surrealismo
O surrealismo foi por excelência a corrente artística moderna da
representação do irracional e do subconscient...
surrealismo
O enigma da hora, De Chirico, 1911, Allen Art Museum at Oberlin College, Ohio
surrealismo
O enigma de um dia, De Chirico, 1914,
MOMA
Melancolia da partida, De Chirico, 1916,
Tate Gallery, Londres
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O filho prodigo, De Chirico, 1922,
Museo d'Arte Contemporanea, Milan
No quadro "The Song of Love” - Junho-Julho
1914, uma cabeça clássica, uma luva de
borracha e uma esfera foram dispostas
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A publicação do Manifesto do Surrealismo, assinado
pelo médico psiquiátrico André Breton em outubro
de 1924, marcou histor...
Muitos dos surrealistas estavam
profundamente impressionados
com os escritos de Sigmund Freud,
segundo o qual, quando noss...
surrealismo
Dentro do surrealismo devem-se
destacar três períodos
importantes e bem
diferenciados entre si:
•o período dos...
surrealismo
Segundo Breton, há dois métodos propriamente surrealistas: o
automatismo rítmico (pelo qual se pintava seguind...
Persistência da memória, Salvador Dali, 1931, MOMA
Em "A persistência da Memória, 1931", três
relógios derretidos, todos marcando horas
diferentes, encontram-se na paisagem ...
Prazeres iluminados, Salvador Dali, 1929, MOMA
O Sonho, Salvador Dali, 1926, Félix Labisse Collection, New York
Tentação de Santo Antonio, Salvador Dali, 1929, Royal
Museums of Fine Arts of Belgium
Retrato de Gala, Salvador Dali, 1935...
Acomodação do desejo, Salvador Dali, 1929, Metropolitam Musem of Art, New York
Paul Delvaux, pintor belga nascido em Antheit, Liége. Aos 21 anos, o pintor Courten convenceu os pais de
Delvaux para que ...
A vila das Sereias, Paul Devaux, 1942,
The Art Institute of Chicago.
Pigmalião, Paul Devaux, 1939, Musées
Royaux des Beaux-Arts, Brussels
Ninfas banhando, Paul Devaux, 1938, Nellens Collection
Max Ernst nasceu em Brul, na Alemanha e morreu
em Paris em 1976. Ernst aprendeu a pintar sozinho
enquanto estudava Filosof...
Elefante Célèbes, Max Ernst, 1921, Tate Gallery, Londres
Les Pléiades, Max Ernst, 1921
La toillete de la mariee, Max Ernst, 1940
Peggy Guggenheim Collection, New York
Na sua obra "Summer - 1936", Joan Miró pintou criaturas
semi-humanas - talvez uma mãe e os seus dois filhos -
que brincam ...
Baralho espanhol, Miró, 1920, Minneapolis Institute of
Arts, Minnesota
Pintura, Miró, 1925, Peggy Guggenheim
Collection,Ne...
Maternidade, Miró, 1924, National Galleries of
Scotland, Edinburgh
El disco rojo persiguiendo a la alondra , Miró, 1953,
Constelação: despertar da manhã, Miró, 1953,
Em "La condition humaine, 1933", um quadro
de uma paisagem foi colocado num tripé,
frente a uma janela. O tema é exatament...
A condição humana, Magritte, 1935
Simon Spierer Collection, Geneva
Ligações perigosas, Magritte, 1926
Tentando o impossível, Magritte, 1928
O império da luz, Magritte, 1950
MOMA
Os amantes, Magritte, 1928
MOMA
Falso espelho, Magritte, 1928, MOMA
Isto não é um cachimbo, Magritte, 1926
Muitos outros artistas, europeus e americanos, contribuíram para o que se
pode chamar de divulgação degradante do Surreali...
Sentada numa simples cadeira de madeira e
vestida com um fato de homem cinzento (Self-
Portrait with Cropped Hair - 1940),...
Auto-retrato, Frida Kahlo, 1926
As duas Fridas, Frida Kahlo, 1939, Museu de Arte
Moderna, México
Henri Fonda Hospital, Frida Kahlo, 1932
Minha baba e eu, Frida Kahlo, 1937, Museo Dolores Olmedo Patiño
O estilo romântico e alegórico é típico de Marc Chagall. As suas obras são
visões místicas e sonhadoras, repletas de símbo...
