A avaliação da educação superior:                   limites e desafios                    ristoff.dilvo@gmail.com         ...
A Estória de Patton      A VERDADEIRA HISTÓRIA DO PARAÍSO       “No princípio Deus criou os céus e a terra e, ao observar ...
Como sabe se o que criou é bom?                                      ristoff.dilvo@.gmail.comMGA/UFSC                     ...
Em que dados baseia o seu juízo?                                       ristoff.dilvo@.gmail.comMGA/UFSC                   ...
Para onde queria ir?                                  ristoff.dilvo@.gmail.comMGA/UFSC                               Outub...
Quais eram mesmo os seus objetivos?                                        ristoff.dilvo@.gmail.comMGA/UFSC               ...
O Senhor não está envolvido demais?                                        ristoff.dilvo@.gmail.comMGA/UFSC               ...
SINAES – AUTO-AVALIAÇÃO      Art. 10. A auto-avaliação constitui uma das      etapas do processo avaliativo e será coorden...
ristoff.dilvo@.gmail.comMGA/UFSC        Outubro de 2012
Auto-conhecimento                               ristoff.dilvo@.gmail.comMGA/UFSC                            Outubro de 2012
As dez perguntas na literatura      1.  Como a avaliação é definida?      2.  Quais são as funções da avaliação?      3.  ...
Definição mais utilizada      “A investigação sistemática do valor e do mérito          de algum objeto” (Joint Committee ...
Funções da Avaliação                            formativa                            melhorar       administrativa        ...
DOS OBJETIVOS DO SINAES      1. Avaliar as IES, os cursos de graduação e o         desempenho acadêmico de estudantes;    ...
A Lei do Sinaes       Art. 2o       Parágrafo único. Os resultados da avaliação ...       constituirão referencial básico ...
Atos Regulatórios para as IES                              ristoff.dilvo@.gmail.comMGA/UFSC                           Outu...
Atos Regulatórios para Cursos                              ristoff.dilvo@.gmail.comMGA/UFSC                           Outu...
A Lei do Sinaes      Art. 10. Os resultados considerados insatisfatórios ensejarão a celebração de          protocolo de c...
DAS ORIGENS      • 2. Constituição de 1988      • Art. 209: “o ensino é livre à iniciativa privada”        mediante “avali...
Nasrudim e os ursos      Um certo rei que gostava muito da companhia de Mulla Nasrudim, e      de caçar, ordenou que o gur...
Objetos da Avaliação      1.    Professor      2.    Aluno      3.    Técnicos      4.    Aula      5.    Plano de Ensino ...
Objetos da Avaliação      Duas conclusões principais podem ser extraídas         da literatura:         1. qualquer coisa,...
Os 3 olhares do Sinaes       Instituição       Curso       Estudante                                         ristoff.di...
PrédioMGA/UFSC                ristoff.dilvo@.gmail.com                     Outubro de 2012(Instituição)
As 10 dimensões do Sinaes      1.    Missão e o PDI      2.    Política de Ensino, Pesquisa e Extensão      3.    Política...
ACG: grandes dimensões           Corpo         Instalações   Organização                                        Didático- ...
Morador (estudante)                                 ristoff.dilvo@.gmail.comMGA/UFSC                              Outubro ...
Onde cursou o ensino Médio (%)       100        90                                 Medicina        80                     ...
Onde cursou o ensino Médio (%)      100                                 Administração       90       80                   ...
Onde cursou o ensino Médio (%)      100                                Matemática       90       80                       ...
Bases para julgar o valor                           ristoff.dilvo@.gmail.comMGA/UFSC                        Outubro de 201...
A quem deve servir a avaliação?      1.   Grupos interessados (stakeholders);      2.   Tomadores de decisão;      3.   Fo...
Métodos      “No atual estado da arte, talvez       seja sinal de sabedoria não       declarar-se um alinhado nem       da...
Avaliação Quantitativa      A  coordenação totalmente descentralizada       (CTD), tal qual praticada em nosso curso, cria...
Avaliação Qualitativa      Por favor, acrescente comentários que gostaria de fazer sobre o sistema de         coordenação ...
Avaliação Qualitativa      Por favor, acrescente comentários que gostaria de fazer sobre o sistema de           coordenaçã...
Quem deve fazer a avaliação?      Pessoas com      • competência em métodos de mensuração e          investigação;      • ...
Competência em medição                               ristoff.dilvo@.gmail.comMGA/UFSC                            Outubro d...
PREMISSAS PARA REINVENTAR A ADMINISTRAÇÃO      1.    O que se consegue medir pode ser alcançado;      2.    Se você não me...
