Aula sobre Imperialismo

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Com os avanços tecnológicos do século XIX, da Segunda Revolução Industrial a Europa viu a necessidade de escoar mercadorias para novas regiões do Mundo. Com isso passaram a dominar política, economica e culturalmente a Ásia e a Afica no chamado Imperialismo. As diputas por áreas na Africa permitiram que os países europeus dividissem esse continente entre eles, é a chamada Partilha da Africa. Essas disputas também são uma das motivações para a Primeira Guerra Mundial.
Professora Daniela Baeta.

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Aula sobre Imperialismo

  1. 1. Professora Daniela Baeta História.
  2. 2. <ul><li>Durante o século XIX verificamos no mundo um crescimento da produção industrial consequência do processo de Revolução Industrial . </li></ul><ul><li>As principais potências europeias eram a Inglaterra, a França e a Bélgica. </li></ul><ul><li>Itália e a Alemanha entraram para esse grupo após os anos de 1870 quando finalmente se unificaram. </li></ul><ul><li>Também participaram da corrida imperialista Rússia e Japão, porém em menor escala. </li></ul><ul><li>Essas potências passaram a explorar as regiões de África e Ásia dividindo seus territórios entre eles. </li></ul><ul><li>O nome Imperialismo se deve ao fato que essas potências se lançaram em regiões distantes impondo seu poder sobre essas regiões criando verdadeiros impérios econômicos formados por colônias ou países que eram dominados por eles tanto no setor econômico como no setor político. </li></ul><ul><li>Devemos lembrar que essas áreas que foram exploradas possuíam cultura e modo de vida próprio, com estruturas políticas e econômicas bem definidas que se constituíram ao longo de séculos. Os europeus, de um modo geral, consideravam que essas estruturas sociais eram atrasadas e por conta desse pensamento muitas vezes impuseram seu modo de vida a esses povos desestruturando essas sociedades.  </li></ul>
  3. 3. <ul><li>As mercadorias provenientes das grandes potencias europeias precisavam ser escoadas para outros mercados consumidores já que o mercado europeu não conseguia absorver essa produção. </li></ul><ul><li>Segundo fator seria a crença na missão do homem branco, europeu de levar a sua civilização aos povos considerados atrasados. Daí a ideia de missão civilizadora, como um fardo do homem branco. </li></ul><ul><li>Além disso, existia o pensamento racista que considerava a raça como uma entidade dotada de qualidades permanentes e específicas. A algumas raças se atribuíam qualidades superiores e a outras se atribuíam qualidades negativas. Na hierarquia das raças, a “raça” negra se situava em um plano inferior e a raça branca num plano superior. Na época havia, inclusive justificativas científicas para essas ideias. </li></ul>
  4. 4. <ul><li>As potencias hegemônicas se dirigiram ao continente africano e tiveram ampla vantagem sobre os povos africanos principalmente devido a superioridade bélica. Além disso, a articulação com as elites locais foi de suma importância no processo de dominação e interiorização do continente. </li></ul><ul><li>O continente foi então dividido entre as potencias centrais. Essa divisão trouxe consequências até os dias de hoje, pois não foram respeitadas as diferenças culturais nesse processo. Povos foram separados e unidos a grupos de línguas e costumes diferentes. Grupos inimigos foram unidos desarticulando a resistência à dominação. Dessa forma as potencias tiveram ainda mais facilidade na exploração dessas áreas fomentando conflitos entre grupos rivais e desarticulando as sociedades. </li></ul><ul><li>  </li></ul>
  5. 10. Questões de concurso.
