investigação sob a forma de uma ...
Lembre-se <ul><li>A pergunta de partida orienta a fase  seguinte. Não construí-la é um erro. </li></ul><ul><li>Quanto mais...
Elementos de Apoio ao texto
Citações <ul><li>Menção no texto de informação extraída de outro autor para sustentar o assunto apresentado. </li></ul>
Citação Direta <ul><li>Pode ser de MAIS de 3 linhas: </li></ul><ul><ul><li>Antes da citação: 01  Enter ; </li></ul></ul><u...
Citação Indireta <ul><li>Em condensação ou paráfrase; </li></ul><ul><li>Reduzir em 2 ou 3 parágrafos; </li></ul><ul><li>Us...
Citação de Citação <ul><li>Usar em último caso; </li></ul><ul><li>Colocar: </li></ul><ul><ul><li>Citado por ... Ou </li></...
Formas: <ul><li>Autor-Data: </li></ul><ul><ul><li>Ex: Taylor (1911), (TAYLOR, 1911), Fayol (1908, p.202) </li></ul></ul><u...
Tabelas Tabela 1: Explicação da fonte e/ou do que se trata Em fonte menor.
Quadro Quadro 1: Explicação da fonte e/ou do que Se trata em fonte menor.
Justificativa <ul><li>O tema é relevante? </li></ul><ul><li>Por que? </li></ul><ul><li>Deverá convencer em relação à impor...
Formulação do Problema <ul><li>Ver se realmente é um problema que se vale a pena buscar solução para ele em relação ao pra...
Objetivos Gerais e Específicos <ul><li>Devem estar coerentes com o problema e justificativa; </li></ul><ul><li>É uma prome...
Metodologia <ul><li>Onde e como será realizada a pesquisa: tipo de pesquisa, população, amostragem, os instrumentos de col...
Conclusão <ul><li>Fechamento do que foi discutido; </li></ul><ul><li>Deve conter uma visão geral dos objetivos atingidos, ...
Não existe pesquisa sem problema! Situação Normal Situação Percebida OBJETO Problema ? Hipótese Teoria Dados Conclusão X T...
A questão deve ter um desses itens: <ul><li>Como são as coisas? </li></ul><ul><li>Quais são as suas causas? </li></ul><ul>...
Verificar se o problema: <ul><li>É original; </li></ul><ul><li>É relevante? Qual o avanço para o conhecimento à área ou à ...
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Aula 02 Mtc Mba 2009

  1. 1. Metodologia da Pesquisa Prof. Rodrigo Corrêa Leite
  2. 2. Metodologia da Pesquisa Aula 02 Favor colocar seu celular no modo Silêncio!
  3. 3. Erros Iniciais <ul><li>Para Quivy e Campenhoudt, os erros iniciais são determinados por problemas de método. O começo de uma investigação normalmente ocorre num cenário idêntico: o estudante sabe vagamente o que quer estudar (o tema). A indefinição inicial, em muitos casos, faz que com o estudante se perca antes mesmo de iniciar o trabalho. É o que os autores denominam de caos original. </li></ul>
  4. 4. Gula Livresca ou Estatística <ul><li>A gula livresca ou estatística, como o nome indica, consiste na leitura de grande volume de publicações. O milagre esperado com o procedimento é o de encontrar luz que possibilite, corretamente e de forma satisfatória, fazer as definições iniciais que constituem as primeiras etapas da pesquisa. Os resultados alcançados invariavelmente são insatisfatórios, em função de que abundantes informações mal integradas servem apenas para confundir idéias. </li></ul>
  5. 5. Gula Livresca ou Estatística <ul><li>Para Quivy e Campenhoudt (1992, p. 19-20), será então necessário voltar atrás, reaprender a refletir em vez de devorar, a ler em profundidade poucos textos cuidadosamente escolhidos e a interpretar judiciosamente alguns dados estatísticos particularmente eloqüentes. A fuga para a frente não é só inútil, mas também prejudicial. Muitos estudantes abandonam os seus projetos de trabalho de fim de curso ou de tese por terem iniciado desse modo. </li></ul>
  6. 6. Uma boa forma de atuar <ul><li>Como começar bem a pesquisa? </li></ul><ul><li>Esse é o primeiro problema do investigador. Não é fácil traduzir um foco de interesse ou uma preocupação relativamente vaga num projeto de investigação operacional. </li></ul><ul><li>Dois erros comuns são a “fuga para frente” ou renunciar o projeto. </li></ul>
  7. 7. Uma boa forma de atuar <ul><li>Uma forma de atuação é enunciar o projeto de investigação na forma de uma pergunta de partida, através da qual o investigador tenta exprimir o mais exatamente possível o que procura saber, elucidar, compreender melhor. </li></ul>
