Fotografia em Estúdio

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Apresentação sobre iluminação em estúdio fotográfico.

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Fotografia em Estúdio

  1. 1. Conceitos básicos de iluminação
  2. 2. As diferentes formas de iluminação
  3. 3. A luz pode ser categorizada por diferentes formas:  Fonte (natural ou artificial)  Característica da sombra  Direção  Temperatura
  4. 4.  Luz dura  Luz suave
  5. 5. Luz suave
  6. 6. Luz dura
  7. 7. Luz dura
  8. 8. Luz suave
  9. 9. A direção da luz tem grande influência do resultado da imagem. Podendo inclusive, alterar a percepção das formas de objetos e pessoas, acentuando ou diminuindo volumes, revelando ou ocultando detalhes.  Frontal  Lateral  Contra-luz
  10. 10.  Luz lateral
  11. 11. Lateral 90º
  12. 12. Lateral 90º
  13. 13. Lateral 90º
  14. 14.  Luz frontal
  15. 15.  Contra-luz
  16. 16. A temperatura da cor está relacionada à intensidade da radiação luminosa e a sua variação vai influenciar nas curvas de onda, proporcionando luzes de diferentes tonalidades.
  17. 17. Kelvinômetro (color meter)
  18. 18. As fontes de luz podem ser as seguintes:  Natural  Artificial  Contínua  Flash
  19. 19. Embora não seja comum na fotografia de estúdio, é possível utilizar a luz natural. A grande vantagem desse tipo de fonte é a de proporcionar uma visualização exata do comportamento da luz. Porém ela impõe várias limitações sobre o controle da luz: • intensidade (vai variar de acordo com a posição do sol e clima); • direção (será sempre fixa, de acordo com a passagem de luz), • sombra (ela será sempre dura ou sempre suave, de acordo com o tamanho da fonte).
  20. 20. Professor Manuel da Costa, Estudio de Fotografia da ESPM-Sul / Foto: Eduardo Biermann
  21. 21. Estudio de Fotografia da ESPM-Sul
  22. 22. A luz artificial continua (referida em alguns casos como “luz de cinema”) é normalmente utilizada quando é necessário um maior controle sobre os reflexos do objeto, como no caso de fotos automotivas.
  23. 23. Vantagens  Proporciona uma visualização exata do comportamento da luz.  Medição da luz com o fotômetro da própria câmera Desvantagens  Grande consumo de energia  Gera altas temperaturas
  24. 24. Os flashes de estúdio, conhecidos também como tochas, possuem diferentes cargas de intensidade que são reguladas de acordo com a necessidade do usuário. Os disparos das cargas de flash são feitos em sincronia com o disparo da câmera através de um cabo de sincronismo ou radioflash.
  25. 25. Vantagens  Proporciona uma luz mais intensa.  Permite o uso de ISO mais baixo  Menor consumo de energia Desvantagens  Necessita de um flasmeter para fotometrar.  A pré-visualização da iluminação não é exata.
  26. 26.  Número guia é um valor utilizado para classificar a potência do flash. Um número guia alto denota uma maior potência, o que significa que o flash pode iluminar uma cena em maior profundidade ou que pode-se utilizar uma sensibilidade ISO menor.
  27. 27.  Luz de modelagem é uma lâmpada incandescente que serve para mostrar ao fotógrafo quais áreas serão iluminadas pelo flash.
  28. 28.  Célula fotoelétrica é uma célula fotossensível que permite que um flash dispare outro, simultaneamente. Normalmente já são embutidas no corpo dos flashes.
  29. 29.  Sincronismo é necessário sincronizar o disparo da câmera com o do flash. Para isso são utilizados cabos de sincronismo ou sistemas à rádio, popularmente conhecidos como radioflash.
  30. 30. O controle da luz em um estúdio pode ser feita através de diversos aparatos, que irão modificar a sua qualidade de dura para suave, além da sua área de concentração.
  31. 31. Equipamentos que proporcionam uma luz direta
  32. 32.  Refletores parabólicos Proporcionam luz concentrada e sombras bem marcadas, podendo ser curtos ou longos.
  33. 33.  Snoot Semelhante a um cone, o snoot é ideal pra produzir iluminação pontual e marcante. Ele pode ser longo ou curto.
  34. 34.  Colméia Espécie de grade de metal (em forma de colméia), colocada na frente do refletor base. Proporciona concentração de luz e sombra acentuadas.
  35. 35. Equipamentos que proporcionam uma luz suave
  36. 36.  Difusores Para difundir a luz, podem ser utilizados diversos acessórios próprios como o softbox, haze, octosoft, strip light e sombrinha difusora, que são encaixados diretamente na fonte de luz.
  37. 37.  Rebatedores Para rebater a luz são utilizados diferentes tipos de rebatedores, posicionados perpendicular ou diagonalmente em relação ao objeto e a fonte.
