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ENANGRAD 2018 - ENADE

ANGRAD
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Apresentação realizada pelo professor Thiago Francisco, no ENANGRAD 2018, realizado pela ANGRAD na FECAP, São Paulo, de 24 a 26 de agosto.

ENANGRAD 2018 - ENADE

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Algumas contribuições didático, pedagógicas e
de gestão do Conceito Preliminar de Curso:
Uma reflexão pautada no ENADE como
componente curricular obrigatório
Prof. Dr. Thiago Francisco
Docente e executivo da Educação
Superior
 Doutor – EGC/UFSC.
 Mestre – PPGAU/UFSC.
 Administrador – CRA/SC: 23782.
Experiencia Atual: UNESC
Coordenador da CPA e do Setor
de Avaliação Institucional (SEAI);
Docente do curso de
Administração.
proftf@gmail.com
tfrancisco@unesc.net
+48-9.9161-7521
 Executivo da Educação Superior, com experiência em Avaliação Institucional e
outros temas aderentes a Gestão Universitária
 Docente: Em nível de graduação e pós-graduação, atuando no âmbito de temas
relacionados a Estratégia, Teorias Organizacionais, Gestão do Conhecimento,
Inovação e Método Científico.
 Pesquisador: Preconizando temas relativos ao processo de gestão da educação
superior e métodos qualitativos de pesquisa.
 Entusiasta: De temas relacionados com a educação superior, mais
especificamente alinhados com metodologias de ensino e concepções
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Um novo
paradigma
Gestão do curso e os processos de avaliação interna e externa: Como estão os atributos?
Conceito 01: A gestão do curso não é realizada considerando a autoavaliação institucional e o resultado das avaliações
externas como insumo para aprimoramento contínuo do planejamento do curso.
Conceito 02: A gestão do curso é realizada considerando apenas a autoavaliação institucional ou o resultado das avaliações
externas como insumo para aprimoramento contínuo do planejamento do curso
Conceito 03: A gestão do curso é realizada considerando a autoavaliação institucional e o resultado das avaliações externas
como insumo para aprimoramento contínuo do planejamento do curso.
Conceito 04: A gestão do curso é realizada considerando a autoavaliação institucional e o resultado das avaliações externas
como insumo para aprimoramento contínuo do planejamento do curso, com evidência da apropriação dos resultados pela
comunidade acadêmica.
Conceito 05: A gestão do curso é realizada considerando a autoavaliação institucional e o resultado das avaliações externas
como insumo para aprimoramento contínuo do planejamento do curso, com evidência da apropriação dos resultados pela
comunidade acadêmica e existência de processo de autoavaliação periódica.
Algumas inquietações
Duas perspectivas para a avaliação da educação superior
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Perspectiva dos indicadores.
 O CPC foi legitimado na nova
regulação;
 O ENADE segue como um
“componente curricular
obrigatório”
 Um forte alinhamento com a
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 Há maior convergência com a
avaliação, identificada nos
padrões decisórios.
No contexto da Administração
 É urgente a criação de uma
agenda de discussão sobre
uma política para a gestão dos
PPCs;
 O ENADE ainda é percebido
como algo eventual – A
grande maioria dos cursos
ainda é “3”;
 Ainda percebe-se a utilização
do ENADE/CPC como uma
variável “mercadológica”,
apenas”;
 Os indicadores ainda não são
instrumentos de governança.
Algumas inquietações
A Agenda da Regulação
O maior volume de informações regulatórias da história: “Resetaram o
Sistema”
 Decreto No. 9.057, de 25/05/2017;
 Portaria Normativa No 11, de 20/06/2017;
 Decreto No. 9.235, de 15/12/2017;
 Portaria Normativa No 19, de 13/12/2017 – Fluxos do processo avaliativo e
ENADE;
 Portaria No 20, de 21/12/2017 – Estabelece os padrões decisórios –
Regulação (Portaria 741 e 742/2018)
 Portaria No 21, de 21/12/1017 – e-MEC e seus fluxos;
 Portaria No 315, de 04/04/2018 – Supervisão e monitoramento;
 Portaria No 23, de 21/12/2017 – Fluxos e aditamentos no processo de
regulação;
 Portaria No 24, de 21/12/2017 – Estabelece os calendário;
 Novos instrumentos de avaliação.
O que as IES tem feito?
 Como está o movimento do
EAD na IES?
