Os Dois Chifres Semelhantes ao CordeiroPor George McCready PriceFaz agora mais de setenta anos desde que pela primeira vez...
mundo. De modo semelhante é difícil para alguns cristãos modernosapreenderem a idéia de que as profecias referentes ao nos...
Poucas pessoas em nossos dias compreendem qual foi o tremendo impactocausado pelos eventos ligados à Revolução Francesa e ...
Como já foi afirmado, em várias ocasiões e de maneira limitada tal campanhacontra Deus teve êxito visível, e por camuflage...
normais e ubíquas de todos os seres humanos sob certas circunstâncias. Osresultados de sua ascendência puritana acostumara...
lábios de Jefferson e Washington, de Milton e Hampden, e de outros heróis daliberdade anglo-saxônica. Contudo, de acordo c...
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Os dois chifres semelhantes ao cordeiro

  1. 1. Os Dois Chifres Semelhantes ao CordeiroPor George McCready PriceFaz agora mais de setenta anos desde que pela primeira vez estudei a respeitodos símbolos de Daniel e Apocalipse. Lembro-me ainda da perplexidade comque li no livro O Grande Conflito, na pág. 441 a interpretação de "dois chifrescomo de um cordeiro" (Apoc. 13:11), que se referem aos princípios deliberdade civil e religiosa. "Republicanismo e Protestantismo" são dados comosinônimos. Aqui são trazidos para dentro do quadro profético idéias abstratasem lugar do sentido concreto dos chifres como mencionados em outrasprofecias.Naquele tempo eu era apenas um menino crescido, nos últimos anos dasegunda dezena, e lembrei-me que no livro de Daniel, chifres representamnações. Não simbolizava o carneiro de dois chifres a monarquia dual da Medo-Pérsia? (Dan. 8:20) E não se dizia que o grande chifre na cabeça do bodepeludo era o primeiro rei da Grécia? (v. 21). Também os dez chifres na cabeçada quarta besta de Daniel sempre tem sido interpretados como significandomuitos reinos da Europa ocidental nos quais Roma foi dividida; e estes dezchifres reaparecem em cada um dos três símbolos nos capítulos 12, 13 e 17 deApocalipse. O sentido em cada capítulo parece ser muito claro, como entãorepresentam os dois chifres de cordeiro a liberdade civil e religiosa?Na minha perplexidade não encontrei nenhuma resposta, até que descobrisseum princípio profundo, que caracteriza a linha sucessória das profecias. Todastêm início com organizações políticas pequenas porém concretas, localizadasao redor da parte oriental do Mediterrâneo, que são identificados comfacilidade, e por isto são empregados com propósitos de identificação, a fim decolocar-nos no trilho certo. Todas entretanto têm o mesmo propósito – mostrar-nos um conflito em escala universal entre o bem e o mal, com tão elevadasabstrações como a besta e o falso profeta, suas atividades e seus aderentes,encontrados em cada nação, tribo, língua e povo.Assim é porque a obra organizada de Deus nos dias primitivos tinhalocalização definida e limitada; era em escala diminuta e confinada ao queintitulamos de as terras bíblicas, ou o Oriente Médio. De modo semelhante, aobra organizada de Satanás em oposição ã Deus também era local, e comfacilidade podia ser representada por nações individuais. Porém em nossosdias a obra de Deus é global quanto à extensão, e a oposição a ela também éuniversal; além do mais, as duas forças oponentes estão agrupadas hoje maisdo que nunca na história do mundo, em torno de idéias subtis e abstratas.Era difícil ou mesmo impossível para alguns dos primitivos cristãos judeus dosdias de Paulo e de Pedro compreenderem que o evangelho iria a todo o
