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Ensino Diferenciado - Testes de Avaliação.pdf

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Ensino
Diferenciado
PORTUGUÊS 7.º ANO
Editável e fotocopiável © Texto | Mensagens 7.o ano 1
Professor(a) ___________________________________________________ Turma ____________________
Domínios Conteúdos Tipologia de questões N.o
de itens Cotação
Grupo I
Leitura e
Educação Literária
Sentido global do texto
(notícia).
Texto publicitário.
Itens de seleção:
– escolha múltipla;
– associação.
Itens de construção:
– resposta restrita;
– resposta curta.
Texto A: 2
Texto B: 5
15
(7,5 × 2)
40
(8 × 5)
Grupo II
Gramática
Classes e subclasses de
palavras:
– nome (próprio, comum,
comum coletivo);
– adjetivos: flexão em
grau;
– preposição e locução
prepositiva;
– verbo.
Formação de palavras
(derivação e composição).
Itens de seleção:
– associação;
– escolha múltipla.
Itens de construção:
– resposta curta. 5
20
(6 + 6 +
4 + 2 + 2)
Grupo III
Escrita
Exposição.
Textualização: ortografia,
acentuação, pontuação e
sinais auxiliares de escrita;
construção frásica
(concordância,
encadeamento lógico);
coesão textual.
Item de construção:
– resposta extensa.
1 25
Nome N.o
Turma Data / /
Avaliação E. Educação Professor
Matriz do teste de avaliação 1Versão B
Unidade 1
2 Editável e fotocopiável © Texto | Mensagens 7.o ano
Professor(a) ___________________________________________________ Turma ____________________
Por domínios Conteúdos Tipologia de questões N.o
de itens Cotação
Grupo I
Leitura e
Educação Literária
Sentido global do texto
(notícia).
Texto publicitário.
Itens de seleção:
– escolha múltipla;
– associação.
Itens de construção:
– resposta restrita;
– resposta curta.
Texto A: 2
Texto B: 5
100
(50 × 2)
100
(20 × 5)
Grupo II
Gramática
Classes e subclasses de
palavras:
– nome (próprio, comum,
comum coletivo);
– adjetivos: flexão em
grau;
– preposição e locução
prepositiva;
– verbo.
Formação de palavras
(derivação e composição).
Itens de seleção:
– associação;
– escolha múltipla.
Itens de construção:
– resposta curta.
5
100
(30 + 30 +
20 + 10 + 10)
Grupo III
Escrita
Exposição.
Textualização: ortografia,
acentuação, pontuação e
sinais auxiliares de escrita;
construção frásica
(concordância,
encadeamento lógico);
coesão textual.
Item de construção:
– resposta extensa.
1 100
Nome N.o
Turma Data / /
Avaliação E. Educação Professor
Matriz do teste de avaliação 1Versão B
Unidade 1
Editável e fotocopiável © Texto | Mensagens 7.o ano 3
Grupo I
Texto A
Lê o texto com atenção. Se necessário, consulta as notas.
O Trash Traveler1
canta todos os dias
sobre o lixo que apanha em Portugal
5
10
15
20
25
30
Dois anos depois de se mudar para Lisboa,
Andreas Noe despediu-se do emprego para
viajar com um propósito: recolher lixo todos
os dias e com ele criar uma canção bem-
-humorada sobre a problemática. O Trash
Traveler quer mudar consciências com uma
mensagem positiva.
Garrafas, sacos, latas, cotonetes, pacotes de
cigarros, copos descartáveis, despojos de pesca,
palhinhas, tampas, guardanapos, beatas. Centenas e centenas de beatas. Há cinco meses que,
praticamente todos os dias, Andreas Noe se mete a apanhar o lixo que os outros deixam pelo
caminho. Na Costa da Caparica e nas ruas de Lisboa, da Alemanha a Portugal, ou na Costa
Vicentina.
São quase 450 kg de lixo recolhidos em mais de 140 dias que, no final de cada jornada,
pesa numa balança portátil e aponta nas redes sociais. Os números não lhe interessam tanto
quanto a mensagem que quer transmitir, de uma forma alegre e humorada, em pequenos vídeos
onde encena uma canção com o lixo que recolheu naquele dia.
Sentado na autocaravana, com o cavaquinho entre os braços e um sorriso, momentaneamente
envergonhado, Andreas quer «pedir desculpa aos portugueses» se estiver a interpretar
indevidamente uma das canções mais popularizadas por Amália Rodrigues. «É a minha primeira
experiência com o fado.» Aos primeiros acordes, adivinha-se uma letra adaptada à temática com
a ajuda de um amigo português. «É uma praia portuguesa, com certeza / Com certeza, é uma
praia portuguesa / Eu limpo a praia portuguesa, com certeza / Com certeza, eu limpo a praia
portuguesa / Há tanto plástico no mar, com certeza / E a portuguesa gosta de peixe à mesa /
O peixe come plástico, com certeza / Com certeza, acabará na tua mesa».
Andreas, hoje com 31 anos, decidiu cumprir um sonho e vir de autocaravana para Portugal.
«Adotou» a Pinóquio depois de responder a um anúncio de venda e convencer os proprietários
a emprestarem-na por uns anos; em troca, trata dos impostos e da manutenção – «um exemplo
de como é possível alcançares o que queres mesmo sem dinheiro». Depois de um ano a pagar
«rendas altas» no centro de Lisboa, mudou-se definitivamente para a carrinha. «Foi bastante
engraçado combinar o mundo empresarial com este estilo de vida mais livre.» De manhã, o fato
engomado. Ao final da tarde, o fato de neopreno2
e a prancha de surf.
Mara Gonçalves, «O Trash Traveler canta todos os dias sobre o lixo que apanha em Portugal»,
disponível em https://www.publico.pt, consultado em fevereiro de 2020 (texto com supressões).
1. Trash Traveler: viajante do lixo. 2. neopreno: tipo de borracha sintética, usada em roupas para desportos aquáticos.
Nome N.o
Turma Data / /
Avaliação E. Educação Professor
Teste de avaliação 1 Versão B
Unidade 1
4 Editável e fotocopiável © Texto | Mensagens 7.o ano
1. Assinala com✗, de 1.1 a 1.4, a opção que completa cada frase, de acordo com o texto.
1.1 O principal objetivo de Andreas Noe é
(A) recolher mais quilos de lixo a cada dia que passa e em mais locais.
(B) alertar as consciências para a quantidade de lixo que se atira ao chão.
(C) conseguir ter cada vez mais seguidores nas redes sociais.
1.2 Andreas Noe pede desculpa aos portugueses
(A) se não estiver a interpretar devidamente o tema da Amália.
(B) se cometer algum erro na língua portuguesa enquanto canta.
(C) por se apropriar indevidamente de um tema tipicamente português.
1.3 A letra da cantiga foi
(A) adaptada à realidade vivida por ele na cidade.
(B) composta inteiramente por ele.
(C) redigida com a ajuda de um amigo português.
1.4 «Pinóquio» refere-se a
(A) um talismã com o qual Andreas anda sempre.
(B) um animal adotado por Andreas em Lisboa.
(C) uma autocaravana que emprestaram a Andreas.
2. Assinala com✗a única afirmação falsa acerca das estratégias de Andreas para atingir os seus
objetivos.
(A) Aprobabilidadede Andreas chegaraopúblicoéelevada porque utilizaestratégiasoriginais.
(B) A divulgação banal das causas ambientalistas deve ter muita eficácia.
(C) A forma divertida e inesperada como Andreas coloca a questão ambiental pode
despertar a atenção do público.
Editável e fotocopiável © Texto | Mensagens 7.o ano 5
Texto B
1. Observa os textos publicitários com atenção.
A B
C
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  • 2. Editável e fotocopiável © Texto | Mensagens 7.o ano 1 Professor(a) ___________________________________________________ Turma ____________________ Domínios Conteúdos Tipologia de questões N.o de itens Cotação Grupo I Leitura e Educação Literária Sentido global do texto (notícia). Texto publicitário. Itens de seleção: – escolha múltipla; – associação. Itens de construção: – resposta restrita; – resposta curta. Texto A: 2 Texto B: 5 15 (7,5 × 2) 40 (8 × 5) Grupo II Gramática Classes e subclasses de palavras: – nome (próprio, comum, comum coletivo); – adjetivos: flexão em grau; – preposição e locução prepositiva; – verbo. Formação de palavras (derivação e composição). Itens de seleção: – associação; – escolha múltipla. Itens de construção: – resposta curta. 5 20 (6 + 6 + 4 + 2 + 2) Grupo III Escrita Exposição. Textualização: ortografia, acentuação, pontuação e sinais auxiliares de escrita; construção frásica (concordância, encadeamento lógico); coesão textual. Item de construção: – resposta extensa. 1 25 Nome N.o Turma Data / / Avaliação E. Educação Professor Matriz do teste de avaliação 1Versão B Unidade 1
  • 3. 2 Editável e fotocopiável © Texto | Mensagens 7.o ano Professor(a) ___________________________________________________ Turma ____________________ Por domínios Conteúdos Tipologia de questões N.o de itens Cotação Grupo I Leitura e Educação Literária Sentido global do texto (notícia). Texto publicitário. Itens de seleção: – escolha múltipla; – associação. Itens de construção: – resposta restrita; – resposta curta. Texto A: 2 Texto B: 5 100 (50 × 2) 100 (20 × 5) Grupo II Gramática Classes e subclasses de palavras: – nome (próprio, comum, comum coletivo); – adjetivos: flexão em grau; – preposição e locução prepositiva; – verbo. Formação de palavras (derivação e composição). Itens de seleção: – associação; – escolha múltipla. Itens de construção: – resposta curta. 5 100 (30 + 30 + 20 + 10 + 10) Grupo III Escrita Exposição. Textualização: ortografia, acentuação, pontuação e sinais auxiliares de escrita; construção frásica (concordância, encadeamento lógico); coesão textual. Item de construção: – resposta extensa. 1 100 Nome N.o Turma Data / / Avaliação E. Educação Professor Matriz do teste de avaliação 1Versão B Unidade 1
  • 4. Editável e fotocopiável © Texto | Mensagens 7.o ano 3 Grupo I Texto A Lê o texto com atenção. Se necessário, consulta as notas. O Trash Traveler1 canta todos os dias sobre o lixo que apanha em Portugal 5 10 15 20 25 30 Dois anos depois de se mudar para Lisboa, Andreas Noe despediu-se do emprego para viajar com um propósito: recolher lixo todos os dias e com ele criar uma canção bem- -humorada sobre a problemática. O Trash Traveler quer mudar consciências com uma mensagem positiva. Garrafas, sacos, latas, cotonetes, pacotes de cigarros, copos descartáveis, despojos de pesca, palhinhas, tampas, guardanapos, beatas. Centenas e centenas de beatas. Há cinco meses que, praticamente todos os dias, Andreas Noe se mete a apanhar o lixo que os outros deixam pelo caminho. Na Costa da Caparica e nas ruas de Lisboa, da Alemanha a Portugal, ou na Costa Vicentina. São quase 450 kg de lixo recolhidos em mais de 140 dias que, no final de cada jornada, pesa numa balança portátil e aponta nas redes sociais. Os números não lhe interessam tanto quanto a mensagem que quer transmitir, de uma forma alegre e humorada, em pequenos vídeos onde encena uma canção com o lixo que recolheu naquele dia. Sentado na autocaravana, com o cavaquinho entre os braços e um sorriso, momentaneamente envergonhado, Andreas quer «pedir desculpa aos portugueses» se estiver a interpretar indevidamente uma das canções mais popularizadas por Amália Rodrigues. «É a minha primeira experiência com o fado.» Aos primeiros acordes, adivinha-se uma letra adaptada à temática com a ajuda de um amigo português. «É uma praia portuguesa, com certeza / Com certeza, é uma praia portuguesa / Eu limpo a praia portuguesa, com certeza / Com certeza, eu limpo a praia portuguesa / Há tanto plástico no mar, com certeza / E a portuguesa gosta de peixe à mesa / O peixe come plástico, com certeza / Com certeza, acabará na tua mesa». Andreas, hoje com 31 anos, decidiu cumprir um sonho e vir de autocaravana para Portugal. «Adotou» a Pinóquio depois de responder a um anúncio de venda e convencer os proprietários a emprestarem-na por uns anos; em troca, trata dos impostos e da manutenção – «um exemplo de como é possível alcançares o que queres mesmo sem dinheiro». Depois de um ano a pagar «rendas altas» no centro de Lisboa, mudou-se definitivamente para a carrinha. «Foi bastante engraçado combinar o mundo empresarial com este estilo de vida mais livre.» De manhã, o fato engomado. Ao final da tarde, o fato de neopreno2 e a prancha de surf. Mara Gonçalves, «O Trash Traveler canta todos os dias sobre o lixo que apanha em Portugal», disponível em https://www.publico.pt, consultado em fevereiro de 2020 (texto com supressões). 1. Trash Traveler: viajante do lixo. 2. neopreno: tipo de borracha sintética, usada em roupas para desportos aquáticos. Nome N.o Turma Data / / Avaliação E. Educação Professor Teste de avaliação 1 Versão B Unidade 1
  • 5. 4 Editável e fotocopiável © Texto | Mensagens 7.o ano 1. Assinala com✗, de 1.1 a 1.4, a opção que completa cada frase, de acordo com o texto. 1.1 O principal objetivo de Andreas Noe é (A) recolher mais quilos de lixo a cada dia que passa e em mais locais. (B) alertar as consciências para a quantidade de lixo que se atira ao chão. (C) conseguir ter cada vez mais seguidores nas redes sociais. 1.2 Andreas Noe pede desculpa aos portugueses (A) se não estiver a interpretar devidamente o tema da Amália. (B) se cometer algum erro na língua portuguesa enquanto canta. (C) por se apropriar indevidamente de um tema tipicamente português. 1.3 A letra da cantiga foi (A) adaptada à realidade vivida por ele na cidade. (B) composta inteiramente por ele. (C) redigida com a ajuda de um amigo português. 1.4 «Pinóquio» refere-se a (A) um talismã com o qual Andreas anda sempre. (B) um animal adotado por Andreas em Lisboa. (C) uma autocaravana que emprestaram a Andreas. 2. Assinala com✗a única afirmação falsa acerca das estratégias de Andreas para atingir os seus objetivos. (A) Aprobabilidadede Andreas chegaraopúblicoéelevada porque utilizaestratégiasoriginais. (B) A divulgação banal das causas ambientalistas deve ter muita eficácia. (C) A forma divertida e inesperada como Andreas coloca a questão ambiental pode despertar a atenção do público.
