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   As novas Normas Europeias (2008), sobre    segurança em piscinas:   EN15288-1    concepção/construcção;   EN15288-2 ...
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   Assim se devem cumprir desde o início 4 objectivos:   1-A concepção da nave e do tanque deve promover    utilização s...
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   TIPO 2- Piscina destinada a proporcionar um    serviço complementar à actividade principal    de um empreendimento.  ...
   TIPO 3- Piscinas Privadas   Apenas para o uso apenas para a família do proprietário,    operador e convidados incluin...
   1-Prever taxa de Utilização Segura:    ◦ A)Nas actividades aquáticas e de plano de água;    ◦ B)O número de utilizador...
   D) Utilização de Instalações especiais   (detectores de utilizadores em risco de afogamento, controlo    vídeo das ár...
   2-ORGANIZAÇÃO FUNCIONAL   A)Separação entre zonas seca e húmida;   B)Situar sanitários e duches junto ao plano de   ...
   3)Sistemas de Informação de Segurança   A)Qual a função de cada tanque;   B)Diferentes profundidades da água da    P...
   3-MATERIAIS   A)Evitar aço inoxidável nos elementos    estruturais devido à sua corrosão;   B)Serem de fácil limpeza...
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   5)ÁREAS ESPECÍFICAS   A)CAIS DA PISCINA    ◦ -De fácil circulação para pessoas e equipamentos;    ◦ -Permitir mínimo ...
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 Sempre que existirem degraus de descanso estes devem          situar-se na cota -1,00m e -1,35m;   D)Salas de primeiros...
A)Em geral os operadores de piscinas deverão  seguir 4 etapas: 1)Preparação de procedimentos escritos para a  gestão da s...
   B)Procedimentos para a segurança nas Piscinas    ◦ 1)Zonas Técnicas e equipamento        Controlo do acesso(evitar so...
◦ 2)Instruções e procedimentos de funcionamento  para o pessoal da piscina:  Formação de supervisor/vigilantes, técnicos ...
◦ 3)Procedimentos de emergência  GERAIS-ex.incêncio, falha em equipamentos e   estruturas;  Requisitos para accionar o a...
   C)Requisitos de funcionamento com    segurança em piscinas    ◦ Em geral      Nível de segurança- avaliado segundo ca...
◦ 1)Estabelecer nº máximo de utilizadores em  simultâneo  Em função da piscina;  Capacidades de dimensionamento após con...
◦ 2)Controlo do acesso autorizado a utilizadores  Operador da piscina tem direito a recusar entrada a   quem não respeita...
◦ 3)Controlo de acessos não autorizados  As zonas de acesso restrito devem estar sinalizadas;  Prevenir o acesso a áreas...
   4)Disposições de supervisão/vigilância   A avaliação de riscos deve considerar algumas    particularidades:    ◦   A)...
◦ M)Quando a avaliação do risco não determine  supervisão junto à água:  Colocar informação antes da entrada, no interior...
   4)Requisitos operacionais para a gestão do    pessoal na piscina:    ◦ (pessoal de vigilância da piscina)      Estes ...
   B)Requisitos operacionais para os    procedimentos de emergência:    ◦ TIPOS DE EMERGÊNCIA NUMA PISCINA:      Incêndi...
Acções Principais ante emergências:    Evitar o agravamento da emergência;    Accionar o alarme;    Socorrer;    Evacu...
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   C)Requisitos operacionais para a activação do    alarme, em duas etapas:    ◦ 1-Accionar o alarme interno;    ◦ 2-Acci...
   E)Requisitos Operacionais de Evacuação    ◦ 1-Desobstruir área/instalação afectada de forma      controlada e sistemát...
   F)Actuação em casos de contaminação orgânica    da água    ◦ 1-Contaminação fecal sólida      a)Proceder à sua remoçã...
   G)Requisitos em casos de produtos químicos    que ameacem os utilizadores      1-Estabelecer o modo de accionar o ala...
   5) A COMUNICAÇÃO COM OS UTILIZADORES    ◦ A)REGRAS DE USO DAS INSTALAÇÕES;      Regras de Admissão;      Comportamen...
   B)INSTRUÇÕES DE SEGURANÇA PARA OS    UTILIZADORES    ◦ 1-Simbologia de segurança      Deve cumprir normas ISO relevan...
   C)Plano de Orientação Básica da Instalação                       Colocado antes da entrada                      No I...
