Texto Argumentativo Ppt

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Como redigir um texto argumentativo.

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Texto Argumentativo Ppt

  1. 1. TEXTOS ARGUMENTATIVOS<br />O SERMÃO<br />O DISCURSO POLITICO<br />Nélson Ramos - ESJBV em S. Brás de Alportel - Janeiro 2010<br />
  2. 2. TEXTOS ARGUMENTATIVOS<br />Os textos argumentativos são aqueles que têm por objectivo influenciar, convencer e persuadir o destinatário, procurando moldar-lhe o comportamento. O discurso político, o sermão, os textos publicitários são situações de comunicação em que se utiliza o texto argumentativo.<br />Nélson Ramos - ESJBV em S. Brás de Alportel - Janeiro 2010<br />
  3. 3. O texto argumentativo<br />Consiste na defesa de um raciocínio e/ou de uma opinião controversa;<br /> Visa um destinatário bem definido – eleitores, jurados, leitores… - tendo como finalidade prática convencê-lo, persuadi-lo , influenciá-lo;<br />Exige um trabalho cuidado de texto: organização do discurso , selecção de vocabulário, uso de articuladores , entre outros;<br />4. Clarifica e demonstra a veracidade ou falsidade de uma tese, isto é, a aceitabilidade, ou não de uma ideia ou de um ponto de vista<br />Nélson Ramos - ESJBV em S. Brás de Alportel - Janeiro 2010<br />
  4. 4. Como fazer uma boa argumentação ? <br /><ul><li> Ter um conhecimento claro e preciso da ideia ou do assunto que se vai defender, procurando-se a informação e a documentação necessárias;
  5. 5. Considerar o público ao qual o texto/discurso se destina, a fim de se seleccionarem os argumentos e as referências de conteúdo mais eficazes em cada caso concreto.
  6. 6. elaborar um guião com os principais dados e os fundamentos mais relevantes a utilizar.
  7. 7. organizar os argumentos por ordem de importância (crescente ou decrescente) e apresentá-los com clareza e correcção.</li></ul>Nélson Ramos - ESJBV em S. Brás de Alportel - Janeiro 2010<br />
  8. 8. Como fazer uma boa argumentação ? <br /><ul><li>evitar ataques pessoais para que a argumentação não seja ofensiva para qualquer dos interlocutores ;
  9. 9. antecipar possíveis réplicas do destinatário de forma a preparar respostas ou contra-argumentação convincentes;
  10. 10. evitar falácias, isto é, não tirar conclusões a partir de dados insuficientes nem ignorar propostas ou soluções alternativas;
  11. 11. utilizar uma linguagem objectiva, específica e concreta, evitando termos tendenciosos.</li></ul>Nélson Ramos - ESJBV em S. Brás de Alportel - Janeiro 2010<br />
  12. 12. Marcas predominantes do texto argumentativo<br /><ul><li>modo indicativo, associado à actualidade e factualidade dos argumentos;
  13. 13. modo imperativo, procurando influenciar a acção do destinatário;
  14. 14. paralelismos de construção e outros mecanismos de reiteração, retomas anafóricas – pronominalizações, nominalizações, perífrases, relações lexicais de sinonímia, antonímia, hiperonímia/hiponímia, holonímia /meronímia, - reforçando a convicção do locutor;</li></ul>Nélson Ramos - ESJBV em S. Brás de Alportel - Janeiro 2010<br />
  15. 15. <ul><li>articuladores consonantes com a intencionalidade comunicativa (confrontar, reiterar, explicar, ordenar , comparar, demonstrar, exemplificar, concluir (…)
  16. 16. actos ilocutórios assertivos, directivos e declarativos assertivos, que visam provar, demonstrar, convencer, persuadir.</li></ul>Nélson Ramos - ESJBV em S. Brás de Alportel - Janeiro 2010<br />
  17. 17. A estrutura do texto argumentativo<br />O texto argumentativo apresenta-se, normalmente, em três partes:<br />INTRODUÇÃO - Contém a TESE inicial à qual o autor quer fazer aderir o interlocutor. Deve ser apresentada de modo afirmativo, claro e sem ambiguidades;<br /> DESENVOLVIMENTO ou CORPO da argumentação – apresenta os argumentos que apoiam ou refutam a tese inicial. <br />Deve ser organizado em parágrafos, em que cada uma deles deve conter uma ideia central .<br /> Os argumentos devem manter entre si uma ordem e coerência lógicas, correspondendo à construção do raciocínio do locutor.<br /> CONCLUSÃO – reafirma a tese inicial através de uma breve síntese.<br />Nélson Ramos - ESJBV em S. Brás de Alportel - Janeiro 2010<br />
  18. 18. TIPOS DE ARGUMENTOS<br />Entre os argumentos mais usuais, podemos encontrar os seguintes:<br /><ul><li>de AUTORIDADE – incluem as opiniões emitidas por pessoas/entidades de prestígios na matéria a tratar e os textos de normativos legais, entre outros;
  19. 19. UNIVERSAIS – reportam-se a saberes universalmente aceites;
  20. 20. PROVERBIAIS ou de SABEDORIA POPULAR – assentes em valores de verdade aceites por todos, como é, por exemplo, o caso dos provérbios;
  21. 21. por ANALOGIA - argumenta-se a partir de um caso ou exemplo específico, em muitos aspectos semelhantes ao que está em causa;</li></ul>Nélson Ramos - ESJBV em S. Brás de Alportel - Janeiro 2010<br />
  22. 22. TIPOS DE ARGUMENTOS<br /><ul><li>de EXPERIÊNCIA – assentes em experiências já vividas pelo próprio ou por outros;
  23. 23. HISTÓRICOS – baseiam-se em exemplos da tradição e da experiência histórica;</li></ul>QUALQUER DESTES TIPOS DE ARGUMENTOS É, FREQUENTEMENTE, SUSTENTADO POR EXEMPLOS.<br />Nélson Ramos - ESJBV em S. Brás de Alportel - Janeiro 2010<br />

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