  • 6. Editável e fotocopiável © Texto | Mensagens 7.o ano 5 Texto B 1. Observa os textos publicitários com atenção. A B C
  • 7. 6 Editável e fotocopiável © Texto | Mensagens 7.o ano 1.1 Associa cada anúncio publicitário A e B (coluna A) ao respetivo objetivo (coluna B). a. b. 1.2 Justifica as tuas opções, considerando a intenção persuasiva dos textos. ________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________ 2. Identifica no respetivo anúncio publicitário. 3. Explicita como a imagem do anúncio publicitário C reforça a sua intenção persuasiva. ____________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________ 4. Indica duas características do texto publicitário presentes no anúncio C. ____________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________ A O slogan a. B O texto argumentativo b. a. anúncio A b. anúncio B A 1. Institucional e comercial – sensibilizar para uma causa, promovendo simultaneamente uma marca. 2. Institucional – mudar comportamentos sociais. B
  • 8. Editável e fotocopiável © Texto | Mensagens 7.o ano 7 Grupo II 1. Associa os nomes (coluna A) à respetiva subclasse (coluna B). a. b. c. 2. Atenta na frase: «Diz não aos sacos de plástico – por um ambiente melhor.» 2.1 Indica a subclasse do adjetivo sublinhado. ___________________________________________________________ 2.2 Refere o grau em que se encontra. ___________________________________________________________ 2.3 Transcreve da frase duas preposições simples. ___________________________________________________________ 3. Identifica a pessoa, o tempo e o modo das formas verbais sublinhadas. Os turistas visitavam a Costa da Caparica quando repararam no lixo. _______________________________________________________________ 4. Assinala com✗o conjunto que é constituído apenas por palavras cujo processo de formação é a derivação não afixal. (A) remate – encomenda – troco – aviso (B) entardecer – engordar – amarelado – esverdeada (C) refazer – desfazer – reler – tresler 5. Assinala com✗o conjunto que é constituído apenas por palavras cujo processo de formação é a composição. (A) vitimizar – economizar – visualizar – experienciar (B) golo – guarda-redes – jogador – apanha-bolas (C) abre-latas – saca-rolhas – malmequer – arco-íris a. «consciência» b. «Costa Vicentina» c. «cardume» 1. nome próprio 2. nome comum 3. nome comum coletivo A B
  • 9. 8 Editável e fotocopiável © Texto | Mensagens 7.o ano Grupo III Atenta nestes versos da canção de Andreas: «O peixe come plástico, com certeza / Com certeza, acabará na tua mesa.» (Grupo I – Texto A, linha 25) Elabora um texto expositivo em que apresentes o teu ponto de vista sobre as causas e consequências da poluição marinha e apresentes ações concretas que possas promover no seu combate. Podes seguir o plano de texto apresentado: • breve introdução ao tema; • duas causas da poluição marinha; • duas consequências da poluição marinha; • duas ações concretas que possas promover no seu combate; • breve conclusão. ________________________________________________________________ ________________________________________________________________ ________________________________________________________________ ________________________________________________________________ ________________________________________________________________ ________________________________________________________________ ________________________________________________________________ ________________________________________________________________ ________________________________________________________________ ________________________________________________________________ ________________________________________________________________ ________________________________________________________________ ________________________________________________________________ ________________________________________________________________ Observações: Deves escrever entre 120 e 200 palavras. 1. Para efeitos de contagem, considera-se uma palavra qualquer sequência delimitada por espaços em branco, mesmo quando esta integre elementos ligados por hífen (exemplo: /di-lo-ei/). Qualquer número conta como uma única palavra, independentemente dos algarismos que o constituam (exemplo: /2021/). 2. Relativamente ao desvio dos limites de extensão indicados, há que atender ao seguinte: – um desvio dos limites de extensão implica uma desvalorização parcial até dois pontos; – um texto com extensão inferior a 55 palavras é classificado com 0 (zero) pontos. FIM
  • 10. Editável e fotocopiável © Texto | Mensagens 7.o ano 1 Professor(a) ___________________________________________________ Turma ____________________ Domínios Conteúdos Tipologia de questões N.o de itens Cotação Grupo I Leitura e Educação Literária Sentido global do texto (crítica). Texto publicitário. Recursos expressivos (metáfora). Itens de seleção: – ordenação; – escolha múltipla. Itens de construção: – resposta curta. Texto A: 3 Texto B: 5 15 (5 + 8 + 2) 40 (6 + 14 [6 + 8] + 6 + 8 + 6) Grupo II Gramática Classes e subclasses de palavras: – nome (próprio, comum, comum coletivo); – adjetivos: flexão em grau; – verbo. Formação de palavras (derivação e composição). Itens de seleção: – associação; – escolha múltipla. Itens de construção: – resposta restrita; – resposta curta. 5 20 (6 [2 + 4] + 4 + 2 + 4 + 4) Grupo III Escrita Texto de opinião. Textualização: ortografia, acentuação, pontuação e sinais auxiliares de escrita; construção frásica (concordância, encadeamento lógico); coesão textual. Item de construção: – resposta extensa. 1 25 Nome N.o Turma Data / / Avaliação E. Educação Professor Matriz do teste de avaliação 2Versão B Unidade 1
  • 11. 2 Editável e fotocopiável © Texto | Mensagens 7.o ano Professor(a) ___________________________________________________ Turma ____________________ Por domínios Conteúdos Tipologia de questões N.o de itens Cotação Grupo I Leitura e Educação Literária Sentido global do texto (crítica). Texto publicitário. Recursos expressivos (metáfora). Itens de seleção: – ordenação; – escolha múltipla. Itens de construção: – resposta curta. Texto A: 3 Texto B: 5 100 (30 + 60 + 10) 100 (15 + 30 [10 + 20] + 15 + 20 + 20) Grupo II Gramática Classes e subclasses de palavras: – nome (próprio, comum, comum coletivo); – adjetivos: flexão em grau; – verbo. Formação de palavras (derivação e composição). Itens de seleção: – associação; – escolha múltipla. Itens de construção: – resposta restrita; – resposta curta. 5 100 (32 [12 + 20] + 15 + 15 + 18 + 20) Grupo III Escrita Texto de opinião. Textualização: ortografia, acentuação, pontuação e sinais auxiliares de escrita; construção frásica (concordância, encadeamento lógico); coesão textual. Item de construção: – resposta extensa. 1 100 Nome N.o Turma Data / / Avaliação E. Educação Professor Matriz do teste de avaliação 2Versão B Unidade 1
  • 12. Editável e fotocopiável © Texto | Mensagens 7.o ano 3 Grupo I Texto A Lê o texto com atenção. Se necessário, consulta as notas. A arte de manipular professores 5 10 15 20 25 30 Em Nunca para pior, a escritora dá a conhecer o ambiente de uma escola, num retrato vivo e certeiro dos alunos, dos professores e das relações entre ambos. Preconceitos, equívocos1 e manipulação andam por ali. Um novo aluno chega à escola depois das férias de Natal e é integrado numa turma que a maior parte dos professores acha sem graça: o 8.º B. O de Ciências disse mesmo que aquele grupo estava a precisar «de um abanão, de uma sacudidela». Mal poderia adivinhar que acabaria por fazer jus2 à frase «cuidado com o que desejas». Lúcio Ferro é o nome do novo rapaz. Nome não inocente, a lembrar Lúcifer3 , designação que usa no seu email, seguido de «inferno na terra» (lucifer@hellonearth.com). Há uma aura de mistério em torno de Lúcio, que nos reenvia subtilmente para o universo de lobisomens, hoje tão apreciado pelos jovens. Começa por ser simpático com os colegas, conquistando-os de imediato, mas, a pouco e pouco, vai-se revelando como alguém de muito mau caráter. Insultos, bullying e manipulação fazem parte do seu comportamento pernicioso4 . Os professores, cegos pela cordialidade e conhecimentos de Lúcio, deixam-se levar… sendo igualmente manipulados. É assim que embarcam na ideia de deixar os alunos realizarem um espetáculo no Carnaval. Um desastre. Ana Saldanha consegue mais uma vez recriar diálogos e situações verosímeis5 no universo da adolescência e juventude, mas sem perder o sentido literário do texto. Não se inibe6 de recorrer ao passado para munir os jovens leitores de referências culturais nacionais e do resto do mundo. Tanto pode ser uma tia-avó (da Ana Margarida) que tem sempre um provérbio à mão para qualquer circunstância, «quem espera sempre alcança, quem porfia7 sempre se avia»; como uma professora a fazer lembrar uma atriz, «em nova achavam-na igualzinha à Vivian Leigh em E tudo o vento levou, um filme dos anos trinta que, três décadas mais tarde, continuava a ser um grande sucesso todos os anos no cinema de Coimbra». Fica-se ainda a saber que «morcão» (também) «é uma lagarta ou uma larva de insetos». A frase escolhida para título, «nunca para pior», há de surgir no início e no desfecho da história, cruzando gerações e desejos. Variação possível e igualmente válida: «Para pior já basta assim.». Rita Pimenta, in Ímpar, disponível em https:www.publico.pt, consultado em julho de 2020 (texto com supressões). 1. equívocos: mal-entendidos. 2. fazer jus: ser merecedor. 3. Lúcifer: demónio. 4. pernicioso: nocivo; perigoso. 5. verosímeis: que parecem verdadeiras. 6. não se inibe: nada a impede. 7. porfia: insiste; teima. Nome N.o Turma Data / / Avaliação E. Educação Professor Teste de avaliação 2Versão B Unidade 1
  • 13. 4 Editável e fotocopiável © Texto | Mensagens 7.o ano 1. Numera os tópicos de 1 a 5, de acordo com a ordem pela qual as informações são apresentadas no texto. O primeiro tópico já se encontra numerado. (A) Consideração sobre o título do livro. (B) Manipulação dos professores. (C) Faceta cultural e pedagógica do livro. (D) Chegada de um novo aluno à escola. (E) Contraste dos comportamentos de Lúcio. 2. Assinala com✗, de 2.1 a 2.4, a opção que completa cada frase, de acordo com as informações do texto. 2.1 A frase «Mal poderia adivinhar que acabaria por fazer jus à frase “cuidado com o que desejas”» (linhas 8 a 10) deixa entrever que (A) o professor de Ciências desistirá de mudar a turma. (B) algo irá acontecer para a turma deixar de ser «sem graça». (C) o professor de Ciências vai mudar a turma do 8.º B. 2.2 Lúcio Ferro consegue ocultar o seu mau caráter e manipular os professores (A) através da simpatia, mas é logo desmascarado. (B) através da transparência dos seus atos. (C) pela falsa simpatia e pela sabedoria revelada. 2.3 Com as referências aos provérbios de uma tia-avó, à parecença de uma professora com uma atriz, entre outras, a autora pretende (A) alargar o horizonte cultural dos jovens. (B) tornar o enredo mais distante da realidade. (C) comprovar os conhecimentos de Lúcio Ferro. 2.4 O significado mais comum de «morcão» (linha 29) é (A) divertido. (B) solitário. (C) imbecil. 3. Indica duas características que comprovem que o texto é uma crítica. Fundamenta a tua resposta com transcrições do texto. _____________________________________________________________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________________________________________________________________________ 1
  • 14. Editável e fotocopiável © Texto | Mensagens 7.o ano 5 Texto B Observa os anúncios e lê a informação que se encontra dentro das caixas de texto. A B SER SUPER PROTETOR É DEIXÁ-LOS VOAR. E AINDA POUPAR. Mais do que um seguro, o CA Vida Educação é um super produto para os mais pequenos. Um escudo protetor para as traquinices do presente que lhes dá todos os poderes para conquistarem um futuro promissor, garantindo que nenhum imprevisto os impeça de voar e de chegar onde quiserem. Com o benefício extra de devolver 10% dos prémios de seguro para a Conta Poupança da sua criança. 10% DOS PRÉMIOS VOAM PARA A CONTA POUPANÇA CRISTAS
