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Centro Espírita Obreiros do Bem – CEOB
Evangelização no Lar
Turma do Leãozinho – 3 e 4 anos
Evangelizadoras: Juliana Martins e Letícia Reis
SEMANA 77
Tema: OS BONS ESPÍRITAS
1 – Subsídio aos pais (texto explicativo para o entendimento do tema):
“Reconhece-se o verdadeiro espírita pela sua transformação moral e pelos esforços que emprega para domar suas
inclinações más.” O Evangelho Segundo o Espiritismo — Cap. XVII — Item 4
ESPIRITISMO E VOCÊ
Recentemente você teve os primeiros contatos com a Doutrina Espírita e agora se deslumbra com as novas perspectivas
espirituais da existência.
Ideais redentores. Relações pessoais enriquecidas. Conversações edificantes. Leitura nobre. Promissores ensejos de servir
à fraternidade.
Recorde, no entanto, os imperativos da disciplina, em todos os empreendimentos, para que a afoiteza não lhe crie
frustrações.
Tornar-se espírita não é santificar-se automaticamente, não significa privilégio e nem expressa cárcere interior.
É oportunidade de libertação da alma com responsabilidades maiores ante as Leis da Criação.
É reencarnar-se moralmente, de novo, dentro da própria vida humana.
Convicção espírita é galardão abençoado no aprendizado multimilenar da evolução.
Desse modo, nem prevenção nem invigilância constituem caminhos para semelhante conquista.
Urge sustentar perseverança e paciência na execução justa de todos os deveres.
Evite arrancar abruptamente as raízes defeituosas, mas profundas, de suas atividades; empreenda qualquer renovação
pouco a pouco.
Contenha os ímpetos de defesa intempestiva das suas ideias novas; sedimente primeiro os próprios conhecimentos.
Espiritismo é Claridade Eterna. Gradue a intensidade da luz que você vislumbrar, para que seus olhos não sejam
acometidos pela cegueira do fanatismo.
Muitos irmãos nossos ainda se debatem nas lutas de subnível, porque não se dispuseram a aceitar a realidade que você
está aceitando, mas, também, outros muitos palmilharam o lance da experiência que hoje você palmilha e nem por isso
alcançaram êxitos maiores, na batalha íntima e intransferível que travamos conosco, em vista da negligência a que ainda
se afazem.
Crença não nos exime da consciência. Acertar ou cair são problemas pessoais. Tudo depende de você.
Quem persiste na ilusão, abraça a teimosia.
Quanto mais se edifica, a inteligência, mais se lhe acentua o prazer de servir.
Obedeça, pois, ao chamamento do Senhor, emprestando boa vontade ao engrandecimento da redenção humana, através
do trabalho ativo e incessante nos diversos setores em que se lhe possa desenvolver a colaboração.
Conserve-se encorajado e confiante.
Alegria serena, em marcha uniforme, é a norma ideal para atingir-se a meta colimada.
Eleve anseios e esperanças, tentando sublimar emoções e cometimentos.
Acima de tudo, consolide no coração a certeza de que a revelação maior é aquela que nos preceitua o dever de procurar
com Jesus a nossa libertação do mal e, em nosso próprio benefício, compreendamos a real posição do Mestre como
Excelso Condutor de nosso mundo, em cujo infinito amor estamos construindo o Reino de Deus em nós.
André Luiz
Livro: O Espírito da Verdade, psicografia Francisco C. Xavier/ Waldo Vieira.
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2 – Leitura de harmonização para a prece:
Lição que, em todos os tons,
É sempre luz onde pises:
Primeiro, sejamos bons,
Depois seremos felizes.
Ormando Candelária
Livro: Chão de flores, capítulo 12 - Psicografia Francisco C. Xavier.
3 – História a ser contada para a criança:
A FORÇA DO EXEMPLO
Havia uma floresta muito grande onde moravam muitos bichos, de
variadas espécies. Alguns desse animais, que moravam ali, gostavam
de se encontrar para conversação amigável. Gostavam tanto que
sempre se encontravam no “Cantinho Feliz”, um lugar debaixo das
arvores que eles apreciavam ficar. Mas não apenas conversavam,
muitas vezes eles se reuniam para fazer algum bem para algum
companheiro da floresta.
