Anad Dentista 2010

1.024 visualizações

Publicada em

0 comentários
0 gostaram
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

  • Seja a primeira pessoa a gostar disto

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
1.024
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
8
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
15
Comentários
0
Gostaram
0
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide
  • Existem distintas SU no mercado latino-americano, tanto de primeira como de segunda geração, entre as quais existem diferenças na meia-vida, na duração de ação, nas vias de eliminação e na dose. Estas diferenças devem ser consideradas no momento de tomar a decisão clínica de usar uma SU, em particular para diminuir os efeitos adversos.
  • Cremos que esta frase de Charles M. Clark Jr. Resume com clareza a mensagem que deve ser levada tanto ao médico como aos pacientes que dia a dia enfrentam o tratamento complexo do diabetes mellitus tipo 2.
  • Anad Dentista 2010

    1. 1. DM Tipo 1 e Tipo 2: Principais abordagens terapêuticas e medicamentosas Marcio Krakauer Endocrinologista ADIABC Liga DM FMABC
    2. 2. DM 1 <ul><li>DOENÇA AUTO IMUNE </li></ul><ul><li>DESTRUIÇÃO DA CÉLULA BETA </li></ul><ul><li>INSULINOPENIA </li></ul>
    3. 3. Produção Normal de Insulina
    4. 4. TRATAMENTO DM 1 <ul><li>DIETA </li></ul><ul><li>ATIVIDADES FÍSICAS </li></ul><ul><li>EDUCAÇÃO </li></ul><ul><li>INSULINOTERAPIA </li></ul><ul><li>MONITORIZA ÇÃO </li></ul>
    5. 5. O que é um Estilo de vida Saudável <ul><li>Quantidade Calórica </li></ul><ul><li>Qualidade </li></ul><ul><li>Fracionamento </li></ul><ul><li>Líquidos </li></ul><ul><li>Atividade Física </li></ul>
    6. 6. Perfil médio de ação da insulina humana e análogos I(*) Fonte: Medical management of type 1 diabetes - 3rd edition - 1998 - American Diabetes Association INSULINAS TIPO DE A Ç ÃO PERFIL DE A Ç ÃO IN Í CIO PICO DURA Ç ÃO EFETIVA DURA Ç ÃO M Á XIMA Aspart/Lispro/Glulisina Ultra-r á pida 5-15 min 1-2 h 3-4 h 4-6 h Regular R á pida (R) 30-60 min 2-4 h 3-6 h 6-10 h NPH Intermedi á ria 1-2 h 4-8 h 10-16 h 14-18 h Detemir /Glargina Prolongada 1-3h - 20-24h
    7. 7. Insulina – Tempo de Ação Pré-Mistura Início Pico Duração 70/30 (70% NPH – 30 % R) 3O’ 2 a 8 h 24 h 80/20 (80% NPH – 20 % R) 30’ 2 a 8 h 24 h 90/10 (90% NPH – 10 % R) 30’ 2 a 8 h 24 h Mix 25/30 - 50/50 (25/30% lispro/Aspart – 75/70% lispro/Aspart NPL) 15’ 90’ 12 a 14 h
    8. 8. ASPECTOS PRÁTICOS <ul><li>ARMAZENAMENTO </li></ul><ul><li>TÉCNICA DE APLICAÇÃO </li></ul><ul><li>LOCAIS DE INJEÇÃO </li></ul>
    9. 9. ARMAZENAMENTO <ul><li>TEMPERATURA AMBIENTE  ATÉ 6 A 8 SEMANAS </li></ul><ul><li>GELADEIRA </li></ul><ul><li>(2 A 8  )  AS QUE NÃO ESTIVEREM EM USO </li></ul>
    10. 10. ASPECTOS PRÁTICOS <ul><li>ARMAZENAMENTO </li></ul><ul><li>TÉCNICA DE APLICAÇÃO </li></ul><ul><li>LOCAIS DE INJEÇÃO </li></ul>
    11. 11. TÉCNICA DE APLICAÇÃO
    12. 12. TÉCNICA DE APLICAÇÃO
    13. 13. TÉCNICA DE APLICAÇÃO
    14. 14. TÉCNICA DE APLICAÇÃO
    15. 15. TÉCNICA DE APLICAÇÃO
    16. 16. TÉCNICA DE APLICAÇÃO
    17. 17. CANETAS
    18. 18. ASPECTOS PRÁTICOS <ul><li>ARMAZENAMENTO </li></ul><ul><li>TÉCNICA DE APLICAÇÃO </li></ul><ul><li>LOCAIS DE INJEÇÃO </li></ul>
    19. 19. LOCAIS DE APLICAÇÃO
    20. 20. BOMBAS DE INFUSÃO