  • 15. 6 Editável e fotocopiável © Texto | Mensagens 7.o ano 1. Associa cada anúncio (coluna A) ao tipo de publicidade (coluna B). a. b. 2. Transcreve o slogan de cada uma das campanhas publicitárias. A. _________________________________________________________________________ B. _________________________________________________________________________ 2.1 Escolhe o destinatário a que se dirige cada um dos anúncios. A. B. 3. Explicita o objetivo do anúncio A. ____________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________ 4. Transcreve de cada anúncio um argumento utilizado para convencer os destinatários. A. _________________________________________________________________________ B. _________________________________________________________________________ 5. Associa cada transcrição apresentada (coluna A) às características linguísticas do texto publicitário (coluna B) que nela estão presentes. Cada transcrição pode associar-se a uma ou mais características. a. b. c. d. a. Anúncio A b. Anúncio B A 1. Publicidade comercial 2. Publicidade institucional B adultos sem filhos jovens professores adultos com filhos a. «CORTA COM A VIOLÊNCIA» (Anúncio A) b. «QUEM NÃO TE RESPEITA NÃO TE MERECE» (Anúncio A) c. «É DEIXÁ-LOS VOAR E AINDA POUPAR» (Anúncio B) d. «10% DOS PRÉMIOS VOAM PARA A CONTA POUPANÇA CRISTAS» (Anúncio B) A 1. metáfora 2. rima 3. forma verbal no imperativo 4. repetição B
  • 16. Editável e fotocopiável © Texto | Mensagens 7.o ano 7 Grupo II 1. Indica a classe das seguintes palavras. a. Lúcio – ferro – Ana – Coimbra – Carnaval b. escola – retrato – turma – rapaz – diálogos ____________________________________________________________________________ 1.1 Identifica o intruso presente em cada alínea e justifica a tua opção. a. __________________________________________________________________________________________________________________________________ b. _________________________________________________________________________________________________________________________________ 2. Atenta na seguinte frase: Os mupis ficam muito apelativos com anúncios coloridos. 2.1 Transcreve um adjetivo a. no grau normal: _________________________________________________________________________________________________________ b. no grau superlativo absoluto analítico: _______________________________________________________________________ 3. Reescreve a frase colocando o adjetivo sublinhado no grau superlativo absoluto sintético. O rapaz tinha um mau comportamento. ____________________________________________________________________________________________________________________________________________ 4. Completa as frases com o verbo entre parênteses no tempo indicado. a. Presente do indicativo + pretérito imperfeito do indicativo Quem _______________ (praticar) bullying _______________ (merecer) um castigo severo. b. Pretérito imperfeito do conjuntivo Tudo seria melhor se todos ________________ (agir) corretamente. 5. Indica o processo de formação das palavras que se seguem, distribuindo-as pelo quadro no local correto. a. Derivação não afixal b. Derivação por prefixação c. Derivação por parassíntese d. Composição imprevisto conta maldisposto aterrorizar
  • 17. 8 Editável e fotocopiável © Texto | Mensagens 7.o ano Grupo III «Insultos, bullying e manipulação fazem parte do seu comportamento pernicioso». (Grupo I – Texto A, linhas 16 e 17) Na tua opinião, estamos a fazer o necessário para eliminar o bullying? Escreve um texto de opinião, bem estruturado, em que defendas o teu ponto de vista sobre a questão apresentada. O teu texto deve incluir: • a indicação do teu ponto de vista; • a apresentação de, pelo menos, duas razões que justifiquem a tua posição; • uma conclusão adequada. _________________________________________________________________________________________________________________________________________________ _________________________________________________________________________________________________________________________________________________ _________________________________________________________________________________________________________________________________________________ _________________________________________________________________________________________________________________________________________________ _________________________________________________________________________________________________________________________________________________ _________________________________________________________________________________________________________________________________________________ _________________________________________________________________________________________________________________________________________________ _________________________________________________________________________________________________________________________________________________ _________________________________________________________________________________________________________________________________________________ _________________________________________________________________________________________________________________________________________________ _________________________________________________________________________________________________________________________________________________ _________________________________________________________________________________________________________________________________________________ _________________________________________________________________________________________________________________________________________________ _________________________________________________________________________________________________________________________________________________ _________________________________________________________________________________________________________________________________________________ Observações: Deves escrever entre 120 e 220 palavras. 1. Para efeitos de contagem, considera-se uma palavra qualquer sequência delimitada por espaços em branco, mesmo quando esta integre elementos ligados por hífen (exemplo: /di-lo-ei/). Qualquer número conta como uma única palavra, independentemente dos algarismos que o constituam (exemplo: /2021/). 2. Relativamente ao desvio dos limites de extensão indicados, há que atender ao seguinte: – um desvio dos limites de extensão implica uma desvalorização parcial até dois pontos; – um texto com extensão inferior a 55 palavras é classificado com 0 (zero) pontos. FIM
  • 18. Editável e fotocopiável © Texto | Mensagens 7.o ano 1 Professor(a) ___________________________________________________ Turma ____________________ Domínios Conteúdos Tipologia de questões N.o de itens Cotação Grupo I Leitura e Educação Literária Sentido global do texto (exposição). Conto tradicional. Itens de seleção: – escolha múltipla; – ordenação. Itens de construção: – resposta restrita; – resposta curta. Texto A: 3 Texto B: 4 15 (4 + 5 + 6) 40 (6 [3 + 3] + 12 + 10 + 12) Grupo II Gramática Classes e subclasses de palavras: – determinante relativo, indefinido, demonstrativo e possessivo; – pronome relativo e indefinido. Colocação do pronome pessoal átono. Itens de construção: – resposta restrita; – resposta curta. 5 20 (5 + 5 + 4 + 2 + 4) Grupo III Escrita Texto narrativo. Textualização: ortografia, acentuação, pontuação e sinais auxiliares de escrita; construção frásica (concordância, encadeamento lógico); coesão textual. Item de construção: – resposta extensa. 1 25 Nome N.o Turma Data / / Avaliação E. Educação Professor Matriz do teste de avaliação 3Versão B Unidade 2 (Subunidade 2.1)
  • 19. 2 Editável e fotocopiável © Texto | Mensagens 7.o ano Professor(a) ___________________________________________________ Turma ____________________ Por domínios Conteúdos Tipologia de questões N.o de itens Cotação Grupo I Leitura e Educação Literária Sentido global do texto (exposição). Conto tradicional. Itens de seleção: – escolha múltipla; – ordenação. Itens de construção: – resposta restrita; – resposta curta. Texto A: 3 Texto B: 4 100 (25 + 30 + 45) 100 (10 [5 + 5] + 36 + 20 + 34) Grupo II Gramática Classes e subclasses de palavras: – determinante relativo, indefinido, demonstrativo e possessivo; – pronome relativo e indefinido. Colocação do pronome pessoal átono. Itens de construção: – resposta restrita; – resposta curta. 5 100 (25 + 25 + 20 + 10 + 20) Grupo III Escrita Texto narrativo. Textualização: ortografia, acentuação, pontuação e sinais auxiliares de escrita; construção frásica (concordância, encadeamento lógico); coesão textual. Item de construção: – resposta extensa. 1 100 Nome N.o Turma Data / / Avaliação E. Educação Professor Matriz do teste de avaliação 3Versão B Unidade 2 (Subunidade 2.1)
  • 20. Editável e fotocopiável © Texto | Mensagens 7.o ano 3 Grupo I Texto A Lê o texto com atenção. Se necessário, consulta as notas. O conto tradicional português 5 10 15 20 25 A literatura popular transporta do mundo do passado respostas pertinentes para o presente, que é preciso fazer chegar ao futuro. A literatura popular desempenha uma «função compensatória» perante os problemas que hoje afetam o mundo e a Humanidade. Subgénero da literatura popular, o conto tradicional encerra o saber natural do povo, fruto de conhecimentos depurados1 ao longo dos tempos, diretamente transformados em cultura. Uma «cultura popular», de transmissão oral, não oposta à cultura dita «letrada», mas complementar a ela. O conto tradicional tem, assim, um grande alcance formativo e educativo. Está no conto tradicional a alma popular, o povo depositário2 de valores, a experiência, a ordem original do mundo, a dimensão ética no sentido da correção do mundo para uma convivência que não há. Os contos tradicionais representam identidade e valores primitivos fixos que importa preservar. A sua base são os usos e os costumes das comunidades, a partir dos quais são formulados os modos de contar, as utopias3 e os símbolos, o recurso ao verso, ao ritmo, à melodia, aos jogos de sons, à mnemónica4 ... para tornar as histórias mais apetecíveis e, ao mesmo tempo, mais adequadas ao que é popular. Eles promovem a integração geracional (separações motivadas por razões tecnológicas e afins), os valores, as normas sociais, a amenização5 dos excessos do tecnologismo, da aridez das burocracias e dos formalismos, o reencontro do ser humano com as suas raízes, a preservação da identidade perante os efeitos da globalização. Mesmo quando focalizam realidades duras, os contos tradicionais fazem-no de forma maleável, permitindo uma integração sem choques da pessoa do destinatário, mesmo sendo ele infantil. Assim acontece com a representação de temas como a morte, a violência, a vingança, o egoísmo, a mentira, a traição, a injustiça... que atravessam muitas das histórias populares. São temas que fazem parte da essência da natureza humana e como tal são vistos como naturais através das histórias. Estas histórias resistiram ao tempo, permanecendo belas, encantatórias, surpreendentes, satisfazendo a fantasia, sem moralices, mas contendo, de modo diluído, filosofia moral e saberes profundos. Lino Moreira, «O conto tradicional português na aula: proposta de atividades», in casadaleitura.org, consultado em julho de 2020 (texto com supressões). 1. depurados: aperfeiçoados. 2. depositário: aquele que guarda um depósito; testemunha. 3. utopias: fantasias; sonhos irrealizáveis. 4. mnemónica: recurso para decorar aquilo que é difícil de reter. 5. amenização: suavização, abrandamento. Nome N.o Turma Data / / Avaliação E. Educação Professor Teste de avaliação 3Versão B Unidade 2 (Subunidade 2.1)