Competência en investigação                                   ristoff.dilvo@.gmail.comMGA/UFSC                            ...
Habilidade em relações humanas                                    ristoff.dilvo@.gmail.comMGA/UFSC                        ...
Integridade           “Diga 5!!!!”                                 ristoff.dilvo@.gmail.comMGA/UFSC                       ...
A QUEM DEVO SERVIR?      Mulla Nasrudim tinha se tornado um favorito do Rei. Começou então a usar a sua          posição p...
Clareza e objetividade!!!!           3. Encontrar x               Aqui está!!                                             ...
Responsabilidade!!!!           Sujou? Então, limpe!                                  ristoff.dilvo@.gmail.comMGA/UFSC     ...
Quem deve fazer a avaliação?      1. Avaliadores internos      2. Avaliadores externos                                   r...
Como avaliar a avaliação?      Através dos seguintes padrões:      1. Utilidade;      2. viabilidade;      3. Propriedade;...
Viabilidade                 Que seja economicamente                 viável!!!                                 ristoff.dilv...
Viabilidade           Que seja tecnicamente viável!!                                            ristoff.dilvo@.gmail.comMG...
O “verdadeiro” Enade...      Que seja politicamente      viável!!                                                 ristoff....
Exatidão                      ristoff.dilvo@.gmail.comMGA/UFSC                   Outubro de 2012
Dados falsos                          ristoff.dilvo@.gmail.comMGA/UFSC                       Outubro de 2012
Justiça              para uma seleção justa,              todos farão a mesma              prova: subir naquela           ...
Agonia da omissão                           ristoff.dilvo@.gmail.comMGA/UFSC                        Outubro de 2012
Agonia da omissão                           ristoff.dilvo@.gmail.comMGA/UFSC                        Outubro de 2012
Agonia da omissão                           ristoff.dilvo@.gmail.comMGA/UFSC                        Outubro de 2012
O peso dos dados           ACG                 Auto-            AI                 avaliação                      Enade   ...
O peso dos dados           um mapa não deve ser tão grande quanto o território!                                           ...
Como enfrentar a agonia da omissão - leveza                                       ristoff.dilvo@.gmail.comMGA/UFSC        ...
Como se livrar do que nos prende?                                       ristoff.dilvo@.gmail.comMGA/UFSC                  ...
Como enfrentar a Agonia da omissão - prioridade                   priorizar ou morrer!!!                                  ...
Como enfrentar a agonia da omissão?      Uma maneira de fazê-lo é utilizar uma         metodologia que permita atribuir pe...
Dados interpretados?      • dados que não são interpretados são        dados estéreis;      • políticas e decisões que não...
Dados interpretados?                   Juízos e inferências                   só se sustentam se                   estiver...
Como melhorar a Utilização dos dados?      1. Timing (É inútil termos bons dados, se estão disponíveis           depois qu...
Participação é empoderamento      • A avaliação deve promover e permitir        que as IES assumam a responsabilidade     ...
Participação é transparência                                    ristoff.dilvo@.gmail.comMGA/UFSC                          ...
Participação é sustentação                                   ristoff.dilvo@.gmail.comMGA/UFSC                             ...
Tomada de decisões?      • Os tomadores de decisões sabem que, no momento de        decidir, nunca terão em mãos todo o co...
O potencial da Avaliação      • Um projeto avaliativo que integre os dados        básicos e os transforme em informação   ...
AVALIADOR                         ADMINISTRADOR                  NÃO CHORES!            JÁ ORGANIZAMOS TUDO!!!!           ...
Desafios da Educação Superior nos próximos anos      •      Não abrir mão do sonho de chegarmos o             mais rapidam...
INSAES      O QUE PROPÕE O PL 4372:      1. Cria o Insaes – uma autarquia vinculada ao         MEC;      2. substituirá a ...
INSAES - Atribuições      1.   responder pela avaliação, regulação e supervisão da educação           superior e acreditaç...
INSAES – Outras Novidades      1. A realização da avaliação do desempenho         dos estudantes será de responsabilidade ...
INSAES – Outras Novidades      Art. 37. O INSAES poderá impor aos infratores desta Lei, da legislação      educacional, e ...
Desafios Específicos do Sinaes      1.   Deslocar efetivamente o centro da avaliação para a           avaliação institucio...
Desafios Específicos do Sinaes      3.   Consolidar a institucionalização da CTAA, com           representantes das oito g...
Desafios Específicos do Sinaes      5.   consolidar a cultura da auto-avaliação nas           Instituições de Educação Sup...