  38. 38. O fundo utilizado em um estúdio pode ser “finito”, onde a linha do horizonte está presente, proporcionando a junção em ângulo reto com o piso ou “infinito”, quando a linha do horizonte é ausente pela curva de junção entre o piso e a parede. Materiais: Tecido (TNT, algodão, etc); Madeira (compensado, MDF); Alvenaria.
  39. 39. Acessórios
  40. 40.  Tripé Suporte próprio para iluminação com pés articulados e telescópicos.  Girafa Suporte para iluminação que oferece um ângulo perpendicular ao tripé, permitindo iluminar lugares de difícil acesso.
  41. 41.  Gelatinas São películas utilizadas à frente da fonte de luz, para adicionar coloração à iluminação.
  42. 42.  Cubos é comum utilizar em estúdio, para apoio do modelo, cubos de diferentes tamanhos, pois eles excluem uma possível referência ao tamanho da modelo. Eles podem ser confeccionado de diferentes materiais (compensado, MDF, plástico, fibra), estofados ou não.
  43. 43. O fotômetro de mão, também chamado de flasmeter ou exposímetro, é um dispositivo manual utilizado para a medição de luz ambiente. Podem ser analógicos ou digitais. Esse dispositivo mede tanto a luz incidente quanto a refletida de maneira pontual à cena. Ou seja, sua medição é feita diretamente sob a luz que está sendo incidida sobre o objeto. O usuário deve escolher o ISO e a velocidade de obturação que será utilizada na imagem e o aparelho irá retornar o valor de abertura ideal. Fotômetros de mão (digital e analógico)
  44. 44. Ambiente: Esse modo é utilizado nos casos onde há luz continua. Ou seja, o aparelho faz uma medição imediata de toda a iluminação do ambiente. Auto Flash: Esse modo é utilizado para medição do disparo do flash. Ou seja, o fotômetro fica em modo de espera, até que a luz do flash seja refletida na fotocélula. Cord Flash: Nesse modo, assim como no anterior, será feita a medição da intensidade do flash. No entanto, nesse modo o disparo é realizado pelo próprio aparelho, através de um cabo de sincronismo. MODOS DE MEDIÇÃO
  45. 45. O cartão cinza é um objeto plano com uma cor cinza neutra que é utilizado como referência para ajustar o fotômetro em determinada cena. Ele deve ser colocado sobre o objeto principal, de forma a fazer uma medição da luz de forma pontual. A utilização do cartão cinza em um estúdio, no entanto, só será válida no caso da iluminação contínua, que proporcione a leitura da luz pelo fotômetro da câmera.
  46. 46. O equilíbrio de intensidade luminosa entre a luz principal, luz de preenchimento e luz de realce designa-se por Proporção de Iluminação ou Racio de Iluminação. Em uma proporção de 1:1 a luz principal mede a mesma intensidade do que a luz de preenchimento Em uma proporção de 2:1 a luz principal mede duas vezes mais intensidade do que a luz de preenchimento ( 1 ponto de luz) Em uma proporção de 3:1 a luz principal mede três vezes mais intensidade do que a luz de preenchimento ( 1 1/2 ponto de luz)
  47. 47. Esquemas de iluminação
  48. 48. Montagens de iluminação com uma fonte
  49. 49. Luz frontal Esquema de montagem com única fonte de luz (softbox) frontal.
  50. 50. Lateral 45º Esquema de montagem com única fonte de luz (softbox) lateral (45º).
  51. 51. Lateral 90º
  52. 52. Montagens de iluminação com duas fontes
  53. 53. Luz de preenchimento Esquema de montagem com fonte de luz principal (softbox) lateral (45º) à direita e luz rebatida com sombrinha como luz de preenchimento, à esquerda.
  54. 54. Luz de recorte Esquema de montagem com uma fonte de luz (softbox) lateral (45º) e uma contra-luz com parabólica.
  55. 55. Luz de fundo Montagem com parabólica iluminando o fundo e softbox como luz principal em 45º.
  56. 56. Lateral 45º + luz de fundo
  57. 57. Montagens de iluminação com três fontes
  58. 58. Fundo branco
  59. 59. • Esquema de iluminação unilateral, valorizando as expressões faciais dos personagens e aumentando a dramaticidade da cena.
  60. 60. • O termo em inglês high key determina um estilo de fotografia que apresenta uma predominância de tons claros e quase sem sombras.
  61. 61. • Ao contrário do que acontece com a fotografia high key, a fotografia low key apresenta uma predominância de tons escuros.
  62. 62.  Este slide foi produzido como parte do material de apoio a estudantes do curso livre ministrado no Centro de Extensão da Escola Guignard, unidade da Universidade do Estado de Minas Gerais – UEMG, em Belo Horizonte.  As imagens de terceiros são reproduzidas neste slide para fins exclusivamente didáticos, respeitando as limitações aos Direitos Autorais, conforme Capitulo IV da Lei 9610 de 19 de fevereiro de 1998.  A comercialização deste material é estritamente proibida.

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