  6. 11. <ul><li>1. A &quot;partilha do mundo&quot; (1870 -1914) resultou do interesse das potências capitalistas europeias em: </li></ul><ul><li>a) investir seus capitais excedentes nas colônias, obter mercados fornecedores de matérias-primas e reservar mercados para seus produtos industrializados; </li></ul><ul><li>b) desenvolver a produção de gêneros alimentícios nas colônias, visando suprir as deficiências de grãos existentes na Europa na virada do século; </li></ul><ul><li>c) buscar &quot;áreas novas&quot; para a emigração, uma vez que a pressão demográfica na Europa exigia uma solução para o problema; </li></ul><ul><li>d) promover o desenvolvimento das colônias através da aplicação de capitais excedentes em programas sociais e educacionais; </li></ul><ul><li>e) favorecer a atuação dos missionários católicos junto aos pagãos e assegurar a livre concorrência comercial. </li></ul>
  7. 12. <ul><li>1. A &quot;partilha do mundo&quot; (1870 -1914) resultou do interesse das potências capitalistas europeias em: </li></ul><ul><li>a) investir seus capitais excedentes nas colônias, obter mercados fornecedores de matérias-primas e reservar mercados para seus produtos industrializados; </li></ul><ul><li>b) desenvolver a produção de gêneros alimentícios nas colônias, visando suprir as deficiências de grãos existentes na Europa na virada do século; </li></ul><ul><li>c) buscar &quot;áreas novas&quot; para a emigração, uma vez que a pressão demográfica na Europa exigia uma solução para o problema; </li></ul><ul><li>d) promover o desenvolvimento das colônias através da aplicação de capitais excedentes em programas sociais e educacionais; </li></ul><ul><li>e) favorecer a atuação dos missionários católicos junto aos pagãos e assegurar a livre concorrência comercial. </li></ul>
  8. 13. <ul><li>2. A industrialização acelerada de diversos países, ao longo do século XIX, alterou o equilíbrio e a dinâmica das relações internacionais. Com a Segunda Revolução Industrial emergiu o Imperialismo, cuja característica marcante foi o(a): </li></ul><ul><li>a) substituição das intervenções militares pelo uso da diplomacia internacional. </li></ul><ul><li>b) busca de novos mercados consumidores para as manufaturas e os capitais excedentes dos países industrializados. </li></ul><ul><li>c) manutenção da autonomia administrativa e dos governos nativos nas áreas conquistadas. </li></ul><ul><li>d) procura de especiarias, ouro e produtos tropicais inexistentes na Europa. </li></ul><ul><li>e) transferência de tecnologia, estimulada por uma política não intervencionista. </li></ul>
  9. 14. <ul><li>2. A industrialização acelerada de diversos países, ao longo do século XIX, alterou o equilíbrio e a dinâmica das relações internacionais. Com a Segunda Revolução Industrial emergiu o Imperialismo, cuja característica marcante foi o(a): </li></ul><ul><li>a) substituição das intervenções militares pelo uso da diplomacia internacional. </li></ul><ul><li>b) busca de novos mercados consumidores para as manufaturas e os capitais excedentes dos países industrializados. </li></ul><ul><li>c) manutenção da autonomia administrativa e dos governos nativos nas áreas conquistadas. </li></ul><ul><li>d) procura de especiarias, ouro e produtos tropicais inexistentes na Europa. </li></ul><ul><li>e) transferência de tecnologia, estimulada por uma política não intervencionista. </li></ul>
  10. 15. <ul><li>3. A Expansão Neocolonialista do século XIX foi acelerada essencialmente, </li></ul><ul><li>a) pela disputa de mercados consumidores para produtos industrializados e de investimentos de capitais em novos projetos, além da busca de matérias-primas. </li></ul><ul><li>b) pelo crescimento incontrolado da população europeia, gerando a necessidade de migração para a África e Ásia. </li></ul><ul><li>c) pela necessidade de irradiar a superioridade da cultura europeia pelo mundo. </li></ul><ul><li>d) pelo desenvolvimento do capitalismo comercial e das práticas do mercantilismo. </li></ul><ul><li>e) pela distribuição igualitária dos monopólios de capitais e pelo decréscimo da produção industrial. </li></ul>