Desafios Específicos do Sinaes      7. Administrar a expansão de cursos,         instituições, modalidades, as         con...
Desafios Específicos do Sinaes      9. Retirar o protagonismo do Enade na          Avaliação de Curso;      10. Garantir a...
PODIA SER MELHOR...                             ristoff.dilvo@.gmail.comMGA/UFSC                          Outubro de 2012
MUITO           OBRIGADO!!!                         ristoff.dilvo@.gmail.comMGA/UFSC                      Outubro de 2012
Próximos SlideShares
Carregando em…5
×

(29/10/2012) PALESTRA MAGNA DE ABERTURA - “AVALIAÇÃO E GESTÃO DO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO: REALIDADES E PERSPECTIVAS” | Dilvo Ilvo Ristoff

1.496 visualizações

Publicada em

  • Seja a primeira pessoa a gostar disto

(29/10/2012) PALESTRA MAGNA DE ABERTURA - “AVALIAÇÃO E GESTÃO DO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO: REALIDADES E PERSPECTIVAS” | Dilvo Ilvo Ristoff

  1. 1. A avaliação da educação superior: limites e desafios ristoff.dilvo@gmail.com ristoff.dilvo@.gmail.comMGA/UFSC Outubro de 2012
  2. 2. A Estória de Patton A VERDADEIRA HISTÓRIA DO PARAÍSO “No princípio Deus criou os céus e a terra e, ao observar o que havia feito, disse: —Vejam só como é bom o que fiz! E esta foi a manhã e a noite do sexto dia. No sétimo dia Deus descansou. Foi então que o seu arcanjo veio e lhe perguntou: —Senhor, como sabe se o que criou é bom? Quais são os seus critérios? Em que dados baseia o seu juízo? Que resultados, mais precisamente, o Senhor estava esperando? O Senhor por acaso não está por demais envolvido em sua criação para fazer uma avaliação desinteressada? Deus passou o dia pensando sobre estas perguntas e à noite teve um sono bastante agitado. No oitavo dia Deus falou: —Lúcifer, vá para o inferno! E assim nasceu, iluminada de glória, a avaliação. —De A Verdadeira Estória do Paraíso Perdido, de Halcom. (a tradução é minha) ristoff.dilvo@.gmail.comMGA/UFSC Outubro de 2012
  3. 3. Como sabe se o que criou é bom? ristoff.dilvo@.gmail.comMGA/UFSC Outubro de 2012
  4. 4. Em que dados baseia o seu juízo? ristoff.dilvo@.gmail.comMGA/UFSC Outubro de 2012
  5. 5. Para onde queria ir? ristoff.dilvo@.gmail.comMGA/UFSC Outubro de 2012
  6. 6. Quais eram mesmo os seus objetivos? ristoff.dilvo@.gmail.comMGA/UFSC Outubro de 2012
  7. 7. O Senhor não está envolvido demais? ristoff.dilvo@.gmail.comMGA/UFSC Outubro de 2012
  8. 8. SINAES – AUTO-AVALIAÇÃO Art. 10. A auto-avaliação constitui uma das etapas do processo avaliativo e será coordenada pela Comissão Própria de Avaliação (CPA). ristoff.dilvo@.gmail.comMGA/UFSC Outubro de 2012
  9. 9. ristoff.dilvo@.gmail.comMGA/UFSC Outubro de 2012
  10. 10. Auto-conhecimento ristoff.dilvo@.gmail.comMGA/UFSC Outubro de 2012
  11. 11. As dez perguntas na literatura 1. Como a avaliação é definida? 2. Quais são as funções da avaliação? 3. Quais são os objetos da avaliação? 4. Que tipo de informação sobre o objeto deve ser reunida? 5. Que critérios devem ser utilizados para julgar o mérito e o valor de um objeto avaliado? 6. A quem deve servir a avaliação? 7. Como é o processo de avaliação? 8. Que métodos de investigação devem ser utilizados na avaliação? 9. Quem deve fazer a avaliação? 10. Como avaliar a avaliação? ristoff.dilvo@.gmail.comMGA/UFSC Outubro de 2012
  12. 12. Definição mais utilizada “A investigação sistemática do valor e do mérito de algum objeto” (Joint Committee on Standards for Evaluation, 1981). ristoff.dilvo@.gmail.comMGA/UFSC Outubro de 2012
  13. 13. Funções da Avaliação formativa melhorar administrativa psicológica tomar decisões Motivar somativa Selecionar, certificar ristoff.dilvo@.gmail.comMGA/UFSC Outubro de 2012
