Apresentação de Resultados 2T15

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Apresentação de Resultados CTEEP 2T15

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Apresentação de Resultados 2T15

  1. 1. 1 Apresentação de Resultados 2T15 São Paulo, 31 de Julho de 2015
  2. 2. 2  Aumento de 27,8% na Receita Líquida;  Redução de 4,7% nos custos e despesas de O&M gerenciáveis (excluindo despesas de contingências);  EBITDA de R$ 113,3 milhões no 2T15, com margem Ebitda de 40,6%;  Lucro líquido do 2T15 atingiu R$ 79,9 milhões;  Queda de 10,2% na dívida bruta consolidada no 2T15 em relação ao final de 2014 somando R$ 1.070,8 milhões;  Distribuição aos acionistas na forma de Dividendos (R$ 141,4 milhões);  Abertura Audiência Pública Demais Instalações de Transmissão (DIT’s).  Reajuste Anual da Receita (RAP); Destaques 2T15
  3. 3. 3 Receita Operacional Bruta - Consolidada Aumento de 27,5%  Construção: Aumento de 75,1%, refletindo aumento de projetos de reforços, reconstrução de linhas de transmissão e implantação de bancos de capacitores na CTEEP e banco de reatores e transformadores na controlada IEPinheiros;  O&M: Aumento de 15,6%: i. apuração de superávit na arrecadação do sistema de R$ 12,8 milhões, correspondente a 7,7% da variação; ii. variação positiva de 6,5% do IPCA do ciclo da RAP de 2013/2014 para 2014/2015, no montante de R$ 10,8 MM; iii. entrada em operação de novos investimentos com valor total de R$ 2,4 MM, representando 1,4% da variação;  Financeira: Aumento de 33%, refletindo o incremento do ativo financeiro previsto para a realização dos valores de construção e indenização na CTEEP (saldo do ativo financeiro no 2T15: R$1.056,5 MM e no 2T14: R$773,6 MM, excluindo o saldo do ativo reversível – Lei nº 12.783). (R$ milhões) 246,4 30,4 25,9 11,4 314,1 2T14 Construção O&M Financeira 2T15 498,7 599,8 1S14 1S15 Controladora Consolidado 27,5% 498,7 599,8 1S14 1S15 Controladora Controladas
  4. 4. 4 Crescimento de 27,8% na Receita Operacional Líquida do 2T15 Deduções e Receita Líquida - Consolidado  Deduções: no 2T15 houve aumento de 25%, decorrente, principalmente do aumento de 32,9% nos tributos sobre a receita que acompanham a variação da receita operacional (R$ milhões)  Crescimento de 20,1% na Receita Líquida do 1S15, em comparação ao mesmo período de 2014. 246,4 -28,0 218,4 314,1 -35,0 279,0 Receita Bruta Deduções 2T14 Receita Líquida Receita Bruta Deduções 2T15 Receita Líquida Controladora Controladas 443,7 532,7 1S14 1S15 Controladora Consolidado 498,7 599,8 1S14 1S15 Controladora Controladas 25,0%
  5. 5. 5 Redução de 4,7% nos custos e despesas gerenciáveis Evolução nos Custos e Despesas de O&M - Consolidado (R$ milhões)  Material: Queda de 33,4%, devido a otimização de custos dos materiais de manutenção e reparo.  Serviços de terceiros: Queda de 10,8%, decorrente da internalização de algumas atividades e renegociação de contratos  Outros: O aumento mais relevante pode ser observado nas despesas com contingências: i. ao aumento das contingências trabalhistas de R$ 13,1 milhões no 2T15, das quais a CTEEP é corresponsável legal em processos de empresas terceirizadas pela Companhia; i. aumento de contingências fiscais no valor de R$ 5,7 milhões no 2T15, devido a processo de IPTU207,4 237,3 1S14 1S15 Controladora Consolidado 106,9 0,5 -1,6 -2,9 18,2 121,2 2T14 Pessoal Material Serviços de Terceiros Outros 2T15 13,4% 498,7 599,8 1S14 1S15 Controladora Controladas