  2. 2. mundo. De modo semelhante é difícil para alguns cristãos modernosapreenderem a idéia de que as profecias referentes ao nosso tempo devem serentendidas no seu sentido global. Porém o estreito exclusivismo judeu deviaser deixado para trás no primeiro século, e toda forma de nacionalismo estritodeve ser abandonado agora, se desejarmos compreender as profeciasreferentes aos últimos dias.Não há nada de estranho ou inconsistente se a Bíblia usa chifres pararepresentarem reinos nos dias de Alexandre, ou se ela se vale do mesmosímbolo para indicar as principais ideologias com que foram fundados osEstados Unidos. O Grande Conflito (pág. 441) explica: "Estes princípios são osegredo de seu poder e prosperidade". O dicionário define chifre, como usadona Bíblia como símbolo de força, orgulho ou glória. Nesta era moderna deprincípios universais abstratos quer bons, quer maus, é muito apropriado que aliberdade de pensamento e de consciência, a liberdade de ordenarmos nossavida conforme nossa vontade, sejam escolhidos pela Inspiração divina paracaracterizarem o poder gigantesco que surgia da terra no Ocidente, nomomento exato quando a besta semelhante ao leopardo estava sendo levadaem cativeiro e recebia a ferida mortal, no fim do século dezoito.Por que então, é esta criatura com aparência dócil e inofensiva estigmatizadacomo "o falso profeta"? E por que é em cada verso fornecida uma descriçãopormenorizada dos enganos engenhosos com que ele entorpece a últimageração da humanidade, a mais esclarecida? O símbolo representa no sentidomais lato nossa civilização ocidental como um todo, e a América como seuprotótipo. Em resumo, a razão e que, enquanto Deus está restringindo a tiraniae perseguição neste período do fim do tempo, concedendo à Sua igreja aliberdade para pregar o evangelho do reino vindouro, o maligno por outro ladoemprega este falso profeta para fazer uso dessas duas liberdades no ensino devisões de progresso mundial e de um contínuo desenvolvimento humano,acenando com o pensamento de que em breve as guerras estarão superadasbem como todas as aflições e males da vida através da sabedoria eplanejamento humanos. Este é um evangelho falso; são promessas queapenas Deus pode fazer, e tudo e contrário ao que Ele predisse na Bíblia. Comefeito, tal se assemelha ao que os falsos discípulos da antiguidade fizeram,quando tentaram pela força constituir a Jesus como seu rei (João 6:15); e estetipo de rei que eles queriam. Todos os planos utópicos e messiânicos para ofuturo do mundo, através de organizações humanas, são destinados a absolutofracasso, e são em realidade um desafio aos planos de Deus. "Toda planta quemeu Pai Celestial não plantou, será arrancada". (Mat. 15:13).Um pouco antes de sair do mundo, Jesus declarou: "Meu reino não é destemundo". (João 18:36). De acordo com esta afirmação, toda tentativa deestabelecimento de um reino religioso utópico aqui neste mundo, ou deestabelecer paz universal na terra enquanto o Rei mesmo está ausente, énecessariamente uma imitação, uma contrafação – quer dizer, um reino títeredo diabo, patrocinado pelo diabo e está de acordo com os interesses da suaobra. Todos os governos religiosos do passado, com exceção da teocracia doantigo Israel, têm sido contrafações, meras imitações do reino de Cristo, e nãoficará bem para aqueles que se empenham a favor de uma falsa teocraciacomo esta, quando o verdadeiro Rei retornar para tomar posse de suapropriedade adquirida, alienada e nas mãos de seu inveterado inimigo por tantotempo.