Homenagem para Gogol, Chagall, 1917,
MOMA
Auto retrato, Chagall, 1914,
Philadelphia Museum of Art. Philadelphia
The promenade, Chagall, 1917,
Aniversário, Chagall, 1915, MOMA
Bibliografia
Arte moderna – Giulio Carlo Argan
Historia da Arte – Gombrich
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  1. 1. surrealismo O surrealismo foi por excelência a corrente artística moderna da representação do irracional e do subconsciente. Suas origens devem ser buscadas no dadaísmo e na pintura metafísica de Giorgio De Chirico. Este movimento, a exemplo de seus predecessores, pregou a transgressão dos valores morais e sociais, a nulidade das academias e a dessacralização do artista, com uma ressalva: ao nihilismo fundamentalista do dadaísmo opôs uma atitude esperançosa e comprometida com seu tempo. A solidão, De Chirico, 1930, Allen Art Museum at Oberlin College, Ohio
  2. 2. surrealismo O enigma da hora, De Chirico, 1911, Allen Art Museum at Oberlin College, Ohio
  3. 3. surrealismo O enigma de um dia, De Chirico, 1914, MOMA Melancolia da partida, De Chirico, 1916, Tate Gallery, Londres
  4. 4. surrealismo O filho prodigo, De Chirico, 1922, Museo d'Arte Contemporanea, Milan
  5. 5. No quadro "The Song of Love” - Junho-Julho 1914, uma cabeça clássica, uma luva de borracha e uma esfera foram dispostas contra a fachada de um edifício, contra iluminada por um vivíssimo céu azul. A luz dramática lembra a beleza artificial de um cenário de um teatro, enquanto a cabeça clássica remete para Atenas, onde o autor nasceu, de pais italianos. O mistério romântico e a combinação etérea de objetos bizarros e aparentemente desconexos ligam esta obra ao Surrealismo, embora tenha sido pintada dez anos antes da fundação deste movimento. De Chirico é mais conhecido pelas séries de paisagens urbanas, retratando praças vazias e edifícios fantasmagóricos monumentais. Em 1917, ele e o seu colega italiano Carrá fundaram o grupo Pittura Metafísica (Pintura Metafísica),que procurou retratar os aspectos mágicos e íntimos dos objetos, isolando-os do seu contexto normal e imbuindo-os de uma áurea enigmática. A obra de De Chirico inclui freqüentemente elementos da Antiguidade grega e romana, associados à sua herança italiana. Giorgio De Chirico nasceu em Vólos, Grécia, em 1888 e morreu em Roma, Itália, em 1978. surrealismo
  6. 6. A publicação do Manifesto do Surrealismo, assinado pelo médico psiquiátrico André Breton em outubro de 1924, marcou historicamente o nascimento do movimento. Nele se propunha a restauração dos sentimentos humanos e do instinto como ponto de partida para uma nova linguagem artística. Para isso era preciso que o homem tivesse uma visão totalmente introspectiva de si mesmo e encontrasse esse ponto do espírito no qual a realidade interna e externa são percebidas totalmente isentas de contradições. Outros marcos importantes do surrealismo foram a publicação da revista A Revolução Socialista e o segundo Manifesto Surrealista, ambos de 1929. Os artistas do surrealismo que de destacaram mais na década de 1920 foram: o escultor italiano Alberto Giacometti, o dramaturgo francês Antonin Artaud, os pintores espanhóis e Joan Miró e Salvador Dali, o belga René Magritte, o alemão Max Ernst, e o cineasta espanhol Luis Buñuel e os escritores franceses Paul Éluard, Louis Aragon e Jacques Prévert. Moça na janela, Salvador Dali, 1925, Museu Rainha Sofia
  7. 7. Muitos dos surrealistas estavam profundamente impressionados com os escritos de Sigmund Freud, segundo o qual, quando nossos pensamentos em estado vígil ficam entorpecidos, a criança e o selvagem que existem em nós passam a dominar. Pois essa idéia fez os surrealistas proclamarem que a arte nunca pode ser produzida pela razão inteiramente desperta (Gombrich, 1999). Vertigem, Salvador Dali, 1930, coleção particular
