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<ul><li>Termos antecedente, sucedente, referencial </li></ul><ul><li>Anáfora, catáfora </li></ul><ul><li>Referente; co-ref...
<ul><li>A pneumoultramicroscopicos-silicovulcanoconiose  é uma doença tramada. Apanhei- a  há pouco. </li></ul><ul><li>Ter...
<ul><li>O termo antecedente e o termo anafórico são  co-referentes , isto é, têm o mesmo  referente  (tanto o sintagma nom...
<ul><li>O oftalmotorrinolaringologista  chegou atrasado.  O pobre do médico  tem tido problemas. </li></ul><ul><li>Termo a...
<ul><li>O termo antecedente e o termo anafórico têm de novo o mesmo  referente  (são, portanto,  co-refe-rentes ). O que p...
<ul><li>O corpo humano  é uma máquina. Então  o esternocleidomastóideo  funciona exemplarmente.  </li></ul>
<ul><li>Podemos considerar que «o esternocleidomastóideo» é entendido como  termo anafórico  de «o corpo humano» (que será...
<ul><li>Que raio, já  a  perdi! E ainda foi cara  a tetrabromometacresolsulfonoftaleína . </li></ul>
<ul><li>O pronome « a » e o sintagma nominal « a tetrabromometacresol-sulfonoftaleína » são também  co-referentes . No ent...
 
<ul><li>Que raio, já  a  perdi! E ainda foi cara  a tetrabromometacresolsulfonoftaleína . </li></ul><ul><li>  catáfora (te...
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<ul><li>Percebemos que o sujeito da oração adversativa, embora subentendido (ou «elidido»), é « ele » ou «Jorge Ribeiro». ...
 
<ul><li>Lê o texto da  p. 250 , uma crónica, «A arte de passear passarinhos». Faíza Hayat escreve aos domingos no magazine...
<ul><li>1. A cronista localiza o acontecimento narrado em  Salvador da Bahia, no Brasil . </li></ul>
<ul><li>2.1. Damião era «um adolescente magro, de olhos enormes e redondos», cujo brilho se destacava na cor negra da  pel...
<ul><li>2.2. Antes de passear passari-nhos, o jovem era  «avião» , «nome que se dá aos meninos que trabalham para os trafi...
<ul><li>2.3. Cosme, irmão gémeo de Damião, auxiliava os  traficantes de drogas . Uma noite, a polícia invadiu a sua casa e...
<ul><li>3. A mãe de Damião tentou alertar a polícia para o equívoco, mas o seu apelo foi em vão. A morte do filho transtor...
<ul><li>4. O último parágrafo do texto convida-nos à reflexão, alertando, através da interrogação, para o facto de o jovem...
<ul><li>7. </li></ul><ul><li>1 —  c </li></ul><ul><li>2 —  e </li></ul><ul><li>3 —  d </li></ul><ul><li>4 —  a </li></ul><...
 
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ApresentaçãO Para DéCimo Ano, Aula 95 96

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ApresentaçãO Para DéCimo Ano, Aula 95 96