 Como andam as revisões do
PDI e dos PPCs?
 Como a CPA e o NDE tem se
apropriado destes
elementos?
 Como o NDE está atuando
para a gestão do CPC?
Coordenadores: Atenção!!!!
No contexto da AdministraçãoUma visão de algumas mudanças:
 Dispensa por atividade curricular fora do país – Valorização das
atividades de internacionalização – Art. 44º;
 Alteração dos critérios de dispensa por “erro” da IES – 5% por curso; -
Não há mais a margem de erro (10 alunos);
 Coordenador: Atenção ao Censo da Educação Superior;
 Transferências em ano de ENADE: devem ir para uma análise mais
aprofundada do coordenador- rever regulamentos;
 Atenção a nota contínua ao invés da FAIXA – geralmente o avanço
sempre vai de uma casa pra outra. As faixas continuas estão se
movimentando bem.
 3425 cursos em risco; IDD vai cair ainda mais.
Notas de Corte: FG
Conceito 3 (2012): 43,1
Conceito 5 (2012): 51,8
Conceito 3 (2015): 54,4 (+26%)
Conceito 5 (2015): 64,3 (+24%)
Nota de Corte: CE:
Conceito 3 (2012): 37,2
Conceito 5 (2012): 50,8
Conceito 3 (2015): 42,7 (+15%)
Conceito 5 (2015): 57,3 (+13%)
% Médio: 15%
“As Federais entraram no jogo”
Portaria Normativa No 19, de 13/12/2017 – Fluxos do processo avaliativo e
ENADE;

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ENANGRAD 2018 - ENADE

  • 1. Algumas contribuições didático, pedagógicas e de gestão do Conceito Preliminar de Curso: Uma reflexão pautada no ENADE como componente curricular obrigatório
  • 2. Prof. Dr. Thiago Francisco Docente e executivo da Educação Superior  Doutor – EGC/UFSC.  Mestre – PPGAU/UFSC.  Administrador – CRA/SC: 23782. Experiencia Atual: UNESC Coordenador da CPA e do Setor de Avaliação Institucional (SEAI); Docente do curso de Administração. proftf@gmail.com tfrancisco@unesc.net +48-9.9161-7521  Executivo da Educação Superior, com experiência em Avaliação Institucional e outros temas aderentes a Gestão Universitária  Docente: Em nível de graduação e pós-graduação, atuando no âmbito de temas relacionados a Estratégia, Teorias Organizacionais, Gestão do Conhecimento, Inovação e Método Científico.  Pesquisador: Preconizando temas relativos ao processo de gestão da educação superior e métodos qualitativos de pesquisa.  Entusiasta: De temas relacionados com a educação superior, mais especificamente alinhados com metodologias de ensino e concepções paradigmáticas da educação superior.
  • 3. Um novo paradigma Gestão do curso e os processos de avaliação interna e externa: Como estão os atributos? Conceito 01: A gestão do curso não é realizada considerando a autoavaliação institucional e o resultado das avaliações externas como insumo para aprimoramento contínuo do planejamento do curso. Conceito 02: A gestão do curso é realizada considerando apenas a autoavaliação institucional ou o resultado das avaliações externas como insumo para aprimoramento contínuo do planejamento do curso Conceito 03: A gestão do curso é realizada considerando a autoavaliação institucional e o resultado das avaliações externas como insumo para aprimoramento contínuo do planejamento do curso. Conceito 04: A gestão do curso é realizada considerando a autoavaliação institucional e o resultado das avaliações externas como insumo para aprimoramento contínuo do planejamento do curso, com evidência da apropriação dos resultados pela comunidade acadêmica. Conceito 05: A gestão do curso é realizada considerando a autoavaliação institucional e o resultado das avaliações externas como insumo para aprimoramento contínuo do planejamento do curso, com evidência da apropriação dos resultados pela comunidade acadêmica e existência de processo de autoavaliação periódica.
  • 4. Algumas inquietações Duas perspectivas para a avaliação da educação superior Perspectiva dos instrumentos:  Os novos instrumentos de avaliação proporcionam maior responsabilidade ao NDE;  O NDE assume o papel de objetivar o instrumento;  Os resultados devem estar apropriados pela comunidade. Perspectiva dos indicadores.  O CPC foi legitimado na nova regulação;  O ENADE segue como um “componente curricular obrigatório”  Um forte alinhamento com a regulação;  Há maior convergência com a avaliação, identificada nos padrões decisórios. No contexto da Administração  É urgente a criação de uma agenda de discussão sobre uma política para a gestão dos PPCs;  O ENADE ainda é percebido como algo eventual – A grande maioria dos cursos ainda é “3”;  Ainda percebe-se a utilização do ENADE/CPC como uma variável “mercadológica”, apenas”;  Os indicadores ainda não são instrumentos de governança.