  8. 8. surrealismo Dentro do surrealismo devem-se destacar três períodos importantes e bem diferenciados entre si: •o período dos sonhos (1924), representado pelas obras de natureza simbólica, obtidas através de diferentes procedimentos de automatismo, de um certo figurativismo; •o período do compromisso político (1928), expresso na filiação de seus líderes ao comunismo; •e uma terceira fase (1930), de difusão, que se empenhou na formação de grupos surrealistas em toda a Europa, tendo conseguido a adesão de grupos americanos. Composição satírica, Salvador Dali, 1923, Museu Rainha Sofia
  9. 9. surrealismo Segundo Breton, há dois métodos propriamente surrealistas: o automatismo rítmico (pelo qual se pintava seguindo o impulso gráfico) e o automatismo simbólico (a fixação das imagens oníricas ou subconscientes de maneira natural). De acordo com isso, surgiram grupos diferentes de pintores: Miró, Hans Arp e André Masson, por exemplo, representaram o surrealismo orgânico ou automatista, enquanto Dalí, Magritte, Chagall e Marx Ernst, entre outros, desenvolveram o surrealismo simbólico. Retrato de Heriberto Casany, Miró, 1918
  10. 10. Persistência da memória, Salvador Dali, 1931, MOMA
  11. 11. Em "A persistência da Memória, 1931", três relógios derretidos, todos marcando horas diferentes, encontram-se na paisagem misteriosa de Lligat, no Nordeste de Espanha, onde Dali passou a sua infância. Dali afirmou que os relógios derretidos se inspiravam num queijo camembert, para o qual ele estava a olhar numa noite em que trabalhava sobre o quadro. A sua maleabilidade pode ter também um significado sexual, sobretudo no caso do relógio do centro, a cobrir a rocha que se transformou no rosto do autor. A obra reflete o interesse de Dali pela ciência moderna, especialmente pela teoria da relatividade de Einstein, que tinha destruído as noções do tempo e do espaço. O seu estilo exprime perfeitamente a experiência perturbadora dos sonhos e a sua obra, abrangendo desde a pintura à escultura e aos filmes, foi inicialmente bem recebida pelos surrealistas. Sempre provocativo, Dali impregnou a sua obra de referências ao sexo e à violência, obcecado por tudo o que era proibido pela sociedade convencional. Dali nasceu em Figueras (ESP) em 1904 e morreu na mesma cidade em 1989. surrealismo
  12. 12. Prazeres iluminados, Salvador Dali, 1929, MOMA
  13. 13. O Sonho, Salvador Dali, 1926, Félix Labisse Collection, New York
  14. 14. Tentação de Santo Antonio, Salvador Dali, 1929, Royal Museums of Fine Arts of Belgium Retrato de Gala, Salvador Dali, 1935, MOMA
  15. 15. Acomodação do desejo, Salvador Dali, 1929, Metropolitam Musem of Art, New York
  16. 16. Paul Delvaux, pintor belga nascido em Antheit, Liége. Aos 21 anos, o pintor Courten convenceu os pais de Delvaux para que o mandassem estudar na Academia de Belas Artes de Bruxelas, onde foi, posteriormente, professor (1950-1962). Começou pintando quase exclusivamente paisagens, para passar a praticar uma espécie de realismo impressionista. Nos anos 30 foi influenciado pelo expressionismo flamenco e, sob a influência de De Chirico e Magritte, uma década mais tarde, já participava em exposições surrealistas. Considerado um dos grandes mestres do surrealismo, junto com Dali e Magritte, a sua técnica, quase acadêmica, contrasta com a sua tendência para temas misteriosos e por uma fixação num mundo onírico e pessoal em que a mulher se configura como um ser angélico, às vezes submetido a metamorfoses vegetais, numa atmosfera inquietante marcada por um certo erotismo. Por começar a perder a vista, Delvaux deixou de pintar a partir de 1986 e a sua última grande exposição retrospectiva foi em Paris, em 1992. Faleceu no dia 20 de Julho de 1994, aos 96 anos, em Furnes, Bélgica. Aurora, Paul Devaux, 1937, Peggy Guggenheim Collection - New York
  17. 17. A vila das Sereias, Paul Devaux, 1942, The Art Institute of Chicago.