  • 21. 4 Editável e fotocopiável © Texto | Mensagens 7.o ano 1. Assinala com ✗, em 1.1 e 1.2, a opção que completa cada frase, de acordo com as informações do texto. 1.1 A literatura popular equilibra os problemas do mundo atual (A) ao conduzir o mundo e a Humanidade ao seu esquecimento. (B) por transportar do passado os problemas que afetam o presente. (C) por apresentar lições importantes para o presente e para futuro. 1.2 O conto tradicional tem «um grande alcance formativo e educativo» (linha 7) porque (A) apresenta a cultura do povo, a sua sabedoria. (B) é um subgénero da literatura popular. (C) transforma a cultura em saber natural do povo. 2. Completa o esquema com informações do quarto parágrafo do texto. Contos tradicionais A. O que representam? B. Qual é a sua base? C. Que recursos utilizam? Resultado: «tornar as histórias mais apetecíveis e, ao mesmo tempo, mais adequadas ao que é popular» (linhas 14 e 15) 3. Assinala com✗ as afirmações verdadeiras, de acordo com o sentido dos três últimos parágrafos do texto. (A) Os contos tradicionais permitem a aproximação das gerações. (B) Estas histórias são documentos da identidade nacional. (C) A criança fica chocada ao ser confrontada com realidades duras. (D) Os temas abordados nos contos são encarados naturalmente pelo leitor. (E) Os contos são constantes «puxões de orelha» para quem os lê. • ___________________ • ___________________ Devem ser preservados • ___________________ • ___________________ • ___________________ • ___________________ • ___________________ • ___________________ • ___________________ • ___________________ • ___________________ • ___________________
  • 22. Editável e fotocopiável © Texto | Mensagens 7.o ano 5 Texto B Lê o texto com atenção. Se necessário, consulta as notas. A Riqueza e a Fortuna 5 10 15 20 25 30 35 40 Um pobre homem estava a trabalhar no mato, a cortar lenha para ir vender pela vila e assim sustentar mulher e filhos. De repente viu ao pé de si dois sujeitos, bem vestidos, que lhe disseram: – Nós somos a Fortuna e a Riqueza. Vimos-te ajudar. Cada um queria acudir de preferência ao pobre homem, e altercavam1 entre si. Dizia a Riqueza: – Eu só por mim o faço feliz; sendo ele rico tem tudo. – Pois mesmo sem ser rico, eu dando-lhe fortuna, faço-lhe maior benefício. Senão experi- mentemos. A Riqueza virou-se para o pobre do homem e disse: – Toma lá este cruzado2 novo; amanhã compra carne, pão e vinho e não trabalhes nesse dia. O homem foi-se embora contentíssimo para casa; no outro dia foi ao açougue3 . Deu ao magarefe4 o dinheiro adiantado, mas como estava um grande barulho de gente no açougue, o carniceiro5 negou que lhe tivesse dado o dinheiro, e o pobre homem resignou-se6 e foi outra vez trabalhar para o mato. A Riqueza tornou a chegar ao pé dele e, quando soube de que lhe servira o cruzado novo, ficou zangada e deu-lhe uma bolsa cheia de dobrões7 . O homem voltou para casa; mas como a bolsa era de marroquim8 vermelho, uma ave de rapina caiu de repente sobre ele e arrebatou nas garras o saco e voou. O homem contou a sua tristeza à mulher, e no outro dia foi trabalhar para o mato. Tornou-lhe a aparecer a Riqueza; ficou mais desesperada quando soube do acontecido à bolsa dos dobrões. – Pois desta vez dou-te um saco de peças tão grande que não podes com ele; mas aqui tens um cavalo, que to vai levar a casa. O homem agradeceu aquele favor da Riqueza e pôs-se a caminho para casa. Quando ia por um atalho, estava num campo uma égua, e o cavalo botou a fugir9 atrás dela de tal forma que o homem não foi capaz de o agarrar, e por mais que andou não pôde achar o cavalo. Quando a Riqueza não esperava tornar mais a encontrar o homem no mato, foi ao sítio costumado com a Fortuna, e qual não foi o seu pasmo quando viu o pobre do homem a trabalhar como dantes. Disse então a Fortuna: – Agora é a minha vez de o fazer feliz; vou-lhe dar apenas um vintém10 . Olhe lá, ó homem, tome esse vintém e assim que chegar à vila compre a primeira coisa que lhe aparecer. O homem em caminho para casa encontrou quem lhe ofereceu uma vara de andar à azeitona pelo preço de um vintém, e comprou-a. No outro dia, foi para a apanha, e quando ia varejar11 uma oliveira, caiu-lhe de um galho uma bolsa de marroquim cheia de dobrões. Agarrou nela e levou--a para casa, contou à mulher donde suspeitava que lhe vinha aquele tesouro. A mulher combinou ir fazer uma romaria, e puseram-se a caminho. Quando chegaram a um escampado12 acharam pegadas de cavalo, foram andando por elas e chegaram a um sítio onde estava um cavalo deitado ainda com um saco cheio de peças. Voltaram logo para casa muito contentes, e mudaram de vida, que até àquele tempo tinha sido amargurada pelos poucos ganhos e muitos filhos. A Riqueza e a Fortuna foram ao sítio onde o homem costumava cortar lenha e esperaram por ele bastante tempo. Por fim, a Fortuna declarou-se vencedora, dizendo: – Que te dizia eu? Não é com muito dinheiro que se é feliz. Teófilo Braga, Contos tradicionais do povo português, vol. 1, 6.a ed., Alfragide, Leya Sempre, 2008, pp. 255-257. 1. altercavam: discutiam. 2.cruzado: moeda antiga. 3. açougue: talho. 4. magarefe: talhante. 5.carniceiro: profissional de corte de carne. 6. resignou-se: conformou-se. 7. dobrões: moedas antigas de ouro. 8. marroquim: couro. 9. botou a fugir: começou a fugir. 10. vintém: moeda antiga de cobre. 11. varejar: sacudir com uma vara. 12. escampado: descampado.
  • 23. 6 Editável e fotocopiável © Texto | Mensagens 7.o ano 1. Indica a situação inicial deste conto. ____________________________________________________________________________________________________________________________________________ 1.1 Refere o acontecimento que veio alterar essa situação. _________________________________________________________________________________________________________________________________________ _________________________________________________________________________________________________________________________________________ 2. A Riqueza, após três tentativas, não conseguiu que a sua missão fosse um sucesso. Preenche o esquema de modo a comprovares a veracidade da afirmação. 3. Assinala com✗ a frase que melhor traduz o modo como a Fortuna conseguiu trazer a felicidade ao pobre homem. (A) A Fortuna deu-lhe um cavalo que ele vendeu na feira e lhe rendeu um bom dinheiro. (B) A Fortuna deu-lhe uma moeda que lhe permitiu recuperar as riquezas perdidas. (C) A Fortuna deu-lhe uma vara com a qual ele recuperou as riquezas perdidas. 4.Apresenta duas características do conto tradicional ou popular presentes em «A Riqueza e a Fortuna». _____________________________________________________________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________________________________________________________ • Oferece-lhe _________________________ • O que aconteceu? ________________________________________________________ _______________________________________________________________________ _______________________________________________________________________ • Oferece-lhe _________________________ • O que aconteceu? _______________________________________________________ ______________________________________________________________________ ______________________________________________________________________ • Oferece-lhe _________________________ • O que aconteceu? _______________________________________________________ ______________________________________________________________________ ______________________________________________________________________ 2.a 3.a 1.a
  • 24. Editável e fotocopiável © Texto | Mensagens 7.o ano 7 Grupo II 1. Classifica as palavras sublinhadas na frase seguinte quanto à sua classe e subclasse, completando o quadro respetivo. a. O pobre homem, cuja família tinha de sustentar, trabalhava arduamente. b. Certo dia, apareceram dois sujeitos, a Fortuna e a Riqueza. c. No fim, aquele homem e a sua família alcançaram a felicidade. Determinante Quantificador demonstrativo indefinido relativo possessivo numeral 2. Sublinha os pronomes indefinidos presentes nas frases que se seguem. a. Alguém quer ouvir um conto? b. Todos disseram que sim e nenhum fez barulho enquanto ouviam. c.Nem tudo estava perdido, pois a Fortuna resolveu a situação. d. Conta-me outro, por favor, pois quero conhecer mais contos. 3. Indica o antecedente do pronome relativo sublinhado em cada frase. a. O cruzado, que lhe foi dado pela Riqueza, de nada serviu. _________________________________________________________________________ b. Este conto, acerca do qual fiz um trabalho, é o meu favorito. _________________________________________________________________________ 4. Transforma cada par de frases numa só utilizando o pronome relativo que. a. A bolsa estava cheia de dobrões. A bolsa foi roubada por uma ave de rapina. _________________________________________________________________________ b. O cavalo fugiu atrás de uma égua. O cavalo carregava o saco cheio de peças. _________________________________________________________________________ 5. Reescreve as frases, substituindo as expressões sublinhadas pelos pronomes pessoais átonos adequados. a. Os alunos ouviram duas histórias. _________________________________________________________________________ b. Logo à noite, contarei esta história aos meus pais. _________________________________________________________________________ c. Onde ouviste essa história? _________________________________________________________________________ d. Os contos também transmitem ensinamentos. _________________________________________________________________________
  • 25. 8 Editável e fotocopiável © Texto | Mensagens 7.o ano Grupo III «Voltaram logo para casa muito contentes, e mudaram de vida, que até àquele tempo tinha sido amargurada pelos poucos ganhos e muitos filhos.» (Teófilo Braga, op. cit., p. 257) Escreve um texto narrativo, no qual descrevas a mudança que ocorreu naquela família. O teu texto deve incluir: • a descrição de um espaço exterior; • um momento de diálogo; • a seguinte frase a terminar: «Não é com muito dinheiro que se é feliz». _________________________________________________________________________________________________________________________________________________ _________________________________________________________________________________________________________________________________________________ _________________________________________________________________________________________________________________________________________________ _________________________________________________________________________________________________________________________________________________ _________________________________________________________________________________________________________________________________________________ _________________________________________________________________________________________________________________________________________________ _________________________________________________________________________________________________________________________________________________ _________________________________________________________________________________________________________________________________________________ _________________________________________________________________________________________________________________________________________________ _________________________________________________________________________________________________________________________________________________ _________________________________________________________________________________________________________________________________________________ _________________________________________________________________________________________________________________________________________________ _________________________________________________________________________________________________________________________________________________ _________________________________________________________________________________________________________________________________________________ _________________________________________________________________________________________________________________________________________________ _________________________________________________________________________________________________________________________________________________ Observações: Deves escrever entre 120 e 220 palavras. 1. Para efeitos de contagem, considera-se uma palavra qualquer sequência delimitada por espaços em branco, mesmo quando esta integre elementos ligados por hífen (exemplo: /di-lo-ei/). Qualquer número conta como uma única palavra, independentemente dos algarismos que o constituam (exemplo: /2021/). 2. Relativamente ao desvio dos limites de extensão indicados, há que atender ao seguinte: – um desvio dos limites de extensão implica uma desvalorização parcial até dois pontos; – um texto com extensão inferior a 55 palavras é classificado com 0 (zero) pontos. FIM
