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ProduçãoTextual
2017
Gerência de Educação
Formação do 1º Ano
Roda de Leitura
• Caixa com figuras da história.
• Passar a caixa de mão em mão;
• A pessoa que estiver com a caixa na mão quando a
música parar, irá tirar duas figuras e iniciará uma
história.
• Quando parar novamente em outra pessoa, essa
pessoa irá tirar mais duas figuras e, com elas,
continuará a história iniciada.
Criar uma outra caixa, só que com palavras já
trabalhadas e familiares.
Dinâmica
As capacidades a serem desenvolvidas nas aulas de Língua
Portuguesa estão relacionadas as quatro habilidades
linguísticas básicas: falar, escutar, ler e escrever.
PCN (1997)
Oralidade, leitura, escrita
Vídeo
“Conversando com o papai”
O trabalho com a oralidade
• O trabalho com a oralidade implica levar o aluno a
compreender que o que falamos é possível ser
representado na língua escrita.
• A linguagem oral é condição fundamental para todo
o aprendizado.
O conhecimento
prévio dos alunos.
O oferecimento
de modelos de
referência.
Os parâmetros da situação
de comunicação (A língua
como prática social)
“...os alunos devem aprender a escutar com
atenção e compreensão, a dar respostas, opiniões e
sugestões pertinentes nas discussões abertas em
sala de aula, falando de modo a serem entendidos,
respeitando colegas e professores (as), sendo
respeitados por eles.”
(Pró-Letramento, Fascículo 1- p.54)
Então, que gêneros orais
ensinar?
*
*
• Ler não é só decifrar o som das letras e das palavras, mas
conseguir pensar uma mensagem elaborada por outras
pessoas e representada na escrita.
• A leitura está sempre associada a um conjunto de
informações explícitas no suporte no qual o texto está
apresentado, informações que estão em seus conhecimentos
prévios, os lugares de circulação e os assuntos tratados.
E, por fim...
• A leitura de textos escritos pelo professor em voz alta, em
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fornece a elas um repertório rico em oralidade e em sua
relação com a escrita.
O Trabalho com a leitura
A dimensão discursiva no
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“A alfabetização implica, desde sua gênese, a constituição de
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Para quem eu escrevo? O que eu escrevo? Por que eu escrevo?
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• Podem escrever como falam?
• Quando? Por que?
Para refletir
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• O trabalho com a escrita implica levar o aluno a refletir sobre
ela se utilizando da sua própria escrita para conhecer e
aprender os seus conteúdos, logo precisamos ser sensíveis ao
esforço do aluno para significar a linguagem oral em
linguagem escrita.
• É complexa a fronteira entre a língua oral e a língua escrita.
Apesar da aparente equivalência, guardam estruturas,
normas, sintaxes e gramáticas distintas que precisam ser
ensinadas.
“Desenvolver a escrita de modo intimamente relacionado à
oralidade torna possível fortalecer a pessoa que a criança já é,
confirmando o que ela já sabe, os conteúdos que possui,
abrindo portas para o novo.”
Cecília Goulart
O Trabalho com a escrita
• Aprende-se a escrever escrevendo.
• Escrever diariamente: Compondo as suas próprias frases,
textos, histórias, poesias, o aluno vai reforçando o que já sabe e
vai criando novos conhecimentos dos vários componentes da
escrita.
• É preciso separar atividades que são de apoio para a
apropriação da escrita, ditado, palavras cruzadas, listas de
palavras, das atividades centrais que são as que mobilizam as
dimensões linguísticas, compreendidas na produção de texto.
• Uma palavra, um nome próprio pode ser um texto, se for usado
em uma situação para produzir um sentido. Assim, as crianças
que iniciam sua escolarização podem produzir textos escritos
desde os primeiros dias de aula. Tudo depende dos exercícios
de escrita estarem vinculados a situações de uso.
1. A consciência de que a língua falada pode ser
segmentada em unidades distintas, ou seja, a
frase pode ser segmentada em palavras; as
palavras, em sílabas (consciência fonológica) e as
sílabas em fonemas (consciência fonêmica).
2. A consciência de que essas mesmas unidades
repetem-se em diferentes palavras faladas.