  8. 8. Uma boa forma de atuar <ul><li>Deve ser assinalado que autores mais respeitados não hesitam em enunciar os seus projetos de investigação sob a forma de perguntas simples e claras, ainda que, na realidade, essas perguntas tenham subjacente uma sólida reflexão teórica. </li></ul><ul><li>É um exercício necessário. </li></ul>
  9. 9. Os critérios de uma boa pergunta de partida <ul><li>A proposta de “traduzir um projeto de investigação sob a forma de uma pergunta de partida” só é útil se essa pergunta for corretamente formulada. Não é fácil. </li></ul><ul><li>A pergunta de partida constitui, normalmente, um primeiro meio para pôr em prática uma das dimensões essenciais do processo científico: a ruptura com os preconceitos e as noções prévias. </li></ul>
  10. 10. Lembre-se <ul><li>A pergunta de partida orienta a fase seguinte. Não construí-la é um erro. </li></ul><ul><li>Quanto mais precisa a pergunta de partida melhor progredira o investigador. </li></ul><ul><li>E SE AINDA TIVER RETICÊNCIAS... </li></ul><ul><li>TENHA CLARO QUE </li></ul><ul><li>As hipóteses de trabalho, que constituem os eixos centrais de uma investigação, apresentam-se como proposições que respondem a pergunta de partida. </li></ul>
  11. 11. Elementos de Apoio ao texto
  12. 12. Citações <ul><li>Menção no texto de informação extraída de outro autor para sustentar o assunto apresentado. </li></ul>
  13. 13. Citação Direta <ul><li>Pode ser de MAIS de 3 linhas: </li></ul><ul><ul><li>Antes da citação: 01 Enter ; </li></ul></ul><ul><ul><li>Distância da margem esquerda: 4 cm com texto em espaço simples com fonte menor; </li></ul></ul><ul><ul><li>Depois da citação: 01 Enter. </li></ul></ul><ul><li>Pode ser de MENOS de 3 linhas: no texto entre (“ ”) aspas; </li></ul><ul><li>Usar: [...] em caso de omissão </li></ul>
  14. 14. Citação Indireta <ul><li>Em condensação ou paráfrase; </li></ul><ul><li>Reduzir em 2 ou 3 parágrafos; </li></ul><ul><li>Usar a sua interpretação; </li></ul><ul><li>Geralmente não aparece o n º da página. </li></ul>
  15. 15. Citação de Citação <ul><li>Usar em último caso; </li></ul><ul><li>Colocar: </li></ul><ul><ul><li>Citado por ... Ou </li></ul></ul><ul><ul><li>Fulano (apud. BELTRANO, 19XX, p.xx) </li></ul></ul>
  16. 16. Formas: <ul><li>Autor-Data: </li></ul><ul><ul><li>Ex: Taylor (1911), (TAYLOR, 1911), Fayol (1908, p.202) </li></ul></ul><ul><li>Nota de Rodapé: </li></ul><ul><ul><li>Referência da Autoridade; </li></ul></ul><ul><ul><li>Referência Explicativa; </li></ul></ul><ul><ul><li>Referência Cruzada. </li></ul></ul><ul><ul><li>OBS: se repetir na seqüência: usar ibidi, se fora da seqüência: usar op.cit. Ex.: Johnson (2002, p.12); </li></ul></ul><ul><ul><li>op. cit (2002, p.22). </li></ul></ul>
  17. 17. Tabelas Tabela 1: Explicação da fonte e/ou do que se trata Em fonte menor.
  18. 18. Quadro Quadro 1: Explicação da fonte e/ou do que Se trata em fonte menor.
  19. 19. Justificativa <ul><li>O tema é relevante? </li></ul><ul><li>Por que? </li></ul><ul><li>Deverá convencer em relação à importância. </li></ul>
  20. 20. Formulação do Problema <ul><li>Ver se realmente é um problema que se vale a pena buscar solução para ele em relação ao prazo de entrega. </li></ul>
  21. 21. Objetivos Gerais e Específicos <ul><li>Devem estar coerentes com o problema e justificativa; </li></ul><ul><li>É uma promessa que deve ser cumprida! </li></ul>
  22. 22. Metodologia <ul><li>Onde e como será realizada a pesquisa: tipo de pesquisa, população, amostragem, os instrumentos de coleta de dados e a forma de como pretende tabular e analisar. </li></ul>
  23. 23. Conclusão <ul><li>Fechamento do que foi discutido; </li></ul><ul><li>Deve conter uma visão geral dos objetivos atingidos, se foram atingidos, o quanto foram e porque. </li></ul>
  24. 24. Não existe pesquisa sem problema! Situação Normal Situação Percebida OBJETO Problema ? Hipótese Teoria Dados Conclusão X Testar
  25. 25. A questão deve ter um desses itens: <ul><li>Como são as coisas? </li></ul><ul><li>Quais são as suas causas? </li></ul><ul><li>Quais são suas conseqüências? </li></ul>
  26. 26. Verificar se o problema: <ul><li>É original; </li></ul><ul><li>É relevante? Qual o avanço para o conhecimento à área ou à prática? </li></ul><ul><li>É adequado para mim? </li></ul><ul><li>Tenho possibilidade de executar? </li></ul><ul><li>Tenho recursos financeiros? </li></ul><ul><li>Tenho tempo suficiente? </li></ul>

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