  • 26. Editável e fotocopiável © Texto | Mensagens 7.o ano 1 Professor(a) ___________________________________________________ Turma ____________________ Domínios Conteúdos Tipologia de questões N.o de itens Cotação Grupo I Leitura e Educação Literária Sentido global do texto (artigo de opinião). Conto tradicional. Itens de seleção: – escolha múltipla. Itens de construção: – resposta curta; – escolha múltipla. Texto A: 2 Texto B: 5 15 (7,5 × 2) 40 (8 × 5) Grupo II Gramática Grau do adjetivo. Feminino do nome e do adjetivo. Formação de palavras. Itens de construção: – resposta restrita; – resposta curta. 4 20 (4 + 8 + 4 + 4) Grupo III Escrita Texto de opinião. Textualização: ortografia, acentuação, pontuação e sinais auxiliares de escrita; construção frásica (concordância, encadeamento lógico); coesão textual. Item de construção: – resposta extensa. 1 25 Nome N.o Turma Data / / Avaliação E. Educação Professor Matriz do teste de avaliação 4Versão B Unidade 2 (Subunidade 2.1)
  • 27. 2 Editável e fotocopiável © Texto | Mensagens 7.o ano Professor(a) ___________________________________________________ Turma ____________________ Por domínios Conteúdos Tipologia de questões N.o de itens Cotação Grupo I Leitura e Educação Literária Sentido global do texto (artigo de opinião). Conto tradicional. Itens de seleção: – escolha múltipla. Itens de construção: – resposta curta; – escolha múltipla. Texto A: 2 Texto B: 5 100 (50 × 2) 100 (20 × 5) Grupo II Gramática Grau do adjetivo. Feminino do nome e do adjetivo. Formação de palavras. Itens de construção: – resposta restrita; – resposta curta. 4 100 (20 + 40 + 20 + 20) Grupo III Escrita Texto de opinião. Textualização: ortografia, acentuação, pontuação e sinais auxiliares de escrita; construção frásica (concordância, encadeamento lógico); coesão textual. Item de construção: – resposta extensa. 1 100 Nome N.o Turma Data / / Avaliação E. Educação Professor Matriz do teste de avaliação 4Versão B Unidade 2 (Subunidade 2.1)
  • 28. Editável e fotocopiável © Texto | Mensagens 7.o ano 3 Grupo I Texto A Lê o texto com atenção. Se necessário, consulta as notas. Contos de fadas tradicionais 5 10 15 20 25 A arte de contar histórias é, sem sombra de dúvida, a maior e melhor forma de expressão utilizada pelas sociedades para se revelar, inventar e até mesmo construir-se perante a procura de significados para a sua existência. É historicamente difícil precisar quando e como esta arte teve início. Mas como toda a arte, nasceu certamente do desejo de expressão. Os contos de fadas são obras de arte. Pertencem ao património mundial ancestral sob diferentes formas, fazem parte do universo cultural de nações e gerações, desde as eras mais remotas. Perpetuaram-se ao longo dos tempos, tendo como característica primordial lidar com os conteúdos essenciais da condição humana. Dadas as suas características peculiares, são tomados como objeto de análise de diferentes áreas do conhecimento. Para a psicologia, os contos de fadas são encarados como um poderoso instrumento que ajuda a pensar e sentir, e que pode exercer a função de mediador1 , quando o que se deseja é oferecer às crianças, aos jovens e até mesmo aos adultos, um veículo para se compreenderem a si e às suas experiências no mundo. Como forma de literatura tradicional de transmissão oral, a qual se foi preservando pela sua repetição ao longo de gerações, a sua origem perde-se e confunde-se com todas as grandes descobertas dos primeiros tempos da Humanidade. Assim sendo, no conto de fadas coabita2 a memória da Humanidade, os conflitos do inconsciente, a ideologia, a experiência, a história, a cultura que, em comum, têm o seu caráter absolutamente humano. Devemos, pois, encará-lo também numa abrangência3 histórica e geográfica, como um fenómeno cultural, pois nele repousam o conhecimento e a tradição por ter resistido ao tempo e se ter mantido, pela oralidade, através de gerações. Todos nós temos na nossa memória recordações e momentos em que esta arte se fez presente e nos encantou, em que o «Era uma vez…» nos transportava de imediato para um outro plano, fazendo-nos viajar pelo fantástico e maravilhoso mundo da imaginação. Em que nestes «Era uma vez…», fomos princesas salvas por príncipes que apareciam em cavalos brancos, fomos Brancas de Neve, Cinderelas, fadas boas e por vezes até bruxinhas. Natacha Vicente, «Contos de fadas tradicionais: narrativas ímpares na infância», disponível em http://repositorio.ispa.pt, consultado em junho de 2020 (texto adaptado e com supressões). 1. mediador: meio, interveniente que medeia. 2. coabita: partilha o mesmo espaço de habitação. 3. abrangência: âmbito, amplitude. Nome N.o Turma Data / / Avaliação E. Educação Professor Teste de avaliação 4Versão B Unidade 2 (Subunidade 2.1)
  • 29. 4 Editável e fotocopiável © Texto | Mensagens 7.o ano 1. Assinala com✗a única afirmação falsa. (A) A arte de contar histórias terá nascido da necessidade de expressão. (B) O estudo da literatura tradicional interessa a áreas restritas do conhecimento. (C) A transmissão oral tem mantido vivo este tipo de literatura. 2. Assinala com✗, de 2.1 a 2.4, a opção que completa cada frase, de acordo com o sentido do texto. 2.1 Os contos de fadas, que se perpetuam no tempo, tratam (A) conflitos do quotidiano. (B) temáticas do irreal conforme a intenção literária. (C) questões essenciais à condição humana. 2.2 Estas histórias são objeto de investigação para (A) diversas áreas do saber. (B) a Psicologia. (C) a Geografia e a História. 2.3 Os elementos sublinhados em «a qual se foi preservando pela sua repetição ao longo de gerações» (linhas 14 e 15) têm como antecedente a expressão (A) «forma» (linha 14). (B) «transmissão oral» (linha 14). (C) «literatura tradicional» (linha 14). 2.4 Os contos de fadas transportam-nos para um mundo em que (A) somos princesas e príncipes. (B) podemos assumir vários papéis. (C) podemos ser bons ou maus.
  • 30. Editável e fotocopiável © Texto | Mensagens 7.o ano 5 Texto B Lê o texto com atenção. Se necessário, consulta as notas. A velha das galinhas 5 10 15 20 Havia uma velha, que estava sempre ao postigo1 até que horas. As filhas perguntavam-lhe: – O que é que a mãe faz aí ao postigo por essa noite adiante? – Deixem-se lá, filhas, que é do postigo que vos hei de casar. Passado tempo foi a velha ao palácio falar à rainha: – Venho aqui saber se Vossa Majestade quer mandar ensinar algumas galinhas a falar? – Há de ter graça! disse a rainha. Quero, quero. E mandou-lhe entregar uma dúzia de galinhas. A velha foi para casa, e uns poucos de dias viveram à tripa-forra2 ela e mais as filhas, comendo galinha cozida e assada, frita e fritangada3 . Quando se acabaram, tornou a velha ao palácio, e disse à rainha: – Ai, minha rica rainha, tenho uma paixão4 de estalar; as galinhas já estavam falando tão claro, que hoje tencionava vir entregá-las. Quando as estava ajuntando, elas que começam numa cantarolada: Cocorocó, cacaracá, A nossa Rainha com o Cabra está. – Eu ainda as quis calar, mas as galinhas disseram-me que do poleiro bem viram o conde Cabra entrar para o palácio; eu desesperada fechei-as, e venho saber o que quer Vossa Majestade que se faça. A rainha ficou muito desesperada, e deu-lhe ordem que fosse logo para casa, e que as matasse, sem ficar nenhuma, e que não queria mais galinhas que falassem. E deu-lhe muito dinheiro, para que a velha não dissesse a ninguém o que tinha acontecido, e que quando tivesse alguma necessidade viesse ao palácio, que a ajudaria. Foi assim que a velha conseguiu arranjar meio de casar as suas filhas, a quem a rainha deu muitos bons dotes5 . Teófilo Braga, Contos tradicionais do povo português, vol. 3, Alfragide, Leya Sempre, 2008, pp. 254-255. 1. postigo: portinha ou janela pequena. 2. à tripa-forra: com fartura. 3. fritangada: fritalhada. 4. paixão: aflição. 5. dotes: bens adquiridos no casamento. 1. Completa a afirmação que se segue. A ação deste texto localiza-se num _____________ e num _____________ indeterminados, pois não sabemos nem onde nem quando esta história se passou. 2. Caracteriza psicologicamente a «velha». ____________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________ 3. Explica, por palavras tuas, o que fez a «velha» para conseguir que a rainha lhe desse dinheiro. ____________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________ 4. Assinala com✗ o recurso expressivo presente em «Cocorocó, cacaracá» (linha 13). (A) Metáfora (B) Enumeração (C) Onomatopeia 5. Na tua opinião, as palavras da «velha» «– Deixem-se lá, filhas, que é do postigo que vos hei de casar.» (linha 3) concretizaram-se? Justifica a tua resposta. ____________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________
  • 31. 6 Editável e fotocopiável © Texto | Mensagens 7.o ano Grupo II 1. Assinala com✗o conjunto que é constituído apenas por palavras cujo processo de formação é o mesmo. (A) girassol – solar – solário – troca (B) planeta – foguetão – astronauta – galáxia (C) terráqueo – terreno – terraço – terrestre 2. Assinala com✗todas as palavras que se formaram com o prefixo des-. (A) desfazer (B) desejar (C) descer (D) desenterrar 3. Associa os adjetivos destacados nas frases (coluna A) ao respetivo grau (coluna B). a. b. c. d. e. f. g. h. 4. Completa a frase reescrita no feminino. O cão de raça beagle é um campeão audaz. A é uma . a. A Maria é a mais alta da turma. b. O Zé é mais estudioso do que o Pedro. c. O Mário está menos cansado do que o Manel. d. O Manel está cansadíssimo. e. O Zé é bastante estudioso. f. A Ana ficou irrequieta. g. A Sofia é a menos irrequieta da turma. h. A Maria está tão feliz como a Rita. A 1. normal 2. comparativo de igualdade 3. comparativo de superioridade 4. comparativo de inferioridade 5. superlativo relativo de superioridade 6. superlativo relativo de inferioridade 7. superlativo absoluto sintético 8. superlativo absoluto analítico B
  • 32. Editável e fotocopiável © Texto | Mensagens 7.o ano 7 Grupo III Elabora um texto de opinião em que reflitas sobre a importância que as histórias tiveram na tua infância e que ainda têm atualmente na tua vida. Podes seguir o plano de texto apresentado: • o grau de importância das histórias na tua infância e na vida atual; • o tipo de histórias que mais aprecias (histórias românticas, aventuras, banda desenhada, filmes, jogos, letras de música…), justificando a tua preferência; • a frequência com que lês/vês/ouves essas histórias; • uma reflexão sobre a importância das histórias e sugestões de histórias interessantes. _________________________________________________________________________________________________________________________________________________ _________________________________________________________________________________________________________________________________________________ _________________________________________________________________________________________________________________________________________________ _________________________________________________________________________________________________________________________________________________ _________________________________________________________________________________________________________________________________________________ _________________________________________________________________________________________________________________________________________________ _________________________________________________________________________________________________________________________________________________ _________________________________________________________________________________________________________________________________________________ _________________________________________________________________________________________________________________________________________________ _________________________________________________________________________________________________________________________________________________ _________________________________________________________________________________________________________________________________________________ _________________________________________________________________________________________________________________________________________________ _________________________________________________________________________________________________________________________________________________ _________________________________________________________________________________________________________________________________________________ _________________________________________________________________________________________________________________________________________________ _________________________________________________________________________________________________________________________________________________ Observações: Deves escrever entre 120 e 220 palavras. 1. Para efeitos de contagem, considera-se uma palavra qualquer sequência delimitada por espaços em branco, mesmo quando esta integre elementos ligados por hífen (exemplo: /di-lo-ei/). Qualquer número conta como uma única palavra, independentemente dos algarismos que o constituam (exemplo: /2021/). 2. Relativamente ao desvio dos limites de extensão indicados, há que atender ao seguinte: – um desvio dos limites de extensão implica uma desvalorização parcial até dois pontos; – um texto com extensão inferior a 55 palavras é classificado com 0 (zero) pontos. FIM