  3. 3. Poucas pessoas em nossos dias compreendem qual foi o tremendo impactocausado pelos eventos ligados à Revolução Francesa e a IndependênciaAmericana sobre o pensamento e a vida do mundo de então. Tem sidoobservado que o povo da Europa e da América pode ser dividido em duasclasses: aqueles que lamentam que tenha havido uma Revolução Francesa eos que sentem que ela não tenha continuado. Os primeiros, ou seja, a minoria,deploram o que ela foi; os outros, a maioria, esperam ainda pelas suasconseqüências. A mente e a vida do mundo moderno foram completamentereformuladas por causa das forças intelectuais e sociais que foram libertadashá dois séculos.Todos admitem que os dois chifres – liberdade civil e religiosa – são bons einofensivos como princípios abstratos. Todos nós os desejamos. Porém não hácomo negar que foram utilizados como armadilha pela Revolução Francesapara a promulgação de decretos de tirania e terror. E em muitas partes domundo eles ainda são usados de maneira errônea. E foi-nos dito que dosnossos dias em diante o mundo inteiro atravessará passo a passo os mesmosestágios de loucura e horror pelos quais Paris passou, embora em escalamenor e em alguns poucos anos. Em outras palavras, "A França deu-nos umabreve visão daquilo pelo que o mundo está passando agora, e irá sentir até quea voz do dragão seja ouvida em todo o seu horror". Ellen G. White escreveu: "Adisseminação mundial dos mesmos ensinos que ocasionaram a RevoluçãoFrancesa – tudo propende a envolver o mundo inteiro em uma luta semelhanteàquela que convulsionou a França". (Ed. 228)Diversas passagens bíblicas, quando relacionadas umas com as outras,contam a mesma história. A comparação da história do Terror Vermelho e osnossos dias, não é uma analogia arbitrária, porém um fato solene e imponentepredito na profecia divina para nossa advertência e instrução. "Nenhum dosperversos entenderá, mas os sábios entenderão" (Dan. 12:10).Em realidade, a besta de dois chifres, ao longo de sua carreira, écontemporânea com o poder mencionado em Apoc. 11:7 como o da besta quesurge do abismo, que moveu uma guerra mortal à Bíblia ao tempo daRevolução Francesa, e que desde então tem aparecido várias vezes. Demos-lhe o nome de o ateísmo organizado, ou infidelidade em escala nacional. Elareapareceu em quase toda a Europa em 1848; depois alcançou a Rússia em1917. Mostrou-se na Alemanha em 1933, com disfarce ligeiramente camuflado,permanecendo ali uma dúzia de anos. Em tempos mais recentes tomou asrédeas da China, de onde se prepara para espalhar-se por quase todo oOriente. Muitos não se apercebem que a filosofia científica da evolução éapenas mera forma só que mais polida e disfarçada do mesmo poder, quedenominamos a moderna apostasia anti-Gênesis, e que enquadramos como onúmero 6 do conjunto de sete cabeças. Este poder ainda não tomou o governoda América e de outros países ocidentais, e talvez seja impedido de fazê-lo demaneira formal por alguma espécie de ressurgimento de Babilônia, a Grande.Não há dúvida porém, de que esses elementos ateus se valeram dos princípiosde liberdade civil e religiosa para auferirem sua própria vantagem. Os jacobinosforam os primeiros a furtá-los da jovem República Americana. Desde entãoseus seguidores sempre se utilizaram deles como slogans para os seuspropósitos preparativos, visando reforçar doutrinas e costumes do príncipe dastravas.
  4. 4. Como já foi afirmado, em várias ocasiões e de maneira limitada tal campanhacontra Deus teve êxito visível, e por camuflagem e infiltração as doutrinas emaneiras de vida da besta do abismo já obtiveram o controle de praticamentetodo o mundo ocidental. Pelo ensino da crítica radical tanto nos semináriosteológicos como nas salas de redação e ainda nas escolas desde os grauselementares até a universidade, os hábitos de pensar da mente moderna emtodo o mundo têm sofrido mudanças. Por conseguinte, o protestantismo daAmérica tornou-se em realidade a apostasia "anti-Gênesis". Tal protestantismoe a grande Babilônia unidos abarcam quase que o mundo inteiro. Daí seroportuno o chamado de Deus "Sai dela, povo Meu". (Apoc. 18:4).Algumas das mudanças no campo político e social merecem consideração.Num exame do que ele intitulou de "um livro quase que aterrorizador", o editorde The Christian Century (22-6-1955, pág. 732) analisou a "Filosofia Pública"de Walter Lippmann. Ele