  • 5. Algumas inquietações A Agenda da Regulação O maior volume de informações regulatórias da história: “Resetaram o Sistema”  Decreto No. 9.057, de 25/05/2017;  Portaria Normativa No 11, de 20/06/2017;  Decreto No. 9.235, de 15/12/2017;  Portaria Normativa No 19, de 13/12/2017 – Fluxos do processo avaliativo e ENADE;  Portaria No 20, de 21/12/2017 – Estabelece os padrões decisórios – Regulação (Portaria 741 e 742/2018)  Portaria No 21, de 21/12/1017 – e-MEC e seus fluxos;  Portaria No 315, de 04/04/2018 – Supervisão e monitoramento;  Portaria No 23, de 21/12/2017 – Fluxos e aditamentos no processo de regulação;  Portaria No 24, de 21/12/2017 – Estabelece os calendário;  Novos instrumentos de avaliação. O que as IES tem feito?  Como está o movimento do EAD na IES?  Como andam as revisões do PDI e dos PPCs?  Como a CPA e o NDE tem se apropriado destes elementos?  Como o NDE está atuando para a gestão do CPC?
  • 6. Coordenadores: Atenção!!!! No contexto da AdministraçãoUma visão de algumas mudanças:  Dispensa por atividade curricular fora do país – Valorização das atividades de internacionalização – Art. 44º;  Alteração dos critérios de dispensa por “erro” da IES – 5% por curso; - Não há mais a margem de erro (10 alunos);  Coordenador: Atenção ao Censo da Educação Superior;  Transferências em ano de ENADE: devem ir para uma análise mais aprofundada do coordenador- rever regulamentos;  Atenção a nota contínua ao invés da FAIXA – geralmente o avanço sempre vai de uma casa pra outra. As faixas continuas estão se movimentando bem.  3425 cursos em risco; IDD vai cair ainda mais. Notas de Corte: FG Conceito 3 (2012): 43,1 Conceito 5 (2012): 51,8 Conceito 3 (2015): 54,4 (+26%) Conceito 5 (2015): 64,3 (+24%) Nota de Corte: CE: Conceito 3 (2012): 37,2 Conceito 5 (2012): 50,8 Conceito 3 (2015): 42,7 (+15%) Conceito 5 (2015): 57,3 (+13%) % Médio: 15% “As Federais entraram no jogo” Portaria Normativa No 19, de 13/12/2017 – Fluxos do processo avaliativo e ENADE;
  • 7. O ENADE como elemento estratégico Os indicadores como instrumentos de governança: O que tem sido feito?  Estudo comparativo entre os players – Contribui para compreender amplitude percentual do desempenho;  É fundamental olhar para a evolução da faixa contínua;  Gestão do estudante é fundamental: O que o curso tem feito pelos estudantes de 2021?  Grupo Focal: Fundamental para conhecer os elementos do QSE e a percepção sobre a prova;  As públicas entraram no jogo – o ENADE está cada vez mais “profissionalizado” – vide instrumentos de avaliação;
  • 8. Uma reflexão sobre os itens A prática da construção de itens de avaliação: desvendando os padrões do ENADE
  • 9. Comportamento de Cursos de Administração com Conceito 5 – ciclo 2015 Média FG Média CE % de acertos no quarto superior da prova. Média do IDD % de Estudantes que preencheram o questionário socioeconômico de maneira correta. Média de Docentes %Mestres %Dr %RT 61,32 59,57 52,4% 4,34 85,7% 12 De 80 a 100% De 46 a 80% De 91 a 100% Administração IES 3– ciclo 2015 Média FG Média CE % de acertos no quarto superior da prova Média do IDD % de Estudantes que preencheram o questionário socioeconômico de maneira correta Número de docentes %Mestres %Dr %RT 48,79 39,52 23,5% 2,21 70% 29 89% 17% 62% Nota Bruta (FG) Nota Bruta (CE) CONC. ODP INFRA OAP Concluintes no ENEM IDD N.MSC N.DR NRT CPC IES A 70,77 71,51 5,00 2,79 3,16 2,50 3 5,00 4,79 3,33 2,22 5 IES B 48,79 39,52 2,21 2,62 3,17 1,37 6 2,21 4,43 0,96 3,10 3 Algumas contribuições a partir do Simulador e dados secundários da área:  FG: Aumento de 15% previsto em todas as áreas;  CE: Aumento relativo de 10% (dependendo da área);  Ambas as variações impactam o IDD;  Para 2018/19: Há a tendência de um aumento relativo de 12% a 15% nas notas dos insumos do corpo docente.