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  1. 1. 1ER Congreso Ibero-Americano Resgate y Salvamento 1 a 3 de Octobre Universidad de Guadalajara(Guzman-Mexico) EL CASO DE LAS NORMAS EUROPEIAS y sus ENFOQUES EN LA SECURIDAD EN 15288-1 EN 15288-2 Guzman MÉXICO 01/10/2009JOSÉ ALFREDO DE SOUSA LOPESLIC.EDUCACIÓN FÍSICAMASTER EN ACTIVIDADES ACUÁTICASMASTER EN GESTIÓN Y DIRECCIÓN DEPORTIVA josealfredo.lopes@gmail.com 1 PORTUGAL
  2. 2.  Porque tener? REGULAMIENTOS O NORMAS DE UTILIZACIÓN EN PISCINAS? josealfredo.lopes@gmail.com PORTUGAL 2
  3. 3.  Qualquer instalação na qual se ofereçam serviços desportivos requer umas normas que regulem o seu funcionamento As Normas têm que ser o cimento sobre as quais se constroiem os diferentes aspectos de uma boa gestão, garantindo a conservação e manutenção do equipamento e favoracem a convivência entre os diferentes agentes. josealfredo.lopes@gmail.com PORTUGAL 3
  4. 4.  Em geral há que diferenciar dois tipos de documentos: Os que fazem referência ao marco geral das instalações desportivas de um mesmo titular ou âmbito: Os Regulamentos de instalações desportivas e os que fazem referência aos detalhes de uma só instalação: as Normas de Utilização. josealfredo.lopes@gmail.com PORTUGAL 4
  5. 5.  OS REGULAMENTOS Podem ser de aplicação ao conjunto de instalações de um município, ser unicamente de titularidade pública, ou só as de uma entidade privada; As principais características dos regulamentos, são que regulam as relações entre titular/responsável e gestores, e entre gestor e utilizadores, estabelecendo os direitos e deveres básicos das partes. Têm que submeter-se (recoger) à normativa vigente e costumam prever faltas e sanções. josealfredo.lopes@gmail.com PORTUGAL 5
  6. 6.  ESTRUTURA DO REGULAMENTO 1-Conceito, Objecto e âmbito de aplicação: ◦ Concretiza o objecto do regulamento e as instalações a que se aplica; ◦ A Missão, a Visão, os Valores. josealfredo.lopes@gmail.com PORTUGAL 6
  7. 7.  2-Normas Gerais das Instalações ◦ Fazem referência sobretudo aos direitos básicos dos utilizadores, tanto individuais como colectivos josealfredo.lopes@gmail.com PORTUGAL 7
  8. 8.  3-Normas sobre a gestão: ◦ Fazem referência às formas de gestão e aos direitos e obrigações dos gestores, à autorização de utilização, à manutenção, à conservação, à melhoria ou ampliação, ao regime económico e ao seu controlo, à participação e supervisão da gestão. josealfredo.lopes@gmail.com PORTUGAL 8
  9. 9.  4-Normas sobre os utilizadores: ◦ Referem-se às obrigações dos utilizadores no uso das instalações e por isso podem ser gerais ou específicas por espaços ou instalações. josealfredo.lopes@gmail.com PORTUGAL 9
  10. 10.  5-Faltas, advertências (amonestaciones) e sanções: ◦ É conveniente prever um apartado que estabeleça a gravidade das faltas e os procedimentos sancionadores que possam iniciar-se, referindo-se normalmente à conduta dos utilizadores, já que as obrigações do gestor se estabelecem em outro documento. josealfredo.lopes@gmail.com PORTUGAL 10
  11. 11.  AS NORMAS DE UTILIZAÇÃO DA PISCINA As normas de utilização têm por objecto concretizar e adaptar a cada instalação as normas gerais e as normas sobre os utilizadores estabelecidas pelo correspondente regulamento, e portanto são da responsabilidade do gestor. josealfredo.lopes@gmail.com PORTUGAL 11
  12. 12.  As principais características das normas são que regulam unicamente a relação entre o usuário e o gestor. Vão destinadas unicamente aos utilizadores individuais, não concretizando as sanções e contêm obrigações e recomendações. josealfredo.lopes@gmail.com PORTUGAL 12
  13. 13.  Estrutura das Normas 1-Especificações de ordem geral: ◦ Condições de Acesso; ◦ Condições de pagamento; ◦ Capacidade Máxima das Instalações(aforos) ◦ Correcta utilização da instalação para os fins a que se acorde(acuerda); josealfredo.lopes@gmail.com PORTUGAL 13
