Apresentação dos Resultados 2013
São Paulo, 28 de Fevereiro 2014

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O resultado líquido de outras receitas (despesas) operacionais representou
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Lucro (prejuízo) Líquido

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Empréstimos e Financiamentos
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Dívida Bruta

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Caixa Futuro de Recebimentos (NI)

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As declarações contidas neste relatório relativas à perspectiva
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  1. 1. Apresentação dos Resultados 2013 São Paulo, 28 de Fevereiro 2014 1
  2. 2. Agenda Destaques 2013 Resultados Financeiros 2013 Performance do Mercado de Capitais Outros Destaques 2
  3. 3. Econômico Financeiro receita operacional líquida R$ 981,2 milhões sucesso no alongamento do perfil da dívida lucro líquido de R$ 31,9 milhões 3
  4. 4. Operações 4 2010 2011 2012 622.90 980.70 2009 1057.36 2008 1208.41 2007 1285.17 2006 1229.91 1331.53 2005 ENES 1343.53 MWh 1740.84 menor Índice de Energia Não Suprida nos últimos 8 anos 2013
  5. 5. Crescimento BRL 800 milhões de investimentos Adicionamos 1.035 MVA de potência instalada Entrada em operação da linha de transmissão do Complexo Madeira prioridade para a indenização pendente dos ativos anteriores a maio de 2000 5
  6. 6. Agenda Destaques 2013 Resultados Financeiros 2013 Performance do Mercado de Capitais Outros Destaques 6
  7. 7. Receita Operacional Bruta Controladora Consolidado Receita Bruta (R$ milhões) 2012 ∆% 2013 2012 ∆% Construção 219,1 149,3 46,8% 267,9 208,1 28,7% Operação e Manutenção 563,1 587,2 (4,1%) 586,6 592,3 (1,0%) Financeira 140,5 1.412,6 (90,1%) 242,7 1.467,3 (83,5%) Outras 22,4 20,3 10,3% 21,2 19,5 8,7% Total 7 2013 945,0 2.169,4 (56,4%) 1.118,3 2.287,2 (51,1%)
  8. 8. Receita Operacional Líquida -51,3% 2.015,0 126,6 1.888,4 981,2 158,9 822,2 2012 Controladora 8 2013 Controladas
  9. 9. Custos e Despesas Operacionais Custos e Despesas (R$ milhões) Controladora Consolidado 2013 2012 ∆% 2013 2012 ∆% Pessoal (252,3) (241,8) 4,3% (260,2) (249,1) 4,5% Material (95,4) (157,5) (39,4%) (148,6) (207,2) (28,3%) Serviço de Terceiros (205,9) (227,4) (9,5%) (213,8) (232,7) (8,1%) Arrendamento e Aluguéis (14,0) (14,6) (4,1%) (14,4) (14,9) (3,4%) Contingências (51,1) (44,3) 15,3% (51,1) (44,3) 15,3% Depreciação (7,3) (5,0) 46,0% (7,3) (5,0) 46,0% Outros (26,2) (44,2) (40,7%) (27,4) (47,1) (41,8%) Subtotal (652,3) (734,8) (11,2%) (722,8) (800,4) (9,7%) 198,8 135,5 46,7% 243,8 182,8 33,4% (453,5) (599,3) (24,3%) (479,0) (617,6) (22,4%) Custos de Construção Total Custos e Despesas Operacionais 9
  10. 10. Outras Receitas (despesas) Operacionais O resultado líquido de outras receitas (despesas) operacionais representou despesa de R$ 531,7 milhões Principal impacto foi a provisão para perdas sobre a realização dos valores a receber da Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo (SEFAZ-SP), no valor de R$ 516,3 milhões, realizada no terceiro trimestre de 2013 Outras Receitas (despesas) Operacionais (R$ milhões) Receitas Operacionais Despesas Operacionais Provisão SEFAZ-SP 2013 18,4 (33,8) (516,3) (531,7) 10
  11. 11. Resultado Financeiro Resultado Financeiro (R$milhões) Controladora Consolidado 2013 2012 ∆% 2013 2012 ∆% Rendimento de aplicação financeira/Juros Ativos 170,8 31,5 441,5% 172,7 32,9 425,6% Variações Monetárias 66,1 45,7 (44,7%) 66,1 45,7 (44,7%) Despesas Financeiras Líquidas* (146,8) (201,0) (27,0%) (166,6) (222,4) (25,1%) 90,1 (123,8) 172,8% (143,9) 150,2% Total (*) Inclui encargos sobre CCB Internacional e Commercial Paper. 11 72,2
  12. 12. EBITDA Controladora Consolidado EBITDA (R$ milhões) 2013 2012 2013 2012 Lucro (prejuízo) Líquido 31,9 843,5 31,9 843,5 Tributos sobre o lucro (IR/CSLL) (182,0) 339,8 (169,2) 349,3 Resultado financeiro líquido (90,1) 123,8 (72,2) 143,9 39,7 33,8 39,7 33,8 (200,4) 1.340,8 (169,8) 1.370,5 Provisão SEFAZ-SP* 516,3 - 516,3 - EBITDA (ex-provisão SEFAZ-SP) 315,9 1.340,8 346,5 1.370,5 Margem EBITDA (ex-provisão SEFAZ-SP) 38,4% 71,0% 35,3% 68,0% Depreciações e amortizações EBITDA ICVM nº 527/12 (*) Refere-se à provisão para perdas sobre a realização de créditos SEFAZ-SP, sem considerar o efeito do crédito de IR/CS diferidos de R$ 175,6 milhões. 12