  6. 6. 6 Resultado de Equivalência Patrimonial (R$ milhões)  Madeira: redução de R$4,9 MM no 2T15 em relação ao 2T14, devido: i. aumento de despesas financeiras decorrente do endividamento com debêntures; e ii. impactos de adoção do RTT em 2015 com revisão do benefício SUDAM, com acréscimo no Imposto de Renda.  Garanhuns: aumento de R$2,0 MM no 2T15, em comparação ao 2T14 devido ao o incremento do ativo financeiro previsto para a realização dos valores de construção e indenização  IENNE: resultado negativo, apresentado no 2T14, reflete, principalmente, o efeito da primeira revisão tarifária periódica definida pela Resolução Homologatória nº 1.540, de junho de 2013, que reduziu a RAP da subsidiária em 8,9% para o ciclo 2013/2014 Queda de 9,7% no 2T15 16,7 11,8 28,9 21,4 4,6 6,6 8,1 12,9 -0,5 -1,1 0,0 0,1 0,4 0,2 0,7 2T14 2T15 1S14 1S15 IEMadeira IEGaranhuns IENNE IESUL 20,9 18,8 35,0 36,0 11,8 28,9 21,4 6,6 8,1 12,9 -1,1 0,0 0,4 0,2 0,7 2T15 1S14 1S15 IEGaranhuns IENNE IESUL 18,8 35,0 36,0 16,7 11,8 28,9 21,4 4,6 6,6 8,1 12,9 -0,5 -1,1 0,0 0,1 0,4 0,2 0,7 2T14 2T15 1S14 1S15 IEMadeira IEGaranhuns IENNE IESUL 20,9 18,8 35,0 36,0
  7. 7. 7 Queda de 161,2% no 2T15 Resultado Financeiro (R$ milhões)  Redução de receitas de variação monetária e de juros ativos que no 2T15 totalizou R$17,2 MM, comparado com R$ 24,5 MM no 2T14, referentes à atualização pelo IPCA + 5,59% do contas a receber de ativo reversível (NI) – Lei nº 12.783. (As parcelas recebidas até 30 de junho de 2015 totalizam, aproximadamente, 88,0% do valor total a receber) e  Redução do rendimento de aplicação financeira devido ao menor saldo de caixa em junho de 2015 (média de R$ 357,9 milhões) em relação ao mesmo período de 2014 (média de R$ 509,5 Milhões). 6,7 (1,5) (8,9) (0,3) (0,1) (4,1) 2T14 Rendimento de Aplicação e Juros Ativos Variações Monetárias Juros sobre Empréstimos Outras 2T15 16,5 2,4 1S14 1S15 Controladora Consolidado 498,7 599,8 1S14 1S15 Controladora Controladas
  8. 8. 8 Lucro por ação atingiu R$ 0,4495 no 2T15 Lucro Líquido (R$ milhões) 175,7 166,5 90,1 79,9 2T14 2T15 1S14 1S15
  9. 9. 9 Margem EBITDA no 2T15 de 40.6% EBITDA ICVM 527 (R$ milhões)  Resultado Financeiro: Aumento de R$10,8 MM, devido: i. redução na receita de variação monetária líquida refletindo a diminuição do saldo médio de contas a receber da indenização do NI, no valores de R$ 744,5 MM em junho 2014 e R$ 435,5 MM em junho 2015 e, ii. redução do rendimento de aplicação financeira devido ao menor volume de recursos aplicados no período (saldo médio de aplicação financeira R$393,6 MM em 2T2015, e R$542,5 MM no 2T2014); 225,5 224,5 1S14 1S15 Controladora Consolidado 119,8 (10,2) (7,0) 10,8 (0,1) 113,3 2T14 Lucro Líquido (+/-) Tributos sobre o lucro (+/-) Resultado Financeiro Liquido (+) Depreciações e Amortizações 2T15 498,7 599,8 1S14 1S15 Controladora Controladas
