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LITERATURA
2017
Gerência de Educação
Formação do 1º Ano
Tente descobrir os títulos dos livros de literatura
representados pelos emojis. Vamos ver quem acerta
mais em quatro minutos.
Atenção!
Valendo!
• Pensar a formação do leitor implica inicialmente pôr em jogo a
concepção de infância e a concepção de literatura infantil.
• Pensar sobre essas concepções, posicionar-se a respeito delas,
permite ao professor fazer escolhas mais definidas em seus
planejamentos, pois é necessário pontuar qual o lugar da
literatura na escola.
Momento do “vir a ser”, da
impossibilidade, da falta.
Uma categoria social onde
enxergamos a criança como
sujeito ativo que pertence a
um mundo sócio-histórico-
cultural, um agente pleno da
sociedade que compreende,
transforma e produz cultura.
Se entendemos infância assim: Escolheremos assim:
Uma literatura infantil que
“ensine” da forma mais simples
possível, sendo o texto um
pretexto para aplicar o
conteúdo, de recursos fechados
e lineares, com significados
únicos. Nesse caso, quanto mais
simples for o texto, melhor para
a aplicabilidade dos objetivos.
Uma literatura infantil
provocativa, rica em recursos
linguísticos, que abra caminhos
diversos e que possibilite muitas
e várias interpretações.
Desde cedo a criança ouve de seus pais as cantigas de
ninar, que são os primeiros textos que visitam sua vida
e vêm povoar de cultura escrita uma existência que não
se dará mais sem esta.
Ainda antes de dominar totalmente a estrutura da
língua, ou de ter um vasto vocabulário, ela se arrisca,
mergulhando na experiência narrativa para se fazer
sujeito de seu tempo e de sua história.
Ouvir histórias, ouvir muitas e boas histórias ajuda a
constituir a infância, não só pelo que é narrado
explicitamente, mas também pelas lacunas que
permitem ao leitor preencher e rechear com seus
significados.
Histórias que fazem rir, histórias que permitem viajar
para onde quiser, histórias que tratam da perda, ou
que causam medo, histórias com cujos personagens
a criança se identifica ou repele. Histórias que nos
possibilitam viver nesse tempo e em outros. Textos
que permitem brincar, transformando as palavras em
brinquedos, como as parlendas, os poemas, que
trazem o aspecto lúdico com suas rimas e ritmos,
muitas vezes descompromissados do senso comum.
CAFEZINHO
(Rubem Braga)
Leio a reclamação de um repórter irritado que precisava falar com um delegado e lhe disseram que o
homem havia ido tomar um cafezinho. Ele esperou longamente, e chegou à conclusão de que o funcionário
passou o dia inteiro tomando café.
Tinha razão o rapaz de ficar zangado. Mas com um pouco de imaginação e bom humor podemos pensar
que uma das delícias do gênio carioca é exatamente esta frase:
- Ele foi tomar café.
A vida é triste e complicada. Diariamente é preciso falar com um número excessivo de pessoas. O
remédio é ir tomar um "cafezinho". Para quem espera nervosamente, esse "cafezinho" é qualquer coisa
infinita e torturante. Depois de esperar duas ou três horas dá vontade de dizer:
- Bem cavaleiro, eu me retiro. Naturalmente o Sr. Bonifácio morreu afogado no cafezinho.
Ah, sim, mergulhemos de corpo e alma no cafezinho. Sim, deixemos em todos os lugares este recado
simples e vago:
- Ele saiu para tomar um café e disse que volta já.
Quando a Bem-amada vier com seus olhos tristes e perguntar:
- Ele está? - alguém dará o nosso recado sem endereço. Quando vier o amigo e quando vier o credor, e
quando vier o parente, e quando vier a tristeza, e quando a morte vier, o recado será o mesmo:
- Ele disse que ia tomar um cafezinho...
Podemos, ainda, deixar o chapéu. Devemos até comprar um chapéu especialmente para deixá-lo. Assim
dirão:
- Ele foi tomar um café. Com certeza volta logo. O chapéu dele está aí...
Ah! fujamos assim, sem drama, sem tristeza, fujamos assim. A vida é complicada demais. Gastamos
muito pensamento, muito sentimento, muita palavra. O melhor é não estar.