  11. 16. <ul><li>3. A Expansão Neocolonialista do século XIX foi acelerada essencialmente, </li></ul><ul><li>a) pela disputa de mercados consumidores para produtos industrializados e de investimentos de capitais em novos projetos, além da busca de matérias-primas. </li></ul><ul><li>b) pelo crescimento incontrolado da população europeia, gerando a necessidade de migração para a África e Ásia. </li></ul><ul><li>c) pela necessidade de irradiar a superioridade da cultura europeia pelo mundo. </li></ul><ul><li>d) pelo desenvolvimento do capitalismo comercial e das práticas do mercantilismo. </li></ul><ul><li>e) pela distribuição igualitária dos monopólios de capitais e pelo decréscimo da produção industrial. </li></ul>
  12. 17. <ul><li>4. Ao final do século passado, a dominação e a espoliação assumiam características novas nas áreas partilhadas e neocolonizadas. A crença no progresso, o darwinismo social e a pretensa superioridade do homem branco marcavam o auge da hegemonia europeia. Assinale a alternativa que encerra, no plano ideológico, certo esforço para justificar interesses imperialistas. </li></ul><ul><li>a) A humilhação sofrida pela China, durante um século e meio, é algo inimaginável para os ocidentais. </li></ul><ul><li>b) A civilização deve ser imposta aos países e raças onde ela não pode nascer espontaneamente. </li></ul><ul><li>c) A invasão de tecidos de algodão do Lancashire desferiu sério golpe no artesanato indiano. </li></ul><ul><li>d) A diplomacia do canhão e do fuzil, a ação dos missionários e dos viajantes naturalistas contribuíram para quebrar a resistência cultural das populações africanas, asiáticas e latino-americanas. </li></ul><ul><li>e) O mapa das comunicações nos ensina: as estradas de ferro colocavam os portos das áreas colonizadas em contato com o mundo exterior. </li></ul>
  13. 18. <ul><li>4. Ao final do século passado, a dominação e a espoliação assumiam características novas nas áreas partilhadas e neocolonizadas. A crença no progresso, o darwinismo social e a pretensa superioridade do homem branco marcavam o auge da hegemonia europeia. Assinale a alternativa que encerra, no plano ideológico, certo esforço para justificar interesses imperialistas. </li></ul><ul><li>a) A humilhação sofrida pela China, durante um século e meio, é algo inimaginável para os ocidentais. </li></ul><ul><li>b) A civilização deve ser imposta aos países e raças onde ela não pode nascer espontaneamente. </li></ul><ul><li>c) A invasão de tecidos de algodão do Lancashire desferiu sério golpe no artesanato indiano. </li></ul><ul><li>d) A diplomacia do canhão e do fuzil, a ação dos missionários e dos viajantes naturalistas contribuíram para quebrar a resistência cultural das populações africanas, asiáticas e latino-americanas. </li></ul><ul><li>e) O mapa das comunicações nos ensina: as estradas de ferro colocavam os portos das áreas colonizadas em contato com o mundo exterior. </li></ul>
  14. 19. <ul><li>5. (Fuvest 87) A expansão colonialista européia do século XIX foi um dos fatores que levaram: </li></ul><ul><li>a) à diminuição dos contingentes militares europeus. </li></ul><ul><li>b) à eliminação da liderança industrial da Inglaterra. </li></ul><ul><li>c) ao predomínio da prática mercantilista semelhante à do colonialismo do século XVI. </li></ul><ul><li>d) à implantação do regime de monopólio. </li></ul><ul><li>e) ao rompimento do equilíbrio europeu, dando origem à Primeira Guerra Mundial. </li></ul>
  15. 20. <ul><li>5. (Fuvest 87) A expansão colonialista europeia do século XIX foi um dos fatores que levaram: </li></ul><ul><li>a) à diminuição dos contingentes militares europeus. </li></ul><ul><li>b) à eliminação da liderança industrial da Inglaterra. </li></ul><ul><li>c) ao predomínio da prática mercantilista semelhante à do colonialismo do século XVI. </li></ul><ul><li>d) à implantação do regime de monopólio. </li></ul><ul><li>e) ao rompimento do equilíbrio europeu, dando origem à Primeira Guerra Mundial. </li></ul>

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