  14. 14. DOS OBJETIVOS DO SINAES 1. Avaliar as IES, os cursos de graduação e o desempenho acadêmico de estudantes; 2. Melhorar a qualidade da educação superior; 3. aumentar a eficácia institucional da educação superior; 4. Aumentar a efetividade acadêmica e social da educação superior; 5. Orientar a expansão da oferta de educação superior. ristoff.dilvo@.gmail.comMGA/UFSC Outubro de 2012
  15. 15. A Lei do Sinaes Art. 2o Parágrafo único. Os resultados da avaliação ... constituirão referencial básico dos processos de regulação e supervisão da educação superior, neles compreendidos o credenciamento e a renovação de credenciamento de instituições de educação superior, a autorização, o reconhecimento e a renovação de reconhecimento de cursos de graduação ristoff.dilvo@.gmail.comMGA/UFSC Outubro de 2012
  16. 16. Atos Regulatórios para as IES ristoff.dilvo@.gmail.comMGA/UFSC Outubro de 2012
  17. 17. Atos Regulatórios para Cursos ristoff.dilvo@.gmail.comMGA/UFSC Outubro de 2012
  18. 18. A Lei do Sinaes Art. 10. Os resultados considerados insatisfatórios ensejarão a celebração de protocolo de compromisso, a ser firmado entre a instituição de educação superior e o Ministério da Educação, que deverá conter: I – o diagnóstico objetivo das condições da instituição; II – os encaminhamentos, processos e ações a serem adotados pela instituição de educação superior com vistas na superação das dificuldades detectadas; III – a indicação de prazos e metas para o cumprimento de ações, expressamente definidas, e a caracterização das respectivas responsabilidades dos dirigentes; IV – a criação, por parte da instituição de educação superior, de comissão de acompanhamento do protocolo de compromisso. ristoff.dilvo@.gmail.comMGA/UFSC Outubro de 2012
  19. 19. DAS ORIGENS • 2. Constituição de 1988 • Art. 209: “o ensino é livre à iniciativa privada” mediante “avaliação de qualidade pelo poder público”. • 3. Lei 9.131 (1995) – cria CNE e avaliação periódica das IES e Cursos; • 4. LDB (1996) – Art. 9, inciso IX: cabe ao governo federal “autorizar, reconhecer, credenciar, supervisionar e avaliar... cursos e instituições de educação superior”. • Inciso VI – “assegurar processo nacional de avaliação do rendimento escolar...” ristoff.dilvo@.gmail.comMGA/UFSC Outubro de 2012
  20. 20. Nasrudim e os ursos Um certo rei que gostava muito da companhia de Mulla Nasrudim, e de caçar, ordenou que o guru o acompanhasse numa caçada de ursos. Nasrudim estava apavorado. Quando, após a caçada, retornou a seu vilarejo, alguém lhe perguntou: --Como foi a caçada? --Maravilhosa! --Quantos ursos viram? --Nenhum. --Como, então, pode ter sido uma boa caçada? --Quando você sai para caçar ursos, e você é como eu, não encontrar urso algum é uma experiência maravilhosa. ristoff.dilvo@.gmail.comMGA/UFSC Outubro de 2012
  21. 21. Objetos da Avaliação 1. Professor 2. Aluno 3. Técnicos 4. Aula 5. Plano de Ensino 6. Programa da Disciplina 7. Currículo 8. Curso 9. PDI 10. IES ristoff.dilvo@.gmail.comMGA/UFSC Outubro de 2012
  22. 22. Objetos da Avaliação Duas conclusões principais podem ser extraídas da literatura: 1. qualquer coisa, por assim dizer, pode ser objeto de avaliação, e a avaliação não deve limitar-se aos estudantes ou aos professores e técnicos; 2. identificar o objeto da avaliação é uma parte importante no desenvolvimento de um projeto avaliativo. ristoff.dilvo@.gmail.comMGA/UFSC Outubro de 2012
  23. 23. Os 3 olhares do Sinaes  Instituição  Curso  Estudante ristoff.dilvo@.gmail.comMGA/UFSC Outubro de 2012
  24. 24. PrédioMGA/UFSC ristoff.dilvo@.gmail.com Outubro de 2012(Instituição)
  25. 25. As 10 dimensões do Sinaes 1. Missão e o PDI 2. Política de Ensino, Pesquisa e Extensão 3. Políticas de pessoal e condições de trabalho 4. Organização e gestão 5. Infra-estrutura física 6. Comunicação com a sociedade 7. Política de atendimento aos estudantes 8. Responsabilidade social da IES 9. Planejamento e avaliação 10. Sustentabilidade financeira ristoff.dilvo@.gmail.comMGA/UFSC Outubro de 2012