Quando vier a grande hora de nosso destino nós teremos saído há uns cinco minutos para tomar um
café. Vamos, vamos tomar um cafezinho.
Rio, 1939
Leitura? Os livros podem estar nas salas de aula, nos
corredores? Será que irão sumir se espalhá-los pela escola?
Embora a Sala de Leitura seja um espaço privilegiado, onde
o acervo estará organizado de forma sistematizada, ela não
é o único lugar da escola onde os livros estarão à disposição
do leitor. Pensar um espaço que proporcione o encontro do
leitor com os livros aponta para a compreensão de que não
é só na Sala de Leitura que se forma o leitor. Estamos
falando de uma escola inteira que deseja formar o leitor
literário; portanto, todos os espaços da escola devem
convidar ao encontro com a leitura.
• Que escolhas fazer sobre acervo, mediação, espaço?
• Em que momento os livros estarão presentes, como
estarão, por que estarão?
• Quem lê para quem?
• Há lugar para a leitura em voz alta, ou somente a
silenciosa?
• Os alunos podem manusear os livros ou só o
professor?
• Os alunos podem levar os livros para casa?
Alguns critérios podem nos auxiliar nessa escolha e na composição
de acervo para formação do leitor literário:
• Qualidade de textos: narrativas bem escritas, que respeitam a
língua e criam boas imagens literárias.
• Variedade de temas e de gêneros: conto, fábula, poesia,
quadrinhos, ficção científica, terror, aventura, suspense, romance.
• Qualidade visual: material impresso, projeto gráfico, ilustrações
(esse fator é importante principalmente nos livros destinados aos
alunos menores).
• Livros premiados: podem ser também um indicador, mas nunca o
único critério. É importante ouvir a opinião do público sobre eles.
• Livros clássicos: há livros que superam a barreira do tempo e
continuam sendo publicados e lidos durante muitos anos. Passam
de geração em geração porque dialogam com as necessidades do
leitor.
• Ouvir o público: é importante, sempre que possível. Não só os
adultos devem fazer as escolhas para as crianças. Elas podem e
devem opinar.
,
Leitura Deleite x Leitura didatizada
• A presença dos livros literários está muitas vezes
ligada ao ensinar, ao reforçar ou ilustrar um
conteúdo.
• Embora os textos com este fim não devam ser
descartados, a literatura não deve ser usada como
pretexto para o desenvolvimento de um conteúdo
apenas.
• A literatura deleite deve ter espaço na rotina diária,
sem nenhum fim, senão o prazer.
“Ler histórias, pura e simplesmente, talvez só pelo prazer de contar,
mostrar que se pode sonhar, que existe saída e que nem tudo está imóvel.
Que inventem sua vida, que é possível inventar a própria vida. E que talvez,
para inventar a própria vida, é preciso primeiro a matéria-prima; é preciso
ter sonhado para poder sonhar e criar.”
Michèlle Petit
• Quais são as suas leituras?
• A leitura é valorizada na sua vida?
• Qual seu ambiente de leitura?
• Qual a importância de falar de suas leituras para seus
alunos?
Desafio literário:
1. Nunca li: _____________________________________________________
2. Não sinto vontade de ler: ________________________________________
3. Livro que mudou sua vida: ______________________________________
4. Aquele livro que tem vergonha de admitir que leu: ___________________
5. Um autor(a) que tocou seu coração: _______________________________
6. Estou lendo agora: _____________________________________________
7. Último livro que leu: ___________________________________________
8. Ninguém conhece mas eu gosto: _________________________________
9. Todo mundo gosta menos eu: ____________________________________
10. Leria de novo: ________________________________________________
11.Um livro que te aterrorizou: _____________________________________
12. Uma indicação: _______________________________________________
13. O primeiro livro que leu:________________________________________
14. E-book que já leu:_____________________________________________
15. Autor que você leu todos os títulos:_______________________________
16. Um livro que leu e viu o filme:___________________________________
17. Um livro que começou e não terminou:____________________________
18. Um livro emprestado que tenha lido:______________________________
19. Livro na fila para leitura:________________________________________
Conto africano – O Jabuti e o Leopardo
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Obrigada por sua presença!