Certo dia, Coelhito, um velho coelho muito respeitado por toda a
floresta, estava reunido com alguns amigos conversando sobre como
ser um “Bicho de Bem”.
E Coelhito falava ao pequeno grupo de amigos:
- Sim, meus amigos, devemos procurar fazer o bem sempre e a caridade é a maior bênção!
Nisso, voavam por ali o Gaio e Ninha. O papagaio mais falante da floreste e sua amiga andorinha. Ao passarem próximo
do Cantinho Feliz, ouvem breves trechos da conversa de Coelhito e prosseguem conversando:
- Você ouviu Ninha? Esses bichos aí ficam com essa conversinha.
Eu acho que eles falam, falam... mas na verdade, na hora de
fazer o bem nada fazem!
- Realmente Gaio. Ficam horas aí debaixo dessas árvores falando
em virtudes, mas eles nem são perfeitos.
E continuaram voando pela floresta. Um pouco mais à frente,
Gaio e Ninha deparam com um infeliz Esquilo. Pálido, doente e com muito frio, ele pedia
ajuda pois tinha perdido a sua toca com a enchente do rio.
A tiritar de frio, estende-lhes a mão magra.
O Papagaio dá-lhe alguns centavos.
Nisso, Ninha observa, então, que Coelhito vem vindo sozinho, pela floresta. E a andorinha diz:
- Olhe! Lá vem o "tal" coelho que gosta de falar de caridade! Aposto que não vai dar uma moedinha a esse pobre
esquilo, assim como você Gaio.
- Sim. Vamos ver! Agora será a prova. Afastemos um pouco, vamos nos esconder para vermos. Também aposto a
mesma coisa. Esse coelho só gosta mesmo é de se mostrar falando aquelas coisas bonitas.
E o papagaio e a andorinha ficaram escondidos em uma árvore só observando sem serem vistos.
Quando Coelhito passou, o esquilo rogou auxílio.
Coelhito chegou junto dele e o abraçou, fraterno.
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Em seguida, apalpou a mão nos bolsos e exclamou:
- Infelizmente, meu amigo, estou sem nenhum dinheiro...
Nesse momento Gaio e Ninha se entreolharam-se, rindo:
- Não lhe disse? Esse coelho só conversa. Ele não faz o bem.
Mas estavam enganados... sabem o que Coelhito fez?
Ele condoeu-se, vendo que o esquilo tremia de frio.
Num gesto espontâneo, tirou o seu paletó amarelo de bolinhas vermelhas, que era muito
quentinho, vestiu-o no companheiro esquilo que, boquiaberto e encantado, recebia a
generosa oferta daquele coelho tão bondoso.
A seguir, após recobrir, à pressa, o esquilo com o paletó, saiu para buscar algumas avelãs e
deu ao esquilo, dizendo com simplicidade:
- Meu amigo, é só isso que tenho hoje. Mas voltarei aqui mesmo amanhã com mais
alguma coisa.
E foi embora, enquanto o necessitado sorria, feliz.
Gaio e Ninha ficaram boquiabertos e com muita vergonha de terem julgado daquela forma esse coelho que era, na
verdade, um exemplo de bondade.
No outro dia, o papagaio e a andorinha estavam no Cantinho Feliz, escondidos atras de um toco, ouvindo aqueles
amigos falarem sobre amor, perdão, caridade e todas as virtudes necessárias para ser um bom bicho, quando Coelhito
os viu e chamou-os para se juntarem a eles. Gaio e Ninha, então, chegaram bem envergonhados dizendo que eles não
eram muito bondosos para fazerem parte do Cantinho Feliz.
Mas logo aqueles novos amigos foram mostrando para eles que todos tem as suas imperfeições, e que, o verdadeiro
participante do Cantinho Feliz não é aquele que bicho que é perfeito, mas sim aquele que se esforça sempre, a cada
dia, para se transformar em um “Bicho de Bem”
Adaptação, feita pela nossa equipe, da história: “A FORÇA DO EXEMPLO”, do livro Almas em desfile. Espírito Hilário Silva. Psicografado por Chico
Xavier e Waldo Vieira.