    21. 23. DM 2 <ul><ul><ul><li>É o resultado de uma falência geneticamente programada da célula beta para compensar a resistência, herdada ou adquirida, à insulina </li></ul></ul></ul>
    22. 24. AGL=ácidos graxos livres CETP=colesterol ester transfer protein Modificado de: Lam TKT et al. Am J Physiol Endocrinol Metab 2003;284:E863–73; Carr DB et al. Diabetes 2004;53:2087–94; Eckel R et al. The metabolic syndrome. Lancet 2005;365:1415–28; Pagotto U et al. Lancet 2005;365:1363–4; Di Marzo V et alI. Nat Neurosc 2005;8:585–9 Suscetibilidade Metabólica Suscetibilidade Genética Sedentarismo Dislipidemia Lipotoxicidade Glucotoxicidade Disfunção da Celula β Fisiopatologia do DMT2: da resistência à deficiência Glucagon Circulação portal Fígado AGL AGL Gordura visceral Resistência periférica à insulina Adiponectina Peso Resistência hepática insulina Produção hepática de glicose VLDL-C ricas em TG LDL-C pequenas e densas Baixo HDL-C Lipólise CETP, lipólise
    23. 27. MEDICAMENTOS ORAIS SECRETAGOGOS SENSIBILIZADORES SULFONILURÉIAS METIGLINIDAS BIGUANIDAS TIAZOLIDINEDIONAS ANTI HIPERGLICÊMICOS ACARBOSE INCRETINAS
    24. 28. CARACTERÍSTICAS FARMACOLÓGICAS DAS SULFONILURÉIAS Ref. Lebovitz,HE: Oral Antidiabetic Agents. In Joslin’s Diabetes Mellitus. 13th ed. Kahn CR, Weir GC, Eds. Lea & Febiger, 1994, p.508-529, Zimmerman BR. Endocrinol Met Clin North Am 26(3):511-522,1997, Feinglos MN, Bethel MA. Med Clin North Am 82:757-90,1998 Glimepirida 30/60 RENAL 60% BILIAR 40% 2/3/4/6/8 Dose média equivalente (mg) Dose diária máxima (mg) Meia-vida (h) Duração de ação Via de eliminação RENAL 50% BILIAR 50% RENAL 70% BILIAR 30% Medicamento Renal Clorpropamida Glibenclamida Gliclazida MR 250 5 120 8 500 20 20 9 36 10 24 24 60 18-24
    25. 29. METIGLINIDAS Ação rápida e curta
    26. 30. SENSIBILIZADORES - METFORMINAS
    27. 31. ACARBOSE
    28. 32. SENSIBILIZADORES - GLITAZONAS
    29. 33. GLIBENCLAMIDA + METFORMINA GLUCOVANCE STARFORM NATEGLINIDA + METFORMINA ASSOCIAÇÕES COMERCIAIS ROSIGLITAZONA + METFORMINA AVANDAMET
    30. 34. Incretinas <ul><li>GLP-1 ( G lucagon L ike P eptide 1 ) </li></ul><ul><li>Estimula a Insulina e reduz glucagon </li></ul><ul><li>Preserva e forma novas células Beta </li></ul><ul><li>Reduz o esvaziamento gástrico </li></ul><ul><li>Regula a ingestão calórica </li></ul><ul><li>Inibe a produção hepática de glicose </li></ul>
    31. 35. Incretinas <ul><li>Injetáveis </li></ul><ul><li>Exenatide 2 x ao dia sc (Byetta – Lilly) </li></ul><ul><li>Orais </li></ul><ul><li>Inibidores da DPP-IV – </li></ul><ul><li>Vildagliptina – Galvus 50 MG 2x ao dia </li></ul><ul><li>Sitagliptina – Janúvia 100 mg ao dia </li></ul><ul><li>Saxagliptina – Onglysa 5mg ao dia </li></ul>
    32. 36. INCRETINAS
    33. 38. HISTÓRIA NATURAL DO DIABETES TIPO 2 Kendall DM,Bergenstal RM SECRETAGOGOS SENSIBILIZADORES INIBIDORES ALFA GLICOSIDASE INCRETINAS INSULINAS ? Resistência à insulina Insulina endógena Glicemia Pós-Prandial Glicemia de Jejum Diabetes Evidente Intolerância à Glicose Diagnóstico típico de diabetes De anos a Décadas
    34. 39. “ Ambos, pacientes e médicos, necessitamos reconhecer que o tratamento do diabetes tipo 2 é como uma longa viagem. Uma viagem que geralmente começa com modificações no estilo de vida e termina no tratamento com insulina, seja isolada ou em combinação com fármacos orais” Charles M. Clark, Jr., MD. “ TRATAMENTO POR OBJETIVOS: DROGAS ORAIS NO DM2” Diabetes Care, 1999

    ×