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  • 4.
  • 5.
  • 6. • Pensar a formação do leitor implica inicialmente pôr em jogo a concepção de infância e a concepção de literatura infantil. • Pensar sobre essas concepções, posicionar-se a respeito delas, permite ao professor fazer escolhas mais definidas em seus planejamentos, pois é necessário pontuar qual o lugar da literatura na escola.
  • 7. Momento do “vir a ser”, da impossibilidade, da falta. Uma categoria social onde enxergamos a criança como sujeito ativo que pertence a um mundo sócio-histórico- cultural, um agente pleno da sociedade que compreende, transforma e produz cultura. Se entendemos infância assim: Escolheremos assim: Uma literatura infantil que “ensine” da forma mais simples possível, sendo o texto um pretexto para aplicar o conteúdo, de recursos fechados e lineares, com significados únicos. Nesse caso, quanto mais simples for o texto, melhor para a aplicabilidade dos objetivos. Uma literatura infantil provocativa, rica em recursos linguísticos, que abra caminhos diversos e que possibilite muitas e várias interpretações.
  • 8. Desde cedo a criança ouve de seus pais as cantigas de ninar, que são os primeiros textos que visitam sua vida e vêm povoar de cultura escrita uma existência que não se dará mais sem esta. Ainda antes de dominar totalmente a estrutura da língua, ou de ter um vasto vocabulário, ela se arrisca, mergulhando na experiência narrativa para se fazer sujeito de seu tempo e de sua história.
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  • 10. Ouvir histórias, ouvir muitas e boas histórias ajuda a constituir a infância, não só pelo que é narrado explicitamente, mas também pelas lacunas que permitem ao leitor preencher e rechear com seus significados. Histórias que fazem rir, histórias que permitem viajar para onde quiser, histórias que tratam da perda, ou que causam medo, histórias com cujos personagens a criança se identifica ou repele. Histórias que nos possibilitam viver nesse tempo e em outros. Textos que permitem brincar, transformando as palavras em brinquedos, como as parlendas, os poemas, que trazem o aspecto lúdico com suas rimas e ritmos, muitas vezes descompromissados do senso comum.
  • 11. CAFEZINHO (Rubem Braga) Leio a reclamação de um repórter irritado que precisava falar com um delegado e lhe disseram que o homem havia ido tomar um cafezinho. Ele esperou longamente, e chegou à conclusão de que o funcionário passou o dia inteiro tomando café. Tinha razão o rapaz de ficar zangado. Mas com um pouco de imaginação e bom humor podemos pensar que uma das delícias do gênio carioca é exatamente esta frase: - Ele foi tomar café. A vida é triste e complicada. Diariamente é preciso falar com um número excessivo de pessoas. O remédio é ir tomar um "cafezinho". Para quem espera nervosamente, esse "cafezinho" é qualquer coisa infinita e torturante. Depois de esperar duas ou três horas dá vontade de dizer: - Bem cavaleiro, eu me retiro. Naturalmente o Sr. Bonifácio morreu afogado no cafezinho. Ah, sim, mergulhemos de corpo e alma no cafezinho. Sim, deixemos em todos os lugares este recado simples e vago: - Ele saiu para tomar um café e disse que volta já. Quando a Bem-amada vier com seus olhos tristes e perguntar: - Ele está? - alguém dará o nosso recado sem endereço. Quando vier o amigo e quando vier o credor, e quando vier o parente, e quando vier a tristeza, e quando a morte vier, o recado será o mesmo: - Ele disse que ia tomar um cafezinho... Podemos, ainda, deixar o chapéu. Devemos até comprar um chapéu especialmente para deixá-lo. Assim dirão: - Ele foi tomar um café. Com certeza volta logo. O chapéu dele está aí... Ah! fujamos assim, sem drama, sem tristeza, fujamos assim. A vida é complicada demais. Gastamos muito pensamento, muito sentimento, muita palavra. O melhor é não estar. Quando vier a grande hora de nosso destino nós teremos saído há uns cinco minutos para tomar um café. Vamos, vamos tomar um cafezinho. Rio, 1939
  • 12. Leitura? Os livros podem estar nas salas de aula, nos corredores? Será que irão sumir se espalhá-los pela escola? Embora a Sala de Leitura seja um espaço privilegiado, onde o acervo estará organizado de forma sistematizada, ela não é o único lugar da escola onde os livros estarão à disposição do leitor. Pensar um espaço que proporcione o encontro do leitor com os livros aponta para a compreensão de que não é só na Sala de Leitura que se forma o leitor. Estamos falando de uma escola inteira que deseja formar o leitor literário; portanto, todos os espaços da escola devem convidar ao encontro com a leitura.
