MOVIMENTOS CULTURAIS JUVENIS
TRANSGRESSÃO e ARTE
Gláucia de Castro Pimentel
2015
Século XVIII: o ROMANTISMO
 O MOVIMENTO ROMÂNTICO realça o impulso emocional, a
subjetividade passional contrário ao raci...
Românticos Radicais
Géricault Manet Goya Rodin
Século XIX e começo do XX: as VANGUARDAS
• As Vanguardas se insurgiram contra os controles racionalistas do
Capital X Trab...
REBELDES COM CAUSAS
Monet Duchamp Dali Tarsila Brecheret
JEAN DUBUFFET
sujeira e caos são o retrato das cidades no pós-guerra – os sonhos
civilizatórios entram em colapso e a arte...
MOVIMENTOS CULTURAIS JUVENIS
DO PÓS-GUERRAS (1939 a 1945)
 MOVIMENTO BEAT (década de ‘50) – Literatura de impressões
sobr...
Movimentos culturais juvenis
contra o Sistema
O HIP HOP
 Ao contrário dos outros movimentos juvenis, o Hip Hop
não confronta o Sistema, nem quer destruí-lo, mas
almeja...
HIP HOP
1974 em NOVA YORK
meninos saem às ruas ‘para ver o nome passar’
Heróis desperdiçados
Jovens da periferia onde Lazer – Arte – Esporte e Cultura lhes é negado.
Sem espaços de convívio São ...
A linguagem das ruas e a
Infantilização de temas e formas
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o traço passional continua
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Movimentos juvenis e a arte

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A juventude sempre se percebeu ousada e rompedora de tradições, e embora estejam corretos, não percebem o quanto essa predisposição à transgressão tem sido constantes na história do Ocidente, desde a Idade Moderna.

Quase sempre associados às Artes, os Movimentos Culturais Juvenis projetam novos fazeres artístico, para além de sua ousadia e transgressão, associando grandes doses de crítica política sobre suas comunidades contemporâneas, seja de forma subjetiva, inconsciente, ou gritando slogans provocativos.

Assim é que vimos o mundo tremer sob o impacto do Romantismo, se horrorizar ante o Impressionismo e torcer o nariz frente à Arte de Rua. Mas o Mundo não permanece ileso ou indiferente por muito tempo, criticando e debatendo novos olhares que projetam anseios por novas relações humanas e comportamentais. Ou lhes esmagam anseios, ou cooptam e esvaziam seus componentes bombásticos.

Percorrer esses movimentos encantam e alertam nossa percepção pelos projetos que ainda hão de surgir com seu experimentalismo, ousadia e conflitos, sacudindo os tempos atuais e os que ainda estão para chegar.
A História apaixonante e passional dos Movimentos Culturais Juvenis desfigura nossos cotidianos previsíveis e entediantes, e transfiguram nossas sociedades que, entre horrorizadas e maravilhadas, são sacudidas por eles, desde o século XVIII até os dias de hoje.

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  1. 1. MOVIMENTOS CULTURAIS JUVENIS TRANSGRESSÃO e ARTE Gláucia de Castro Pimentel 2015
  2. 2. Século XVIII: o ROMANTISMO  O MOVIMENTO ROMÂNTICO realça o impulso emocional, a subjetividade passional contrário ao racionalismo recatado sob Leis Divinas, do Estado e da Moralidade consuetudinária.  Rebeldia e descontrole emocional produzem paixões perigosas como o nacionalismo e formas extremas de envolvimento passional.  Por buscar o radical, passam a ser considerados instáveis e perigosos.  Um contraponto aceito e estimulado é o surgimento do MELODRAMA com emoções domesticados, sentimentais que, ao invés da construção de heróis, constrói vítimas, através do  Folhetim, com tramas simples, de conflitos polarizados e exagerados.
  3. 3. Românticos Radicais Géricault Manet Goya Rodin
  4. 4. Século XIX e começo do XX: as VANGUARDAS • As Vanguardas se insurgiram contra os controles racionalistas do Capital X Trabalho industrial. • Surge a Juventude MODERNISTA – quebrando a ideia de perfeição e beleza, permitindo “o erro” como resultado estético – o IMPRESSIONISMO será um desdobramento da nova mentalidade; • O DADAÍSMO de vertente anarquista rompe com o valor do objeto em si e propõe o lixo como valor, rompendo com o ‘nobre e belo’, em direção ao infantil e irresponsável. • A Juventude SURREALISTA provoca escândalos quando traz a tona os sonhos e desejos sexuais freudianos. Mais radicais ainda foram os Outros grupos das vanguardas buscaram o escândalo, o rompimento, as novidades que os fizesse viver com intensidade os projetos que os orientava • NO BRASIL, o MODERNISMO provocou uma geração à comportamentos e obras experimentais, escandalosas e ousadas, misturando Europa e raízes culturais.
  5. 5. REBELDES COM CAUSAS Monet Duchamp Dali Tarsila Brecheret
  6. 6. JEAN DUBUFFET sujeira e caos são o retrato das cidades no pós-guerra – os sonhos civilizatórios entram em colapso e a arte retrata a cena urbana Vida em Família –963 O tecido do Episódio-1976 Hourloupe - 1963
  7. 7. MOVIMENTOS CULTURAIS JUVENIS DO PÓS-GUERRAS (1939 a 1945)  MOVIMENTO BEAT (década de ‘50) – Literatura de impressões sobre Viagens, Jazz, Sexo, Álcool e Drogas.  MOVIMENTO HIPPIE (década de ‘60) - Vida natural, negação da indústria, novas sensações por drogas e sexo. Religiões orientais e experimentalismo afetam todas as Artes.  MOVIMENTO PUNK (década de ‘70) – Descrentes e frustrados, atacam a beleza e ridicularizam valores conservadores como a esperança e a confiança. Sua Arte é suja como as Cidades Industriais .
  8. 8. Movimentos culturais juvenis contra o Sistema
  9. 9. O HIP HOP  Ao contrário dos outros movimentos juvenis, o Hip Hop não confronta o Sistema, nem quer destruí-lo, mas almeja INSERÇÃO na sociedade que tenta apartá-los.  Fundado por jovens de periferia, lutam contra o Racismo, o Classismo e o direito ao consumo.  A expressão desse grupo se dá por técnicas que ocupam a Cidade e se manifesta com cinco linguagens artísticas: o R.A.P(rhythm&poetry –rimas improvisadas)–Breakdance (hoje B Boy)-GRAFITE(escrita urbana)-DJ (recriação de sons sobre a base vinil) e o BeatBox (vocal: canto e sons).
  10. 10. HIP HOP
  11. 11. 1974 em NOVA YORK meninos saem às ruas ‘para ver o nome passar’
  12. 12. Heróis desperdiçados Jovens da periferia onde Lazer – Arte – Esporte e Cultura lhes é negado. Sem espaços de convívio São Paulo reinventa os desafios juvenis da arte e do perigo.
  13. 13. A linguagem das ruas e a Infantilização de temas e formas Keith Haring (com giz) Nina (acima)Osgemeos e Highgraph
  14. 14. Movimentos juvenis na Era Digital: o traço passional continua COLETIVOS DE INTERVENÇÃO URBANA Col. TOFU: Tricô nas ruas Col.DESVIO: Cegos COLETIVOS de confronto POLÍTICO BLACK BLOCS FEMEN

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