  10. 10. 10 Redução de 10,2% na Dívida Bruta Dívida Líquida Dívida Bruta 1.070,9 1.191,9 -10,2% Curto Prazo 89,7 215,9 -58,5% Longo Prazo 981,2 976,0 0,5% Disponibilidades 396,7 484,3 -18,1% Dívida Líquida 674,2 707,6 -4,7% Δ% Empréstimos e Financiamentos (R$ milhões) 2T15 2014  Pagamento, em junho, da primeira parcela de juros da 3ª emissão de Debêntures, no montante de R$ 101,6 milhões.  Liquidação mensal de principal e juros BNDES no montante de R$47,3 MM no 2T15 47,9%52,0% 0,2% BNDES - TJLP Debêntures - CDI/IPCA Outros 47,3% 52,6% 0,1% BNDES - TJLP Debêntures - CDI/IPCA Outros 2T15 2014 47,9%52,0% 0,2% BNDES - TJLP Debêntures - CDI/IPCA Outros 47,9%52,0% 0,2% BNDES - TJLP Debêntures - CDI/IPCA Outros
  11. 11. 11 Disponibilidade em 30/06/15: R$396,7MM Amortização da Dívida 38,2 211,4 210,4 190,3 24,1 22,0 95,7 47,7 19,4 32,6 26,4 26,4 26,3 26,3 69,0 4,7 89,7 212,0 236,8 216,7 50,4 2015 2016 2017 2018 2019 2020 2021 a 2025 2026 a 2030 Controladora Controladas 46,3 52,4 164,7 (R$ milhões)
  12. 12. 12 Participação CTEEP Dívida das Controladas em Conjunto (R$ milhões) 1.242,2 184,8 56,3 17,4 1.242,7 179,6 54,5 16,5 Total: R$ 1.500,7 Total: R$ 1.493,2  60,0% da dívida das controladas em conjunto em 2T15 estão atreladas a TJLP  Não houve novas captações no 2T15 IEMadeira IEGaranhuns IENNE IESUL
  13. 13. 13 Consolidado Resultado Regulatório (R$ milhões) 316,9 355,0 1S14 1S15 Receita Líquida 42,1 53,4 408,4 359,1 209,5 235,2 21,5 22,7 1S14 1S15 Custos e Despesas 231,0 257,9 - 50,0 100,0 150,0 200,0 250,0 300,0 350,0 400,0 1S14 1S15 Controladora Controladas 95,3 133,1 1S14 1S15 Lucro Líquido 123,9 189,6 22,7 22,1 1S14 1S15 EBITDA 146,6 211,7 Resultados Regulatório: Refere-se aos números provenientes dos demonstrativos contábeis regulatórios da CTEEP e de suas Subsidiárias Controladas, que são revisados somente ao final de cada exercício social pelos auditores independentes (assim, os resultados regulatórios do 2T15 ainda não foram revisados pela auditoria), cuja principal diferença é a não aplicação do ICPC 01 (IFRIC 12). O ICPC 01 traz impacto material nas Demonstrações Financeiras da Companhia e suas Subsidiárias, sobretudo no registro dos investimentos realizados nos ativos de transmissão, com reflexo nas contas patrimoniais de “Ativo Financeiro” e “Ativo Imobilizado”, e alterações na estrutura e apresentação das Demonstrações de Resultados. Por isso, nosso objetivo na divulgação dessas informações, é meramente de colaborar com o entendimento do negócio da CTEEP.
  14. 14. 14 TRPL4 encerrou o 2T15 cotada a R$ 39,14 Performance do Mercado de Capitais Principais eventos:  Valor de Mercado da CTEEP, encerrando junho de 2015 a R$ 6.425MM;  Volume médio negociado no 1S15 de R$13,3 MM  Média diária de 1.760 negócios no semestre  Presença em 100% dos pregões R$ 13,3 Milhões - 20 40 60 80 100 120 140 -40% -20% 0% 20% Jan/15 Fev/15 Mar/15 Abr/15 Mai/15 Jun/15 Volume TRPL4 TRPL3 TRPL4 IBOVESPA IEE Volume Médio Diário TRPL4 11,38% 6,15% -5,69% -7,05%
  15. 15. 15 Disclaimer As declarações contidas neste relatório relativas à perspectiva dos negócios da Companhia, às projeções e resultado e ao seu potencial de crescimento constituem-se em meras previsões e foram baseadas nas expectativas da administração em relação ao futuro da Companhia. Estas expectativas são altamente dependentes de mudanças no mercado, no desempenho econômico geral do País, do setor e dos mercados internacionais, estando sujeitas a mudanças.
  16. 16. 16 Relações com Investidores Tel: +55 11 3138-7557 ri@cteep.com.br www.cteep.com.br/ri

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