  26. 26. ACG: grandes dimensões Corpo Instalações Organização Didático- docente Físicas Pedagógica Dados Dados da do IES Enade ristoff.dilvo@.gmail.comMGA/UFSC Outubro de 2012
  27. 27. Morador (estudante) ristoff.dilvo@.gmail.comMGA/UFSC Outubro de 2012
  28. 28. Onde cursou o ensino Médio (%) 100 90 Medicina 80 87 70 Odontologia 60 Med. Veterinária 50 40 36 Farmácia 30 25 20 Ens Médio 10 19 Público 0 8 Todo em escola pública ristoff.dilvo@.gmail.comMGA/UFSC Outubro de 2012
  29. 29. Onde cursou o ensino Médio (%) 100 Administração 90 80 87 70 C. Econômicas 60 62,9 50 52,9 48,2 40 C. Contábeis 30 20 10 Total de 0 Estudantes no Todo em escola pública Ensino Médio Público ristoff.dilvo@.gmail.comMGA/UFSC Outubro de 2012
  30. 30. Onde cursou o ensino Médio (%) 100 Matemática 90 80 87 70 79 72 72 Pedagogia 60 50 40 Normal 30 Superior 20 10 Total de 0 Estudantes no Todo em escola pública Ensino Médio Público ristoff.dilvo@.gmail.comMGA/UFSC Outubro de 2012
  31. 31. Bases para julgar o valor ristoff.dilvo@.gmail.comMGA/UFSC Outubro de 2012 32
  32. 32. A quem deve servir a avaliação? 1. Grupos interessados (stakeholders); 2. Tomadores de decisão; 3. Formuladores de políticas; 4. Solicitantes; 5. Sociedade em geral. ristoff.dilvo@.gmail.comMGA/UFSC Outubro de 2012
  33. 33. Métodos “No atual estado da arte, talvez seja sinal de sabedoria não declarar-se um alinhado nem das metodologias quantitativas- científicas-somativas ou das qualitativas-naturalistas- descritivas” (Nevo). ristoff.dilvo@.gmail.comMGA/UFSC Outubro de 2012
  34. 34. Avaliação Quantitativa A coordenação totalmente descentralizada (CTD), tal qual praticada em nosso curso, cria um clima indesejável de ansiedade entre os professores. ———1. Concordo plenamente ———2. Concordo ———3. Discordo ———4. Discordo totalmente O professor em questão assinalou “concordo plenamente”. ristoff.dilvo@.gmail.comMGA/UFSC Outubro de 2012
  35. 35. Avaliação Qualitativa Por favor, acrescente comentários que gostaria de fazer sobre o sistema de coordenação descentralizada do curso. Resposta do Professor: “Medo e e insegurança é o que significa esta tal de Medo insegurança Todos mandam coordenação totalmente descentralizada. Todos mandam. Nínguém é responsável por nada... Ninguém é responsável Minha forma de ensinar continua a mesma desde antes do seu surgimento. Coordenação descentralizada nada mais é Estratagema político do que um estratagema político com vistas à manutenção do poder em uma estrutura onde deveria valermérito o mérito. O que quer que havia de positivo e democrático a seu respeito no início foi destruído pela consciência de que todo novo sistema de gestão tem em sua base uma motivação Os alunos se ferram ferram . . . política. Os alunos se ristoff.dilvo@.gmail.comMGA/UFSC Outubro de 2012
  36. 36. Avaliação Qualitativa Por favor, acrescente comentários que gostaria de fazer sobre o sistema de coordenação descentralizada do curso. Resposta do Professor: .... A amargura e o ódio entre professores e servidores em amargura ódio nosso curso é incrível. O que começou como “nobre” foi destruído. É difícil de acreditar na quantidade de Quantidade de comissões comissões, sub-comissões, comissões revisoras, comitês, reuniões, que foram criadas para manter este monstro vivo, enquanto todos são responsáveis por tudo e ninguém responde por nada. Felizmente há cursos que rapidamente perceberam as trocas favores de favores e o corporativismo que sustenta esse corporativismo tipo de administração e se recusam a se envolver com isso. Sorte deles. Desça e venha nos visitar no inferno qualquer dia desses!” inferno ristoff.dilvo@.gmail.comMGA/UFSC Outubro de 2012