  14. 14.  2-Normas gerais para os utilizadores: ◦ Direitos e deveres dos utilizadores; ◦ Direito a receber o serviço em boas condições em consonância com o preço; ◦ Direito a reclamar, a queixas e sugestões para análise do gestor. josealfredo.lopes@gmail.com PORTUGAL 14
  15. 15. ◦ Deveres do Utilizador:  Pagamento dos preços estabelecidos;  Acesso a menores acompanhados por adulto;  Obrigação de utilizar vestimenta e calçado exclusivo e adequado ao espaço;  Se proibe fumar, comsumir bebidas alcoolicas, introduzir objectos de cristal o material similar, de tomar ducha antes de entrar na água… josealfredo.lopes@gmail.com PORTUGAL 15
  16. 16. Existe una jerarquía tanto en el establecimiento de la norma como en la posible reclamación de su incumplimiento.NORMA RESPONSÁVEL RECLAMACIÓNLegislación Vigente ADMINISTRADOR DENÚNCIAS Regulamento TITULAR RECLAMACIONES Normas de GESTOR QUEJAS UtilizaciónRecomendaciones y DIRECTOR SUGESTIONES consejos UTILIZADOR josealfredo.lopes@gmail.com PORTUGAL 16
  17. 17.  As novas Normas Europeias (2008), sobre segurança em piscinas: EN15288-1 concepção/construcção; EN15288-2 funcionamento josealfredo.lopes@gmail.com PORTUGAL 17
  18. 18.  Datadas de Agosto de 2008(principio) Todas as pessoas envolvidas na concepção de novas piscinas ou na renovação daquelas mais antigas, devem ter como mais elevada prioridade o fornecimento de instalações seguras aos seus utilizadores e funcionários. josealfredo.lopes@gmail.com PORTUGAL 18
  19. 19.  Assim se devem cumprir desde o início 4 objectivos: 1-A concepção da nave e do tanque deve promover utilização segura e permitir gestão funcional, sem grande complexidade e com custos controlados; 2-As áreas anexas de apoio, vestiários, sanitários, deve seguir os mesmos objectivos; 3-Os elementos estruturais, materiais, acabamentos, e a interligação funcional do seu interior, devem criar ambiente físico seguro; 4-Devem adoptar-se critérios adequados a operações de manutenção em total segurança e funcionalidade. josealfredo.lopes@gmail.com PORTUGAL 19
  20. 20.  CLASSIFICAÇÃO DAS PISCINAS: TIPO 1- Piscina onde as actividades aquáticas constituem actividade principal e cujo uso é considerado público; Uso de uma instalação acessível ao público em geral ou a um grupo definido de pessoas que não é destinada unicamente à família do proprietário e convidados, independentemente da forma de pagamento para acesso(Piscinas municipais, piscinas de recreio/lazer, parques aquáticos) josealfredo.lopes@gmail.com PORTUGAL 20
  21. 21.  TIPO 2- Piscina destinada a proporcionar um serviço complementar à actividade principal de um empreendimento. Uso de uma instalação acessível ao público em geral ou a um grupo definido de pessoas que não é destinada unicamente à família do proprietário e convidados, independentemente da forma de pagamento para acesso (piscinas de hotel, de parques de campismo, de clubes, terapêuticas) e cujo uso é considerado público. josealfredo.lopes@gmail.com PORTUGAL 21
  22. 22.  TIPO 3- Piscinas Privadas Apenas para o uso apenas para a família do proprietário, operador e convidados incluindo as de uso privado em situações de aluguer temporário para uso familiar. josealfredo.lopes@gmail.com PORTUGAL 22
  23. 23.  1-Prever taxa de Utilização Segura: ◦ A)Nas actividades aquáticas e de plano de água; ◦ B)O número de utilizadores gerados pela utilização de outras áreas/actividades; ◦ (uma taxa segura de utilização para a prática da natação e ensino da natação seria no mínimo de 3m2 de superfície de água por banhista.) ◦ C) Os portadores de deficiência; josealfredo.lopes@gmail.com PORTUGAL 23
  24. 24.  D) Utilização de Instalações especiais (detectores de utilizadores em risco de afogamento, controlo vídeo das áreas envolventes)  A AVALIAÇÃO DO RISCO DEVE SER REALIZADA NO INICIO E SEMPRE QUE EXISTA ALGUMA ALTERAÇÃO NAS INSTALAÇÕES josealfredo.lopes@gmail.com PORTUGAL 24