citou-o quando chama a atenção para o fato de quegovernos com constituição completa e ampla, são incapazes de levar avanteurna política externa bem sucedida. Tal deficiência não se deve à falta depoder, porém à falta de uma liderança firme. Falta essa liderança porque oexecutivo perdeu o controle da política para a massa mal informada devotantes, que são, no dizer de Lippmann, "crédulos chefes de partido, agentesde grupos de pressão, e os magnatas dos modernos. veículos de comunicaçãode massas".Lippmann descreve a derrocada ameaçadora do moderno processodemocrático como segue:"Com exceções tão raras que podem ser consideradas como milagres ou umcapricho da natureza, os políticos democráticos de êxito são homens insegurose intimidados. Eles progridem politicamente apenas quando podem conciliar,apaziguar, subornar, seduzir, enganar, ou manipular de alguma outra maneirasua clientela que reclama e ameaça. A questão a ser considerada não é se aproposição é boa, porém se é popular. O povo adquiriu poderes que ele éincapaz de exercer, e os governos eleitos por esse mesmo povo perdeu ospoderes que deverão reconquistar caso devam continuar governando."A razão de o citado editor ter achado o livro de Lippmann "quase aterrorizador"é porque analisa a situação nesta como em outras democracias de maneira tãoconvincente.Os dois chifres de cordeiro fizeram promessas sedutoras há século e meio, noinício do tempo do fim. Afirma-se que a natureza humana é boa por inerência;por conseguinte, quando as restrições e impedimentos maus são removidospor estas duas liberdades, civil e religiosa, a humanidade deve progredirinevitavelmente, e logo serão erradicados todos os males da sociedade. Taissonhos entretanto, baseiam-se na ignorância das lições da históriaestabelecidas com firmeza.Não necessitamos retroceder, mais do que até os tempos dos Tudors e dosStuarts para percebermos que os ensinos da Bíblia contêm as influênciaseducativas mais estabilizadoras e elevadoras conhecidas da humanidade. Asmás condições de todos aqueles países que não tiveram a Bíblia, servem paraadmoestar a Europa e a América para que não olvidem e nem abandonem averdadeira fonte de prosperidade e grandeza.Há pouco, John Dewey, o apóstolo do pragmatismo moderno, quando postoface à face ao paganismo grosseiro na China expressou surpresa pelo que viu.Ele sempre teve como certo que os padrões comuns da vida são reações
  5. 5. normais e ubíquas de todos os seres humanos sob certas circunstâncias. Osresultados de sua ascendência puritana acostumaram-no a esperá-lo. Porémele havia atribuído de maneira errônea tais bons resultados aodesenvolvimento humano, à excrescência de tendências más pela evolução,em vez de serem meros sub-produtos dos ensinos éticos do cristianismo. T. H.Huxley estava mais próximo da realidade quando declarou: "A prática do que écorreto, é a conseqüência de uma teoria verdadeira."Aproximadamente há um século a verdade foi assim expressa: "Ainda não seviu vida cristã sem doutrina cristã. Aqueles que pretendem mostrá-la em terrascristãs são meros cucos nos ninhos da doutrina cristã, que eles mesmos nãoconstruíram, porém cujo ambiente cálido faz deles o que são."Nos meus noventa e poucos anos de existência tenho presenciado mudançasque se devem procurar compreender. Não me refiro a modificações na maneirade viajar e comunicar-se; estas são notáveis, porém não são vitais. Refiro-me atransformações no que diz respeito ao clima intelectual e religioso em todo omundo civilizado. O criticismo radical como é aplicado à história e literaturareligiosas, o Lyelismo na geologia, e o Darwinismo na biologia e antropologia,junto com o socialismo totalitário, começaram antes dos meus dias, porém nãohaviam tido ampla aceitação. Agora, todavia, vemos os seus frutos. Surgiram edesapareceram duas gerações, e o povo de hoje não pode conceber quãodiferente é o seu mundo. Tendo crescido numa atmosfera de paganismomoderno, como podem entender que outrora prevaleceram outras idéias?Por mais de duas gerações, toda a reverência pelo relato bíblico das origens eas idéias básicas do cristianismo baseadas nessas origens tem sidosistemática e persistentemente minadas nas escolas elementares, nas desegundo grau e nas universidades, e agora o mesmo acontece com todos osmeios modernos de publicidade e comunicação. Desta maneira até oconhecimento