  37. 37. Quem deve fazer a avaliação? Pessoas com • competência em métodos de mensuração e investigação; • compreensão do contexto e da substância do objeto da avaliação; • habilidade em relações humanas; • integridade pessoal; • objetividade; • características relacionadas à autoridade organizacional; e • responsabilidade. ristoff.dilvo@.gmail.comMGA/UFSC Outubro de 2012
  38. 38. Competência em medição ristoff.dilvo@.gmail.comMGA/UFSC Outubro de 2012
  39. 39. PREMISSAS PARA REINVENTAR A ADMINISTRAÇÃO 1. O que se consegue medir pode ser alcançado; 2. Se você não medir resultados, você não conseguirá distinguir sucesso de fracasso; 3. Se você não conseguir identificar o sucesso, você não conseguirá premiá-lo; 4. Se você não conseguir premiar o sucesso, você provavelmente estará premiando o fracasso; 5. Se você não conseguir identificar o sucesso, você não conseguirá aprender com ele; 6. Se você não conseguir identificar o fracasso, você não poderá evitá-lo; 7. Se você não conseguir demonstrar resultados, você não conseguirá apoio público. (Fonte: Osborne e Gebler, 1992: Cap. 5, “Results-Oriented Government”) ristoff.dilvo@.gmail.comMGA/UFSC Outubro de 2012
  40. 40. Competência en investigação ristoff.dilvo@.gmail.comMGA/UFSC Outubro de 2012
  41. 41. Habilidade em relações humanas ristoff.dilvo@.gmail.comMGA/UFSC Outubro de 2012
  42. 42. Integridade “Diga 5!!!!” ristoff.dilvo@.gmail.comMGA/UFSC Outubro de 2012
  43. 43. A QUEM DEVO SERVIR? Mulla Nasrudim tinha se tornado um favorito do Rei. Começou então a usar a sua posição para demonstrar o modo de agir dos cortesãos. Certo dia o rei chegou ao palácio com muita fome. Algumas beringelas que lhe foram servidas estavam tão deliciosas que ele ordenou ao chefe de cozinha que as servisse todos os dias. “Mulla,” perguntou o Rei a Nasrudim, “Este é ou não o melhor legume do mundo?” “O melhor, Majestade” respondeu Nasrudim. Cinco dias depois, quando as beringelas haviam sido servidas pela décima refeição consecutiva, o rei rugiu: “Tirem esta coisa da minha frente! EU A ODEIO!” “É o pior legume que existe, Majestade”, concordou Nasrudim. “Mas Mulla”, disse o Rei, “há menos de uma semana você me disse que era o melhor!” “É verdade, Majestade, eu de fato disse, mas eu sou um súdito do Rei, não do legume!” ristoff.dilvo@.gmail.comMGA/UFSC Outubro de 2012
  44. 44. Clareza e objetividade!!!! 3. Encontrar x Aqui está!! ristoff.dilvo@.gmail.comMGA/UFSC Outubro de 2012
  45. 45. Responsabilidade!!!! Sujou? Então, limpe! ristoff.dilvo@.gmail.comMGA/UFSC Outubro de 2012
  46. 46. Quem deve fazer a avaliação? 1. Avaliadores internos 2. Avaliadores externos ristoff.dilvo@.gmail.comMGA/UFSC Outubro de 2012
  47. 47. Como avaliar a avaliação? Através dos seguintes padrões: 1. Utilidade; 2. viabilidade; 3. Propriedade; e 4. exatidão. ristoff.dilvo@.gmail.comMGA/UFSC Outubro de 2012
  48. 48. Viabilidade Que seja economicamente viável!!! ristoff.dilvo@.gmail.comMGA/UFSC Outubro de 2012
  49. 49. Viabilidade Que seja tecnicamente viável!! ristoff.dilvo@.gmail.comMGA/UFSC Outubro de 2012
  50. 50. O “verdadeiro” Enade... Que seja politicamente viável!! ristoff.dilvo@.gmail.comMGA/UFSC Outubro de 2012
  51. 51. Exatidão ristoff.dilvo@.gmail.comMGA/UFSC Outubro de 2012
  52. 52. Dados falsos ristoff.dilvo@.gmail.comMGA/UFSC Outubro de 2012
  53. 53. Justiça para uma seleção justa, todos farão a mesma prova: subir naquela árvore! ristoff.dilvo@.gmail.comMGA/UFSC Outubro de 2012
  54. 54. Agonia da omissão ristoff.dilvo@.gmail.comMGA/UFSC Outubro de 2012
  55. 55. Agonia da omissão ristoff.dilvo@.gmail.comMGA/UFSC Outubro de 2012
  56. 56. Agonia da omissão ristoff.dilvo@.gmail.comMGA/UFSC Outubro de 2012
  57. 57. O peso dos dados ACG Auto- AI avaliação Enade avaliação dados dados Socorro!!! IES ristoff.dilvo@.gmail.comMGA/UFSC Outubro de 2012
  58. 58. O peso dos dados um mapa não deve ser tão grande quanto o território! ristoff.dilvo@.gmail.comMGA/UFSC Outubro de 2012