  • 33. Editável e fotocopiável © Texto | Mensagens 7.o ano 1 Professor(a) ___________________________________________________ Turma ____________________ Domínios Conteúdos Tipologia de questões N.o de itens Cotação Grupo I Leitura e Educação Literária Sentido global do texto (artigo de opinião). Texto narrativo (O Cavaleiro da Dinamarca, de Sophia de Mello Breyner Andresen). Recursos expressivos (metáfora). Item de seleção: – escolha múltipla. Itens de construção: – escolha múltipla; – resposta curta. Texto A: 1 Texto B: 5 15 (15 x 1) 40 (4 + 6 + 16 [8 + 8] + 6 + 8) Grupo II Gramática Subclasses do verbo. Conjunção coordenativa (copulativa, adversativa, explicativa e conclusiva). Funções sintáticas (complemento direto, complemento indireto, complemento oblíquo e predicativo do sujeito). Coordenação. Itens de construção: – resposta restrita; – resposta curta. 4 20 (4 + 4 + 4 + 8) Grupo III Escrita Comentário. Textualização: ortografia, acentuação, pontuação e sinais auxiliares de escrita; construção frásica (concordância, encadeamento lógico); coesão textual. Item de construção: – resposta extensa. 1 25 Nome N.o Turma Data / / Avaliação E. Educação Professor Matriz do teste de avaliação 5Versão B Unidade 2 (Subunidade 2.2)
  • 34. 2 Editável e fotocopiável © Texto | Mensagens 7.o ano Professor(a) ___________________________________________________ Turma ____________________ Por domínios Conteúdos Tipologia de questões N.o de itens Cotação Grupo I Leitura e Educação Literária Sentido global do texto (artigo de opinião). Texto narrativo (O Cavaleiro da Dinamarca, de Sophia de Mello Breyner Andresen). Recursos expressivos (metáfora). Item de seleção: – escolha múltipla. Itens de construção: – escolha múltipla; – resposta curta. Texto A: 1 Texto B: 6 100 (100 × 1) 100 (8 + 12 + 40 [20 + 20] + 15 + 25) Grupo II Gramática Subclasses do verbo. Conjunção coordenativa (copulativa, adversativa, explicativa e conclusiva). Funções sintáticas (complemento direto, complemento indireto, complemento oblíquo e predicativo do sujeito). Coordenação. Itens de construção: – resposta restrita; – resposta curta. 4 100 (20 + 20 + 20 + 40) Grupo III Escrita Comentário. Textualização: ortografia, acentuação, pontuação e sinais auxiliares de escrita; construção frásica (concordância, encadeamento lógico); coesão textual. Item de construção: – resposta extensa. 1 100 Nome N.o Turma Data / / Avaliação E. Educação Professor Matriz do teste de avaliação 5Versão B Unidade 2 (Subunidade 2.2)
  • 35. Editável e fotocopiável © Texto | Mensagens 7.o ano 3 Grupo I Texto A Lê o texto com atenção. O poder das histórias na Comunicação 5 10 15 20 25 30 O storytelling é a arte de contar histórias de forma relevante e com um propósito bem definido. É uma ferramenta altamente eficaz utilizada em diferentes segmentos da comunicação. Vários estudos mostram que, numa qualquer intervenção pública, formal ou menos formal, é das histórias que as pessoas se lembram muito tempo depois de ouvir um orador. E porquê? Porque as imagens que a audiência vai criando ao ouvir as suas histórias tornam a sua mensagem bem mais real. Quanto mais visuais forem, tanto melhor! E se forem recheadas de humor, sucesso garantido. As histórias provocam exatamente a mesma emoção que sentimos ao ver um bom filme. Quando comunicamos, se queremos transmitir uma mensagem cativante e inspiradora, não nos podemos esquecer de incluir uma dose generosa de histórias emocionantes – dramáticas ou cómicas – com enredos poderosos, personagens carismáticas1 , diálogos reais e uma narrativa surpreendente, capaz de prender o público à cadeira. E as histórias mais interessantes são as contadas na 1.ª pessoa. Quer ver? Quando eu era pequena, lembro-me das deliciosas saladas algarvias preparadas pela minha mãe, com o tomate e o pepino cortados aos quadradinhos, temperados com orégãos e um bom azeite. Hmm… Que bem que me sabia! Hoje em dia, quando me servem no restaurante uma salada com pepino, não lhe toco. E porquê? Porque vem normalmente cortado às rodelas grossas e não me sabe bem cortado desta forma. O modo como são cortados os legumes afeta sem qualquer dúvida o nosso paladar, concorda? Qual o propósito desta história? Mostrar que, tal como acontece com o corte do pepino, na comunicação muitas vezes não importa o que dizemos, mas como dizemos: a escolha das palavras influencia em grande medida o sucesso (ou insucesso) da nossa mensagem. Sentiu-se envolvido com a minha história?! O storytelling é também uma ferramenta poderosa no domínio dos negócios. Especialistas em marketing2 perceberam bem cedo o poder das histórias no sucesso das vendas. Perceberam que podem vender um produto ou serviço sem sequer falar do mesmo. Como? Contando histórias. As histórias estabelecem uma forte relação emocional com o consumidor, influenciando-o na tomada de uma decisão. As histórias despertam emoções. E chegámos ao cerne3 da questão: as emoções. As histórias criam um envolvimento emocional com o leitor ou o ouvinte, tornando-os protagonistas da narrativa. O segredo é mesmo este: criar um relacionamento que gera confiança. Nome N.o Turma Data / / Avaliação E. Educação Professor Teste de avaliação 5Versão B Unidade 2 (Subunidade 2.2)
  • 36. 4 Editável e fotocopiável © Texto | Mensagens 7.o ano 35 Starbucks, Nike, Red Bull, Coca-Cola são algumas marcas que há muito usam o storytelling na sua comunicação, porque sabem que, como bem referiu Seth Godin, um dos especialistas de marketing mais conceituados, «as pessoas não compram bens ou serviços. Compram relações, histórias e magia». A Coca-Cola há muito que não vende só bebidas. Vende também e, sobretudo, felicidade. Sandra Duarte Tavares, disponível em http://visão.sapo.pt, consultado em julho de 2020 (texto com supressões). 1. carismático: com dons ou qualidades excecionais que lhes dão o poder de agradar aos outros. 2. marketing: estudo de mercado. 3. cerne: centro; núcleo. 1. Assinala com✗, de 1.1 a 1.5, a opção que completa cada frase, de acordo com as informações do texto. 1.1 O storytelling é utilizado em várias áreas da comunicação, uma vez que (A) é uma regra imposta pelos vários segmentos. (B) as pessoas tendem a recordar-se das histórias. (C) é um recurso considerado artístico e eficiente. 1.2 A inclusão de histórias interessantes em qualquer intervenção (A) conduz à eficácia da mensagem a transmitir. (B) leva o público a compará-las a um filme. (C) provoca o tédio e o cansaço no auditório. 1.3 A autora, ao contar uma história na 1.a pessoa, (A) quer provar que os legumes cortados são melhores. (B) tenciona explicar por que razão não come pepino. (C) pretende comprovar o argumento apresentado. 1.4 Muitos anúncios não falam do produto ou serviço publicitado (A) para estabelecerem uma relação emocional com o consumidor. (B) porque recorrem ao poder persuasivo das histórias. (C) para melhor influenciarem o consumidor. 1.5 No último parágrafo do texto, a autora, para finalizar a sua argumentação, utiliza (A) uma comparação. (B) uma anáfora. (C) uma metáfora.
  • 37. Editável e fotocopiável © Texto | Mensagens 7.o ano 5 Texto B Lê o seguinte excerto de O Cavaleiro da Dinamarca com atenção. Se necessário, consulta as notas. Guiado por Beatriz… 5 10 15 20 25 30 E Filippo começou a contar: ‒ Quando Dante1 tinha nove anos de idade, viu um dia na rua uma rapariguinha, tão jovem como ele, e que se chamava Beatriz. [...] Dante amou-a desde essa idade e desde esse primeiro encontro. Mas passados anos, em plena juventude, Beatriz morreu. Esta morte foi o tormento de Dante. Então, para esquecer o seu desgosto, começou uma vida de loucuras e erros. Até que um dia, numa Sexta-Feira Santa, a 8 de abril do ano de 1300, se encontrou perdido no meio duma floresta escura e selvagem. Aí lhe apareceram um leopardo, um leão e uma loba. Dante olhou então à roda de si e viu passar uma sombra. Ele chamou-a em seu auxílio e a sombra disse-lhe: «Sou a sombra de Virgílio2 , o poeta morto há mais de mil anos, e venho da parte de Beatriz para te guiar até ao lugar onde ela te espera.» Dante seguiu Virgílio. Primeiro passaram sob a porta do Inferno3 onde está escrito: «Vós que entrais deixai toda a esperança.» Depois atravessaram os nove círculos onde estão os condenados. Viram aqueles que estão cobertos por chuvas de lama, viram os que são eternamente arrastados em tempestades de vento, viram os que moram dentro do fogo e viram os traidores, presos em lagos de gelo. Por toda a parte se erguiam monstros e demónios, e Dante agarrava-se a Virgílio, tremendo de terror. E por toda a parte reinava a escuridão como numa mina. Pois ali era um reino subterrâneo, sem Sol, sem Lua e sem estrelas, iluminado apenas pelas chamas infernais. Depois de terem percorrido todos os abismos do Inferno voltaram à luz do Sol e chegaram ao Purgatório4 , que é um monte no meio duma ilha subindo para o céu. Aí Dante e Virgílio viram as almas que através de penitências e preces vão a caminho do Paraíso. Neste lugar já não se viam demónios, mas em cada novo caminho surgiam anjos brilhantes como estrelas. Até que chegaram ao Paraíso Terrestre5 , que fica no cimo do monte do Purgatório. Aí, entre relvas, bosques, fontes e flores, Dante tornou a ver Beatriz. […] ‒ Dante ‒ disse ela ‒, mandei-te chamar para te curar dos teus erros e pecados. Já viste o que sofrem as almas do Inferno e já viste as grandes penitências6 daqueles que estão no Purgatório. Agora vou levar-te comigo ao Céu7 , para que vejas a felicidade e a alegria dos bons e dos justos. Guiado por Beatriz, o poeta atravessou os nove círculos do Céu. Caminharam entre estrelas e planetas, rodeados de anjos e cânticos. E viram as almas dos justos cheias de glória e de alegria. Quando chegaram ao décimo Céu, Beatriz despediu-se do seu amigo e disse-lhe: ‒ Volta à Terra e escreve num livro todas estas coisas que viste. Assim ensinarás os homens a detestarem o mal e a desejarem o bem. Dante voltou a este mundo e cumpriu a vontade de Beatriz. Escreveu um longo e maravilhoso poema chamado «A Divina Comédia», no qual contou a sua viagem através do reino dos mortos. Sophia de Mello Breyner Andresen, O Cavaleiro da Dinamarca, Porto, Porto Editora, 2017, pp. 26, 27 e 30. 1. Dante: escritor, poeta e político italiano. 2. Virgílio: um dos maiores poetas de Roma. 3. Inferno: para os cristãos, lugar ou situação pessoal em que as almas pecadoras se encontram após a morte, submetidas a penas eternas. 4. Purgatório: lugar onde as almas dos que cometeram pecados leves acabam de purificar os seus erros. 5. Paraíso Terrestre: segundo a Bíblia, jardim aprazível onde Deus colocou Adão e Eva, depois da sua criação. 6. penitências: castigos. 7. Céu: local onde habitam Deus, os anjos, os bem-aventurados e as almas dos justos.