3. A consciência fonológica ou o conhecimento
acerca da estrutura sonora da linguagem se
desenvolve nas crianças ouvintes no contato
destas com a linguagem oral. Essa habilidade
metalinguística é descoberta naturalmente pela
criança desde que a criança esteja imersa no
mundo linguístico.
Consciência Fonológica e
Fonêmica
São suportes para memória no ato de escrever:
• Alfabeto móvel de letras e de sílabas, para formar palavras,
sentenças e texto.
• Quadros e cartazes colocados na parede, com diferentes
usos.
• Caixa com palavras novas ou com palavras usadas
frequentemente.
• Fichas com atividades diversas.
É necessário planejar atividades de
escrita que dão suporte á memória e
que podem servir para formar novas
memórias.
Pontos chaves para a produção
textual
História – livro
Divididos em grupos de 6, criar uma atividade que
culmine em uma produção textual (oral, coletiva)
relacionadas ao livro “O balão que não queria subir”
levando em consideração os seguintes aspectos:
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• Contempla as relações de oralidade/escrita com a
troca de ideias?
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linguística?
• Quanto a organização tempo/espaço: atende a
diversidade de conhecimentos das crianças
(coletivo/individual/grupo)?
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Análise das propostas
e produções dos alunos
Ainda em grupos, analisar as propostas de produção
textual trazidas conforme pedido previamente, eleger
uma que tenha contemplado as dimensões da
oralidade, leitura e escrita para apresentar ao grupo.
Materiais de apoio
• Slideshare – O balão que não queria subir
https://www.slideshare.net/dyoneandrade5/o-balo-que-no-
queria-subir
• História de pasta – O balãozinho teimoso:
http://matosmedeiros.blogspot.com.br/2012/06/oficina-literaria-
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Obrigada pela presença!

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Formação maio 30/05/2017

  • 3. • Caixa com figuras da história. • Passar a caixa de mão em mão; • A pessoa que estiver com a caixa na mão quando a música parar, irá tirar duas figuras e iniciará uma história. • Quando parar novamente em outra pessoa, essa pessoa irá tirar mais duas figuras e, com elas, continuará a história iniciada. Criar uma outra caixa, só que com palavras já trabalhadas e familiares. Dinâmica
  • 4. As capacidades a serem desenvolvidas nas aulas de Língua Portuguesa estão relacionadas as quatro habilidades linguísticas básicas: falar, escutar, ler e escrever. PCN (1997) Oralidade, leitura, escrita
  • 6. O trabalho com a oralidade • O trabalho com a oralidade implica levar o aluno a compreender que o que falamos é possível ser representado na língua escrita. • A linguagem oral é condição fundamental para todo o aprendizado.
  • 7. O conhecimento prévio dos alunos. O oferecimento de modelos de referência. Os parâmetros da situação de comunicação (A língua como prática social)
  • 8. “...os alunos devem aprender a escutar com atenção e compreensão, a dar respostas, opiniões e sugestões pertinentes nas discussões abertas em sala de aula, falando de modo a serem entendidos, respeitando colegas e professores (as), sendo respeitados por eles.” (Pró-Letramento, Fascículo 1- p.54)
  • 9. Então, que gêneros orais ensinar?
  • 10. * *
  • 11. • Ler não é só decifrar o som das letras e das palavras, mas conseguir pensar uma mensagem elaborada por outras pessoas e representada na escrita. • A leitura está sempre associada a um conjunto de informações explícitas no suporte no qual o texto está apresentado, informações que estão em seus conhecimentos prévios, os lugares de circulação e os assuntos tratados. E, por fim... • A leitura de textos escritos pelo professor em voz alta, em situações que permitam a atenção e a escuta das crianças fornece a elas um repertório rico em oralidade e em sua relação com a escrita. O Trabalho com a leitura
  • 12. A dimensão discursiva no processo de alfabetização “A alfabetização implica, desde sua gênese, a constituição de sentidos. Desse modo, implica mais profundamente, numa forma de interação com o outro pelo trabalho com a escritura. Smolka Para quem eu escrevo? O que eu escrevo? Por que eu escrevo?
