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Vigilância em Saúde no âmbito do Projeto Interfederativo
de Resposta Rápida à Sífilis nas Redes de Atenção, uma
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Introdução
Taxa de detecção de sífilis adquirida e em gestante e taxa
de incidência de sífilis congênita, Brasil, 2010 – 2...
Notificação
▪ Sífilis Congênita: a partir de 1986
▪ Sífilis em Gestantes: a partir de 2005
▪ Sífilis adquirida: a partir d...
Sífilis Congênita
▪ Desfecho da sífilis congênita é o mais grave
e é evitável.
▪ Mortalidade em torno de 40% das crianças
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Contextualizando
▪ 2010 aumento do número de casos
▪ 2014 desabastecimento da penicilina
▪ 2015 auditoria do TCU – Congres...
Objetivo Geral do Projeto
▪ Reduzir a sífilis adquirida e em gestantes e eliminar a sífilis
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Rede de
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52 apoiadores
6
Supervisores
51,3% dos
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72 Municípios
Introdução
Rede de
apoiadores
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Brasil
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Introdução
Papel do apoiador:
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Introdução
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território:
▪ Desenvolvimento de Instrumentos de dissemina...
▪ Descrever os problemas identificados no eixo de
Vigilância em Saúde pelos participantes dos
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Método
▪ Tipo de Estudo: Qualitativo
▪ Local e período do estudo: Seminários Interfederativos
realizados em abril de 2018:...
▪ Fonte de dados: Instrumento norteador para
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▪ Análise dos dados: Descr...
Principais problemas identificados:
▪ Subnotificação
▪ Falta de integração entre vigilância e
atenção básica
▪ Fragilidade...
Resultados
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Notificação de Casos:
▪ Falta de profissionais capacitados
▪ Encerramento dos casos
Resultados
Fonte: Seminário...
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Investigação de Casos:
▪ Ausência de CTV* ou similares
▪ Falta de fluxo para investigação de
casos no SUS e red...
Resultados
Estrutura Inadequada:
▪ Falta de recursos materiais (computador e
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▪ Falta de profissionais.
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Resultados
Fonte: Seminários Interfederativo, Projeto Interfederativo Resposta Rápida a Sífilis, 2018.
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▪ As principais causas elencadas para o problema:
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Aos apoiadores:
▪ Fomentar junto à gestão a necessidade de capacitação
dos profissionais no que tange a subnotificação.
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Recomendações
Aos apoiadores:
▪ Articular junto à gestão a construção de um fluxo de
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▪ Participantes dos Seminários Interfederativos do Projeto
Resposta Rápida à Sífilis nas Redes de Atenção
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Obrigada!
Área de Ações Estratégicas
Departamento de Vigilância, Prevenção e
Controle das IST, do HIV/AIDS e das Hepatites...
Reservas
Emenda Parlamentar
▪ Emenda Parlamentar no valor de R$ 200.000.000,00 (duzentos
milhões de reais) para utilização pelo Min...
Índice Composto
Para a construção do índice composto, foram selecionados os seguintes indicadores de cada
município brasil...
Municípios Prioritários
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Fonte: Guia de Vigilância Epidemiológica, 2017.
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Vigilância em Saúde no âmbito do Projeto Interfederativo de Resposta Rápida à Sífilis nas Redes de Atenção, uma análise a partir do olhar dos atores territoriais, Brasil, 2018

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Pôster apresentado no CRICS10, no eixo temático de Políticas, estratégias e decisões informadas por evidências

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Vigilância em Saúde no âmbito do Projeto Interfederativo de Resposta Rápida à Sífilis nas Redes de Atenção, uma análise a partir do olhar dos atores territoriais, Brasil, 2018

  1. 1. Vigilância em Saúde no âmbito do Projeto Interfederativo de Resposta Rápida à Sífilis nas Redes de Atenção, uma análise a partir do olhar dos atores territoriais, Brasil, 2018 Eixo: Políticas, estratégias e decisões informadas por evidências Autora: Thereza Cristina de Souza Mareco Coautores (as): Adriano Santiago Dias dos Santos Esdras Daniel dos Santos Pereira Juliana Uesono Lutigardes Bastos Santana Nádia Maria da Silva Machado Priscila Bochi de Souza São Paulo – SP 2018
  2. 2. Introdução Taxa de detecção de sífilis adquirida e em gestante e taxa de incidência de sífilis congênita, Brasil, 2010 – 2016. Aumento das taxas 2010 – 2016 Adquirida: aumento de 40,5% Gestante: aumento de 8,9% Congênita: aumento de 4,4% Aumento das taxas 2010 – 2016 Adquirida: aumento de 40,5% Gestante: aumento de 8,9% Congênita: aumento de 4,4% FONTE: MS/SVS/Sistema de Informação de Agravos de Notificação NOTAS: (1) Casos notificados no Sinan até 30/06/2017. (2) Sífilis adquirida em maiores de 12 anos e sífilis congênita em menores de um ano. (3) Taxas de sífilis adquirida por 100.000 habitantes; e taxas de sífilis em gestantes e sífilis congênita por 1.000 nascidos vivos.