Leia mais em: https://www.passatempoespirita.com.br/products/a-forca-do-exemplo/
Imagens: Internet
4 – Atividade a ser realizada pela criança:
Oi Leãozinho!
Gostaram dessa história de hoje?
Essa história nos ensina que os bons espíritas são aquelas pessoas que estudam e aprendem os ensinamentos
de Jesus mas além disso, praticam esses ensinamentos por onde quer que passem. Devemos auxiliar nossos irmãos com
aquilo que podemos oferecer, algumas vezes de forma material com dinheiro, roupas, alimentos mas também em outras
situações, fazendo uma prece para um doente, dando um abraço bem carinhoso em alguém que está triste, conversando
com alguém que está aflito, etc. O bom espírita além de fazer o bem, deve se preocupar em corrigir suas imperfeições
também. Eliminar o orgulho e o egoísmo do nosso coração fazem parte dessa lista de responsabilidades que devemos
assumir quando conhecemos os ensinamentos de Jesus. Esses e outros vícios impedem nossa evolução espiritual que
tanto almejamos.
O importante mesmo é ser bom, praticar o bem e amar à todos à sua volta, assim, estaremos seguindo os
maiores ensinamentos que Jesus nos deixou, o amor e a caridade.
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Selecionamos alguns exemplos de como podemos praticar os ensinamentos de Jesus no nosso dia a dia.
Pinte ou aponte com o dedinho as imagens de alguma atitude dessas que você já praticou ou acredita que seja
possível praticar!
Pelo seu exemplo
Jesus nos ensinou
Amor e caridade
Levam à felicidade
O bom espírita que aprendeu essa lição
Vive esse exemplo
Deixando em cada atitude
Um pouquinho do que tem em seu coração
Um beijo muito especial pra você Leãozinho!

semana 77_leaozinho.pdf

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    pág. 1 Centro EspíritaObreiros do Bem – CEOB Evangelização no Lar Turma do Leãozinho – 3 e 4 anos Evangelizadoras: Juliana Martins e Letícia Reis SEMANA 77 Tema: OS BONS ESPÍRITAS 1 – Subsídio aos pais (texto explicativo para o entendimento do tema): “Reconhece-se o verdadeiro espírita pela sua transformação moral e pelos esforços que emprega para domar suas inclinações más.” O Evangelho Segundo o Espiritismo — Cap. XVII — Item 4 ESPIRITISMO E VOCÊ Recentemente você teve os primeiros contatos com a Doutrina Espírita e agora se deslumbra com as novas perspectivas espirituais da existência. Ideais redentores. Relações pessoais enriquecidas. Conversações edificantes. Leitura nobre. Promissores ensejos de servir à fraternidade. Recorde, no entanto, os imperativos da disciplina, em todos os empreendimentos, para que a afoiteza não lhe crie frustrações. Tornar-se espírita não é santificar-se automaticamente, não significa privilégio e nem expressa cárcere interior. É oportunidade de libertação da alma com responsabilidades maiores ante as Leis da Criação. É reencarnar-se moralmente, de novo, dentro da própria vida humana. Convicção espírita é galardão abençoado no aprendizado multimilenar da evolução. Desse modo, nem prevenção nem invigilância constituem caminhos para semelhante conquista. Urge sustentar perseverança e paciência na execução justa de todos os deveres. Evite arrancar abruptamente as raízes defeituosas, mas profundas, de suas atividades; empreenda qualquer renovação pouco a pouco. Contenha os ímpetos de defesa intempestiva das suas ideias novas; sedimente primeiro os próprios conhecimentos. Espiritismo é Claridade Eterna. Gradue a intensidade da luz que você vislumbrar, para que seus olhos não sejam acometidos pela cegueira do fanatismo. Muitos irmãos nossos ainda se debatem nas lutas de subnível, porque não se dispuseram a aceitar a realidade que você está aceitando, mas, também, outros muitos palmilharam