  • 13. • Que escolhas fazer sobre acervo, mediação, espaço? • Em que momento os livros estarão presentes, como estarão, por que estarão? • Quem lê para quem? • Há lugar para a leitura em voz alta, ou somente a silenciosa? • Os alunos podem manusear os livros ou só o professor? • Os alunos podem levar os livros para casa?
  • 14. Alguns critérios podem nos auxiliar nessa escolha e na composição de acervo para formação do leitor literário: • Qualidade de textos: narrativas bem escritas, que respeitam a língua e criam boas imagens literárias. • Variedade de temas e de gêneros: conto, fábula, poesia, quadrinhos, ficção científica, terror, aventura, suspense, romance. • Qualidade visual: material impresso, projeto gráfico, ilustrações (esse fator é importante principalmente nos livros destinados aos alunos menores). • Livros premiados: podem ser também um indicador, mas nunca o único critério. É importante ouvir a opinião do público sobre eles. • Livros clássicos: há livros que superam a barreira do tempo e continuam sendo publicados e lidos durante muitos anos. Passam de geração em geração porque dialogam com as necessidades do leitor. • Ouvir o público: é importante, sempre que possível. Não só os adultos devem fazer as escolhas para as crianças. Elas podem e devem opinar.
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  • 16. Leitura Deleite x Leitura didatizada • A presença dos livros literários está muitas vezes ligada ao ensinar, ao reforçar ou ilustrar um conteúdo. • Embora os textos com este fim não devam ser descartados, a literatura não deve ser usada como pretexto para o desenvolvimento de um conteúdo apenas. • A literatura deleite deve ter espaço na rotina diária, sem nenhum fim, senão o prazer.
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  • 20.
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  • 22. “Ler histórias, pura e simplesmente, talvez só pelo prazer de contar, mostrar que se pode sonhar, que existe saída e que nem tudo está imóvel. Que inventem sua vida, que é possível inventar a própria vida. E que talvez, para inventar a própria vida, é preciso primeiro a matéria-prima; é preciso ter sonhado para poder sonhar e criar.” Michèlle Petit • Quais são as suas leituras? • A leitura é valorizada na sua vida? • Qual seu ambiente de leitura? • Qual a importância de falar de suas leituras para seus alunos?
  • 23. Desafio literário: 1. Nunca li: _____________________________________________________ 2. Não sinto vontade de ler: ________________________________________ 3. Livro que mudou sua vida: ______________________________________ 4. Aquele livro que tem vergonha de admitir que leu: ___________________ 5. Um autor(a) que tocou seu coração: _______________________________ 6. Estou lendo agora: _____________________________________________ 7. Último livro que leu: ___________________________________________ 8. Ninguém conhece mas eu gosto: _________________________________ 9. Todo mundo gosta menos eu: ____________________________________ 10. Leria de novo: ________________________________________________ 11.Um livro que te aterrorizou: _____________________________________ 12. Uma indicação: _______________________________________________ 13. O primeiro livro que leu:________________________________________ 14. E-book que já leu:_____________________________________________ 15. Autor que você leu todos os títulos:_______________________________ 16. Um livro que leu e viu o filme:___________________________________ 17. Um livro que começou e não terminou:____________________________ 18. Um livro emprestado que tenha lido:______________________________ 19. Livro na fila para leitura:________________________________________
  • 24.
  • 25. Conto africano – O Jabuti e o Leopardo
  • 27. Obrigada por sua presença! Dyone Andrade E Maria Teresa Leal GED 5ª CRE

Notas do Editor

  1. Texto para trabalhar coteúdos.