O documento discute a importância da preservação da natureza. A aula ensina que devemos amar a criação de Deus ao cuidarmos da natureza, da qual dependemos para sobreviver. As crianças farão uma maquete ilustrando a harmonia entre homem e natureza.
Turma: 1º Ciclode Infância
Tema
Amor à Natureza – Obra Divina
Conteúdo
Demonstramos nosso amor a Deus quando amamos toda a Sua criação.
Devemos a Deus gratidão por tudo o que nos tem dado.
Sem a natureza não seria possível a nossa existência (ar, água, plantas, animais...), por isso
devemos conservá-la, cuidando e amando o lugar onde vivemos e por onde passamos.
Objetivos
Ao final da aula os evangelizandos deverão reconhecer a natureza como uma obra de Deus
fundamental para a nossa sobrevivência, por isso devemos amá-la e respeitá-la,
conservando-a.
Procedimentos
Saudações
Chamada
Captando a atenção:
Preparar a sala antes da chegada dos evangelizandos com uma exposição sobre o
meio ambiente que terá o objetivo de mostrar a variedade de plantas e animais da
natureza.
*Sugestão para a exposição: Gravuras de diversos tipos de aves, diversas raças de
cães, peixes, plantas que servem de alimento, plantas que servem de remédio, plantas que
se transformam em utilidades (móveis, papel, borracha), lista de quanto tempo demora para
se decompor na natureza cada tipo de material (Se for possível levar uma amostra do
próprio lixo. Ex: lata, chiclete, papel, vidro... ). (Anexo 1)
Pedir que os evangelizandos que andem pela sala observando os materiais.
Perguntar-lhes sobre o que é a exposição?
Ouvir as respostas complementando-as, se necessário.
Informando os objetivos:
Dizer aos evangelizandos que hoje teremos a oportunidade de refletir sobre a
criação de Deus, e assim, poderemos perceber que a Natureza é fundamental para a nossa
sobrevivência, por isso devemos amá-la e respeitá-la, conservando-a.
Recordando os pré-requisitos:
Perguntar-lhes:
Quem criou tudo o que há na natureza?
A Natureza é importante para nós? Por que?
Ouvir as respostas complementando-as, se necessário.
Fornecendo situações-estímulo:
2.
História: Eu fizo que pude. (Anexo 2)
Explorar a história e dizer-lhes que nós devemos ser como este passarinho. Não
interessa se os outros não fazem a sua parte, mas nós faremos a nossa cuidando do meio
ambiente que nos cerca, não jogando papel no chão, não maltratando ou destruindo plantas
e animais... Se todos pensarem assim o meio ambiente estará preservado.
Fixando a aprendizagem:
Dividir a turma em grupos de três crianças e convidá-los a fazer uma maquete de um
lugar onde a natureza esteja preservada, onde o homem e a natureza vivam em harmonia.
(Anexo 3)
Prece final
Recursos
Material para exposição (gravuras, fita adesiva, lixo...), história e gravuras, placas de papel
cartão verde, cola, gravuras da maquete, papeis diversos.
Avaliação
Obs: Os objetivos foram alcançados? A aula esteve ao nível da turma? A aula foi exposta
de acordo com o plano? O Controle da turma foi conseguido em todos os momentos? Os
recursos foram adequados à turma e bem utilizados? Sugestões para melhoria..
3.
Anexo 1
Veja sóo tempo de decomposição do lixo jogado no meio ambiente
(solo, matas, rios, lagos e mar)
Tipo de Material Tempo de Decomposição
Papel 3 a 6 meses
Palito de Fósforo 6 meses
Filtro de Cigarro 5 anos
Chiclete 5 anos
Madeira Pintada 13 anos
Nylon Mais de 30 anos
Garrafa de Plástico Mais de 100 anos
Lata de Alumínio 200 a 500 anos
Borracha Tempo indeterminado
Vidro 1 milhão de anos
Fralda Descartável 600 anos
4.
Anexo 2
Adaptação de“Fiz o que pude” de Lucília Junqueira de Almeida Prado
Nunca mais haverá floresta como aquela! Não que fosse muito grande, tivesse árvores
altíssimas ou a sombra mais refrescante. É que nela tudo era muito bonito. As árvores davam flores
em diferentes meses, e, assim, o ano inteiro aqui e ali havia árvores coloridas.
_ Vejam as flores daquele ipê!
_ Nem um outro é tão brilhante.
_ Colírio para os olhos!
_ Fartura para as abelhas.
_ Não existe outra floresta igual a nossa – comentavam os bichos satisfeitos como se a
floresta fosse criação deles.
Nela moravam animais grandes e pequenos, além de milhares de aves e insetos.
Uma vez por mês todos se reuniam para tratar dos assuntos da floresta, cada um podia dar o
seu palpite ou fazer a sua reclamação. Dava gosto de ver: macaco, lobo, tatu, - todos, desde as
minúsculas formigas até a musculosa onça pintada naquela confabulação.
Todos falavam sempre pensando no bem da floresta, afinal ela era a casa de todos.
No entanto havia um passarinho, pequenino, de uma cor que ninguém saberia dizer qual era:
sem ser marrom, não era cinza, nem bege; um passarinho que todos consideravam muito sem graça.
_ Você nunca dá palpite? Sempre tão fechado feito um caramujo... – perguntou o avestruz,
esticando o pescoço para ele.
O passarinho continuou sério e respondeu:
_ Saber escutar o que os outros falam também tem o seu valor.
E, assim, passava o tempo naquela bonita floresta.
Até que um dia, sem ninguém saber da onde nem por quê, veio o fogo. As labaredas, como
línguas de gigantes, se alastravam fazendo estalar os galhos e as folhas que estavam secas, pois há
muito não chovia na floresta. Tudo foi tão rápido e assustador que os animais só pensavam em fugir,
apavorados.
Só ficou o passarinho calado. Resolvera não fugir, pensando: “Ué! Não é agora a hora de
fazer alguma coisa pela floresta? Ela, que até hoje só nos protegeu?”
E, voando até a nascente do riacho, encheu o bico de água, e veio derrubar sobre o fogo da
floresta.
Ele voava da mata para o riacho, do riacho para a mata e derramava aquela minúscula
quantidade de água sobre aquele fogaréu imenso.
Depois de muito tempo, o fogo foi baixando e os outros bichos, admirados com a valentia
daquele passarinho incansável, voltaram para lhe perguntar:
_ Mas... de que adianta todo o seu esforço? Você não conseguirá apagar o fogo da floresta...
Então o passarinho que nunca falava muito, mas pensava, respondeu:
_ Sei disso, mas, quando o fogo se apagar e o chão estiver coberto de cinzas, se me
perguntarem o que fiz para evitar a destruição, posso responder: “Fiz o que pude!”
11.
Anexo 3
Leve revistas,papéis de diversas cores, tesouras, cola, ¼ de papel cartão verde para cada
grupo e as gravuras abaixo. Sugira que além dos elementos abaixo eles criem rios, morros,
flores, gramas... Estimule a criatividade.
Dobre e Cole
Dobre e
Cole
Dobre e Cole
Dobre e
Cole
Dobre e Cole