o lance da experiência que hoje você palmilha e nem por isso alcançaram êxitos maiores, na batalha íntima e intransferível que travamos conosco, em vista da negligência a que ainda se afazem. Crença não nos exime da consciência. Acertar ou cair são problemas pessoais. Tudo depende de você. Quem persiste na ilusão, abraça a teimosia. Quanto mais se edifica, a inteligência, mais se lhe acentua o prazer de servir. Obedeça, pois, ao chamamento do Senhor, emprestando boa vontade ao engrandecimento da redenção humana, através do trabalho ativo e incessante nos diversos setores em que se lhe possa desenvolver a colaboração. Conserve-se encorajado e confiante. Alegria serena, em marcha uniforme, é a norma ideal para atingir-se a meta colimada. Eleve anseios e esperanças, tentando sublimar emoções e cometimentos. Acima de tudo, consolide no coração a certeza de que a revelação maior é aquela que nos preceitua o dever de procurar com Jesus a nossa libertação do mal e, em nosso próprio benefício, compreendamos a real posição do Mestre como Excelso Condutor de nosso mundo, em cujo infinito amor estamos construindo o Reino de Deus em nós. André Luiz Livro: O Espírito da Verdade, psicografia Francisco C. Xavier/ Waldo Vieira.
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    pág. 2 2 –Leitura de harmonização para a prece: Lição que, em todos os tons, É sempre luz onde pises: Primeiro, sejamos bons, Depois seremos felizes. Ormando Candelária Livro: Chão de flores, capítulo 12 - Psicografia Francisco C. Xavier. 3 – História a ser contada para a criança: A FORÇA DO EXEMPLO Havia uma floresta muito grande onde moravam muitos bichos, de variadas espécies. Alguns desse animais, que moravam ali, gostavam de se encontrar para conversação amigável. Gostavam tanto que sempre se encontravam no “Cantinho Feliz”, um lugar debaixo das arvores que eles apreciavam ficar. Mas não apenas conversavam, muitas vezes eles se reuniam para fazer algum bem para algum companheiro da floresta. Certo dia, Coelhito, um velho coelho muito respeitado por toda a floresta, estava reunido com alguns amigos conversando sobre como ser um “Bicho de Bem”. E Coelhito falava ao pequeno grupo de amigos: - Sim, meus amigos, devemos procurar fazer o bem sempre e a caridade é a maior bênção! Nisso, voavam por ali o Gaio e Ninha. O papagaio mais falante da floreste e sua amiga andorinha. Ao passarem próximo do Cantinho Feliz, ouvem breves trechos da conversa de Coelhito e prosseguem conversando: - Você ouviu Ninha? Esses bichos aí ficam com essa conversinha. Eu acho que eles falam, falam... mas na verdade, na hora de fazer o bem nada fazem! - Realmente Gaio. Ficam horas aí debaixo dessas árvores falando em virtudes, mas eles nem são perfeitos. E continuaram voando pela floresta. Um pouco mais à frente, Gaio e Ninha deparam com um infeliz Esquilo. Pálido, doente e com muito frio, ele pedia ajuda pois tinha perdido a sua toca com a enchente do rio. A tiritar de frio, estende-lhes a mão magra. O Papagaio dá-lhe alguns centavos. Nisso, Ninha observa, então, que Coelhito vem vindo sozinho, pela floresta. E a andorinha diz: - Olhe! Lá vem o "tal" coelho que gosta de falar de caridade! Aposto que não vai dar uma moedinha a esse pobre esquilo, assim como você Gaio. - Sim. Vamos ver! Agora será a prova. Afastemos um pouco, vamos nos esconder para vermos. Também aposto a mesma coisa. Esse coelho só gosta mesmo é de se mostrar falando aquelas coisas bonitas. E o papagaio e a andorinha ficaram escondidos em uma árvore só observando sem serem vistos. Quando Coelhito passou, o esquilo rogou auxílio. Coelhito chegou junto dele e o abraçou, fraterno.
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