INTERTEXTUALIDADE Professora Fernanda        Braga
INTERTEXTUALIDADEÉ uma interação entre textos, um “diálogo” que se dá entreeles.A intertextualidade está ligada ao “conhec...
INTERTEXTUALIDADE: VARIAÇÕES  EPÍGRAFEConstitui uma escrita introdutória a uma outra escrita.
INTERTEXTUALIDADE: VARIAÇÕES PARÁFRASEÉ a reprodução de um texto com as palavras de quem o estáproduzindo. Não se confunde...
INTERTEXTUALIDADE: VARIAÇÕES  PARÓDIAÉ a reprodução “distorcida” de um texto com a intenção deironizar ou criticar.
INTERTEXTUALIDADE: OCORRÊNCIASA intertextualidade pode ocorrer em diversas   áreas   doconhecimento. Seguem-se algumas del...
INTERTEXTUALIDADE: LITERATURA
A TERCEIRA ONDA   [...]    Elas acreditam que o príncipe encantado está a caminho eque um dia serão felizes para sempre. M...
AI, QUE SAUDADES DA AMÉLIANunca vi fazer tanta exigênciaNem fazer o que você me fazVocê não tem consciênciaNem vê que eu s...
MEUS OITO ANOSOh! que saudade que tenhoDa aurora da minha vidaDa minha infância queridaQue os anos não trazem mais!Que amo...
MEUS OITO ANOSOh! que saudade que tenhoDa aurora da minha vidaDas horasDa minha infância queridaQue os anos não trazem mai...
CANÇÃO DO EXÍLIOMinha terra tem palmeiras,Onde canta o Sabiá;As aves, que aqui gorjeiam,Não gorjeiam como lá.Nosso céu tem...
CANÇÃO DO EXÍLIOMinha terra tem primores,Que tais não encontro eu cá;Em cismar – sozinho, à noite –Mais prazer encontro eu...
CANÇÃO DO EXÍLIOMinha terra tem macieiras da Califórniaonde cantam gaturamos de Veneza.Os poetas da minha terrasão pretos ...
CANTO DE REGRESSO À PÁTRIAMinha terra tem palmaresOnde gorjeia o marOs passarinhos daquiNão cantam como os de láMinha terr...
CANTO DE REGRESSO À PÁTRIANão permita Deus que eu MorraSem que volte pra São PauloSem que veja a Rua 15E o progresso de Sã...
NOVA CANÇÃO DO EXÍLIOUm sabiána palmeira, longe.Estas aves cantamum outro canto.O céu cintilasobre flores úmidas.Vozes na ...
NOVA CANÇÃO DO EXÍLIOOnde tudo é beloe fantástico.Só, na noite,seria feliz.(um sabiána palmeira, longe.)Ainda um grito de ...
UMA CANÇÃOMinha terra não tem palmeiras...E em vez de um mero sabiá,Cantam aves invisíveisNas palmeiras que não há.[...]  ...
INTERTEXTUALIDADE:     PINTURA E    PUBLICIDADE
MONA LISA1503 – 1507               1919
MONA LISA1503 – 1507               1978
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Cefet/Coltec Extensivo - Aula 22 intertextualidade

  1. 1. INTERTEXTUALIDADE Professora Fernanda Braga
  2. 2. INTERTEXTUALIDADEÉ uma interação entre textos, um “diálogo” que se dá entreeles.A intertextualidade está ligada ao “conhecimento de mundo”,que deve ser comum ao produtor e ao receptor dos textos.É preciso notar que há tipos de intertextualidade. Vejamos, aseguir, algumas dessas variações:
  3. 3. INTERTEXTUALIDADE: VARIAÇÕES EPÍGRAFEConstitui uma escrita introdutória a uma outra escrita.
  4. 4. INTERTEXTUALIDADE: VARIAÇÕES PARÁFRASEÉ a reprodução de um texto com as palavras de quem o estáproduzindo. Não se confunde com o plágio, pois este é a cópiadeliberada de uma obra.
  5. 5. INTERTEXTUALIDADE: VARIAÇÕES PARÓDIAÉ a reprodução “distorcida” de um texto com a intenção deironizar ou criticar.