  • 10. Algumas variáveis sob a ótica do estudante Percepção sobre a Prova ENADE 3 ENADE 5 Qual o grau de dificuldade desta prova na parte de Componente Específico? 21,8% consideraram difícil ou muito difícil 5,9 consideraram difícil ou muito difícil. Considerando a extensão da prova, em relação ao tempo total, você considera que a prova foi 31% consideraram longa ou muito longa. 31% consideraram longa ou muito longa. Os enunciados das questões da prova na parte de Componente Específicos estavam claros e objetivos? 92,6% consideraram claros os enunciados 70% consideraram claros os enunciados. As informações/instruções fornecidas para a resolução das questões foram suficientes para responde-las? 43,6% afirmaram que as informações eram suficientes. 52,5% afirmaram que as informações eram suficientes. Você se deparou com alguma dificuldade ao responder à prova. Qual? 80% alegam abordagem diferente 25,5%e desconhecimento do conteúdo. 32,1% alegam abordagem diferente e 12,9% desconhecimento do conteúdo Considerando apenas as questões objetivas da prova, você percebeu que 14,5% aprenderam todos os conteúdos (Não usam Metodologias aplicadas a formação por CHA) 88,1% aprenderam todos os conteúdos. (Metodologias ativas) Tempo gasto 60% - Entre 1 e 3 horas 89% entre 3 e 4 horas
  • 11. IES 5:  95% de estudantes com desempenho superior a 50% da Prova. IES 3  26,4% de estudantes com desempenho superior a 50% da Prova.
  • 12. Discursiva 01 P 02: atitude ética R 09: administrar conflitos OC 10: sociodiversidade e multiculturalismo: violência, tolerância/intolerância, inclusão/exclusão e relações de gênero Discursiva 02 P 04: compreensão de temas que transcendam ao ambiente próprio de sua formação, relevantes para a realidade social R 01: ler, interpretar e produzir textos OC 01: cultura e arte; Questão 04 P 03: comprometimento e responsabilidade sociais R 04: fazer escolhas valorativas, avaliando consequências OC 07: políticas públicas: educação, habitação, saneamento, saúde, transporte, segurança, defesa e questões ambientais Questão 05 P 06: capacidade de análise crítica e integradora da realidade R 03: estabelecer relações, comparações e contrastes em diferentes situações OC 06: globalização e política internacional Questão 06 P 04: compreensão de temas que transcendam ao ambiente próprio de sua formação, relevantes para a realidade social; R 02: extrair conclusões por indução e/ou dedução; OC 11: Tecnologias de Informação e Comunicação; Questão 07 P 06: capacidade de análise crítica e integradora da realidade R 03: estabelecer relações, comparações e contrastes em diferentes situações OC 12: vida urbana e rural Questão 08 P 07: aptidão para socializar conhecimentos com públicos diferenciados e em vários contextos R 01: ler, interpretar e produzir textos OC 01: cultura e arte
  • 13. Desafios na Formação Geral Elementos referenciais do Perfil do Egresso Total de referenciais previstos: 5  atitude ética;  compreensão de temas que transcendam ao ambiente próprio de sua formação, relevantes para a realidade social;  capacidade de análise crítica e integradora da realidade;  aptidão para socializar conhecimentos com públicos diferenciados e em vários contextos. Elementos referenciais das Competências Total de referenciais previstos: 10  administrar conflitos;  ler, interpretar e produzir textos;  fazer escolhas valorativas, avaliando consequências;  estabelecer relações, comparações e contrastes em diferentes situações; Objetos de Conhecimento  Todos atrelados as Unidades Curriculares de “Metodologia Científica”, “Sociologia” e “Filosofia”
  • 14. IES 5  60% de estudantes com desempenho superior a 50% da Prova. IES 3  11,8% de estudantes com desempenho superior a 50% da Prova.