  59. 59. Como enfrentar a agonia da omissão - leveza ristoff.dilvo@.gmail.comMGA/UFSC Outubro de 2012
  60. 60. Como se livrar do que nos prende? ristoff.dilvo@.gmail.comMGA/UFSC Outubro de 2012
  61. 61. Como enfrentar a Agonia da omissão - prioridade priorizar ou morrer!!! ristoff.dilvo@.gmail.comMGA/UFSC Outubro de 2012
  62. 62. Como enfrentar a agonia da omissão? Uma maneira de fazê-lo é utilizar uma metodologia que permita atribuir pesos que resultam de ponderações coletivas sobre a importância e a viabilidade operacional de cada indicador. Importante: superar a agonia da omissão sem simplificar demais a realidade complexa das IES. ristoff.dilvo@.gmail.comMGA/UFSC Outubro de 2012
  63. 63. Dados interpretados? • dados que não são interpretados são dados estéreis; • políticas e decisões que não são sustentadas por dados são ocas e estão condenadas a falhar. ristoff.dilvo@.gmail.comMGA/UFSC Outubro de 2012
  64. 64. Dados interpretados? Juízos e inferências só se sustentam se estiverem bem ancorados em dados confiáveis e verificáveis. ristoff.dilvo@.gmail.comMGA/UFSC Outubro de 2012
  65. 65. Como melhorar a Utilização dos dados? 1. Timing (É inútil termos bons dados, se estão disponíveis depois que os administradores tomaram as decisões importantes sobre o futuro de um projeto ou programa). 2. respostas às perguntas dos stakeholders. "Muitas avaliações," escreve Patton, "estão desenhadas de uma maneira genérica. Quando os tomadores de decisões as recebem, sua reação é: Bem, isso é interessante, mas não me ajuda a decidir. Não responde à minha pergunta”! ristoff.dilvo@.gmail.comMGA/UFSC Outubro de 2012
  66. 66. Participação é empoderamento • A avaliação deve promover e permitir que as IES assumam a responsabilidade sobre o processo e se sintam não só participantes, mas respeitadas na sua identidade. ristoff.dilvo@.gmail.comMGA/UFSC Outubro de 2012
  67. 67. Participação é transparência ristoff.dilvo@.gmail.comMGA/UFSC Outubro de 2012
  68. 68. Participação é sustentação ristoff.dilvo@.gmail.comMGA/UFSC Outubro de 2012
  69. 69. Tomada de decisões? • Os tomadores de decisões sabem que, no momento de decidir, nunca terão em mãos todo o conhecimento. Mesmo assim, têm que decidir. • Poder, no entanto, decidir sobre uma base de dados cuidadosamente coletados e organizados é o sonho de todo reitor, ou pró-reitor, de todo Administrador. Ter acesso à informação confiável e oportuna permite aos dirigentes produzir inferências criativas e convincentes, tomar decisões sábias, e demonstrar que estão dispostos a aprender com os êxitos e a evitar os erros já cometidos. ristoff.dilvo@.gmail.comMGA/UFSC Outubro de 2012
  70. 70. O potencial da Avaliação • Um projeto avaliativo que integre os dados básicos e os transforme em informação estratégica, quantitativa, descritiva e disponível em uma plataforma de comunicação que permita o acesso público irrestrito, promete ser, smj, uma poderosa ferramenta para o planejamento, a tomada de decisões e a promoção da qualidade. ristoff.dilvo@.gmail.comMGA/UFSC Outubro de 2012
  71. 71. AVALIADOR ADMINISTRADOR NÃO CHORES! JÁ ORGANIZAMOS TUDO!!!! ristoff.dilvo@.gmail.comMGA/UFSC Outubro de 2012
  72. 72. Desafios da Educação Superior nos próximos anos • Não abrir mão do sonho de chegarmos o mais rapidamente possível a 30% dos jovens na Educação Superior; • Consolidar o Sinaes para garantir que as nossas instituições sejam de boa qualidade. ristoff.dilvo@.gmail.comMGA/UFSC Outubro de 2012
  73. 73. INSAES O QUE PROPÕE O PL 4372: 1. Cria o Insaes – uma autarquia vinculada ao MEC; 2. substituirá a SERES e a DAES/Inep; 3. presidirá a Conaes; 4. Absorverá atribuições historicamente da SESu e do CNE ristoff.dilvo@.gmail.comMGA/UFSC Outubro de 2012