  1. 2. <ul><li>Termos antecedente, sucedente, referencial </li></ul><ul><li>Anáfora, catáfora </li></ul><ul><li>Referente; co-referentes </li></ul><ul><li>Cadeia de referência. </li></ul>
  2. 3. <ul><li>A pneumoultramicroscopicos-silicovulcanoconiose é uma doença tramada. Apanhei- a há pouco. </li></ul><ul><li>Termo antecedente </li></ul><ul><li>(termo referencial) </li></ul><ul><li>Anáfora </li></ul><ul><li>(termo anafórico) </li></ul>
  3. 4. <ul><li>O termo antecedente e o termo anafórico são co-referentes , isto é, têm o mesmo referente (tanto o sintagma nominal «A pneumo...» como o pronome « a » reportam-se ao referente ‘pneumoultra-microscopicossilicovulcanoco-niose’). </li></ul>
  4. 5. <ul><li>O oftalmotorrinolaringologista chegou atrasado. O pobre do médico tem tido problemas. </li></ul><ul><li>Termo antecedente (termo referencial) Anáfora </li></ul><ul><li>(termo anafórico) </li></ul>
  5. 6. <ul><li>O termo antecedente e o termo anafórico têm de novo o mesmo referente (são, portanto, co-refe-rentes ). O que permite perce-bermos essa co-referência é o facto de «oftalmotorrinolarin-gologista» ser um hipónimo do hiperónimo « médico ». Assim, podemos usar como anáfora este último termo, já que ele, engloban-do-o, nos permite inferir o outro termo. </li></ul>
  6. 7. <ul><li>O corpo humano é uma máquina. Então o esternocleidomastóideo funciona exemplarmente. </li></ul>
  7. 8. <ul><li>Podemos considerar que «o esternocleidomastóideo» é entendido como termo anafórico de «o corpo humano» (que será o termo antecedente ), porque entre ambos há uma relação de holonímia-meronímia («corpo humano» é holónimo dos merónimos « esternocleido-mastóideo », «braço», «perna», etc.). </li></ul>
  8. 9. <ul><li>Que raio, já a perdi! E ainda foi cara a tetrabromometacresolsulfonoftaleína . </li></ul>
  9. 10. <ul><li>O pronome « a » e o sintagma nominal « a tetrabromometacresol-sulfonoftaleína » são também co-referentes . No entanto, agora o referente está { escolhe } antes / depois do pronome que o substitui. Nestes casos, dizemos que se trata não de uma anáfora , mas de uma catáfora . O termo referencial é sucedente . </li></ul>
  10. 12. <ul><li>Que raio, já a perdi! E ainda foi cara a tetrabromometacresolsulfonoftaleína . </li></ul><ul><li> catáfora (termo catafórico) </li></ul><ul><li> ter </li></ul><ul><li>mo sucedente (termo referencial) </li></ul>
  11. 13. <ul><li>Uma sequência cuja interpretação depende do valor referencial de anáforas ou de catáforas constitui uma cadeia de referência . </li></ul><ul><li>Às vezes, numa cadeia de referência, o termo anafórico não se realiza lexicalmente (está «subentendido»; houve a sua elipse ). É o que sucede em: </li></ul>
  12. 14. <ul><li>Jorge Ribeiro falhou o penálti, mas Ø vai para o Benfica para o ano. </li></ul><ul><li>Termo antecedente </li></ul><ul><li>Elipse </li></ul>
  13. 15. <ul><li>Percebemos que o sujeito da oração adversativa, embora subentendido (ou «elidido»), é « ele » ou «Jorge Ribeiro». </li></ul>
  14. 17. <ul><li>Lê o texto da p. 250 , uma crónica, «A arte de passear passarinhos». Faíza Hayat escreve aos domingos no magazine Pública . Responde às perguntas 1-4 da p. 251, completando as respostas que ficam a seguir: </li></ul>
  15. 18. <ul><li>1. A cronista localiza o acontecimento narrado em Salvador da Bahia, no Brasil . </li></ul>
  16. 19. <ul><li>2.1. Damião era «um adolescente magro, de olhos enormes e redondos», cujo brilho se destacava na cor negra da pele . O jovem passeava passarinhos e manifestou uma atitude cordial face ao seu interlocutor. </li></ul>
  17. 20. <ul><li>2.2. Antes de passear passari-nhos, o jovem era «avião» , «nome que se dá aos meninos que trabalham para os traficantes de drogas levando e trazendo encomendas». </li></ul>
  18. 21. <ul><li>2.3. Cosme, irmão gémeo de Damião, auxiliava os traficantes de drogas . Uma noite, a polícia invadiu a sua casa e, por equívoco, atirou em Damião , que nada tinha a ver com esses negócios ilícitos. Contudo, devido à semelhança entre os dois irmãos, todos acreditaram que Cosme morrera. Este arrependeu-se dos seus erros e assumiu a identidade do irmão, de tal modo que todos se convenceram que era, de facto, o inocente Damião , que passeava passarinhos. </li></ul>
  19. 22. <ul><li>3. A mãe de Damião tentou alertar a polícia para o equívoco, mas o seu apelo foi em vão. A morte do filho transtornou-a e, por isso, vagueava pelas ruas a gritar pelo filho . Um dia, aparentemente resignada, passou também a dirigir-se a Cosme como se este fosse Damião . </li></ul>
  20. 23. <ul><li>4. O último parágrafo do texto convida-nos à reflexão, alertando, através da interrogação, para o facto de o jovem viver com graves problemas de consciência que não lhe permitem a felicidade . Contudo, talvez o tempo atenue esse sofrimento . </li></ul>
  21. 24. <ul><li>7. </li></ul><ul><li>1 — c </li></ul><ul><li>2 — e </li></ul><ul><li>3 — d </li></ul><ul><li>4 — a </li></ul><ul><li>5 — h </li></ul>

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