  3. 3. Notificação ▪ Sífilis Congênita: a partir de 1986 ▪ Sífilis em Gestantes: a partir de 2005 ▪ Sífilis adquirida: a partir de 2010 Introdução
  4. 4. Sífilis Congênita ▪ Desfecho da sífilis congênita é o mais grave e é evitável. ▪ Mortalidade em torno de 40% das crianças infectadas. ▪ Gestante é considerada tratada pela vigilância apenas se administrada penicilina. Introdução
  5. 5. Contextualizando ▪ 2010 aumento do número de casos ▪ 2014 desabastecimento da penicilina ▪ 2015 auditoria do TCU – Congresso Nacional ▪ 2016 Ministério da Saúde declara epidemia ▪ 2016 solicitação de emenda parlamentar ▪ 2017 liberação de recurso para o Projeto Interfederativo de Resposta Rápida à Sífilis Introdução
  6. 6. Objetivo Geral do Projeto ▪ Reduzir a sífilis adquirida e em gestantes e eliminar a sífilis congênita no Brasil. Eixos do Projeto ▪ Educação e Comunicação em Saúde ▪ Gestão e Governança ▪ Cuidado Integral ▪ Vigilância em Saúde Objetivo: fortalecer e qualificar a vigilância epidemiológica. Introdução
  7. 7. Rede de apoiadores 52 apoiadores 6 Supervisores 51,3% dos casos do Brasil 72 Municípios Introdução
  8. 8. Rede de apoiadores 52 apoiadores 6 Supervisores 51,3% dos casos do Brasil 72 Municípios Introdução Papel do apoiador: Ser um articulador e interlocutor local afim de qualificar a gestão e estimular processos. Índice composto de 2 indicadores: Taxa de incidência de sífilis congênita em menos de um ano e taxa de mortalidade perinatal
  9. 9. Introdução Como o eixo de Vigilância em Saúde é desenvolvido no território: ▪ Desenvolvimento de Instrumentos de disseminação de informação estratégica aos gestores, auxiliando a tomada de decisão; ▪ Instrumentalização de salas de situação; ▪ Realização de Campanhas Nacionais de Prevenção; ▪ Fortalecimento dos sistemas de informações estratégicas para vigilância em saúde. Estratégia: Qualificação das informações epidemiológicas, notificação e investigação, com seguimento clínico-laboratorial e fechamento dos casos de sífilis adquirida, sífilis em gestantes e sífilis congênita.
  10. 10. ▪ Descrever os problemas identificados no eixo de Vigilância em Saúde pelos participantes dos seminários interfederativos que ocorreram no Brasil em abril de 2018; ▪ Elaborar uma Espinha de Peixe sobre o principal problema identificado no eixo de Vigilância em Saúde pelos participantes dos seminários interfederativos que ocorreram no Brasil em abril de 2018. Objetivos
  11. 11. Método ▪ Tipo de Estudo: Qualitativo ▪ Local e período do estudo: Seminários Interfederativos realizados em abril de 2018: Rio Grande do Norte: Região Nordeste Brasília: Regiões Sul, Centro-Oeste e Norte São Paulo: Região Sudeste ▪ População do Estudo: Participantes (apoiadores do Projeto, profissionais técnicos e gestores)
  12. 12. ▪ Fonte de dados: Instrumento norteador para identificação dos problemas (elaborado pelo DIAHV) ▪ Análise dos dados: Descrição do problema identificado e de suas causas críticas: ▪ Estrutura inadequada ▪ Notificação de casos ▪ Investigação de casos ▪ Sistema de informação Classificação da governabilidade: Método
  13. 13. Principais problemas identificados: ▪ Subnotificação ▪ Falta de integração entre vigilância e atenção básica ▪ Fragilidade na investigação dos casos ▪ Falta de capacitação Resultados
  14. 14. Resultados
  15. 15. Resultados Notificação de Casos: ▪ Falta de profissionais capacitados ▪ Encerramento dos casos Resultados Fonte: Seminários Interfederativo, Projeto Interfederativo Resposta Rápida a Sífilis, 2018.
