O documento discute o selo de Deus mencionado em Apocalipse 7, argumentando que ele é o sábado bíblico. Aponta que Jesus, os apóstolos e a igreja primitiva guardavam o sábado, e que uma tentativa de mudar a lei de Deus é atribuída ao Anticristo. Prediz que os santos no fim dos tempos voltarão a adorar a Deus no sábado.