  18. 18. Pigmalião, Paul Devaux, 1939, Musées Royaux des Beaux-Arts, Brussels Ninfas banhando, Paul Devaux, 1938, Nellens Collection
  19. 19. Max Ernst nasceu em Brul, na Alemanha e morreu em Paris em 1976. Ernst aprendeu a pintar sozinho enquanto estudava Filosofia e Psiquiatria na Universidade de Bonn entre 1909 a 1914, chegando a exibir uma de suas pinturas em 1913. Em 1914 Ernst veio a conhecer o surrealismo através de um grande pintor surrealista, Jean Arp, com o qual manteve amizade pela vida inteira. Em 1916 Ernst foi convocado para serviço militar alemão para lutar na Primeira Guerra Mundial. Após a guerra, Ernst foi morar em Colónia com Jean Arp e Johannes Baargeld, vindo a fundar a Cologne Dada Group. Ernst Fez uma exposição em 1920 em Colônia, mas foi fechada pela polícia, alegando que obscena demais. Ernst acabou mudando-se para Paris em 1922, onde veio a se juntar com o grupo surrealista. Era amigo de Gala e Paul Eluard, Andre Breton e Tristan Tzara. Ernst viveu em Nova York entre 1941 a 1945. Em 1942 conheceu a pintora surrealista Dorothea Tanning. Em 1946 casou-se com ela no Arizona. Em 1958 voltou para França, onde morou até à, com 85 anos. surrealismo Água submersa, Max Ernst, 1919
  20. 20. Elefante Célèbes, Max Ernst, 1921, Tate Gallery, Londres
  21. 21. Les Pléiades, Max Ernst, 1921
  22. 22. La toillete de la mariee, Max Ernst, 1940 Peggy Guggenheim Collection, New York
  23. 23. Na sua obra "Summer - 1936", Joan Miró pintou criaturas semi-humanas - talvez uma mãe e os seus dois filhos - que brincam na praia na altura do Verão. Tanto as formas como as cores primárias e simples sugerem um abandono alegre - uma imersão no prazer sensual. Miró realça a planura do quadro, reduzindo tudo a contornos claros e cores vivas. O resultado é tão decorativo como expressivo. «Para mim, uma forma nunca é algo abstrato; sempre... um homem, uma ave ou outra coisa qualquer.», afirmou Miró. Ele e Dali foram os primeiros surrealistas espanhóis. Miró pertence à vertente do Surrealismo que defende o «automatismo psíquico» como um meio de produzir imagens, criadas sob a forma de rabiscos, sem reflexão consciente. Tal como outros surrealistas, interessava-se pela arte dos não instruídos, como por exemplo as crianças e os loucos, admirando a sua liberdade e exuberância. Utilizando este método espontâneo, Miró criou quadros semi-abstractos, murais e esculturas que muitas vezes evocam um mundo mediterrânico idílico, em que abundam estranhas formas de vida. Joan Miró nasceu em Barcelona em 1893 e morreu em Palma em 1983. Surrealismo Miro Summer, Miró, 1918
  24. 24. Baralho espanhol, Miró, 1920, Minneapolis Institute of Arts, Minnesota Pintura, Miró, 1925, Peggy Guggenheim Collection,New York City
  25. 25. Maternidade, Miró, 1924, National Galleries of Scotland, Edinburgh El disco rojo persiguiendo a la alondra , Miró, 1953,
  26. 26. Constelação: despertar da manhã, Miró, 1953,
  27. 27. Em "La condition humaine, 1933", um quadro de uma paisagem foi colocado num tripé, frente a uma janela. O tema é exatamente igual ao exterior, criando uma confusão entre a representação e o original. Através desta obra, Magritte questiona a distinção entre a ilusão e a realidade. O estilo meticuloso e frio, derivado do mundo da publicidade e da ilustração, acrescenta uma convicção próxima da de um documentário a esta estranha imagem, desafiando as nossas certezas visuais. O caráter ilusionístico e a atmosfera de sonho são próprios da sua versão individual do Surrealismo. Magritte tornou-se um dos líderes deste movimento depois de ter abandonado a Bélgica, em 1927, para se instalar em Paris, onde permaneceu durante três anos. As suas obras são freqüentemente enigmáticas, jogando com a ambigüidade e a verdade visual. Acerca da sua própria obra, afirmou: «As pessoas que procuram significados simbólicos não conseguem captar a poesia e o mistério da imagem... As imagens têm de ser vistas tal como são.» René Magritte nasceu em Lessines (BEL) em 1898 e morreu em Bruxelas (BEL) em 1967. Surrealismo René Magritte