  16. 16. Resultados Investigação de Casos: ▪ Ausência de CTV* ou similares ▪ Falta de fluxo para investigação de casos no SUS e rede privada ▪ Fragilidade para acompanhamento dos casos CTV*: Comitê de Transmissão Vertical Fonte: Seminários Interfederativo, Projeto Interfederativo Resposta Rápida a Sífilis, 2018.
  17. 17. Resultados Estrutura Inadequada: ▪ Falta de recursos materiais (computador e internet); ▪ Falta de profissionais. Fonte: Seminários Interfederativo, Projeto Interfederativo Resposta Rápida a Sífilis, 2018.
  18. 18. Resultados Fonte: Seminários Interfederativo, Projeto Interfederativo Resposta Rápida a Sífilis, 2018. Sistema de Informação: ▪ Dificuldade de inserir dados no Sinan ▪ Dificuldade para implementação do Sinan nas UBS’s* ▪ Ficha de notificação específica para sífilis adquirida ▪ Capacitar profissionais
  19. 19. Resultados P: parcialmente dentro do seu controle (9) N: não está no seu controle (3) N N N P P P P P P P P
  20. 20. ▪ As principais causas elencadas para o problema: notificação de casos, estrutura inadequada das UBS*, sistema de informação e investigação de casos. ▪ A maior parte das causas do problema da subnotificação está parcialmente no controle do apoiador, que pode induzir o processo de qualificação da gestão no território. Conclusão *UBS: Unidade Básica de Saúde
  21. 21. Aos apoiadores: ▪ Fomentar junto à gestão a necessidade de capacitação dos profissionais no que tange a subnotificação. ▪ Ser um interlocutor local para a qualificação da notificação, especialmente no que se refere aos critérios de definição de casos1. ▪ Fomentar junto à gestão a construção do CTV* ou similar para acompanhamento dos casos. Recomendações 1Nota Informativa Nº 2-SEI/2017 – DIAHV/SVS/MS *CTV: Comitê de Transmissão Vertical
  22. 22. Recomendações Aos apoiadores: ▪ Articular junto à gestão a construção de um fluxo de vigilância aonde exista a avaliação e monitoramento dos casos. ▪ Articular no âmbito do projeto a superação das dificuldades relacionadas a estrutura de vigilância junto a gestão.
  23. 23. ▪ Participantes dos Seminários Interfederativos do Projeto Resposta Rápida à Sífilis nas Redes de Atenção ▪ Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde; ▪ Departamento de Vigilância, Prevenção e Controle das IST, do HIV/Aids e das Hepatites Virais – DIAHV; ▪ Departamento de Vigilância das Doenças Transmissíveis – DEVIT; ▪ EpiSUS-Fundamental; ▪CRICS. Agradecimentos
  24. 24. Obrigada! Área de Ações Estratégicas Departamento de Vigilância, Prevenção e Controle das IST, do HIV/AIDS e das Hepatites Virais - DIAGV Secretária de Vigilância em Saúde Ministério da Saúde
  25. 25. Reservas
  26. 26. Emenda Parlamentar ▪ Emenda Parlamentar no valor de R$ 200.000.000,00 (duzentos milhões de reais) para utilização pelo Ministério da Saúde para resposta rápida à sífilis – Lei Orçamentária Anual (LOA) nº 13.414 (Publicada no DOU de 11.1.2017). ▪ Complemento para compra de penicilina, além dos 10 milhões, a SCTIE* complementou com mais 3 milhões. Instituição / Item Custeio capital UFRN R$ 110.000.000,00 R$ 40.000.000,00 OPAS R$ 40.000.000,00 Penicilina R$ 10.000.000,00 *SCTIE: Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos
  27. 27. Índice Composto Para a construção do índice composto, foram selecionados os seguintes indicadores de cada município brasileiro: i) Taxa média de incidência de sífilis congênita em menores de um ano nos últimos cinco anos; ii) Variação média da taxa de incidência de sífilis congênita em menores de um ano dos últimos cinco anos; iii) Taxa média de mortalidade perinatal nos últimos cinco anos; iv) Variação média da taxa de mortalidade perinatal nos últimos cinco anos; Em seguida, efetuou-se a padronização de cada um dos indicadores segundo a fórmula: Onde = valor observado de cada município; = média de todos os valores do indicador; = desvio-padrão de todos os valores do indicador.
  28. 28. Municípios Prioritários
  29. 29. Municípios Prioritários
  30. 30. Resultado de Testes Fonte: Guia de Vigilância Epidemiológica, 2017.
  31. 31. Esquema Terapêutico Fonte: Guia de Vigilância Epidemiológica, 2017.

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