  25. 25.  2-ORGANIZAÇÃO FUNCIONAL A)Separação entre zonas seca e húmida; B)Situar sanitários e duches junto ao plano de água; C)Percursos de Circulação afastados de zonas perigosas; D)Piscinas para crianças longe de piscinas com maior profundidade; josealfredo.lopes@gmail.com PORTUGAL 25
  26. 26.  3)Sistemas de Informação de Segurança A)Qual a função de cada tanque; B)Diferentes profundidades da água da Piscina; C)Caminhos de evacuação e saídas de emergência; josealfredo.lopes@gmail.com PORTUGAL 26
  27. 27.  3-MATERIAIS A)Evitar aço inoxidável nos elementos estruturais devido à sua corrosão; B)Serem de fácil limpeza e higiene; josealfredo.lopes@gmail.com PORTUGAL 27
  28. 28.  4)ZONAS DESTINADAS A BANHISTAS A) Evitar alterações bruscas no nível do pavimento; B)Evitar pontos de obstrução na circulação; C)Utilizar pavimentos anti-derrapantes; D)Ter bordos de degraus marcados com cor contrastante; josealfredo.lopes@gmail.com PORTUGAL 28
  29. 29.  5)ÁREAS ESPECÍFICAS A)CAIS DA PISCINA ◦ -De fácil circulação para pessoas e equipamentos; ◦ -Permitir mínimo de distância de 20m, para acção de salvamento/ajuda; B)BORDADURA DO TANQUE Caleira Finlandesa- inclinação <ou=10% em direcção tanque; Bordadura sobreelevada- deve distinguir-se facilmente do resto do cais; josealfredo.lopes@gmail.com PORTUGAL 29
  30. 30.  C)TANQUE DAS PISCINAS ◦ -Zonas com profundidade <ou=1,35m são consideradas zonas para não-nadadores  Não são autorizadas variações bruscas de profundidade;  O declive na profundidade deve ser <ou=10%  Deve ter capacidade antiderrapante; -Zonas de profundidade>1,35m são zonas de nadadores .a mudança de profundidade a partir de 1,35m deve ser assinalado no fundo através de linha bem visível. josealfredo.lopes@gmail.com PORTUGAL 30
  31. 31.  Sempre que existirem degraus de descanso estes devem situar-se na cota -1,00m e -1,35m; D)Salas de primeiros socorros ◦ Área com o mínimo de 8m2; ◦ Existência de uma mesa para tratamentos; ◦ Temperatura da sala independente da nave da piscina; ◦ Equipamento de comunicação muito próximo; ◦ Lavatório com água quente e fria; ◦ Caminho de circulação para aproximação de veículos de socorro muito directa, largura >ou=1,2m. ◦ Postos de Controlo que permitam vigilância panorâmica, sobre todo o plano de água. josealfredo.lopes@gmail.com PORTUGAL 31
  32. 32. A)Em geral os operadores de piscinas deverão seguir 4 etapas: 1)Preparação de procedimentos escritos para a gestão da saúde e segurança; 2)Identificar os perigos, avaliar os riscos e respectivos procedimentos preventivos, distribuição de funções e formação do pessoal; 3)Definir organigrama com funções e responsabilidades; 4)Monitorizar o desempenho e a organização com regularidade. josealfredo.lopes@gmail.com PORTUGAL 32
  33. 33.  B)Procedimentos para a segurança nas Piscinas ◦ 1)Zonas Técnicas e equipamento  Controlo do acesso(evitar sobrelotação)  Verificação diária das instalações;  Verificação de diferentes equipamentos de segurança;  Limpeza e desinfecção;  Funcionamento sistema de tratamento da água;  Funcionamento dos sistemas de aquecimento, ventilação e ar condicionado;  Funcionamento de sistemas de iluminação;  Manutenção e estado do equipamento da piscina;  Selecção, armazenamento e uso de produtos químicos  Aplicação e controlo dos produtos químicos na água;  Amostragem da água para análise. josealfredo.lopes@gmail.com PORTUGAL 33
  34. 34. ◦ 2)Instruções e procedimentos de funcionamento para o pessoal da piscina:  Formação de supervisor/vigilantes, técnicos de manutenção;  Formação de outro pessoal (ex.professores)  Selecção de uso de equipamento de segurança;  Registo de acidentes e incidentes;  Verificação de funcionamento de equipamentos segurança; josealfredo.lopes@gmail.com PORTUGAL 34