  74. 74. INSAES - Atribuições 1. responder pela avaliação, regulação e supervisão da educação superior e acreditação de IES; 2. Aplicar penalidades previstas na lei; 3. decretar intervenção em instituições de educação superior, e designar interventor, nos termos de lei específica; 4. conceder, renovar concessão e supervisionar a regularidade do Certificado de Entidade Beneficente de Assistência Social; 5. Aprovar aquisições, fusões, cisões, transferências de mantença, unificação de mantidas ou descredenciamento voluntário de IES. ristoff.dilvo@.gmail.comMGA/UFSC Outubro de 2012
  75. 75. INSAES – Outras Novidades 1. A realização da avaliação do desempenho dos estudantes será de responsabilidade do INEP.” ristoff.dilvo@.gmail.comMGA/UFSC Outubro de 2012
  76. 76. INSAES – Outras Novidades Art. 37. O INSAES poderá impor aos infratores desta Lei, da legislação educacional, e de outras normas legais cujo cumprimento lhe incumba fiscalizar, as seguintes penalidades: I - desativação de cursos e habilitações; II - redução do número de vagas autorizadas para o curso; III - suspensão temporária de prerrogativas de autonomia da instituição; IV - reclassificação da categoria administrativa da instituição; V - descredenciamento institucional; VI - advertência aos dirigentes e representantes legais da instituição; VII - suspensão dos dirigentes e representantes legais da instituição para o exercício das atividades de gestão institucional por até um ano; VIII - inabilitação dos dirigentes e representantes legais para o exercício de atividades de gestão em instituições de educação superior de dois a dez anos; e IX - multa no valor de R$ 5.000,00 (cinco mil reais) a R$ 500.000,00 (quinhentos mil reais). ristoff.dilvo@.gmail.comMGA/UFSC Outubro de 2012
  77. 77. Desafios Específicos do Sinaes 1. Deslocar efetivamente o centro da avaliação para a avaliação institucional, revendo o IGC e os ranqueamentos institucionais que dele derivam; 2. Integrar os instrumentos de avaliação aos de informação desenvolvidos por diferentes órgãos do Ministério da Educação e dos sistemas estaduais, permitindo a construção de instrumentos de avaliação mais leves e, conseqüentemente uma maior valorização dos aspectos qualitativos e interpretativos; ristoff.dilvo@.gmail.comMGA/UFSC Outubro de 2012
  78. 78. Desafios Específicos do Sinaes 3. Consolidar a institucionalização da CTAA, com representantes das oito grandes áreas do conhecimento, buscando participação mais efetiva da comunidade acadêmica; 4. Promover a capacitação de avaliadores também para a avaliação qualitativa; ristoff.dilvo@.gmail.comMGA/UFSC Outubro de 2012
  79. 79. Desafios Específicos do Sinaes 5. consolidar a cultura da auto-avaliação nas Instituições de Educação Superior, através de maior envolvimento das CPAs nos processos de análise e interpretação dos dados; 5. Envolver-se mais com as iniciativas internacionais de trocas de boas práticas no âmbito da avaliação educacional e liderar os esforços neste sentido no âmbito do Mercosul; ristoff.dilvo@.gmail.comMGA/UFSC Outubro de 2012
  80. 80. Desafios Específicos do Sinaes 7. Administrar a expansão de cursos, instituições, modalidades, as constantes redefinições, revisões, visões e indecisões de modo que não gerem descrença da comunidade com relação à importância da avaliação; 8. Implantar o processo permanente de meta-avaliação. ristoff.dilvo@.gmail.comMGA/UFSC Outubro de 2012
  81. 81. Desafios Específicos do Sinaes 9. Retirar o protagonismo do Enade na Avaliação de Curso; 10. Garantir a comparabilidade das provas do Enade e um cálculo mais confiável do IDD; 11. Assegurar a integração dos vários instrumentos diante das implicações da proposta de criação do Insaes. ristoff.dilvo@.gmail.comMGA/UFSC Outubro de 2012
  82. 82. PODIA SER MELHOR... ristoff.dilvo@.gmail.comMGA/UFSC Outubro de 2012
  83. 83. MUITO OBRIGADO!!! ristoff.dilvo@.gmail.comMGA/UFSC Outubro de 2012

×