  • 15. Discursiva 03 P 06: Atuação ética, com base em valores e em práticas sustentáveis. R 01: Reconhecer e delimitar problemas e oportunidades. OC 04: Marketing OC 15: Sustentabilidade Discursiva 04 P 04: Capacidade para articular interesses utilizando recursos, processos e pessoas, considerando a diversidade. R 04: Coordenar e integrar as diferentes áreas funcionais da organização. OC 03: Recursos humanos; Questão 09 P 01: Capacidade para compreender os contextos local, regional, nacional e global de forma sistêmica. R 01: Reconhecer e delimitar problemas e oportunidades. OC 07: Planejamento e gestão estratégica. Questão 11 P 04: Capacidade para articular interesses utilizando recursos, processos e pessoas, considerando a diversidade. R 03: Promover a comunicação no ambiente organizacional interno e externo. OC 08: Sistemas e tecnologias da informação e comunicação Questão 12 P 03: Atuação pautada no rigor científico e metodológico para a tomada de decisões e a solução de problemas no âmbito das organizações. R 02: Propor e implementar, com efetividade, ações alinhadas às estratégias da organização. OC 05: Finanças OC 09: Matemática e estatística. Questão 13 P 05: Atuação proativa, flexível, criativa e inovadora frente aos desafios organizacionais. R 02: Propor e implementar, com efetividade, ações alinhadas às estratégias da organização. OC 10: Pesquisa operacional Questão 14 P 06: Atuação ética, com base em valores e em práticas sustentáveis. R 02: Propor e implementar, com efetividade, ações alinhadas às estratégias da organização. OC 06: Operações e logística OC 15: Sustentabilidade
  • 16. Questão 15 P 04: Capacidade para articular interesses utilizando recursos, processos e pessoas, considerando a diversidade. R 03: Promover a comunicação no ambiente organizacional interno e externo. OC 01: Teorias da administração e das organizações Questão 16 P 02: Compreensão crítica e reflexiva do fenômeno organizacional em suas dimensões histórica, social, econômica, ambiental, política e cultural. R 05: Identificar e alocar recursos, pessoas e funções. OC 01: Teorias da administração e das organizações Questão 17 P 03: Atuação pautada no rigor científico e metodológico para a tomada de decisões e a solução de problemas no âmbito das organizações. R 05: Identificar e alocar recursos, pessoas e funções. OC 12: Gestão de processos e serviços; Questão 21 P 02: Compreensão crítica e reflexiva do fenômeno organizacional em suas dimensões histórica, social, econômica, ambiental, política e cultural. R 01: Reconhecer e delimitar problemas e oportunidades. OC 07: Planejamento e gestão estratégica Questão 22 P 03: Atuação pautada no rigor científico e metodológico para a tomada de decisões e a solução de problemas no âmbito das organizações. R 04: Coordenar e integrar as diferentes áreas funcionais da organização. OC 12: Gestão de processos e serviços; Questão 24 P 03: Atuação pautada no rigor científico e metodológico para a tomada de decisões e a solução de problemas no âmbito das organizações. R 07: Monitorar resultados e avaliar desempenho. OC 04: Marketing
  • 17. Questão 26 P 05: Atuação proativa, flexível, criativa e inovadora frente aos desafios organizacionais. R 06: Desenvolver o capital humano, mediante liderança e trabalho em equipe. OC 13: Gestão da inovação, gestão do conhecimento, pesquisa e desenvolvimento Questão 27 P 04: Capacidade para articular interesses utilizando recursos, processos e pessoas, considerando a diversidade. R 06: Desenvolver o capital humano, mediante liderança e trabalho em equipe. OC 03: Recursos humanos Questão 28 P 07: Compromisso com o autodesenvolvimento, integrando teoria e prática. R 06: Desenvolver o capital humano, mediante liderança e trabalho em equipe. OC 03: Recursos humanos Questão 29 P 04: Capacidade para articular interesses utilizando recursos, processos e pessoas, considerando a diversidade. R 06: Desenvolver o capital humano, mediante liderança e trabalho em equipe. OC 02: Comportamento organizacional Questão 30 P 03: Atuação pautada no rigor científico e metodológico para a tomada de decisões e a solução de problemas no âmbito das organizações. R 07: Monitorar resultados e avaliar desempenho. OC 05: Finanças; Questão 31 P 03: Atuação pautada no rigor científico e metodológico para a tomada de decisões e a solução de problemas no âmbito das organizações. R 07: Monitorar resultados e avaliar desempenho. OC 06: Operações e logística OC 09: Matemática e estatística Questão 32 P 01: Capacidade para compreender os contextos local, regional, nacional e global de forma sistêmica. R 08: Lidar com mudanças e situações de risco. OC 14: Empreendedorismo