indireto da Bíblia perdeu sua influência cultural e elevadora, e asmassas na América e Europa são tão iletradas em matéria de religião, como ospagãos de Roma Imperial ou os fanáticos supersticiosos da Idade Média.Horace Greeley disse certa vez: "É impossível dominar mental ou socialmenteum povo que lê a Bíblia. Os princípios da Bíblia são o fundamento da liberdadehumana." Porém se a Bíblia é repudiada ou desconhecida, que proteção tem omundo moderno contra superstições tolas, histeria de massas, e tirania civil ereligiosa? A Revolução Francesa à qual o mundo se refere vez após vez,evidencia que não há proteção sob tais circunstâncias.Ao se multiplicarem os perigos domésticos e internacionais, que não podem sertratados como no passado, um estatismo muitíssimo fortalecido, porémdominado por uma igreja paganizada que todavia se intitula cristã, é aconseqüência lógica da atual situação de apostasia. Sua vinda é apenas umaquestão de tempo, e uma vez estabelecida, seu poder terrificante poderá seravaliado pela ignorância dos princípios bíblicos prevalecentes em toda a parte,e pelas facilidades à mão para excitar até o frenesi a histeria popular demilhões da noite para o dia.O estatismo paternal em escala virtualmente internacional e seu amanteeclesiástico, uma igreja ecumênica em procura de aceitação universal, quecombinação temível para o remanescente conscencioso da semente damulher, a olhar em vão por um lugar onde esconder-se quando o dragão sedispõe a mover-lhe guerra! A mera sugestão de que seus descendentes seriamobrigados a viver sob tal regime, provocaria uma recriminação indignada dos
  6. 6. lábios de Jefferson e Washington, de Milton e Hampden, e de outros heróis daliberdade anglo-saxônica. Contudo, de acordo com as profecias infalíveis deApoc. 13:11-17 e outros textos correlatos, tal estado nos negócios do mundoestá exatamente diante de nós. E o estudante atento das condições mundiaispode discernir também os prenúncios da tempestade a desabar.A besta (thêrion) da terra, com dois chifres de cordeiro está a ponto de ser umenganador e o falso profeta, porque "fala como dragão" (Apoc. 13:11). Seusdois chifres, a princípio liberdade civil e religiosa, transformam-se diante dosnossos olhos em instrumentos de crueldade e opressão. Estes dois demônios,despotismo civil e religioso, nascidos da aliança ímpia entre a ignorância e asuperstição, embalados e alimentados por aquela teofobia e ódio a tudo que édivino, que é natural em homens não remidos, tem perseguido as pisadas daverdadeira igreja durante os séculos fastidiosos. Mancharam a trilha dela com osangue dos mais nobres e melhores dos seus filhos, e novamente eles lançamum olhar malicioso e cruel sobre a igreja remanescente ao ela apressar-se pelaúltima vez para o deserto, como predito em Apoc. 12:17, a fim de esperar eorar pelo livramento final, por ocasião da vinda de seu longamente esperadoSalvador.A manhã do tempo profético do fim raiou amplamente sobre as alegresesperanças do homem. Esta jovem besta (thêrion), com seus chifres decordeiro, por certo logo curaria todas as doenças e males da sociedadehumana. Porém as riquezas e prosperidade material resultantes das duasliberdades, trouxeram o esquecimento da verdadeira Fonte de toda a sabedoriae bênção. Depois, duas guerras mundiais e as nuvens prenunciadoras daterceira, trouxeram desilusão e pânico. E agora, num frenesi irrazoável dehisteria de massas, as nações estão em estado emocional para obedecer aqualquer falso messias, que promete livrá-las de tensão e temor.A triste verdade é que a natureza humana é hoje tão cruel e má como sempreno passado. Alguns estão desejosos de serem salvos; a raça humana jamais oserá. Sua ferida é incurável. Hoje, com oportunidades e bênçãos semprecedentes, ela age como homens não regenerados sempre fizeram –constrói e enfeita os túmulos dos mártires do passado, ao mesmo tempo emque acende a fogueira para os heróis impopulares do presente."Para a sabedoria humana, tudo isto parece agora impossível: mas, ao serretirado dos homens o Espírito de Deus, o qual tem o poder de reprimi-los, e aoficarem eles sob o governo de Satanás, que odeia os preceitos divinos, hão deacontecer coisas estranhas. Quando o temor e o amor de Deus são removidos,o coração pode tornar-se muito cruel" (GC., pág. 608)

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