Ppt 14 ReproduçãO Sexuada Meiose

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Ppt 14 ReproduçãO Sexuada Meiose

  1. 1.  Ocorre a união de duas células sexuais para a formação de um ovo ou zigoto. Nuno Correia 09/10
  2. 2.  A reprodução sexuada constitui um processo biológico comum a quase todos os seres vivos.  Neste tipo de reprodução, os indivíduos das sucessivas gerações não apresentam uma uniformidade de informação genética. Nuno Correia 09/10
  3. 3.  Os descendentes possuem caracteres comuns entre si e também com os progenitores, de acordo com a espécie a que pertencem, mas apresentam também diferenças significativas em consequência, nomeadamente, dos fenómenos de fecundação e meiose que ocorrem. Nuno Correia 09/10
  4. 4.  Dois processos essenciais na reprodução sexuada. Nuno Correia 09/10
  5. 5.  A reprodução sexuada implica que ocorra a fusão de dois gâmetas, o gâmeta masculino e o gâmeta feminino. Nuno Correia 09/10
  6. 6.  Têm forma e estrutura semelhantes e são portadores de genes para os mesmos caracteres. Nuno Correia 09/10
  7. 7.  Todas as células, como o ovo, cujos núcleos possuem cromossomas homólogos, designam-se por células diplóides e a sua constituição cromossómica representa-se, simbolicamente, por 2n. Nuno Correia 09/10
  8. 8.  A fecundação tem como consequência uma duplicação cromossómica.  No entanto, verifica-se que a quantidade de material genético em cada espécie se mantém constante de geração em geração. Nuno Correia 09/10
  9. 9. Nuno Correia 09/10
  10. 10.  Tem de ocorrer um processo de divisão nuclear, em que o número de cromossomas seja reduzido para metade. Nuno Correia 09/10
  11. 11.  As células resultantes desse tipo de divisão contêm apenas um cromossoma de cada par de cromossomas homólogos, sendo designadas por células haplóides, e a sua constituição cromossómica pode representar-se por n. Nuno Correia 09/10
  12. 12.  Na reprodução sexuada, a fecundação e a meiose alternam entre si. Nuno Correia 09/10
  13. 13.  É o processo de divisão nuclear através do qual, a partir de uma célula com núcleo diplóide, se podem formar células com núcleo haplóide. Nuno Correia 09/10
  14. 14.  Este mecanismo é constituído por duas divisões: a divisão l, ou reducional, e a divisão II, ou equacional. Nuno Correia 09/10
  15. 15.  Deve o seu nome de reducional ao facto de durante as suas quatro etapas ocorrer a redução do número de cromossomas para metade, acompanhada, logicamente, de uma redução do teor de DNA.  No final da divisão l formam-se duas células com n cromossomas e 2Q de DNA. Nuno Correia 09/10
  16. 16.  A divisão II é uma divisão equacional, pois o número de cromossomas mantém-se, embora o teor de DNA se reduza a metade. Nuno Correia 09/10
  17. 17.  No final da divisão II, cada uma das duas células anteriormente formadas origina duas células, cada uma com n cromossomas e Q de DNA. Nuno Correia 09/10
  18. 18. Nuno Correia 09/10
  19. 19. Os cromossomas, constituídos por dois cromatídios vão ficando sucessivamente mais condensados. Os dois cromossomas homólogos de cada par emparelham, constituindo esse conjunto um bivalente, díada cromossómica ou tétrada cromatídica, uma vez que cada cromossoma é constituído por dois cromatídios. O invólucro nuclear e os nucléolos desagregam-se e vai-se constituindo o fuso acromático. Os fenómenos que ocorrem na profase l tornam-na longa. Ocupa cerca de 90% do tempo global da meiose. Nuno Correia 09/10
  20. 20. O processo de emparelhamento designa-se por sinapse e consiste numa justaposição gene a gene entre os dois cromossomas homólogos. Durante a sinapse surgem pontos de cruzamento entre dois cromatídios de cromossomas homólogos, os pontos de quiasma. Ao nível dos quiasmas pode haver quebra dos cromatídios, podendo ocorrer trocas recíprocas de segmentos de cromatídios pertencentes aos dois cromossomas homólogos de cada bivalente, designando-se esse fenómeno por crossing-over. Nuno Correia 09/10
  21. 21. Nuno Correia 09/10
  22. 22. Quatro cromatídeos (2 cromossomas) Pontos de quiasma Cromossomas homólogos Núcleo Nuno Correia 09/10
  23. 23.  •Os bivalentes ligam-se aos microtúbulos do fuso acromático por zonas específicas dos centrómeros.  •Os pontos de quiasma localizam- se no plano equatorial do fuso acromático e os centrómeros voltados para pólos opostos.  •A orientação de cada par de homólogos, em relação aos pólos da célula, realiza-se ao acaso, independentemente da sua origem materna ou paterna. Nuno Correia 09/10
  24. 24. Nuno Correia 09/10
  25. 25.  Os dois cromossomas homólogos de cada bivalente separam-se - segregação dos homólogos – e ocorre a migração de cada um dos cromossomas, constituídos por dois cromatídios, para pólos opostos.  O modo como se verifica a migração é puramente aleatório, podendo ocorrer vários tipos de recombinações de cromossomas maternos e paternos. Nuno Correia 09/10
  26. 26.  Os cromossomas de cada conjunto, após atingirem as zonas polares do fuso acromático, tornam-se mais finos e mais longos.  Aparece o invólucro nuclear e os nucléolos. Cada núcleo formado tem metade do número de cromos-somas do núcleo diplóide inicial. Nuno Correia 09/10
  27. 27.  Em alguns casos, na parte final da divisão l da meiose, ocorre uma citocinese formando-se duas células haplóides. Nuno Correia 09/10
  28. 28.  A interfase entre a divisão l e a divisão II pode não existir, ou se ocorre nunca se verifica período de síntese.  A essa interfase seguem-se, em cada núcleo, um conjunto de fenómenos em tudo idênticos aos que ocorrem em mitose. Nuno Correia 09/10
  29. 29.  Os cromossomas, constituídos por dois cromatídios, tornam- se sucessivamente mais curtos e grossos.  O invólucro nuclear fragmenta-se e organiza-se o fuso acromático. Nuno Correia 09/10
  30. 30.  Os cromossomas no seu máximo de encurtamento dispõem-se na zona equatorial do fuso acromático, com os centrómeros no plano equatorial. Nuno Correia 09/10
  31. 31.  Os centrómeros dividem-se, separando- se portanto os dois cromatídios de cada cromossoma que passam a constituir cromossomas independentes, migrando para pólos opostos. Nuno Correia 09/10
  32. 32.  Ao nível de cada zona polar, os cromossomas descondensam-se, tornando-se mais finos e longos.  Um invólucro nuclear organiza-se em volta de cada conjunto de cromossomas e surgem os nucléolos. Nuno Correia 09/10
  33. 33.  No final da divisão II formam-se quatro células haplóides independentes, cada uma contendo um membro de cada par de cromossomas homólogos Nuno Correia 09/10
  34. 34. Nuno Correia 09/10
  35. 35. Nuno Correia 09/10

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