  35. 35. ◦ 3)Procedimentos de emergência  GERAIS-ex.incêncio, falha em equipamentos e estruturas;  Requisitos para accionar o alarme, salvamento, evacuação;  ESPECÍFICOS adicionais- Contaminação ou turvação da água; avarias na iluminação, outras;  Emergências relativas a produtos químicos, emissão de gases tóxicos;  Resposta a incidentes com utilizadores ou pessoal da piscina- na água, desordens ou violência, primeiros socorros. josealfredo.lopes@gmail.com PORTUGAL 35
  36. 36.  C)Requisitos de funcionamento com segurança em piscinas ◦ Em geral  Nível de segurança- avaliado segundo características de construção da piscina;  Tipo de utilizadores, actividades e momento do dia;  Níveis de supervisão/vigilância, realmente disponibilizados josealfredo.lopes@gmail.com PORTUGAL 36
  37. 37. ◦ 1)Estabelecer nº máximo de utilizadores em simultâneo  Em função da piscina;  Capacidades de dimensionamento após construção;  Todo o tipo de usos previstos;  Instalações adicionais na mesma área envolvente, que possam aumentar número de utilizadores previstos;  O tipo de utilizadores.  3m2 plano água por utilizador josealfredo.lopes@gmail.com PORTUGAL 37
  38. 38. ◦ 2)Controlo do acesso autorizado a utilizadores  Operador da piscina tem direito a recusar entrada a quem não respeitar regulamento da piscina;  As crianças menores de 8 anos em piscinas tipo 1, devem ser acompanhadas por adulto responsável;  Utilizar meios de controlo para regular entrada de utilizadores;  Em piscinas tipo 2 e 3, o cálculo dos riscos poderá dispensar determinação do nº máximo de utilizadores. josealfredo.lopes@gmail.com PORTUGAL 38
  39. 39. ◦ 3)Controlo de acessos não autorizados  As zonas de acesso restrito devem estar sinalizadas;  Prevenir o acesso a áreas provisoriamente desactivadas; josealfredo.lopes@gmail.com PORTUGAL 39
  40. 40.  4)Disposições de supervisão/vigilância A avaliação de riscos deve considerar algumas particularidades: ◦ A)Zonas de água profunda(ex.p/natação,p/mergulho); ◦ B)Existência de mudanças abruptas na profundidade; ◦ C)Organização funcional dos vários tanques; ◦ D)Se se permite saltos a partir das bordaduras; ◦ E)Se existem equipamentos ao lado piscina ou dentro dela; ◦ F)Períodos de maior afluência; ◦ G)Presença de grupos utilizadores críticos; ◦ H)Regras para comportamentos seguros a implementar; ◦ I)Sistemas de prevenção para acesso de crianças; ◦ J)Dispositivos técnicos para detectar emergências; ◦ L)Possíveis factores de risco adicional ocasional(ex.eventos…) josealfredo.lopes@gmail.com PORTUGAL 40
  41. 41. ◦ M)Quando a avaliação do risco não determine supervisão junto à água:  Colocar informação antes da entrada, no interior da piscina, nos vestuários sobre regras básicas de utilização;  Sinalização indicando profundidade dos tanques;  PISCINAS TIPO 1 e 2:  Alarme automático e manual para assinalar emergências;  Equipamento de salvamento adequado bem identificável. josealfredo.lopes@gmail.com PORTUGAL 41
  42. 42.  4)Requisitos operacionais para a gestão do pessoal na piscina: ◦ (pessoal de vigilância da piscina)  Estes podem ter a seu cargo outras tarefas desde que a avaliação do risco o determine; A)FORMAÇÃO E HABILITAÇÃO DE NADADORES SALVADORES(LIFEGARDS): Idade Mínima; Capacidade mental e física; Capacidade de Nadar; Habilitação certificada para prestar socorro em afogamento; Conhecimentos sobre segurança e perigos na água; Capacidade para reconhecer uma vítima e domínio de técnicas de salvamento; Conhecimento em responsabilidades legais; Habilitação em RCP, primeiros socorros e danos ao nível da coluna vertebral; familiaridade com a piscina… josealfredo.lopes@gmail.com PORTUGAL 42
  43. 43.  B)Requisitos operacionais para os procedimentos de emergência: ◦ TIPOS DE EMERGÊNCIA NUMA PISCINA:  Incêndio; Falhas estruturais; Vítima na água; Contaminação fecal, sangue, vómito; Turvação da água; Violência Física; Acto terrorista; Contacto com produtos Químicos; Emissão de gases tóxicos; Avaria eléctrica ou na iluminação; Descargas eléctricas da atmosfera. josealfredo.lopes@gmail.com PORTUGAL 43