  28. 28. A condição humana, Magritte, 1935 Simon Spierer Collection, Geneva
  29. 29. Ligações perigosas, Magritte, 1926 Tentando o impossível, Magritte, 1928
  30. 30. O império da luz, Magritte, 1950 MOMA Os amantes, Magritte, 1928 MOMA
  31. 31. Falso espelho, Magritte, 1928, MOMA
  32. 32. Isto não é um cachimbo, Magritte, 1926
  33. 33. Muitos outros artistas, europeus e americanos, contribuíram para o que se pode chamar de divulgação degradante do Surrealismo, logo reduzido a uma maneira de eludir a realidade dos problemas pela ambigüidade e paradoxo. O prestigio cultural do movimento ganha realce com a adesão, alias, informal, de Picasso em 1925 (Argan, 1992). Banhistas com Barco de Brincar, Picasso, 1937, Veneza, Colecção Peggy Guggenheim
  34. 34. Sentada numa simples cadeira de madeira e vestida com um fato de homem cinzento (Self- Portrait with Cropped Hair - 1940), a autora encontra-se rodeada de molhos de cabelo. Tudo o que simbolizava a sua feminilidade - o seu belo cabelo e os seus vestidos coloridos - desapareceu. No topo do quadro, por cima de uma pauta musical, lêem-se as letras amargas: «Olha, se te amava, era pelo teu cabelo. Agora que estás careca, não te amo mais». Este quadro foi feito num período de profundo desespero, quando Khalo se divorciava do marido, o famoso muralista Rivera. Acidentes e doença atravessaram a vida de Khalo, e os seus muitos auto-retratos centravam-se de forma angustiantemente pessoal nas suas experiências intensas e perturbações psicológicas. Tendo criado um estilo de fusão entre a arte tradicional hispano- americana e as experiências dos surrealistas (que consideravam o México o mais "surreal" dos lugares), participou ativamente na política e arte do seu país, numa época em que a arte mexicana conheceu uma animação excepcional. Frida Khalo nasceu em Coyoacán, no México, em 1907 e morreu na Cidade do México em 1958. Surrealismo Frida Khalo
  35. 35. Auto-retrato, Frida Kahlo, 1926 As duas Fridas, Frida Kahlo, 1939, Museu de Arte Moderna, México
  36. 36. Henri Fonda Hospital, Frida Kahlo, 1932
  37. 37. Minha baba e eu, Frida Kahlo, 1937, Museo Dolores Olmedo Patiño
  38. 38. O estilo romântico e alegórico é típico de Marc Chagall. As suas obras são visões místicas e sonhadoras, repletas de símbolos e referências à educação judaica tradicional que Chagall recebeu na Rússia. A natureza da grande maioria das suas obras é indefinível, enigmática, remetendo para o mundo dos sonhos e do subconsciente. Tendo vivido em Paris entre 1910 e 1914, foi inicialmente influenciado pelo Cubismo, mas manteve um estilo único, desafiando a categorização da sua obra em qualquer movimento artístico. Foi um artista incrivelmente prolífero e talentoso, produzindo vitrais, mosaicos, tapeçarias e cenários, além da sua extensa obra de pintura. Marc Chagall nasceu em Vitebsk (RUS) em 1887 e morreu em Saint Paul de Vence (FR) em 1985. Marc Chagall A carruagem voadora, Chagall, 1913, Guggenheim Museum, New York
  39. 39. Homenagem para Gogol, Chagall, 1917, MOMA Auto retrato, Chagall, 1914, Philadelphia Museum of Art. Philadelphia
  40. 40. The promenade, Chagall, 1917,
  41. 41. Aniversário, Chagall, 1915, MOMA
  42. 42. Bibliografia Arte moderna – Giulio Carlo Argan Historia da Arte – Gombrich http://oseculoprodigioso.blogspot.com

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