  13. 13. Dívida Líquida - Consolidado Empréstimos e Financiamentos (R$ milhões) 2013 2012 Dívida Bruta 1.239,5 2.521,0 Curto Prazo 377,7 1.103,2 Longo Prazo 861,8 1.417,8 Disponibilidades* 600,0 309,6 Dívida Líquida 639,5 2.211,4 -71,1% (*) A partir de janeiro de 2013, a Companhia concentrou as suas aplicações financeiras em fundos de investimentos exclusivos. Referem-se a quotas de fundo de investimento com alta liquidez, prontamente conversíveis em montante de caixa, independentemente do vencimento dos ativos. 13
  14. 14. Perfil da Dívida - Consolidado Distribuição da contratação da Dívida 0,3% 12,5% 25,7% 2013 40,2% 2012 59,5% 17,2% 44,6% BNDES NPs DebênturesDebêntures Bancos Outros Distribuição dos encargos da Dívida 6,1% 12,5% 0,3% 2,8% 2013 53,4% 40,2% 25,7% 2012 59,0% 14 TJLP CDI IPCA Outros
  15. 15. Amortização da Dívida - Consolidado (R$ milhões) Caixa Futuro de Recebimentos (NI) 2014 2015 Total Indenização NI a receber (projetado) 569,5 332,2 901,7 69,3 12,0 81,3 638,8 344,2 983,0 Receita Financeira s/ Indenização NI a receber (projetado) Total Caixa e Equivalentes em 31/12/2013: R$ 600,0 milhões 377,7 39,7 338,0 210,8 26,5 120,1 26,5 210,8 26,5 184,3 184,3 193,2 26,5 166,7 26,5 93,6 2014 15 2015 74,9 2016 2017 Controladora 2018 0,0 2019 Controladas 25,5 2020 0,0 a 2024 2025 a 2030
  16. 16. Dívida Controladas e Controladas em Conjunto Dívida Bruta 2013 Controladora 967,0 Controladas* 272,5 Total Consolidado 1.239,5 (*) IEMG, IE Pinheiros, Serra do Japi Controladas em conjunto IE Madeira (51%) IENNE (25%) IE Garanhuns (51%) IE SUL (50%) 16 1.423,2 1.245,1 57,9 101,2 18,9
  17. 17. Investimentos Realizado 2013 Projeção 2014 Próprio (A) 224,9 247,3 Reforços e Novas Conexões 155,2 194,6 Modernizações e Melhorias 49,9 31,0 Corporativo 5,3 8,4 Capitalização de Pessoal 14,5 13,3 Investimentos Subsidiárias (B) 590,5 366,9 IEMG 6,3 5,5 IENNE 0,4 0,5 IEPinheiros 39,4 31,1 IESul 21,9 9,4 IEMadeira 344,6 137,0 Serra do Japi 3,6 5,1 IEGaranhuns 166,1 177,1 8,3 1,3 815,4 614,2 R$ (milhões) Evrecy TOTAL (A+B) 17
  18. 18. Agenda Destaques 2013 Resultados Financeiros 2013 Performance do Mercado de Capitais Outros Destaques 18
  19. 19. Performance no Mercado de Capitais Volume Financeiro Negociado até 31/12/2013 (R$ milhões) Volume Total R$ 1.922 Milhões Volume Médio / Dia R$ 7,6 milhões 40,0 35,0 30,0 25,0 20,0 15,0 10,0 5,0 0,0 Jan/13 Fev/13 Mar/13 Abr/13 Mai/13 Jun/13 Jul/13 Ago/13 Set/13 Out/13 Nov/13 Dez/13 272, 2 mil negócios Performance das ações até 31/12/2013 realizados até 31/12/2013 -1,12% Média diária de 1.074 -8,83% 100,00 negócios -15,50% -18,40% (base 31/12/2012 = 100) 70,00 Jan/13 Fev/13 Mar/13 Abr/13 Mai/13 Jun/13 TRPL3 19 Jul/13 TRPL4 Ago/13 Set/13 IBOVESPA Out/13 IEE Nov/13 Dez/13 Valor de mercado em 31/12/2013 R$ 5,2 bilhões
  20. 20. Agenda Destaques 2013 Resultados Financeiros 2013 Performance do Mercado de Capitais Outros Destaques 20
  21. 21. Principais Desafios CTEEP 2014 A prorrogação do contrato 059 estendeu a concessão da CTEEP por um período adicional de 30 anos. As condições iniciais do contrato são bastante inferiores às anteriores, com redução de 70% da Receita Anual Permitida A recuperação da capacidade de crescimento e da remuneração dos acionistas da CTEEP depende de: Recebimento de uma indenização justa 21 Incremento da eficiência operacional Incremento da rentabilidade dos investimentos
  22. 22. Disclaimer As declarações contidas neste relatório relativas à perspectiva dos negócios da Companhia, às projeções e resultado e ao seu potencial de crescimento constituem-se em meras previsões e foram baseadas nas expectativas da administração em relação ao futuro da Companhia. Estas expectativas são altamente dependentes de mudanças no mercado, no desempenho econômico geral do País, do setor e dos mercados internacionais, estando sujeitas a mudanças. 22
  23. 23. Relações com Investidores Tel: +55 11 3138-7557 ri@cteep.com.br www.cteep.com.br/ri 23

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