  44. 44. Acções Principais ante emergências:  Evitar o agravamento da emergência;  Accionar o alarme;  Socorrer;  Evacuar;  Prestar primeiros socorros;  Reduzir as consequências da emergência;  Evitar situações de pânico;◦ Procedimentos associados:  Identificar área/instalação afectada;  Restringir acções de emergência apenas à área afectada;  Quem deve por prioridade ser alertado/evacuado/socorrido;  Aplicar métodos e níveis de alerta adequados a cada emergência. josealfredo.lopes@gmail.com PORTUGAL 44
  45. 45.  D)Requisitos operacionais para o salvamento ◦ 1-Proceder a remoção da vitima da área de perigo; ◦ 2-Prestar primeiros socorros; ◦ 3-Chamar serviços de emergência adequados. josealfredo.lopes@gmail.com PORTUGAL 45
  46. 46.  C)Requisitos operacionais para a activação do alarme, em duas etapas: ◦ 1-Accionar o alarme interno; ◦ 2-Accionar o alarme externo josealfredo.lopes@gmail.com PORTUGAL 46
  47. 47.  E)Requisitos Operacionais de Evacuação ◦ 1-Desobstruir área/instalação afectada de forma controlada e sistemática; ◦ 2-Impedir acesso posterior à área afectada; ◦ 3-Evitar gerar pânico. josealfredo.lopes@gmail.com PORTUGAL 47
  48. 48.  F)Actuação em casos de contaminação orgânica da água ◦ 1-Contaminação fecal sólida  a)Proceder à sua remoção;  b)Verificar se o nível de cloro se encontra dentro dos limites; ◦ 2-Contaminação fecal líquida/sangue/vómito  a)Evacuação do tanque;  b)Esvaziar tanque afectado;  (alternativa em tanques de maiores dimensões-- retirar parte da água, depois de seis ciclos de filtração, realizar contra-lavagem de filtros, restabelecer níveis de cloro livre e desinfectante)  c)Limpeza e desinfecção do tanque;  d)Enchimento e tratamento da água;  e)Reabrir a piscina/tanque afectado.  (sequência tipo) josealfredo.lopes@gmail.com PORTUGAL 48
  49. 49.  G)Requisitos em casos de produtos químicos que ameacem os utilizadores  1-Estabelecer o modo de accionar o alarme;  2-Estabelecer o modo de lidar com os utilizadores contaminados;  3-Estabelecer quando é necessário evacuação, suas directrizes, ou se a segregação da área afectada é suficiente. josealfredo.lopes@gmail.com PORTUGAL 49
  50. 50.  5) A COMUNICAÇÃO COM OS UTILIZADORES ◦ A)REGRAS DE USO DAS INSTALAÇÕES;  Regras de Admissão;  Comportamento no uso dos tanques, equipamentos e serviços ( não consumo de álcool; em que zonas pode comer ou beber; restrições no uso de vidros dentro da área da piscina, política tabagista; prevenção de fotografias e filmes não autorizados; interdição da presença de animais; …)  Requisitos de Higiene (tomar duche antes de entrar na água; não contaminar a piscina; não usar calçado de rua/calle;…)  Obedecer às instruções do Pessoal (prever sanções para quem não respeite estas instruções) josealfredo.lopes@gmail.com PORTUGAL 50
  51. 51.  B)INSTRUÇÕES DE SEGURANÇA PARA OS UTILIZADORES ◦ 1-Simbologia de segurança  Deve cumprir normas ISO relevantes. ◦ 2-Sinais de emergência e de aviso  Instalar mecanismos de activação de alarme de forma a não serem utilizados inadvertidamente;  Só os responsáveis pela segurança poderão reactivar estes mecanismos;  Os sinais de aviso audíveis e visíveis, devem ser emitidos para alertar os utilizadores quando estes interferirem com os próprios utilizadores( ex. canhões de água-churros, máquinas de ondas, fundos móveis…) josealfredo.lopes@gmail.com PORTUGAL 51
  52. 52.  C)Plano de Orientação Básica da Instalação Colocado antes da entrada  No Interior da Área Controlada  1-Indicando a localização dos tanques/piscinas e dos serviços;  2-A designação das várias zonas;  3-A informação adequada para permitir o acesso a pessoas com deficiência;  4-A informação para a utilização em segurança das instalações. josealfredo.lopes@gmail.com PORTUGAL 52
  53. 53. www.hobbyvida.ptjosealfredo.lopes@gmail.com PORTUGAL 53

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