  • 38. 6 Editável e fotocopiável © Texto | Mensagens 7.o ano 1. Assinala com✗a opção que completa a frase. 1.1 A história de Dante é uma sequência narrativa que se encontra organizada por (A) encadeamento. (B) encaixe. (C) alternância. 2. Identifica o narrador e classifica-o quanto à participação na ação. _____________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________ 3. Explicita o que conduziu o protagonista desta história a perder-se numa «floresta escura e selvagem» (linha 7). _____________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________ 3.1 Indica quem era a «sombra» que ele chamou em seu auxílio e qual a sua missão. __________________________________________________________________________ __________________________________________________________________________ __________________________________________________________________________ 4. Enumera os locais por onde passaram Dante e a «sombra». _____________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________ 5. Transcreve do texto uma passagem que comprove que Dante respeitou o pedido de Beatriz. _____________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________
  • 39. Editável e fotocopiável © Texto | Mensagens 7.o ano 7 Grupo II 1. Associa os verbos sublinhados (coluna A) à sua subclasse (coluna B). a. b. c. d. 2. Indica a função sintática dos constituintes sublinhados nas frases. a. Dante entrou no Inferno e viu as almas dos condenados. (A) Complemento direto (B) Complemento oblíquo b. O Purgatório ficava no meio de uma ilha. (A) Predicativo do sujeito (B) Complemento indireto c. Beatriz disse a Dante para voltar à Terra. (A) Complemento direto (B) Complemento indireto d. Este poeta escreveu «A Divina Comédia». (A) Complemento direto (B) Complemento oblíquo 3. Assinala com✗, em 3.1 e 3.2, a opção que completa cada frase. 3.1 A conjunção coordenativa sublinhada em Dante ouviu a sombra e seguiu-a é (A) adversativa. (B) explicativa. (C) copulativa. 3.2 Na frase O herói teve medo, mas não desistiu, a conjunção coordenativa sublinhada é (A) adversativa. (B) copulativa. (C) conclusiva. 4. Classifica as orações coordenadas sublinhadas nas frases seguintes. a. No Inferno, ora viam os castigos das almas ora observavam monstros e demónios. _________________________________________________________________________________________ b. Dante tremia de terror, pois agarrava-se a Virgílio. _________________________________________________________________________________________ c. Beatriz morava no Paraíso, logo não regressou com Dante à Terra. ________________________________________________________________________________________________________________________________________ d. Muitas pessoas leram «A Divina Comédia», mas não aprenderam a detestar o mal. ________________________________________________________________________________________________________________________________________ a. O Cavaleiro estava fascinado com o que ouvia. b. Virgílio foi seguido por Dante. c. O Cavaleiro ouviu esta história em Florença. d. Finalmente, Dante regressou a Florença. A 1. transitivo direto 2. transitivo indireto 3. copulativo 4. auxiliar da passiva B
  • 40. 8 Editável e fotocopiável © Texto | Mensagens 7.o ano Grupo III «Assim ensinarás os homens a detestarem o mal e a desejarem o bem». (Sophia de Mello Breyner Andresen, op. cit., p. 30) Escreve um comentário, no qual expliques de que modo as histórias nos podem influenciar positivamente. Organiza a informação da forma que considerares mais pertinente, tratando os tópicos apresentados a seguir: • o poder persuasivo da história de Dante; • apresentação, de forma fundamentada, do teu ponto de vista sobre a influência positiva das histórias. _________________________________________________________________________________________________________________________________________________ _________________________________________________________________________________________________________________________________________________ _________________________________________________________________________________________________________________________________________________ _________________________________________________________________________________________________________________________________________________ _________________________________________________________________________________________________________________________________________________ _________________________________________________________________________________________________________________________________________________ _________________________________________________________________________________________________________________________________________________ _________________________________________________________________________________________________________________________________________________ _________________________________________________________________________________________________________________________________________________ _________________________________________________________________________________________________________________________________________________ _________________________________________________________________________________________________________________________________________________ _________________________________________________________________________________________________________________________________________________ _________________________________________________________________________________________________________________________________________________ _________________________________________________________________________________________________________________________________________________ _________________________________________________________________________________________________________________________________________________ _________________________________________________________________________________________________________________________________________________ Observações: Deves escrever entre 80 e 130 palavras. 1. Para efeitos de contagem, considera-se uma palavra qualquer sequência delimitada por espaços em branco, mesmo quando esta integre elementos ligados por hífen (exemplo: /di-lo-ei/). Qualquer número conta como uma única palavra, independentemente dos algarismos que o constituam (exemplo: /2021/). 2. Relativamente ao desvio dos limites de extensão indicados, há que atender ao seguinte: – um desvio dos limites de extensão implica uma desvalorização parcial até dois pontos; – um texto com extensão inferior a 55 palavras é classificado com 0 (zero) pontos. FIM
  • 41. Editável e fotocopiável © Texto | Mensagens 7.o ano 1 Professor(a) ___________________________________________________ Turma ____________________ Domínios Conteúdos Tipologia de questões N.o de itens Cotação Grupo I Leitura e Educação Literária Sentido global do texto (artigo de opinião). Texto narrativo (O Cavaleiro da Dinamarca, de Sophia de Mello Breyner Andresen). Recursos expressivos (enumeração e personificação). Item de seleção: – escolha múltipla. Itens de construção: – escolha múltipla; – resposta curta. Texto A: 1 Texto B: 4 15 (15 x 1) 40 (10 x 4) Grupo II Gramática Subclasses do verbo. Conjunção coordenativa (copulativa, adversativa, explicativa e conclusiva). Funções sintáticas (complemento direto, complemento indireto, complemento oblíquo e predicativo do sujeito). Coordenação. Itens de construção: – resposta restrita; – resposta curta. 4 20 (4 + 5 + 3 + 8) Grupo III Escrita Texto de opinião. Textualização: ortografia, acentuação, pontuação e sinais auxiliares de escrita; construção frásica (concordância, encadeamento lógico); coesão textual. Item de construção: – resposta extensa. 1 25 Nome N.o Turma Data / / Avaliação E. Educação Professor Matriz do Teste de avaliação 6Versão B Unidade 2 (Subunidade 2.2)
  • 42. 2 Editável e fotocopiável © Texto | Mensagens 7.o ano Professor(a) ___________________________________________________ Turma ____________________ Por domínios Conteúdos Tipologia de questões N.o de itens Cotação Grupo I Leitura e Educação Literária Sentido global do texto (artigo de opinião). Texto narrativo (O Cavaleiro da Dinamarca, de Sophia de Mello Breyner Andresen). Recursos expressivos (enumeração e personificação). Item de seleção: – escolha múltipla. Itens de construção: – escolha múltipla; – resposta curta. Texto A: 1 Texto B: 4 100 (100 × 1) 100 (25 × 4) Grupo II Gramática Subclasses do verbo. Conjunção coordenativa (copulativa, adversativa, explicativa e conclusiva). Funções sintáticas (complemento direto, complemento indireto, complemento oblíquo e predicativo do sujeito). Coordenação. Itens de construção: – resposta restrita; – resposta curta. 4 100 (20 + 22 + 18 + 40) Grupo III Escrita Texto de opinião. Textualização: ortografia, acentuação, pontuação e sinais auxiliares de escrita; construção frásica (concordância, encadeamento lógico); coesão textual. Item de construção: – resposta extensa. 1 100 Nome N.o Turma Data / / Avaliação E. Educação Professor Matriz do Teste de avaliação 6Versão B Unidade 2 (Subunidade 2.2)
  • 43. Editável e fotocopiável © Texto | Mensagens 7.o ano 3 Grupo I Texto A Lê o texto com atenção. Se necessário, consulta as notas. Palavras a Sophia de Mello Breyner 5 10 15 20 25 30 A homenagem a prestar a Sophia de Mello Breyner é promover o conhecimento da sua obra. Ensiná-la aos jovens nas escolas. Tê-la à disposição dos adultos e dos mais velhos. O filho, Miguel Sousa Tavares, disse-o há dias, com justeza. Os mais diversos quadrantes1 políticos e culturais renderamse à prosa e poesia de Sophia de Mello Breyner. Prestaram home- nagem àquela que é a maior poetisa portuguesa dos nossos tempos e das maiores de sempre em Portugal. Não sou um entendido da obra de Sophia. Só leitor fiel e grato. Quando se fala de Sophia de Mello Breyner, nunca se diz tudo. O poder político raramente acerta e é justo. Decidiu mudar a morada de Sophia de Mello Breyner para o Panteão Nacional2 . Com festa e palavras de circunstância. Fez bem. A poetisa inega- velmente merece. Na sua crónica miopia3 , os políticos supõem ter cumprido o princípio e o fim da homenagem devida a uma mulher desta grandeza. Nunca interiorizarão que a homenagem é mais do Panteão em receber a poetisa do que desta em lá morar. Continuarão a descurar4 o ensino da sua arte, poesia e prosa, nas nossas escolas. O valor superior da cultura escapa sempre a um poder de contas, cortes, défices5 e dívidas. Supõem ter levado Sophia de Mello Breyner ao Panteão Nacional. Melhor seria que, pelo seu povo, e aproveitando o ensejo6 , atentassem no pensamento da poetisa: «A cultura é cara. A incultura acaba por ser mais cara. E a demagogia é caríssima…». Refletissem, tirassem daí as consequências e se empenhassem também na cultura. Investissem e insistissem no ensino e promoção daqueles que são a alma de um povo. Sophia de Mello Breyner não está sepultada. Antes vive no meio e entre nós. Com a sua poesia, a sua arte: «A poesia… pede-me que viva sempre…». Vivo no Campo Alegre7 há muitos anos. Tenho a sorte de ser vizinho de Sophia de Mello Breyner. Vivo cá em baixo. Ela muito lá em cima. Em cima, na rua e no seu grande mundo. Leio agora, com muito mais ternura, a poesia de uma mulher deslumbrante: «Temor de te amar num sítio tão frágil como o mundo / Mal de te amar neste lugar de imperfeição / Onde tudo nos quebra e emudece / Onde tudo nos mente e nos separa». Alberto Pinto Nogueira, «Palavras a Sophia de Mello Breyner», in Público, disponível em https://www.publico.pt, consultado em fevereiro de 2018 (texto adaptado e com supressões). 1. quadrantes: partidos, posicionamentos. 2. Panteão Nacional: monumento erigido para sepultar e perpetuar a memória dos cidadãos portugueses que se distinguiram por serviços prestados ao país. 3. miopia: falta de vista à distância. 4. descurar: não cuidar. 5. défices: saldos negativos no orçamento do Estado. 6. ensejo: ocasião propícia. 7. Campo Alegre: uma das principais ruas da cidade do Porto. Nome N.o Turma Data / / Avaliação E. Educação Professor Teste de avaliação 6Versão B Unidade 2 (Subunidade 2.2)
  • 44. 4 Editável e fotocopiável © Texto | Mensagens 7.o ano 1. Assinala com ✗, de 1.1 a 1.5, a opção que completa cada frase, de acordo com as informações do texto. 1.1 A melhor forma de homenagear Sophia é (A) comprar os seus livros. (B) promover a descoberta da sua obra junto dos mais novos. (C) proporcionar o conhecimento da sua obra junto dos mais velhos. 1.2 O autor do texto assume-se como (A) vizinho de Sophia na zona do Campo Alegre. (B) especialista literário da obra de Sophia. (C) leitor leal e reconhecido da obra de Sophia. 1.3 Segundo o autor do texto, a mudança da última morada de Sophia (A) é uma honra para o Panteão Nacional. (B) é uma honra imerecida para a poetisa. (C) mostra-se como a melhor forma de distinguir a poetisa. 1.4 A frase «Em cima, na rua e no seu grande mundo.» (linha 28) tem um (A) significado literal. (B) sentido literal e metafórico. (C) sentido metafórico. 1.5 Com o uso das aspas, ao longo do texto, pretende-se (A) inserir a prosa de Sophia no discurso do autor. (B) destacar os versos da poetisa no discurso do autor. (C) introduzir as palavras de Sophia no discurso do autor.