  • 13. • O que é necessário para as crianças se alfabetizarem? • É possível que crianças de 6/7 anos produzam textos? • E que tipos de textos seriam estes? • As crianças podem falar o que pensam na escola? • Podem escrever o que falam? • Podem escrever como falam? • Quando? Por que? Para refletir
  • 14. Vídeo – Escrevendo para a mamãe.
  • 15. • O trabalho com a escrita implica levar o aluno a refletir sobre ela se utilizando da sua própria escrita para conhecer e aprender os seus conteúdos, logo precisamos ser sensíveis ao esforço do aluno para significar a linguagem oral em linguagem escrita. • É complexa a fronteira entre a língua oral e a língua escrita. Apesar da aparente equivalência, guardam estruturas, normas, sintaxes e gramáticas distintas que precisam ser ensinadas. “Desenvolver a escrita de modo intimamente relacionado à oralidade torna possível fortalecer a pessoa que a criança já é, confirmando o que ela já sabe, os conteúdos que possui, abrindo portas para o novo.” Cecília Goulart O Trabalho com a escrita
  • 16. • Aprende-se a escrever escrevendo. • Escrever diariamente: Compondo as suas próprias frases, textos, histórias, poesias, o aluno vai reforçando o que já sabe e vai criando novos conhecimentos dos vários componentes da escrita. • É preciso separar atividades que são de apoio para a apropriação da escrita, ditado, palavras cruzadas, listas de palavras, das atividades centrais que são as que mobilizam as dimensões linguísticas, compreendidas na produção de texto. • Uma palavra, um nome próprio pode ser um texto, se for usado em uma situação para produzir um sentido. Assim, as crianças que iniciam sua escolarização podem produzir textos escritos desde os primeiros dias de aula. Tudo depende dos exercícios de escrita estarem vinculados a situações de uso.
  • 17. 1. A consciência de que a língua falada pode ser segmentada em unidades distintas, ou seja, a frase pode ser segmentada em palavras; as palavras, em sílabas (consciência fonológica) e as sílabas em fonemas (consciência fonêmica). 2. A consciência de que essas mesmas unidades repetem-se em diferentes palavras faladas. 3. A consciência fonológica ou o conhecimento acerca da estrutura sonora da linguagem se desenvolve nas crianças ouvintes no contato destas com a linguagem oral. Essa habilidade metalinguística é descoberta naturalmente pela criança desde que a criança esteja imersa no mundo linguístico. Consciência Fonológica e Fonêmica
  • 18. São suportes para memória no ato de escrever: • Alfabeto móvel de letras e de sílabas, para formar palavras, sentenças e texto. • Quadros e cartazes colocados na parede, com diferentes usos. • Caixa com palavras novas ou com palavras usadas frequentemente. • Fichas com atividades diversas. É necessário planejar atividades de escrita que dão suporte á memória e que podem servir para formar novas memórias.
  • 19. Pontos chaves para a produção textual
  • 20.
  • 21.
  • 23. Divididos em grupos de 6, criar uma atividade que culmine em uma produção textual (oral, coletiva) relacionadas ao livro “O balão que não queria subir” levando em consideração os seguintes aspectos: Momento prático - livro • Contempla as relações de oralidade/escrita com a troca de ideias? • Há um diálogo entre uso/reflexão/análise linguística? • Quanto a organização tempo/espaço: atende a diversidade de conhecimentos das crianças (coletivo/individual/grupo)? • Quais as áreas do conhecimento estão presentes?
  • 24. Análise das propostas e produções dos alunos Ainda em grupos, analisar as propostas de produção textual trazidas conforme pedido previamente, eleger uma que tenha contemplado as dimensões da oralidade, leitura e escrita para apresentar ao grupo.
  • 25. Materiais de apoio • Slideshare – O balão que não queria subir https://www.slideshare.net/dyoneandrade5/o-balo-que-no- queria-subir • História de pasta – O balãozinho teimoso: http://matosmedeiros.blogspot.com.br/2012/06/oficina-literaria- o-balaozinho-teimoso.html

Notas do Editor

  1. Ver caderno programa multirio.