  • 18. Questão 33 P 01: Capacidade para compreender os contextos local, regional, nacional e global de forma sistêmica. R 08: Lidar com mudanças e situações de risco. OC 07: Planejamento e gestão estratégica Questão 34 P 05: Atuação proativa, flexível, criativa e inovadora frente aos desafios organizacionais. R 07: Monitorar resultados e avaliar desempenho. OC 11: Gestão de projetos Questão 35 P 05: Atuação proativa, flexível, criativa e inovadora frente aos desafios organizacionais. R 08: Lidar com mudanças e situações de risco. OC 14: Empreendedorismo
  • 19. Desafios no Componente Específico Elementos referenciais do Perfil do Egresso Total de referenciais previstos: 5  Capacidade para articular interesses utilizando recursos, processos e pessoas, considerando a diversidade;  Capacidade para compreender os contextos local, regional, nacional e global de forma sistêmica;  Atuação pautada no rigor científico e metodológico para a tomada de decisões e a solução de problemas no âmbito das organizações;  Compreensão crítica e reflexiva do fenômeno organizacional em suas dimensões histórica, social, econômica, ambiental, política e cultural;  Atuação pautada no rigor científico e metodológico para a tomada de decisões e a solução de problemas no âmbito das organizações Elementos referenciais das Competências Total de referenciais previstos: 09  Reconhecer e delimitar problemas e oportunidades;  Promover a comunicação no ambiente organizacional interno e externo;  Propor e implementar, com efetividade, ações alinhadas às estratégias da organização;  Identificar e alocar recursos, pessoas e funções;  Monitorar resultados e avaliar desempenho;  Lidar com mudanças e situações de risco; Objetos de Conhecimento Principais Conteúdos:  Matemática e Estatística;  Planejamento e Gestão Estratégica;  Pesquisa Operacional;  Sustentabilidade (Logística);  GCI;  Teorias Organizacionais;  Empreendedorismo.
  • 20. Um Conjunto estruturado de ações.... Empoderando o NDE!
  • 21. Desempenho dos estudantes Nota Concluintes Média FG: 69,8 Média CE: 61.6 Concluintes em P 75 (78,6%) Poucos estudantes fazendo a prova IDD 5,00 INSUMOS (30%) Distribuição Corpo Docente (30%) Titulação: Doutores 75 a 90% Média de 22 Docentes Titulação: Mestres 93% Regime: TI e TP 88 a 100% Infra Estrutura e Instalações Físicas 5,00 97% preencheram o questionário de forma adequada Recursos Didático-Pedagógicos 4,98 Ampliação da formação acadêmica e profissional 4,94
  • 22. Contribuições para fortalecer os indicadores – Fortalecendo o CPC e o IGC Desempenho dos concluintes Provas aplicadas aos concluintes IDD: atenção aos ingressantes - Retenção QSE: Integrar com PPC de maneira urgente Extensão: Nas disciplinas básicas e profissionais (DCNs) Pesquisa: Fortalece os insumos docente Principio básico: Otimização – Titulação e regime de trabalho Especialistas: prejudica a proporção e impacta na nota Análise dos Planos de Ensino Equilíbrio: FG e CE – comportamento em conceitos elevados Relatório de área Relatório de curso Relatório de IES Contribuições para fortalecer os indicadores – Fortalecendo o CPC e o IGC Microdados / Sinopses
  • 23. Resultados Diagnóstico Capacitação Simulados Avaliações Focus Group Ações complementares Ações complemantares Ações complementares Reuniões com NDEs; Socialização dos diagnósticos; Mapeamento dos possíveis participantes; Formação BNI Construção de simulados; Reuniões com concluintes; Estudo do perfil de desempenho (Retenção); Incentivos a ações “estruturadas” – Leituras, Produções discursivas… Monitoria e gestão Mobilização Focus Group Acompanhameto
  • 24. Você pode até sair da Universidade... Mas ela nunca sairá de você!!!!!