  • 45. Editável e fotocopiável © Texto | Mensagens 7.o ano 5 Texto B Lê o texto com atenção. Se necessário, consulta as notas. Em Jerusalém 5 10 15 20 25 Quando chegou o dia de Natal, ao fim da tarde, o Cavaleiro dirigiu-se para a gruta de Belém. Ali rezou toda a noite. Rezou no lugar onde a Virgem, São José, o boi, o burro, os pastores, os Reis Magos e os Anjos tinham adorado a criança acabada de nascer. E, quando na torre das igrejas bateram as doze badaladas da meia-noite, o Cavaleiro julgou ouvir, num cântico1 altíssimo cantado por multidões inumeráveis, a oração dos Anjos: «Glória a Deus nas alturas e paz na terra aos homens de boa vontade». Então desceu sobre ele uma grande paz e uma grande confiança e, chorando de alegria, beijou as pedras da gruta. Rezou muito, nessa noite, o Cavaleiro. Rezou pelo fim das misérias e das guerras, rezou pela paz e pela alegria do mundo. Pediu a Deus que o fizesse um homem de boa vontade, um homem de vontade clara e direita, capaz de amar os outros. E pediu também aos Anjos que o protegessem e guiassem na viagem de regresso, para que, daí a um ano, ele pudesse celebrar o Natal na sua casa com os seus. Passado o Natal o Cavaleiro demorou-se ainda dois meses na Palestina […]. Depois, em fins de fevereiro, despediu-se de Jerusalém e, na companhia de outros peregrinos2 , partiu para o porto de Jafa3 . Entre esses peregrinos havia um mercador de Veneza com quem o Cavaleiro travou grande amizade. Em Jafa foram obrigados a esperar pelo bom tempo e só embarcaram em meados de março. Mas, uma vez no mar, foram assaltados pela tempestade. O navio ora subia na crista da vaga ora recaía pesadamente estremecendo de ponta a ponta. Os mastros e os cabos estalavam e gemiam. As ondas batiam com fúria no casco e varriam a popa. O navio ora virava todo para a esquerda, ora virava todo para a direita, e os marinheiros davam à bomba para que ele não se enchesse de água. O vento rasgava as velas em pedaços e navegavam sem governo ao sabor do mar. – Ah! – pensava o Cavaleiro. – Não voltarei a ver a minha terra. Sophia de Mello Breyner Andresen, O Cavaleiro da Dinamarca, Porto, Porto Editora, 2017, pp. 11-12. 1. cântico: hino em honra do divino. 2. peregrinos: viajantes que visitam lugares santos ou de devoção. 3. porto de Jafa: o porto mais antigo do mundo.
  • 46. 6 Editável e fotocopiável © Texto | Mensagens 7.o ano 1. Atenta nos quatro primeiros parágrafos (linhas 1 a 13). 1.1 Situa a ação do excerto no tempo e no espaço. a. Tempo: ________________________________________________________________ b. Espaço: ________________________________________________________________ 2. Transcreve do texto dois pedidos do Cavaleiro a Deus. _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ 3. Indica o motivo do adiamento da viagem de regresso do Cavaleiro, a partir de Jafa. _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ 4. Assinala com✗os dois recursos expressivos presentes em «Os mastros e os cabos estalavam e gemiam» (linhas 21 e 22). (A) Metáfora (B) Enumeração (C) Onomatopeia (D) Personificação
  • 47. Editável e fotocopiável © Texto | Mensagens 7.o ano 7 Grupo II 1. Assinala com✗as funções sintáticas dos elementos sublinhados nas frases. Frases Complemento direto Complemento indireto Complemento oblíquo Modificador a. Foi um enorme prazer dialogar com o Mercador de Veneza. b. O Cavaleiro ainda viu as ondas alagar o navio. c. O peregrino pediu aos Anjos que o protegessem na viagem de regresso. d. Os peregrinos ouviram histórias enquanto esperavam o navio. 2. Reescreve a frase, substituindo o constituinte sublinhado pelo pronome pessoal adequado. Empresta o livro O Cavaleiro da Dinamarca ao Pedro. _____________________________________________________________________________________________ 3. Associa cada palavra sublinhada (coluna A) à palavra ou expressão com sentido equivalente (coluna B). a. b. c. 4. Transforma as frases simples em frases complexas, exprimindo o valor sugerido entre parênteses. Faz apenas as alterações necessárias. a. Lê outro livro de Sophia. São todos excelentes! (explicação) _________________________________________________________________________________________ b. Ficas em Jerusalém? Voltas para a Dinamarca? (alternativa) _________________________________________________________________________________________ a. O Cavaleiro rezou muito e beijou as pedras da gruta. b. O peregrino já tinha cumprido a sua missão, portanto podia regressar a casa. c. O tempo devia melhorar na primavera, mas tal não aconteceu. A 1. por conseguinte 2. não só... mas também 3. no entanto B
  • 48. 8 Editável e fotocopiável © Texto | Mensagens 7.o ano Grupo III «Viajar é interpretar. Duas pessoas vão ao mesmo país e, quando regressam, contam histórias diferentes, descrevem os naturais desse país de maneiras diferentes.» (José Luís Peixoto, Dentro do segredo) Elabora um texto de opinião em que reflitas sobre o excerto transcrito. Podes seguir o plano de texto apresentado: • explicação sucinta da afirmação; • para que lugar viajarias e porquê; • quem e o que levarias contigo; • apresentação da tua opinião relativamente à transcrição. _________________________________________________________________________________________________________________________________________________ _________________________________________________________________________________________________________________________________________________ _________________________________________________________________________________________________________________________________________________ _________________________________________________________________________________________________________________________________________________ _________________________________________________________________________________________________________________________________________________ _________________________________________________________________________________________________________________________________________________ _________________________________________________________________________________________________________________________________________________ _________________________________________________________________________________________________________________________________________________ _________________________________________________________________________________________________________________________________________________ _________________________________________________________________________________________________________________________________________________ _________________________________________________________________________________________________________________________________________________ _________________________________________________________________________________________________________________________________________________ _________________________________________________________________________________________________________________________________________________ _________________________________________________________________________________________________________________________________________________ _________________________________________________________________________________________________________________________________________________ _________________________________________________________________________________________________________________________________________________ Observações: Deves escrever entre 120 e 200 palavras. 1. Para efeitos de contagem, considera-se uma palavra qualquer sequência delimitada por espaços em branco, mesmo quando esta integre elementos ligados por hífen (exemplo: /di-lo-ei/). Qualquer número conta como uma única palavra, independentemente dos algarismos que o constituam (exemplo: /2021/). 2. Relativamente ao desvio dos limites de extensão indicados, há que atender ao seguinte: – um desvio dos limites de extensão implica uma desvalorização parcial até dois pontos; – um texto com extensão inferior a 55 palavras é classificado com 0 (zero) pontos. FIM
  • 49. Editável e fotocopiável © Texto | Mensagens 7.o ano 1 Professor(a) ___________________________________________________ Turma ____________________ Domínios Conteúdos Tipologia de questões N.o de itens Cotação Grupo I Leitura e Educação Literária Sentido global do texto (crítica). Texto narrativo («Mestre Finezas», de Manuel da Fonseca). Recursos expressivos (comparação). Itens de seleção: – escolha múltipla. Itens de construção: – resposta curta. Texto A: 2 Texto B: 5 15 (8 + 7) 40 (12 [6 + 6] + 8 + 8 + 6 + 6) Grupo II Gramática Classe de palavras: advérbio e locuções adverbiais. Frase ativa e frase passiva. Subordinação (oração subordinada adverbial temporal, causal, final, condicional). Itens de seleção: – escolha múltipla. Itens de construção: – resposta restrita; – resposta curta. 3 20 (8 + 6 + 6) Grupo III Escrita Exposição. Textualização: ortografia, acentuação, pontuação e sinais auxiliares de escrita; construção frásica (concordância, encadeamento lógico); coesão textual. Item de construção: – resposta extensa. 1 25 Nome N.o Turma Data / / Avaliação E. Educação Professor Matriz do teste de avaliação 7Versão B Unidade 2 (Subunidade 2.3)
  • 50. 2 Editável e fotocopiável © Texto | Mensagens 7.o ano Professor(a) ___________________________________________________ Turma ____________________ Por domínios Conteúdos Tipologia de questões N.o de itens Cotação Grupo I Leitura e Educação Literária Sentido global do texto (crítica). Texto narrativo («Mestre Finezas», de Manuel da Fonseca). Recursos expressivos (comparação). Itens de seleção: – escolha múltipla. Itens de construção: – resposta curta. Texto A: 2 Texto B: 5 100 (60 + 40) 100 (20 [10 + 10] + 30 + 30 + 10 + 10) Grupo II Gramática Classe de palavras: advérbio e locuções adverbiais. Frase ativa e frase passiva. Subordinação (oração subordinada adverbial temporal, causal, final, condicional). Itens de seleção: – escolha múltipla. Itens de construção: – resposta restrita; – resposta curta. 3 100 (48 + 30 + 22) Grupo III Escrita Exposição. Textualização: ortografia, acentuação, pontuação e sinais auxiliares de escrita; construção frásica (concordância, encadeamento lógico); coesão textual. Item de construção: – resposta extensa. 1 100 Nome N.o Turma Data / / Avaliação E. Educação Professor Matriz do teste de avaliação 7Versão B Unidade 2 (Subunidade 2.3)
  • 51. Editável e fotocopiável © Texto | Mensagens 7.o ano 3 Grupo I Texto A Lê o texto com atenção. Rinoceronte salva rapaz depois de um furacão 5 10 15 20 25 30 35 David Machado criou uma história que decerto vai conquis- tar novos leitores. Em Não te afastes, há aventura, emoção, estra- nheza, superação. Os jovens que já gostam de ler terão mais um motivo para não desistir da literatura. Tomás está convencido de que é o responsável por tudo o que de mal acontece às pessoas de quem se aproxima. Esta certeza instalou- -se depois da morte do pai, que caiu do cavalo quando o procurava à noite pelos campos em redor de sua casa. O rapaz decidiu então afastar-se dos que ama. Só assim poderia proteger a mãe e os amigos do que a sua presença pudesse vir a provocar. Encheu a mochila com o que lhe pareceu essencial e desandou. Depois de passar o dia a entrar e a sair de camionetas em direção à casa de um tio, que não estava nem chegou, e de dormir num degrau, descobriu: «Eu não sabia que estar sozinho doía tanto.» Não era igual a estar sozinho de livre vontade quando se sentava perto do rio no regresso da escola. Isso «era bom», apercebeu-se agora. «Estar sozinho na cidade é outra coisa: é como cair num precipício e nunca chegar a bater no chão lá em baixo. Todas as ruas têm gente, há milhares de pessoas à minha volta e ninguém olha para mim, ninguém fala comigo, como se eu não existisse.» Para tornar tudo mais difícil, vinha um furacão a caminho da cidade. Tomás há de ficar sem mochila, sem bateria no telemóvel e sem esperança. Será perseguido, ameaçado, levado pelo vento e pelas águas que o furacão descontrolou. Com as dores e inquietação que sofreu, o rapaz chegou a julgar-se morto. Mas não. Sobreviveu. Pelo caminho, encontrou alguém tão vulnerável e assustado como ele: uma cria de rinoceronte roubada à mãe e ao jardim zoológico. Juntos, na solidão e no medo, ganham uma nova coragem. Como só acontece entre amigos de verdade. Acabarão por ser os heróis do salvamento de uma menina e, mais adiante, os responsáveis por ditar o destino de quem lhes queria fazer mal. Neste percurso sinuoso e doloroso, o rapaz percebeu que a sua ideia de ser o responsável pelo mal à sua volta não fazia sentido. Aprendeu ainda que «todos os acontecimentos têm consequências boas ou más». Foi o pai da menina que ambos (Tomás e o rinoceronte) salvaram que o pôs a refletir: «Pensa, por exemplo, no momento em que fugiste de casa. Para a tua mãe isso não foi bom, tenho a certeza. Mas se não o tivesses feito, nunca terias chegado aqui com aquele animal para salvar a minha filha.» Nome N.o Turma Data / / Avaliação E. Educação Professor Teste de avaliação 7Versão B Unidade 2 (Subunidade 2.3)