  6. 6. INTERTEXTUALIDADE: OCORRÊNCIASA intertextualidade pode ocorrer em diversas áreas doconhecimento. Seguem-se algumas delas: LITERATURA PINTURA PUBLICIDADE
  7. 7. INTERTEXTUALIDADE: LITERATURA
  8. 8. A TERCEIRA ONDA [...] Elas acreditam que o príncipe encantado está a caminho eque um dia serão felizes para sempre. Mas, enquanto isso nãoacontece, o negócio é viver cada experiência livre e sem culpa.Suas avós eram consideradas mulheres de verdade: cuidavamdos filhos e da casa, tal qual a Amélia da canção de MárioLago e Ataulfo Alves, de 1942. A geração seguinte exorcizou aAmélia e deu passos largos na luta pela igualdade de direitosentres os sexos, deixando para as filhas um campo menosminado no trajeto para o sucesso profissional. [...] (OROSCO, Dolores; VILAS, Juliana. A terceira onda. Revista IstoÉ, SP, nº 1820, p. 56-57, 25 ago. 2004)
  9. 9. AI, QUE SAUDADES DA AMÉLIANunca vi fazer tanta exigênciaNem fazer o que você me fazVocê não tem consciênciaNem vê que eu sou um pobre rapazVocê só pensa em luxo e riquezaTudo o que você vê, você querAi, meu Deus, que saudade da AméliaAquilo sim é que era mulherÀs vezes passava fome ao meu ladoE achava bonito não ter o que comerQuando me via contrariadoDizia: “Meu filho, o que se há de fazer!”Amélia não tinha a menor vaidadeAmélia é que era mulher de verdade (Ataulfo Alves e Mário Lago)
  10. 10. MEUS OITO ANOSOh! que saudade que tenhoDa aurora da minha vidaDa minha infância queridaQue os anos não trazem mais!Que amor, que sonhos, que flores,Naquelas tardes fagueirasÀ sombra das bananeiras,Debaixo dos laranjais![...] (Casimiro de Abreu)
  11. 11. MEUS OITO ANOSOh! que saudade que tenhoDa aurora da minha vidaDas horasDa minha infância queridaQue os anos não trazem maisNaquele quintal de terraDa Rua de Santo AntônioDebaixo da bananeiraSem nenhum laranjais[...] (Oswald de Andrade)
  12. 12. CANÇÃO DO EXÍLIOMinha terra tem palmeiras,Onde canta o Sabiá;As aves, que aqui gorjeiam,Não gorjeiam como lá.Nosso céu tem mais estrelas,Nossas várzeas têm mais flores,Nossos bosques têm mais vida,Nossa vida mais amores.Em cismar, sozinho, à noite,Mais prazer encontro eu lá;Minha terra tem palmeiras,Onde canta o Sabiá.[...]
  13. 13. CANÇÃO DO EXÍLIOMinha terra tem primores,Que tais não encontro eu cá;Em cismar – sozinho, à noite –Mais prazer encontro eu lá.Minha terra tem palmeiras,Onde canta o Sabiá.Não permita Deus que eu morraSem que eu volte para lá;Sem que desfrute os primoresQue não encontro por cá;Sem qu´inda aviste as palmeirasOnde canta o Sabiá. (Gonçalves Dias)
  14. 14. CANÇÃO DO EXÍLIOMinha terra tem macieiras da Califórniaonde cantam gaturamos de Veneza.Os poetas da minha terrasão pretos que vivem em torres de ametista,os sargentos do exército são monistas, cubistas,Os filósofos são polacos vendendo a prestações.Gente não pode dormirCom os oradores e os pernilongos.Os sururus em família têm por testemunha a GiocondaEu morro sufocadoem terra estrangeira.Nossas flores são mais bonitasNossas frutas mais gostosasMas custam cem mil réis a dúzia.Ai quem me dera chupar uma carambola de verdadee ouvir um sabiá com certidão de idade! (Murilo Mendes)
  15. 15. CANTO DE REGRESSO À PÁTRIAMinha terra tem palmaresOnde gorjeia o marOs passarinhos daquiNão cantam como os de láMinha terra tem mais rosasE quase que mais amoresMinha terra tem mais ouroMinha terra tem mais terraOuro terra amor e rosasEu quero tudo de láNão permita Deus que eu morraSem que volte para lá[...]
  16. 16. CANTO DE REGRESSO À PÁTRIANão permita Deus que eu MorraSem que volte pra São PauloSem que veja a Rua 15E o progresso de São Paulo (Oswald de Andrade)
  17. 17. NOVA CANÇÃO DO EXÍLIOUm sabiána palmeira, longe.Estas aves cantamum outro canto.O céu cintilasobre flores úmidas.Vozes na matae o maio amor.Só, na noite,seria feliz:um sabiá,na palmeira, longe.[...]
  18. 18. NOVA CANÇÃO DO EXÍLIOOnde tudo é beloe fantástico.Só, na noite,seria feliz.(um sabiána palmeira, longe.)Ainda um grito de vidae voltarpara onde tudo é beloe fantástico:a palmeira, o sabiá,o longe. (Carlos Drummond de Andrade)
  19. 19. UMA CANÇÃOMinha terra não tem palmeiras...E em vez de um mero sabiá,Cantam aves invisíveisNas palmeiras que não há.[...] (Mário Quintana)
  20. 20. INTERTEXTUALIDADE: PINTURA E PUBLICIDADE
  21. 21. MONA LISA1503 – 1507 1919
  22. 22. MONA LISA1503 – 1507 1978
  23. 23. MONA LISA1503 – 1507 1980
  24. 24. MONA LISA1503 – 1507
  25. 25. MONA LISA1503 – 1507
  26. 26. MONA LISA1503 – 1507
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